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sábado, 13 de junho de 2015

OS JOVENS E A VIOLÊNCIA EM NOSSA CIDADE, foi o tema discutido pelos professores na 5ª Reunião Pedagógica do ano na Escola João Beraldo.

Em nossa 5ª Reunião Pedagógica, lembramos o crescente envolvimento da juventude de nossa cidade com a violência e os últimos jovens que foram mostrados nas reportagens policiais, chocaram a todos nós professores. Será que os jovens são vítimas ou vilões? Um bom momento para refletir. Que tipo de perspectiva está sendo oferecida ao jovem? Que ações estão sendo implementadas para mudar esta realidade ? Existem trabalhos que objetiva a  prevenção,  para que menos jovens entrem no mundo da criminalidade?  A juventude é  bombardeada a todo tempo com a ideia de que para ser alguém é preciso ter, consumir os produtos da moda e assim  se tornando presas fáceis de todo tipo de violência. Faltam programas capazes de proporcionar a ocupação do tempo e a educação integral dos jovens. É preciso que algo seja feito para garantir aos jovens outras perspectivas que não seja o caminho das drogas e da criminalidade.  Ele precisa receber todo um suporte para que tenha condições de realizar escolhas inteligentes em sua vida. Decidir entre acolher a ilusão da  vida criminosa e crescer na vida com esforço e trabalho não é uma decisão simples, necessita de muita personalidade originada da formação familiar e educacional  para tal. Padre Zezinho em uma de sua lindas canções diz que tudo que o Jovem precisa  é de “um pouco de muito amor”. Realmente é preciso muito amor para conviver com a juventude e não abandoná-los nas primeiras decepções.  Para quem nasceu com segurança, teve uma educação formal sólida, e uma estrutura psicológica e familiar básica, é mais fácil ir pelo caminho do bem, mas para quem nasceu e vive em um estado de completa necessidade e carência, tendo apenas como referência aquele que se enriqueceu com o dinheiro fácil,  as decisões de vida a serem tomadas,  nem sempre são as melhores, pois poucas vezes têm opção por um caminho diferente do que vivem.                                                                                Por Deodato Gomes.

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