AVALIAÇÃO

AVALIAÇÃO
AVALIAÇÃO

DIÁRIO DIGITAL

DIÁRIO DIGITAL
DIÁRIO DIGITAL

CAMPANHA CONTRA O BULLYING

domingo, 14 de abril de 2019

Sind-Ute convoca filiados de Carlos Chagas para eleição!



Cibelle Almeida Viana, Diretora, representante de Carlos Chagas do SINDUTE, Subsede Nanuque, avisa que entre os dias 22 e 26 de Abril o Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SINDUTE) de Minas Gerais  realizará eleições para a Diretoria Estadual,  Diretoria da Subsedes de Nanuque  e para o Conselho Geral.

Pedimos que os professores divulguem este post nos grupos de whatsaap, para que a informação possa chegar a todos os docentes. 

No período  mencionado mesários volantes estarão colhendo os votos de todos os trabalhadores em educação filiados que se encontrarem trabalhando nas Escolas Estaduais.

Os aposentados filiados também, penso eu, tem o direito de votarem, devem portanto se dirigirem á uma Escola Estadual para registrar seu voto junto aos mesários volantes. 

O apelo é pela participação afim de se construir um Sindicato forte e de luta. 

Vejam o ofício recebido pela Escola



Confira o Ofício 003/2019 enviado à Escola

sábado, 13 de abril de 2019

Continuam as obras na Escola

As obras na Escola João Beraldo não param. Neste momento está-se trocando o piso da parte externa da Escola. Será também levantado o muro em toda a parte limítrofe com o Clube até a Avenida Gabriel Passos.







Decreto de Bolsonaro VETA o uso dos termos 'Vossa Excelência' e 'doutor' nos órgãos federais Segundo o governo, intenção é a 'desburocratizar' tratamento e 'eliminar barreiras que criam distinção' entre funcionários. O decreto estabelece que agentes públicos utilizem termo 'senhor'.

No dia 11 de Abril de 2019 o Governo Federal publicou no Diário da União o decreto nº 9.758, que Dispõe sobre a forma de tratamento e de endereçamento nas comunicações com agentes públicos da administração pública federal.

O Decreto estabelece a forma de tratamento que deve ser  empregada na comunicação, oral ou escrita, com agentes públicos da administração federal direta e indireta, e sobre a forma de endereçamento de comunicações escritas a estes agentes. Pelo decreto os agentes públicos devem ser obrigatoriamente  tratados pelo único pronome de tratamento “SENHOR”, com as devidas flexões para o feminino e plural. Segundo o decreto este é o mais  adequado tratamento, independentemente do nível hierárquico, da natureza do cargo ou da função ou da ocasião a que estão vinculados os agentes públicos.

Esta abordagem se aplica: aos servidores públicos ocupantes de cargo efetivo; aos militares das Forças Armadas ou das forças auxiliares; aos empregados públicos; ao pessoal temporário; aos empregados, aos conselheiros, aos diretores e aos presidentes de empresas públicas e sociedades de economia mista; aos empregados terceirizados que exercem atividades diretamente para os entes da administração pública federal; aos ocupantes de cargos em comissão e de funções de confiança;  às autoridades públicas de qualquer nível hierárquico, incluídos os Ministros de Estado; e ao Vice-Presidente e ao Presidente da República.
 Pelo que entendi este decreto não se aplica as comunicações entre os agentes públicos e autoridades estrangeiras bem como às autoridades do poder judiciário, legislativo. 

Está proibido as seguintes formas de  tratamento: vossa Excelência ou Excelentíssimo; vossa Senhoria; vossa Magnificência; doutor; ilustre ou ilustríssimo; digno ou digníssimo; e respeitável. Se o agente público público  exigir o uso de pronome especial este deverá tratar o interlocutor do mesmo modo.


domingo, 7 de abril de 2019

Folha oferece assinatura digital grátis por 1 ano a professores da rede pública de todo o país Parceria do jornal com o Google visa melhorar a qualidade da educação


A Folha, em uma parceria com o Google, começou a oferecer assinatura grátis de um ano de sua versão digital a professores da rede pública de todo o país.
Após os 12 primeiros meses, a assinatura do docente ainda será renovada com um desconto automático e permanente de 33% em cima do valor cheio, o que hoje representaria o valor de R$ 19,99 ao mês.
O caminho para fazer a assinatura é bem simples. Basta ter uma conta do Google, como o Gmail, acessar o endereço 
O caminho para fazer a assinatura é bem simples. Basta ter uma conta do Google, como o Gmail, acessar o endereçohttps://login.folha.com.br/assinatura/professores e incluir três dados para identificação: o CPF, o nome da escola e o registro profissional do professor. 
O docente que ainda não tiver uma conta do Google terá o caminho para fazê-la no momento da assinatura gratuita.
Os professores assinantes terão acesso a todo o conteúdo digital da Folha, como a edição diária do jornal, as últimas notícias, o acervo completo desde 1921, colunas e blogs com debates e diversidade de opiniões e uma ampla agenda de eventos culturais, além de infográficos, pesquisas, fotografias, charges e tirinhas.
A iniciativa oferece ao professor a oportunidade de estar sempre bem informado e mais bem preparado para aulas e debates com os estudantes. “O objetivo dessa parceria da Folha com Google é colaborar com a melhoria da qualidade da educação do país, com acesso a um jornalismo de qualidade”, afirma Antonio Manuel Teixeira Mendes, superintendente da Grupo Folha.

PASSO A PASSO PARA ASSINATURA GRATUITA

1) Ter uma conta no Google, como o Gmail. O professor que ainda não a tiver terá o caminho para fazê-la no momento da assinatura —basta seguir as próximas etapas

3) Incluir três dados para identificação: CPF, nome da escola e registro profissional do professor
4) Clicar em “Assine com o Google”, no lado esquerdo inferior da tela

quinta-feira, 28 de março de 2019

Comunicamos que, no próximo sábado, dia 30 de Março, será dia letivo. Portanto, teremos aula normal.


No próximo sábado, 30 de Março, teremos nosso sábado letivo, com horário de Quarta Feira para complemento e organização do calendário escolar. Todo ano prevemos alguns sábados e este será especial, SÁBADO INTERVENÇÃO. Vamos trabalhar bullying, feminicídio e games violentos, em atividades de leitura e escrita. Todos os professores da 4ª feira já estão orientados a prepararem seu Plano de Aula, com a temática. Tudo será registrado através de imagens e relatórios.  Nossa preocupação neste sábado é para que o aluno não seja prejudicado por não ter acesso aos conteúdos necessários para um bom desenvolvimento escolar. Sabendo da importância da presença de todos os alunos, a Escola João Beraldo trabalha pela presença de todos os alunos inclusive enviamos a todos os pais e responsáveis, através dos próprios alunos, um comunicado:

Comunicamos que, no próximo sábado, dia 30 de Março, será dia letivo. Portanto, teremos aula normal.
O horário da aula será das 7h às 11h25, de 13 às 17:25 e de 19:00 horas às 22:15.
Os/As alunos/as deverão trazer o material utilizado nas aulas de quarta feira.
                                     Atenciosamente,
Deodato Gomes Costa
Diretor-366752-4

Veja como o Professor vai montar sua aula.




segunda-feira, 25 de março de 2019

A Olimpíada de Língua Portuguesa é um concurso de produção de textos para alunos de escolas públicas.





:A Secretaria de Estado da Educação aderiu às  Olimpíadas de Língua Portuguesa  que é um concurso de produção de textos e neste ano será homenageada a escritora Conceição Evaristo. 

Categoria:
  • 6º e 7º ano do Ensino Fundamental -Memórias Literárias
  • 8º e 9º  ano do Ensino Fundamental -Crônicas
  • 1º e 2º ano do Esnino Médio-Documentário
  • 3º ano do Ensino Médio -Artigo de Opinião


Assim que se inscreve o professor tem acesso à Coleção da Olimpíada, que são cadernos virtuais para desenvolverem as oficinas junto aos  estudantes.  A metodologia está em consonância com o Currículo Referência de Minas.

As inscrições vão até dia 30 de Abril de 2019. Todos os professores de Língua Portuguesa deverão se inscrever em todas as categorias que abrangem as turmas que trabalha. Você pode fazer cursos de formação oferecidos pelo portal. 


sábado, 23 de março de 2019

TABELA REMUNERAÇÃO BRUTA POR AULA DE PROFESSOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Muitos colegas professores não sabem sobre o salário inicial de professor, então estamos publicando esta tabela que é bem explicativa. Para uma jornada de 24h em Minas Gerais o salário é de R$ 1982,54 acrescido de um abono de R$ 153,10, que está sendo pago e será incorporado ao vencimento. 

Sobre quiabos, brócolis e Machado de Assis


Durante vinte anos, metade dessa vidinha, por duas décadas, eu não comi brócolis. Achava que não gostava, o verde muito escuro dos talos refogados, sei lá, tinha algo ali e eu não gostava daquilo. Ou melhor, eu achava que não gostava daquilo. 
Milton Costa
Então, provavelmente num sábado à tarde, provavelmente no Viena do Shopping Ibirapuera, em São Paulo, nós nos conhecemos, os brócolis e eu. Mais que isso: soubemo-nos, só pra usar – e surrupiar – a perfeita expressão de Guimarães Rosa, n’A estória de Lélio e Lina. E estamos juntos até hoje, leais, até aprendi a cozinhar com eles, fazer uns pratos. Numa dessas reflexões que a gente faz quando lava louça, chego a suspirar enquanto esfrego a buchinha na colher: “Como algúem pode viver sem brócolis?
Durante quarenta anos, uma vidinha inteira!, por quatro longas décadas, eu não comi quiabo. Aquela baba, sei não. Aquela cara, um verde chocho, aqueles pelinhos. Mas, aí vem a Carolina, louca alucinada e criança por quiabo, dessas que come até se tiver gelado. Não passa semana sem as rodelinhas. E começou o aliciamento: “Experimenta”, sugeriu, com aquele ar de traficante (eu queria dizer ‘olhar de cigana oblíqua e dissimulada’, mas parece que já usaram).
Comi. Fiz hum. Comi de novo. Admiti, depois de um tempo, que o quiabo que ela fazia (só o dela) eu comia. E comecei a comer, sempre. Outro dia, não tem nem um mês, fiz meu primeiro quiabo. Foi aprovado pelos convivas, como diria Alencar, e eu comi bem. Acho que deve dar casamento, que nem o brócolis.
Fui, pode-se atestar, um gourmet tardio. E fiz todo esse prêmbulo só pra dizer que também fui um leitor tardio.
Só comecei a comer livro com farinha muito tempo depois do que devia (e do que eu gostaria). E só experimentei várias obras e autores que eu adoro porque alguém me aliciou ou me forçou a ler. Com a comida, com exceção de quando ainda era bem pitico, não foi a mesma coisa, pelo menos não da mesma forma. Eu decidi que deveria experimentar tanto brócolis quanto quiabo, já era adulto, dono do nariz. Eu me forcei a mim mesmo. A leitura não. Fui obrigado a ler muita coisa. E essa obrigação teve vário efeitos.
O primeiro deles é que não morri, em nenhuma das vezes, nem precisei de terapia. O segundo é que só assim pude conhecer autores maravilhosos que de outra forma não conheceria. O terceiro é que pude dizer com propriedade de quem eu gostava e de quem eu não gostava, de quem eu gostava mais – os preferidos – e de quem eu gostava menos – os suportáveis, os necessários, os bacaninhas. Já não iria mais julgar o livro pela capa. Isto é, não iria mais condenar o livro pela capa. Não iria mais torcer o nariz pra comida por causa da cara dela.
Começo de ano, as aulas voltaram há pouco, é tempo de experiências novas para muitos alunos e de renovar a fé na profissão para muitos educadores. Eles discutem na sala dos professores sobre que livros adotarão, um levanta a lebre de que é preciso estimular a leitura,  outro diz que ninguém gosta de ler obrigado, que assim não dá prazer. Outro cochicha que ninguém mais a não ser os professores de português adotam livro, ou que a coordenação quer empurrar um título tosco goela abaixo dos alunos e do próprio professor. Mas a questão, de uma forma ou de outra, gira em torno da adoção, da recomendação de uma ou outra obra, enfim, da obrigatoriedade de se ler ou não um livro e dele extrair uma avaliação, que vale nota etc. etc.
Num país com 75% de analfabetos funcionais, de maus leitores (que não leem plenamente, no sentido de ultrapassar o entendimento e desfrutar o sabor da leitura), as teorias acerca de como trabalhar um livro em sala de aula andam em círculo e estão longe do consenso. O que resta, com mais ou menos jeito, é obrigar o aluno a ler alguma coisa. Só que depois de tanta discussão, da obrigação imposta, ela, essa mesma obrigação, é demonizada. Eu mesmo já a demonizei inúmeras vezes. Mas os brócolis e os quiabos me fizeram pensar melhor (taí uma função pra esses alimentos tão malquistos pelos pequenos...). 
Será que é tão ruim assim? Será que traumatiza a ponto de não querer ler nunca mais? Ou ainda: se causa isso, quantos atinge? E o contrário: quantos, como eu, descobrirão e se identificarão com tais e tais autores?
José de Alencar, por exemplo, sempre foi, pra mim, o passageiro chato da poltrona ao lado. Aí li um, depois li outro, mais outro, e outro, e constatei que sim, ele era chato, mas bem menos do que eu pensava, que era muito engraçado às vezes, que escreveu excelentes diálogos (o que me dá mais vontade de ler alguma de suas raras peças de teatro), que produziu tramas muito bem amarradinhas, mãe de todas as novelas das seis. Descobri também que não superaria Machado de Assis, que sua sanha em adjetivar tudo e todos a todo momento me levaria a nunca querer usar o termo inefável. Descobri também que não se deve, nem obrigado, ler Iracema antes dos 25 anos.
Obrigar alguém a ler alguma obra chantageando-o com a nota do boletim não é, portanto, tão cruel quanto se pinta. Acho, sinceramente, que professores devem ler mais e mais e mais, para falar mais das obras, de forma generosa e honesta. Se o aluno enxergar verdade naquilo que o prô diz, é meio caminho andado. Eu sei, é difícil suprir a falta que faz uma família de leitores, ou, mais ainda, a falta de pais leitores, que leem com os filhos, para os filhos e que se deixam ser admirados pelos filhos quando leem. Um Brasil ideal seria feito de pais assim. Mas a realidade é bem diferente e não deve mudar muito a médio prazo. Talvez quando deixarem mais pessoas que querem ser pais – como os gays, p. ex. – ser pais de fato, e deixarem mais mulheres que não querem ser mães – como as que não abortam só porque é crime – a não ser mães. 
Enfim, ser honesto com o aluno, desfazer mitos, como o que diz que quem lê escreve bem ou é mais inteligente. Escreve bem, em muitos casos, aquilo que lê, como reprodução. Mas a oferta de leitura deve ser variada, como uma feira, como as cores de legumes, frutas e verduras. É tudo diferente um do outro! Doces, amargos, azedos e estranhos, todos servem a um mesmo fim: alimentar o corpo. Variadas leituras alimentam o espírito, põem a alma pra ferver!
Ah! E concentrar-se naquele aluno que odeia ler, que odeia escrever, que adooora matemática e aaama jogar isso na cara do professor. Ele é o desafio. Aluno que adora ler e escrever não dá trabalho, dá alegria. Aposta na dificuldade; apenas um que se consiga aliciar já terá valido o dia, o ano, o diploma, a carreira.
As escolas brasileiras, infelizmente, não têm aula de leitura. Sei lá, devem achar que todo mundo que passou da alfabetização já sabe ler. Investir na leitura é muito eficiente, sobretudo ler para os alunos, apresentar uma possibilidade de interpretação (nunca a única!), dar a entonação, a prosódia adequada. Confere sabor e vida ao texto: certos alunos o “enxergam” melhor.
Muitos acham que só Jesus salva, mas eu digo que estão enganados. Machado de Assis, Guimarães Rosa, Dalton Trevisan, Kafka, Cervantes, Fernando Pessoa também são excelentes salva-vidas. Pode mergulhar, molecada!
                                                              Texto do Professor Milton Costa- publicado no blog Taba.
Fonte: Via Taba

terça-feira, 19 de março de 2019

Violência nas Escola, a trajédia de Suzano na Raul Brasil! Excelente reflexão para educadores da TV Escola.



No dia 13 de março de 2019, o Brasil foi surpreendido pela violência do ataque realizado por dois ex-alunos da escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na grande São Paulo.  Armados, os dois entraram no prédio, fizeram disparos e desferiram golpes de machado em alunos e funcionários. Cinco estudantes, uma inspetora e a coordenadora pedagógica da escola morreram.  Além disso, onze pessoas ficaram feridas.  Um dos responsáveis pela barbárie teria matado o cúmplice e, segundo as investigações, se suicidado em seguida.  O choque diante de tamanha brutalidade tomou conta do país. Afinal, o que motivou esse ataque? Será que ele poderia ter sido evitado?  Que reflexões uma tragédia dessas proporções deve provocar em todos nós, que pensamos sobre a educação neste país? Nesta edição, duas especialistas em educação debatem sobre essas questões e também sobre como promover uma cultura de paz nas escolas.