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sábado, 24 de maio de 2014

PROFESSORES DA ESCOLA JOÃO BERALDO refletem sobre o problema do 'sexting' e desenvolve trabalho com o tema junto aos alunos.

O problema do sexting preocupa os educadores da Escola João Beraldo, que promove capacitação sobre o tema. Os meninos e meninas buscam fama virtual, produzindo, postando fotos e vídeos sensuais nas redes sociais.
              Realizamos reunião de formação no última sábado dia 17 de maio, onde o tema principal foi o fenômeno do sexting. Este termo, originado da união de duas palavras em inglês: “sex” (sexo) e “texting” (envio de mensagens), se refere ao fato dos adolescentes que em busca da fama virtual, produzem e enviam fotos sensuais de seus corpos nus ou seminus usando celulares, câmeras fotográficas, contas de e-mail, salas de bate-papo, whatsApp – (comunicador instantâneo) e sites de relacionamentos. Na prática do sexting, vale tudo para chamar a atenção. As meninas ficam só de lingerie ou biquíni, agarram ou beijam amigas na boca, mostram closes de decotes ousados e até autografam os próprios seios com o nome de suas páginas ou de colegas. Os garotos preferem ficar de cuecas, sem camisa, ou abraçar garotas simulando atos sexuais. Em outros casos, jovens chegam a ficar nus. Nesta reunião tivemos a oportunidade de conhecer e debater as orientações da psicóloga e doutora Renata Libório, onde a mesma diz que “tem jovem que nem sabe porque posta fotos eróticas na web”. Tomamos conhecimento dos perigos que esta prática apresenta, pois se perde o controle do material que é divulgado, tornando o jovem motivo de piada, a ponto de começar a sofrer difamação e humilhações. O jovem acaba ficando emocionalmente abalado e pode romper com sua família, caindo o seu rendimento escolar e aquele material pode alimentar sites de pornografia infanto-juvenil e redes de pedofilia. Nós enquanto educadores, não podemos fechar os nossos olhos frente a este problema, é por isso que resolvemos suspender a internet dos alunos por duas semanas, no ambiente escolar, para que pudéssemos refletir com eles este fenômeno que trazem consequências tão graves e preocupantes. Do dia 19 de maio até o dia 30, os alunos não terão acesso a web, aproveitando este tempo de "jejum internético", para refletir e produzir cartazes de sensibilização e conscientização, sobre o uso da tecnologias e a exposição do corpo nas redes sociais. Nesta quinta feira dia 22 de maio, como forma de dar andamento ao trabalho, tivemos a palestra da Psicóloga Patrícia Rodrigues que veio consolidar ainda mais as nossas convicções da necessidade de um trabalho de prevenção com educação sexual. Conforme orientações é preciso se discutir com os alunos o problema do machismo, da mulher, que ao longo da história sempre foi vista como objeto. É consciente desta responsabilidade, enquanto escola e professores que não podemos fechar os nossos olhos para este problema. Tivemos a oportunidade de detectar práticas de sexting, chamar e  orientar alunos envolvidos diretamente com esta prática. Assistimos também a dois pequenos filmes que apresento também neste post. A família também precisa fazer a sua parte, não pode ser omissa, esta muitas vezes não acompanha as incursões do seu filho ou filha na internet e não tendo autoridade sobre suas senhas e atividades com a tecnologia da informação e as redes sociais. Os pais precisam tomar pé da situação e trabalhar preventivamente.  Abaixo segue o vídeo que assistimos para alimentar as discussões de sábado dia 17 de maio, intitulado PENSE ANTES DE POSTAR e que alimentou a discussão com todos os alunos. 

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