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Homenagem às Mães - texto da autora Graça da Nóbrega Alves- Portugal
PARA AS MÃES:
           Não se pode adiar o amor. Nem os gestos doces. Nem as palavras mansas. Nem os beijos. Não se pode lutar contra o calor do seu colo. Nem contra a força dos seus abraços. Nem contra o poder das suas palavras.
         Não se pode perder tempo porque o tempo é curto, apesar da luz ser infinita. Por isso, é preciso dizer que a amamos, que reconhecemos os seus passos na noite, que ouvimos a sua voz mesmo quando ela (já) não está. Por isso, é preciso entender que o seu ventre continua a alimentar a nossa vida, que os seus olhos continuam a iluminar as nossas solidões, que o seu colo continua a proteger-nos dos pesadelos que nos atacam os sentidos.
          Um dia, escrevi que as mães são beijos de Deus. Não me ocorre nada melhor, hoje. Hoje, queria saber escrever o sol e mostrar o seu calor; escrever paz e mostrar as suas asas: escrever beijo e ter o dom da cura; escrever flor e revelar a alegria colorida da meninice, da juventude, do ontem, do hoje e do amanhã; escrever gratidão e dizer o resto.
Não se pode adiar o amor. Nunca. É preciso dizer:
- meu amor a quem se ama. Chamar
- Mãe, e guardar no para sempre de nós, mesmo quando o tempo for de silêncio, a voz de Deus:
- vida da minha vida.
Não se pode adiar o amor. Nem os gestos bons. Nem os abraços. E todos os dias são dia das mães. Da minha que está ao pé de mim. E da sua que está mais perto dos anjos e que olha por si como se continuasse a ser um menino.
Não adie os beijos. Depois, pode ser demasiado tarde.
in JM 6/05
Funchal -  Ilha da Madeira - Portugal

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