Bullying

sábado, 21 de março de 2026

O Despertar da Memória: Quando o Afeto Escreve o Amanhã no LEEI 2026!

O Despertar da Memória: LEEI 2026 e a Reconstrução do Olhar Docente

Na quinta-feira, 19 de março de 2026, o 3º piso do Polo UAB se tornou mais que um espaço formativo — transformou-se em um lugar de reencontro com a essência de ser educador. Ali aconteceu o 2º encontro do grupo de profissionais do LEEI 2026, conduzido pela diretora Edina Duarte, que, mesmo diante das exigências da gestão escolar, aceitou o desafio de liderar essa jornada com coragem, sensibilidade e compromisso.

O encontro teve início com a encenação “O Caderno de Planos do Educador”, revelando que planejar, na Educação Infantil, é mais do que organizar atividades: é abrir caminhos para experiências significativas. Em seguida, o louvor com a canção “Eu cuido de ti” envolveu a todos em uma atmosfera de acolhimento e entrega. O gesto simbólico do toque com óleo marcou, de forma profunda, o início de uma caminhada que se estenderá por 18 encontros.

Mas foi no momento da memória afetiva que o encontro ganhou densidade humana. Entre brinquedos e fotografias, cada participante revisitou sua infância. Entre histórias de dor superada e lembranças de alegria, emergia um elemento comum: a presença de um professor que marcou destinos. Sob o olhar de todos, ali se revelou a força do vínculo — é nele que a educação ganha sentido e se torna libertadora.

O ambiente, cuidadosamente preparado com cantinho de leitura e varal de memórias, reafirmava o propósito do LEEI: garantir às crianças o direito à linguagem, por meio de experiências vivas, lúdicas e significativas.

Após o encontro, as palavras ecoaram nos grupos: “momento ímpar”, “histórias de recomeço”, “coragem para avançar”. Sentimentos que confirmam que formar professores é também cuidar de suas histórias.

Encerramos cantando “Nas Asas do Senhor”, certos de que, como águias, seguimos mais fortes. Porque educar é, antes de tudo, transformar vidas — inclusive a nossa.

quinta-feira, 19 de março de 2026

Entre Orientações e Caminhos: Inspeção Escolar fortalece a reorganização da educação em Carlos Chagas!

Recebemos com grande satisfação as inspetoras da SRE de Teófilo Otoni na Secretaria Municipal de Educação de Carlos Chagas. O encontro fortalece o compromisso com a organização, transparência e qualidade da educação pública, reunindo secretário e equipe técnica em um momento de diálogo, orientação e construção coletiva de melhorias para a rede municipal.

Entre papéis, orientações e escutas atentas, a educação de Carlos Chagas viveu dias de cuidado e reorganização. De 16 a 19 de março de 2026, a presença das inspetoras Maria de Fátima Alves dos Santos e Silvana Mendes de Jesus, da SRE de Teófilo Otoni, trouxe mais que uma visita técnica: trouxe diálogo, direção e propósito. Elas foram acolhidas no primeiro momento pela Coordenadora Zaida Kretli, no Distrito de Presidente Pena. 

Na Secretaria Municipal de Educação, cada documento revisado e cada orientação partilhada revelavam um compromisso silencioso, porém firme, com a qualidade da rede. O foco se voltou especialmente para a Escola Municipal São José, cujo processo de mudança de prédio — do antigo espaço da Escola Palmeirão para o prédio da Escola Sítio do Picapau Amarelo, no Distrito de Presidente Pena — simboliza mais que uma transferência física: representa a busca por melhores condições de aprendizagem.

Ao lado do secretário municipal, Deodato Gomes Costa, as inspetoras acompanharam o andamento das ações, apontaram ajustes necessários e reforçaram a importância da organização documental, do calendário alinhado e de um regimento escolar vivo, atualizado com as novas dinâmicas da rede.

E assim, entre verificações e orientações, fica a certeza: educar também é cuidar dos detalhes. É garantir que cada norma, cada espaço e cada decisão estejam a serviço de um bem maior — o direito de aprender.

quarta-feira, 18 de março de 2026

Programa “Direito na Escola” fortalece a educação cidadã em Carlos Chagas!

Registro de um encontro que une propósitos e fortalece caminhos: profissionais da educação e membros da OAB – 94ª Subseção de Carlos Chagas reunidos pelo compromisso com a formação cidadã.

Outras imagens do momento: https://photos.app.goo.gl/WBvE7rK9HihGpS8o9

Resumo da apresentação da Dra. Cibelle: https://drive.google.com/file/d/1CzmU86FoIC7DUExiuQAas4Vw4GLR1K--/view?usp=sharing

Programa “Direito na Escola” fortalece a educação cidadã em Carlos Chagas

Na manhã desta quarta-feira, 18 de março de 2026, às 8 horas, no Salão de Júri do Fórum, Carlos Chagas viveu um momento que transcende uma simples reunião institucional. Foi, na verdade, um encontro entre a educação e a justiça — dois pilares que, quando caminham juntos, transformam realidades.

Estiveram reunidos os profissionais da educação, gestores das escolas municipais e estaduais, a Presidente da 94ª Subseção da OAB de Carlos Chagas, Dra. Núncia Silva Dantas, a Coordenadora da Comissão Direito na Escola, Dra. Cibelle Viana, a Promotora de Justiça Dra. Sheila, além dos advogados Dr. Mário Márcio, Dra. Maria Cecília e Dra. Morgana.

Dra. Núncia já havia destacado com propriedade a escolha de Dra. Cibelle Viana para coordenar o programa no município. Professora, ex-gestora escolar e advogada, ela reúne portanto a experiência prática e o conhecimento técnico necessários para liderar uma proposta que dialoga diretamente com a escola.

Coube à Dra. Cibelle apresentar o Programa Direito na Escola, uma iniciativa da OAB-MG que propõe inserir, no cotidiano escolar, a compreensão dos direitos e deveres. Mais do que conteúdos, trata-se de formar consciência cidadã. Em sua fala, destacou que o programa é desenvolvido por advogados e professores de direito voluntários, sustentado pela Lei nº 24.213/2022, e orientado por eixos como a promoção da cultura de paz, a redução de atos infracionais e o fortalecimento da formação cidadã dos estudantes.

A proposta é clara: ensinar Direito não para formar advogados, mas para formar cidadãos.

E os impactos são concretos. O desenvolvimento do pensamento crítico, a capacidade de resolução pacífica de conflitos, o fortalecimento da consciência jurídica e o empoderamento juvenil são resultados esperados de uma educação que compreende que cidadania também se aprende.

Durante o encontro, Dra. Cibelle reforçou que as demandas das escolas devem ser solicitadas com antecedência, uma vez que o programa conta com a atuação voluntária dos profissionais. Já o Dr. Mário Márcio trouxe um relato sensível, destacando sua experiência em palestras escolares, também marcada por sua vivência como pai atípico — um testemunho que humaniza ainda mais a proposta.

A fala do diretor da Escola Municipal Oscar João Kretli, professor Saulo Oliveira, ecoou como síntese do sentimento coletivo, ao final do encontro:
“As escolas precisam, sim, da presença da OAB.”

E precisam porque educar é uma tarefa que ultrapassa os muros da escola. É uma construção coletiva, que envolve instituições, famílias e a sociedade como um todo.

A aproximação entre Direito e Educação representa um avanço significativo: levar cidadania às nossas crianças e adolescentes é investir em uma sociedade mais justa, consciente e pacífica. 

Na oportunidade, foi solicitada, de forma imediata — e que será formalizada — a realização de um treinamento voltado a gestores e supervisores na área de mediação de conflitos, reconhecida como uma demanda urgente no cotidiano escolar.

Ao final, fica o reconhecimento: a OAB, por meio da liderança da Dra. Núncia, demonstra sensibilidade e compromisso social ao acolher um programa de tamanha relevância.

A parceria entre OAB e escolas não apenas começou — ela promete florescer. E quando floresce a cidadania, toda a comunidade colhe os frutos.

terça-feira, 17 de março de 2026

Carlos Chagas reafirma compromisso com o Magistério e Nanayoski anuncia cumprimento de 5,4% do Novo Piso!

Prefeito Nanayoski e equipe de Governo recebem dirigentes sindicais do Sindiscar na Sede da Prefeitura. Em pauta, o anúncio e a oficialização do cumprimento do novo Piso Nacional do Magistério para a jornada de 24 horas da rede municipal.

📝 Em reunião com o Sindiscar, Prefeito Nanayoski garante reajuste do Piso e destaca histórico de valorização docente

O início de 2026 trouxe uma notícia que faz pulsar mais forte o coração da educação brasileira. No último dia 22 de janeiro, o Diário Oficial da União publicou a Medida Provisória nº 1.334/2026, que não apenas atualiza valores, mas redefine a forma como respeitamos quem dedica a vida ao magistério.

A nova regra é clara e justa: o reajuste agora garante ganho real. Ele soma a inflação (INPC) a uma parte do crescimento da receita do Fundeb. Em termos nacionais, o índice de atualização foi fixado em 5,4%.

📉 O Cálculo na Nossa Realidade (24 Horas)

A realidade da nossa rede municipal em Carlos Chagas baseia-se na jornada de 24 horas semanais. Fizemos as contas para que cada professor entenda o impacto direto no seu planejamento:

  • Piso 24h em 2025: R$ 2.920,66

  • Novo Piso 24h em 2026 (com 5,4%): R$ 3.078,38

  • Ganho Real: A nova fórmula garante um acréscimo digno de R$ 157,72 mensais sobre o valor base.

🤝 Compromisso Assumido: Do Papel à Prática

Hoje, em uma reunião marcada pela transparência e pelo diálogo entre o Secretariado Municipal, o Prefeito Nanayoski e o Sindiscar, o anúncio foi recebido com entusiasmo. O Prefeito confirmou que Carlos Chagas seguirá rigorosamente o índice de 5,4%, e o Projeto de Lei já está sendo preparado para o envio à Câmara Municipal.

Ao reafirmar seu compromisso diante dos dirigentes do Sindiscar, o Prefeito Nanayoski destacou que sua gestão nunca se furtou a cumprir o piso nacional, assegurando, ano após ano, o índice determinado pelas medidas provisórias. Para ele, "garantir a remuneração justa aos nossos professores não é apenas uma obrigação legal, mas um ato de respeito e compromisso inegociável com quem dedica a vida a ensinar".

🎒 Uma Gestão que Cuida de Ponta a Ponta

Este compromisso com o salário do professor não é um fato isolado. É a continuidade de um trabalho que atravessou o primeiro mandato e se fortalece neste segundo ano de gestão em 2026. Valorizar o mestre é o topo da pirâmide, mas a base também recebe atenção: nossos alunos já iniciaram o ano com tênis novos, kits escolares completos e uniformes no padrão de qualidade que nossa cidade merece.

A educação em Carlos Chagas não espera o futuro; ela o escreve agora, com caneta de justiça e tinta de investimento real.


Nelson Lisboa 2026: Alunos em Ação contra a Dengue.

Veja as outras imagens clicando aqui: https://photos.app.goo.gl/GDvowvacCXb7p8m89

Nelson Lisboa 2026: Alunos em Ação contra a Dengue.

Nesta terça-feira, 17 de março, a Escola Municipal Nelson Lisboa de Matos transformou-se no epicentro de uma mobilização vital para a saúde pública. Em uma iniciativa que une pedagogia e prevenção, as crianças receberam os técnicos de saúde pública Afonso Mateus e sua equipe para uma imersão no combate às arboviroses.

A roda de conversa, longe de ser apenas teórica, ganhou vida com uma presença inesperada: o próprio "mosquito da Dengue" surgiu no pátio. De forma lúdica e impactante, a representação ensinou aos pequenos os perigos reais que o vetor impõe à comunidade. As imagens não mentem: o engajamento foi absoluto.

O sucesso da ação reforça uma tese defendida por especialistas: a escola é o terreno mais fértil para a mudança social. Mais do que alunos, essas crianças tornaram-se multiplicadoras de conhecimento. Agora, cada estudante leva para casa e para todo o distrito de Epaminondas Otoni o rigor técnico aprendido com Afonso, prontos para replicar hábitos que salvam vidas. Está provado: quando a educação abraça a saúde, o mosquito não encontra morada.


TERÇA-FEIRA, 17 DE MARÇO DE 2026 | A15 ECA Digital proíbe autoplay de vídeos, notificações com apelo emocional e rolagem infinita.

TERÇA-FEIRA, 17 DE MARÇO DE 2026 | A15

ECA Digital proíbe autoplay de vídeos, notificações com apelo emocional e rolagem infinita.

Legislação entra em vigor nesta terça-feira (17) e prevê verificação de idade, moderação mais ativa e identificação de comportamento de risco

Bruno Lucca e Bárbara Sá

SÃO PAULO Redes sociais que operam no Brasil serão obrigadas a abandonar o uso de recursos que possam prender a atenção de crianças e adolescentes, como a rolagem infinita de feed sem pausas naturais e a reprodução automática de vídeos.

Essas medidas estão no decreto produzido pelo Ministério da Justiça e da Segurança Pública para regulamentar o ECA Digital. A Folha teve acesso a seus principais pontos. O documento deve ser assinado pelo presidente Lula (PT) nesta terça-feira (17), quando a lei passa a valer. Um evento foi marcado para as 11h, no Palácio do Planalto.

O texto ainda proíbe todos os tipos de técnicas que exploram fragilidades emocionais ou cognitivas dos jovens, criando falso senso de urgência e usando pressão emocional ou gatilhos de recompensa para mantê-los online. Nessa linha, ele veta o disparo de notificações com o intuito de levar usuários de volta aos aplicativos.

O ECA Digital busca reduzir casos de violência, assédio e exploração de menores na internet. A lei prevê que empresas de tecnologia adotem mecanismos capazes de identificar a idade dos usuários, reforcem sistemas de moderação e implementem ferramentas capazes de detectar comportamentos de risco antes de denúncias formais.

A implementação, no entanto, será escalonada e pode levar meses, já que a ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados) expedirá diretrizes após a publicação do decreto. Caberá à agência, por exemplo, definir quando a proibição da rolagem infinita e da reprodução automática de vídeos entra em vigor.

O texto do ministério também veta a publicidade personalizada para crianças. Plataformas não poderão mais usar o perfil comportamental desse público (gostos, histórico, tempo de tela) para direcionar anúncios. Também ficam proibidas técnicas de análise emocional, realidade aumentada e realidade virtual com fins comerciais.

"Esses são elementos que dão mais granularidade ao artigo que trata das medidas que as plataformas precisam adotar para não estimular o vício. Nesse sentido, parecem muito bem-vindos", diz Maria Mello, gerente do eixo digital do Instituto Alana.

Para ela, as práticas de funcionamento vetadas tendem a levar usuários a um comportamento de dependência. "Esse risco existe para todos, mas, quando se trata de crianças e adolescentes, a probabilidade de desenvolvimento de padrões de uso compulsivo é significativamente maior."

A reportagem procurou as redes sociais mais acessadas no país — Instagram, Facebook, TikTok e X — e as questionou sobre a adaptação às proibições.

O grupo Meta, dono do Instagram e do Facebook, diz que já conta desde 2024 com uma experiência específica para usuários de 13 a 17 anos, as chamadas Contas de Adolescente. Elas têm configurações mais restritas por padrão que incluem avisos de limite diário de tempo após 60 minutos de uso do Instagram e o modo descanso, que desativa notificações durante a noite automaticamente.

"Estamos incorporando recursos às Contas de Adolescente no Brasil para cumprimento do ECA Digital, e compartilharemos avanços adicionais que vierem a ser adotados na medida em que forem implementados", informou a empresa.

TikTok e X não enviaram resposta até a noite desta segunda.

Para quem investiga crimes digitais, o impacto das novas regras dependerá de como e quando as plataformas vão aplicá-las na prática.

"Fica difícil um posicionamento antes que seja feita a total implementação das mudanças. Ocorre que os autores desses crimes já utilizam perfis fakes e sabem burlar os sistemas, mas prefiro ser otimista e acreditar que, diante das dificuldades implementadas, os crimes diminuam", afirma a delegada Lucandréa Salveiego Colatruono, chefe do Noad (Núcleo de Observação e Análise Digital) da Polícia Civil de São Paulo.

A exigência de verificação de idade para acesso a conteúdos sensíveis, por exemplo, não será aplicada integralmente já no início da vigência da lei. A definição dos requisitos técnicos caberá à ANPD, que deverá estabelecer critérios para garantir a segurança e a confiabilidade dos sistemas de checagem etária, como quais tecnologias poderão ser utilizadas e de que forma os dados dos usuários deverão ser protegidos.

A delegada aponta que um dos principais entraves atuais está na comunicação entre plataformas digitais e autoridades. "Hoje a plataforma fornece o que quer e quando quer, não há um prazo para isso e nem quais dados devem ser fornecidos imediatamente". Em situações de risco imediato, diz ela, a demora pode comprometer a proteção da vítima.

Ela defende ainda que o enfrentamento da violência digital não pode ficar restrito ao trabalho policial: "É preciso que esse tema chegue nas escolas, igrejas, na sociedade como um todo. Ninguém terá sucesso se combater isso de forma isolada. Segurança, educação e saúde devem estar unidas nesse propósito."

Especialistas afirmam que a exigência de verificação de idade tenta enfrentar uma fragilidade histórica da internet: crianças e adolescentes conseguem acessar ambientes digitais com poucas barreiras efetivas.

Para o advogado Gonçalo Adão de Arruda Santos, especialista em perícia digital, já existem tecnologias capazes de melhorar esse controle, embora nenhuma seja totalmente infalível. "A autodeclaração é frágil e facilmente burlada. Já métodos biométricos ou documentais são mais confiáveis, mas levantam discussões importantes sobre privacidade e proteção de dados."

Do ponto de vista jurídico, a exigência representa uma adaptação das regras de proteção à infância ao ambiente digital, afirma Leilah Luzinda Gomes de Almeida, doutora em ciências jurídicas e sociais.

Para organizações da sociedade civil, a legislação representa uma mudança na forma de responsabilizar empresas de tecnologia.

Entre as empresas procuradas pela reportagem, o Discord disse que começou a implementar em 9 de março mecanismos de verificação de idade no Brasil.

Segundo a plataforma, usuários poderão verificar a idade por métodos como estimativa etária por selfie em vídeo ou envio de documento por meio de parceiros. A empresa afirma também utilizar denúncias de usuários, ferramentas automatizadas de detecção, modelos de machine learning e revisão humana para identificar conteúdos abusivos.

O Roblox foi contatado por mensagens e email, mas não respondeu até a conclusão desta edição.


O que muda para crianças e adolescentes

  • VERIFICAÇÃO DE IDADE: Plataformas podem ter de confirmar a idade do usuário para liberar acesso a determinados conteúdos ou serviços.

  • PROTEÇÃO CONTRA CONTEÚDO NOCIVO: Empresas devem adotar medidas para reduzir a exposição de menores a pornografia, violência ou material inadequado.

  • RESPONSABILIDADE DAS PLATAFORMAS: Serviços digitais podem ser obrigados a agir para prevenir riscos e responder rapidamente a denúncias.

  • FERRAMENTAS PARA RESPONSÁVEIS: Pais ou responsáveis podem ter acesso a mecanismos de supervisão e controle de uso.

  • PROTEÇÃO DE DADOS E PRIVACIDADE: Coleta e uso de dados de crianças e adolescentes terão regras mais rígidas.

Referência Bibliográfica (ABNT)

LUCCA, Bruno; SÁ, Bárbara. ECA Digital proíbe autoplay de vídeos, notificações com apelo emocional e rolagem infinita: Legislação entra em vigor nesta terça-feira (17) e prevê verificação de idade, moderação mais ativa e identificação de comportamento de risco. Folha de S.Paulo, São Paulo, ano 105, n. 35.412, p. A15, 17 mar. 2026.