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domingo, 5 de novembro de 2017

A Associação Quilombola Marques convida a todos para Celebrar o dia da Consciência Negra. Será no dia 19 de novembro (Domingo) a partir das 8 horas e o local é no Centro Comunitário da Associação. Tem uma programação especial para este dia.


O Dia Nacional da Consciência Negra é comemorado em 20 de novembro, dia da morte de Zumbi dos Palmares, uma figura histórica que  símboliza luta e resistênca do povo negro.

A escravidão durou em torno de 350 anos e durante este período os negros foram a principal mão de obra na prática dos mais diversos trabalhos: nas plantações de cana, nos engenhos, nas minas de ouro e de diamantes, nos cafezais e também nas vilas e cidades.

É fato que durante todo o período em que houve escravidão no Brasil, os africanos lutaram por sua liberdade.

Por volta de 1870, outras pessoas da sociedade, como jornalistas, professores, escritores, advogados,  não aceitavam essa injustiça e se juntaram no MOVIMENTO ABOLICIONISTA.Este movimento contou com a liderança de Joaquim Nabuco, André Rebouças e José do Patrocínios. Esse movimento conseguiu aprovação de leis importantes: 





A abolição da escravidão foi muito comemorado no Brasil principalmente no Rio de Janeiro.





A Lei do ventre livre, segundo QUEVEDO et al (1996 p.38-39)foi aprovada em 1871 e dava liberdade aos filhos de escravos nascidos a partir daquela data. Essas crianças seriam sustentadas pelos proprietários de suas mães até os oito anos de idade. Depois ficariam obrigadas a prestar serviço gratuitamente até os 21 anos; só então poderiam ser considerados livres.



A Lei dos sexagenários segundo QUEVEDO et al (1996 p.40)era um bom negócio para os senhores, pois não precisariam alimentar os velhos escravos, que nessa fase da vida produziam muito pouco. 

Missa campal celebrada em ação de graças pela Abolição da Escravatura no Brasil, 1888, no Rio de Janeiro



Apesar da conquista da liberdade muitos ex-escravos não conseguiram melhorar suas condições de vida pois eles não possuiam estudo, profissão, e não tinham onde morar nem para onde ir.

O Samba enredo da escola de Samba Estação Primeira de Mangueira, feita para o Carnaval carioca de 1988, reflete bem a situação do negro depois da abolição.





Samba Enredo 1988 - 100 Anos de Liberdade, Realidade Ou Ilusão
G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira (RJ)

O negro samba, o negro joga a capoeira
ele é o rei na verde-rosa da mangueira

Será...
Que já raiou a liberdade
Ou se foi tudo ilusão
Será...
Que a lei áurea tão sonhada
Há tanto tempo assinada
Não foi o fim da escravidão
Hoje dentro da realidade
Onde está a liberdade
Onde está que ninguém viu
Moço
Não se esqueça que o negro também construiu
As riquezas do nosso brasil

Pergunte ao criador
Quem pintou esta aquarela
Livre do açoite da senzala
Preso na miséria da favela

Sonhei...
Que zumbi dos palmares voltou
A tristeza do negro acabou
Foi uma nova redenção

Senhor...
eis a luta do bem contra o mal...contra o mal
que tanto sangue derramou
contra o preconceito racial


Segundo Ventura (2003. p.34) "A [...] integração de todos na sociedade, como cidadadãos titulares de direitos, será atingida quando todos tiverem acesso a educação, emprego e bens de consumo necessários para uma vida digna.  Isto só acontecerá quando o racismo for superado e as atitudes de discriminação pela cor forem substituídas por ações de reconhecimento e respeito mútuo".



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