1.Eu vos adoro devotamente, ó
Divindade escondida,
Que verdadeiramente oculta-se sob estas aparências,
A Vós, meu coração submete-se todo por inteiro,
Porque, vos contemplando, tudo desfalece.
2.A vista, o
tato, o gosto falham com relação a Vós
Creio em tudo aquilo que disse o Filho de Deus,
Nada mais verdadeiro que esta Palavra de Verdade.
3.Na cruz,
estava oculta somente a vossa Divindade,
Mas aqui, oculta-se também a vossa Humanidade.
Eu, contudo, crendo e professando ambas,
Peço aquilo que pediu o ladrão arrependido.
4.Não vejo, como Tomé, as vossas chagas
Entretanto, vos confesso meu Senhor e meu Deus
Faça que eu sempre creia mais em Vós,
Em vós esperar e vos amar.
Pão vivo que dá vida aos homens,
Faça que minha alma viva de Vós,
E que à ela seja sempre doce este saber.
6.Senhor
Jesus, bondoso pelicano,
Lava-me, eu que sou imundo, em teu sangue
Pois que uma única gota faz salvar
Todo o mundo e apagar todo pecado.
7.Ó Jesus, que
velado agora vejo
Peço que se realize aquilo que tanto desejo
Que eu veja claramente vossa face revelada
Que eu seja feliz contemplando a vossa glória.
Amém.gas
Entretanto, vos confesso meu Senhor e meu Deus
Faça que eu sempre creia mais em Vós,
Em vós esperar e vos amar.
Faça que eu sempre creia mais em Vós,
Em vós esperar e vos amar.
5.Ó memorial
da morte do Senhor,
Pão vivo que dá vida aos homens,
Faça que minha alma viva de Vós,
E que à ela seja sempre doce este saber.
Pão vivo que dá vida aos homens,
Faça que minha alma viva de Vós,
E que à ela seja sempre doce este saber.
6.Senhor
Jesus, bondoso pelicano,
Lava-me, eu que sou imundo, em teu sangue
Pois que uma única gota faz salvar
Todo o mundo e apagar todo pecado.
Lava-me, eu que sou imundo, em teu sangue
Pois que uma única gota faz salvar
Todo o mundo e apagar todo pecado.
7.Ó Jesus, que
velado agora vejo
Peço que se realize aquilo que tanto desejo
Que eu veja claramente vossa face revelada
Que eu seja feliz contemplando a vossa glória. Amém.
Peço que se realize aquilo que tanto desejo
Que eu veja claramente vossa face revelada
Que eu seja feliz contemplando a vossa glória. Amém.
A história desta festa também é bastante edificante.
No ano de
1263, um padre de nome Pedro de Praga, vacilante sobre a veracidade da
transubstanciação, fez uma peregrinação de Praga a Roma, a fim de alcançar uma
graça para que esta tentação o deixasse. Foi, então, que o prodígio ocorreu
enquanto celebrava a Santa Missa perto donde repousava o corpo de S. Cristina
em Bolsena.Padre Pedro,
no momento da consagração, viu gotejar sangue da Hóstia então consagrada e
banhar o corporal e os linhos litúrgicos. O sacerdote, impressionado com o
acontecimento, vai para Orvieto onde residia o Papa Urbano IV, o qual mandou
para Bolsena o bispo Giacomo para verificar o ocorrido e recolher o linho
manchado com o Sangue de Cristo. No ano
seguinte, o Papa promulgou a bula “Transiturus” que instaurava para toda a
cristandade a Festa do Corpo de Deus na cidade que até então estava infestada
de Cátaros – hereges que negavam o Sacramento da Eucaristia. O Papa pediu,
então, para Santo Tomás de Aquino compor o ofício de Corpus Christi. Fonte: Aletéia
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