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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

OBRAS DO SASI-2017 - Meus filhos terão computadores sim, mas antes terão livros. É com estas palavras do Bill Gates que apresentamos aqui todas as obras do Vestibular Seriado-SASI. Agora é preparar para a prova dia 26 de novembro de 2017.


Vocês devem conhecer estas falas, “Meus filhos terão computadores sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, eles serão incapazes de escrever – inclusive sua própria história”. Acrescentamos mais ainda ao pensamento de Bill Gates, serão incapazes de perceber o mundo em que vivem, serão alienados, sem competência para entender seu espaço e seu tempo.  A declaração de Bill Gates expressa com lealdade a importância da leitura, principalmente neste momento em que você fará o Vestibular Seriado – SASI da UFVJM, bem como o ENEM.  Além de melhorar a escrita e estimular a imaginação, ela também proporciona diferentes tipos de conhecimentos em variadas áreas e para toda vida. A leitura integral da obra é fundamental, a opção pelos resumos não deve prescindir da leitura desta. Os resumos são simples instrumentos de rememoração do que foi previamente lido. Esteja atento às temáticas e aos aspectos das obras literárias.

Iª - ETAPA

2. Obras Literárias:
2.1.Estive em Lisboa e lembrei de você - (novela, 2009) - Luiz Ruffato



Olha o livro aqui logo abaixo. Digitalizamos para você.



Na vida há pessoas que são iguais a bolas coloridas de um jogo de sinuca, assim como uma bola colorida só se movimenta quando é afetada pelo movimento da bola branca é também deste jeito que o personagem Serginho, do livro estive em Lisboa e lembrei de você, talvez uma das únicas atitudes que ao longo da história ele tomou por sua própria conta foi para de fumar.
Para de fumar é somente um gancho para começar uma história, logo em seguida Serginho conhece Noemi e a engravida, o pai de Noemi faz questão de que os dois se casem, e ate da uma empurrada, pois ela é uma moça de idéia fraca, louca, mas durante a vida de casados vão surgindo desentendimentos e o ápice é quando em um dos seus surtos de loucura Noemi fica pelada em frente à prefeitura e então Serginho decide se separar dela.
O filho deles fica com a família de Noemi e ela vai para em uma casa de repouso, após isso a mãe de Serginho morre e ele e sua irmã passam a herdar a casa, ele decide vender a sua parte para sua irmã, e é aconselhado por um vizinho que imigrou de Portugal para o Brasil, a ir para Portugal.
Mas chegando lá novamente o leitor se depara com um Serginho completamente apático
hora ele desanima por que algum português não simpatiza com ele, e quando ele arruma serviço de garçom em um restaurante , ele se justifica por não obter grandes lucros com desculpa que o outro garçom é mais bonito fisicamente, fala inglês etc.
Depois de determinado tempo morando lá ele conhece Sheila, uma prostituta brasileira que foi morar na Europa.
Este livro faz parte de uma série chamada amores expressos , que tem como objetivo lançar livro que falem da temática amorosa em cidades internacionais, mas tanto a geografia de Lisboa quanto atemática amorosa são exploradas no livro de forma medíocres, e o personagem Serginho é tão fraco que no começo queria dar um empurrãozinho nele, mas lá pro final do livro a vontade que predomina em mim é empurrar ele ladeira baixo.


Você vai encontrar o filme no link abaixo que pode ser baixado mas precisa de um aplicativo para baixar o filme.

2.3.Ideologia - (álbum, 1988) – Cazuza




Ideologia é o terceiro álbum solo do cantor de rock brasileiro Cazuza, lançado em 1988. É considerado o seu melhor álbum de estúdio e ganhou o Prêmio Sharp de melhor álbum. "Ideologia" foi o primeiro disco de Cazuza a ganhar a certificação Ouro, pela ABPD, com vendas acima de 150 mil cópias. A AIDS (doença da qual sofria desde 1985) volta a se manifestar em outubro de 1987. Cazuza é internado na Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro, para ser tratado por uma nova pneumonia. Logo depois, ele foi procurar tratamento nos Estados Unidos. Ao voltar ao Brasil no começo de dezembro de 1987, depois de dois meses de tratamento no New England Hospital de Boston, Cazuza inicia as gravações para um novo disco. Ideologia, lançado em 1988, inclui os hits "Brasil", "Faz Parte do Meu Show" e a faixa-título.
Canções que fazem parte do Álbum:

1.  "Ideologia"   
2.  "Boas Novas"   
3.  "O Assassinato da Flor"   
4.  "A Orelha de Eurídice"   
5.  "Guerra Civil"   
6.  "Brasil"  
7.  "Um Trem para as Estrelas"   
8.  "Vida Fácil"   
9.  "Blues da Piedade"   
10.  "Obrigado (Por Ter Se Mandado)"   
11.  "Minha Flor, Meu Bebê"   
12.  "Faz Parte do Meu Show"    



IIª - ETAPA
2. Obras Literárias:






2.3. Construção - (álbum, 1971) - Chico Buarque





FAIXAS:
1 Deus lhe Pague 0:00
2 Cotidiano 3:19
3 Desalento 6:08
4 Construção 8:56
5 Cordão 15:20
6 Olha Maria 17:52
7 Samba de Orly 21:48
8 Valsinha 24:27
9 Minha História (Gesùbambino) 26:35

10 Acalanto 29:37

A Música Construção, 1971, que, junto com “Pedro Pedreiro”, é uma das canções emblemáticas da vertente crítica, podendo-se enquadrar como um testemunho doloroso das relações aviltantes entre o capital e o trabalho.
Com efeito, “ Construção ” retoma o filão inaugurado precocemente por Chico Buarque: o da crítica social, tendo como personagem um elemento do proletariado – no caso, coincidentemente, um pedreiro. Pois o protagonista de “Construção”, que não é nomeado, é apenas o sujeito oculto dos verbos na terceira pessoa, parece ser o “Pedro Pedreiro” que esperava o trem nos velhos tempos – nos idos de 1965, talvez um pouco antes – e que agora cai dos “andaimes pingentes” e se despedaça.
Trata-se de um dos textos mais rigorosamente “construídos” do compositor, de estrito rigor formal e apuro técnico. Significativo, aliás, que uma de suas canções mais “engajadas” seja, ao mesmo tempo, a de mais rigoroso travejamento formal.
É interessante ressaltar que “Construção” situa-se no bojo da maré de experimentalismo formal que, vestido das roupagens de “Estruturalismo”, “Construtivismo” e outros ismos vários, predominou entre nós no início da década de 70, tanto no pensamento crítico quanto na produção literária.

Mesmo tendo sido basicamente como o autor de “Construção” que Chico se criou um lugar de cantor dos oprimidos na Música Popular Brasileira, ele recusa, terminantemente, qualquer intencionalidade social no ato de compor essa canção. Em entrevista concedida à revista Status, por exemplo, faz declarações bastante interessantes para se abrir o debate das relações entre “Lírica” e “Sociedade”. Depois de declarar que “problema pessoal não dá samba”, Chico diz que “Construção” não era, dentro dele, uma música de denúncia ou de “protesto”.

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