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domingo, 15 de outubro de 2017

VAMOS COMEMORAR O DIA DOS PROFESSORES SEM DISSIMULAÇÕES, ENCARANDO A REALIDADE DE FRENTE, COMO ELA É!



Data tão importante é o 15 de Outubro, mas  temos poucos motivos para comemorar. E como temos!... O descaso com a situação da educação não chega a desanimar aqueles que lutam e esperam por uma profissão mais valorizada e reconhecida pela sociedade,  mas são muitas as dissimulações que presenciamos neste dia. As redes sociais se enchem de murais deslumbrantes em homenagem ao professor, onde pessoas proferem palavras bonitas mas sem efetividade na realidade da profissão docente. Às vezes, diante do tão grande descaso com esta profissão tão essencial,  perguntamos se vale a pena até mesmo celebrar tal data.    Daniel Cara, diz que os discursos deste dia são diversionistas e desacompanhados de atitudes práticas.  

Falam tanto em educação mas aprovaram uma Emenda à Constituição 95/2016 que determinou que em 20 anos nenhum gasto novo do orçamento público da União vai ser investido em educação, o que torna impossível ajudar os Estados e os Municípios a valorizar o professor através de um salário mais digno.

Não percamos as esperanças, ainda vai chegar o dia em que vamos poder comemorar o Dia do Professor em sua plenitude!...

Agora sobre o Mucuriarte!...

Pena que estando no mestrado em Juiz de Fora, durante o período do Mucuriarte,  só pude marcar presença no sábado à noite, quando cheguei.





Escutei várias pessoas perguntando,  porque a pouca presença do povo da nossa cidade nos eventos do mucuriarte? Um artista analisou que a cidade de Poté com porte inferior,  teve sempre na praça uma quantidade dobrada de público ao número de presentes no evento de domingo a noite em Carlos Chagas.  A arte regional seja de qual espécie for: plástica, musical ou teatral pede uma desenvolvida identidade com o espaço local,  fortalecida por um apelo maior ao sentimento de pertença. Parece que isto é muito forte no Jequitinhonha e ainda não consolidado no Vale do Mucuri. Uma professora deu um testemunho que ao participar de um seminário em Belo Horizonte, colocaram no seu crachá de identificação Vale do Jequitinhonha, no que ela recusou a usá-lo. A baixa presença nos fóruns foi outro indicativo de que precisamos nos inteirar mais das problemáticas sociais e culturais que envolvem o Vale do Mucuri discutindo junto à população formas de superar este deficit cultural sobre a arte do nosso Vale e possibilitar uma sensibilidade capaz trazer consciência sobre os problemas do nosso Mucuri. 
 Que bom,  parece que o evento  atendeu as expectativas de todos. 


Encontro com colegas para discussão da técnica de pesquisa denominada GRUPO FOCAL na Faculdade de Educação da UFJF, durante este período presencial do mestrado. 

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