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domingo, 30 de agosto de 2026

O espelho dos resultados: da inquietação à ação pedagógica!

 


O espelho dos resultados: da inquietação à ação pedagógica

“Conhecer a nota ou o percentual de baixo desempenho não é suficiente. A apropriação exige interpretar pedagogicamente os dados e transformá-los em decisões concretas.”

Na história de Branca de Neve, publicada pelos irmãos Grimm em 1812, a madrasta consultava diariamente o espelho mágico. Enquanto ele confirmava aquilo que ela desejava ouvir, sua imagem lhe parecia confortável. O conflito começou quando o espelho revelou uma verdade diferente daquela que ela estava disposta a aceitar. Incapaz de reconhecer e enfrentar a nova realidade, a rainha voltou-se contra quem simbolizava essa verdade.

A metáfora do espelho ajuda-nos a compreender o desafio da apropriação dos resultados educacionais. Os indicadores das avaliações externas também funcionam como um espelho: mostram uma imagem da aprendizagem produzida pela rede, pela escola e pelas práticas de ensino. Essa imagem é parcial, pois nenhuma avaliação consegue traduzir toda a complexidade da educação, mas não pode ser ignorada simplesmente porque nos incomoda.

A primeira atitude necessária diante dos resultados é ter coragem para olhar. É preciso dizer: “Esta é a nossa escola. Estes são os nossos estudantes. Esta é a aprendizagem que conseguimos garantir até aqui”. Apropriar-se dos resultados significa reconhecer como nossa uma realidade que, muitas vezes, preferiríamos atribuir apenas aos outros. Preciso ver no espelho a imagem que não gostaria de reconhecer e, ainda assim, percebê-la como minha, como nossa, como resultado de um processo do qual participamos e sobre o qual podemos agir.

Isso não significa aceitar passivamente o resultado nem procurar culpados. Significa assumir responsabilidade. Há uma diferença profunda entre culpa e responsabilidade. A culpa paralisa, provoca defesa e transfere o problema. A responsabilidade mobiliza, leva à investigação e abre caminhos para a transformação.

Os resultados insatisfatórios não podem deixar de provocar espanto e indignação. Quando uma parcela significativa dos estudantes permanece no padrão de baixo desempenho, não estamos apenas diante de uma porcentagem. Estamos diante de crianças e adolescentes que frequentam a escola, cumprem os dias letivos, realizam atividades, são avaliados e avançam na escolaridade, mas não desenvolvem aprendizagens essenciais.

A perda do espanto é uma das formas mais perigosas de naturalização do fracasso escolar. Quando consideramos normal que muitos estudantes não aprendam, deixamos de nos perguntar o que precisa ser modificado. O baixo desempenho passa a fazer parte da paisagem da escola, como se fosse uma condição inevitável, determinada pela origem social, pela família ou por uma suposta incapacidade do aluno.

Essa situação se torna ainda mais inquietante quando observamos a contradição entre as avaliações internas e externas. Os estudantes são aprovados pela escola, avançam normalmente entre os anos escolares e, posteriormente, aparecem classificados nos níveis mais baixos de desempenho das avaliações externas. Como explicar que um estudante tenha sido considerado apto a avançar e, ao mesmo tempo, não demonstre o domínio das habilidades essenciais previstas para a etapa concluída?

Essa contradição deve levar-nos a examinar os critérios, os instrumentos e as práticas de avaliação desenvolvidos pela própria escola. O que nossas avaliações internas estão verificando? Estamos avaliando a aprendizagem ou apenas o cumprimento das atividades? As notas expressam o domínio das habilidades ou são compostas por elementos que podem ocultar as defasagens? O estudante recebe uma nota, mas o professor, o supervisor e a escola sabem exatamente quais habilidades ele consolidou e quais ainda precisa desenvolver?

A aprovação é uma decisão escolar; a aprendizagem é um direito. Fazer o estudante avançar sem assegurar-lhe as condições para aprender não resolve o problema. Apenas o transfere para o ano seguinte, onde as dificuldades se acumulam e se tornam mais difíceis de superar.

Na Matemática, esse processo pode ser observado quando estudantes avançam na escolaridade sem dominar as quatro operações básicas. A cada ano, novos conteúdos são apresentados, mas faltam conhecimentos fundamentais para compreendê-los. O professor precisa ensinar aquilo que está previsto para o ano escolar e, simultaneamente, lidar com defasagens construídas ao longo de toda a trajetória do aluno. Forma-se, assim, um círculo de dificuldades: o estudante não possui os conhecimentos necessários para aprender o conteúdo atual, não acompanha as atividades, acumula novas lacunas e continua avançando.

É necessário interromper esse ciclo. Não podemos esperar que o tempo, sozinho, resolva uma dificuldade que se amplia com o próprio tempo. O estudante que não domina as aprendizagens essenciais precisa ser identificado, acompanhado e atendido com intervenções planejadas. Ele não pode ser apenas um nome em uma lista ou um percentual em um gráfico. É necessário saber o que ele já consegue fazer, o que ainda não consegue, quais hipóteses mobiliza, quais erros comete e qual deverá ser sua próxima aprendizagem.

Ao analisar o baixo desempenho, os docentes frequentemente apontam a falta de apoio familiar, as condições socioeconômicas, o desinteresse dos estudantes e a ausência de conhecimentos anteriores. Esses fatores existem e influenciam a aprendizagem. Seria ingênuo desconsiderar os efeitos das desigualdades sociais e das diferentes condições de vida. Entretanto, quando todas as explicações estão fora da escola, a escola retira de si mesma qualquer possibilidade de transformação.

Se a causa está apenas na família, o que a escola pode fazer? Se está somente na pobreza, o que o professor pode modificar? Se o problema é exclusivamente o desinteresse do estudante, qual seria a responsabilidade das práticas pedagógicas? Quando transferimos todas as causas para fora dos muros escolares, também transferimos para fora deles nossa capacidade de agir.

É precisamente nesse ponto que precisamos dirigir o olhar para as práticas de ensino. Elas não são a única explicação para o baixo desempenho, mas constituem um dos elementos mais fortes sobre os quais a escola pode intervir diretamente. É preciso perguntar se as mesmas metodologias, repetidas ano após ano, estão oferecendo condições para que todos aprendam. A exposição, a cópia, a memorização de regras e a repetição mecânica de exercícios podem atender aos estudantes que já possuem determinadas bases, mas podem não alcançar aqueles que precisam de outras formas de mediação.

Não basta ensinar o conteúdo; é necessário verificar quem aprendeu, como aprendeu e quem ainda precisa de outro caminho. Não basta apresentar um procedimento; é preciso criar situações em que o estudante possa compreender, explicar, aplicar, comparar estratégias e construir raciocínio. Não basta concluir o planejamento anual; é preciso assegurar que o estudante avance em sua aprendizagem.

As práticas de ensino também participam da construção dos sentimentos que os estudantes desenvolvem em relação à Matemática. Medo, vergonha de perguntar, tensão diante de um problema, sensação de incapacidade, desinteresse e crença de que “Matemática não é para mim” não surgem repentinamente. São sentimentos construídos ao longo de experiências escolares repetidas, especialmente quando o estudante erra, não compreende, fica para trás e não encontra oportunidades adequadas para reconstruir sua aprendizagem.

Um estudante que convive continuamente com o fracasso pode deixar de tentar como forma de proteger-se. Aquilo que interpretamos como preguiça ou desinteresse pode esconder medo, frustração e perda da confiança na própria capacidade. Por isso, recuperar a aprendizagem também exige recuperar a autoestima acadêmica. O aluno precisa experimentar situações reais de sucesso, perceber seus avanços e compreender que a habilidade matemática não é um dom reservado a poucos, mas uma capacidade que pode ser desenvolvida.

Isso não retira a responsabilidade do estudante. Ele precisa participar, realizar as atividades, estudar, expor suas dúvidas e comprometer-se com sua aprendizagem. Contudo, não podemos exigir que assuma sozinho uma responsabilidade que é compartilhada. Cabe à escola criar condições, oferecer mediações, acompanhar os percursos e não desistir daqueles que apresentam maiores dificuldades.

Supervisores, diretores e professores precisam assumir coletivamente a responsabilidade pelos estudantes que se encontram no baixo desempenho. Cada percentual representa alunos concretos, com nome, história, potencialidades e direito de aprender. Precisamos conhecê-los e perguntar: quem são? Em quais habilidades apresentam dificuldades? Desde quando essas defasagens são percebidas? Que intervenções já foram realizadas? Elas produziram avanços? O que será feito a partir de agora? Quem acompanhará cada ação? Quando voltaremos a avaliar?

A verdadeira apropriação dos resultados começa quando o dado deixa de ser apenas estatístico e passa a orientar uma decisão pedagógica. O percentual precisa transformar-se em identificação; a identificação, em diagnóstico; o diagnóstico, em intervenção; a intervenção, em acompanhamento; e o acompanhamento, em novas oportunidades de aprendizagem.

O espelho dos resultados não deve servir para ferir, condenar ou estabelecer comparações simplistas. Deve ajudar-nos a enxergar aquilo que a rotina pode ter tornado invisível. Olhar para ele exige coragem institucional: coragem para reconhecer os avanços, mas também para admitir as fragilidades; coragem para questionar práticas consolidadas; coragem para abandonar explicações confortáveis; e coragem para transformar indignação em planejamento e ação.

Não podemos mudar aquilo que nos recusamos a reconhecer. Depois de reconhecer, porém, não temos o direito de permanecer indiferentes. Os resultados precisam provocar perguntas, decisões e compromissos. A finalidade desta oficina não é apenas compreender gráficos, escalas e percentuais. É fazer com que cada dado encontre uma resposta pedagógica e que cada estudante em baixo desempenho encontre uma escola disposta a assumir a responsabilidade por sua aprendizagem.

Que possamos olhar para o espelho dos nossos resultados e afirmar, com honestidade e esperança: “Esta realidade também é nossa. Nós a reconhecemos. Ela nos inquieta. E, justamente porque assumimos nossa responsabilidade, trabalharemos coletivamente para transformá-la”.

Carlos Chagas participa do "Direito na Escola Experience 2026" e amplia diálogo sobre metodologias ativas, gamificação e cidadania.

TODO O REGISTRO DA PARTICIPAÇÃO- AQUI NESTE LINK:

Carlos Chagas participa do "Direito na Escola Experience 2026" e amplia diálogo sobre metodologias ativas, gamificação e cidadania.

Encontro realizado em Belo Horizonte reuniu profissionais do Direito e da Educação para discutir novas formas de ensinar, envolvendo protagonismo dos estudantes, metodologias ativas e aprendizagem por meio de experiências.

Nos dias 14 e 15 de agosto de 2026, Belo Horizonte recebeu o Direito na Escola Experience 2026 – “Que comecem os jogos!”, iniciativa promovida pelo Grupo Direito na Escola, em articulação com a Escola Superior da Advocacia de Minas Gerais (ESA-MG) e a Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Minas Gerais (OAB-MG).

Carlos Chagas esteve representado no encontro por três profissionais: a analista da Secretaria Municipal de Educação Viviani Moreira Evangelista Ferreira, a Professora e Advogada Dra. Cibelly Viana, coordenadora da Comissão do Direito na Escola da OAB em Carlos Chagas, atualmente presidida por Dra. Núncia Dantas e a Advogada Dra. Morgana.

Viviani retornou do encontro bastante entusiasmada com as experiências e possibilidades apresentadas, especialmente pela aproximação entre conteúdos relacionados ao Direito, formação cidadã e práticas pedagógicas capazes de ampliar a participação dos estudantes no processo de aprendizagem.

Aprender, jogar e transformar

A proposta do Experience parte de uma ideia importante: ensinar não significa apenas transmitir conhecimentos. O trabalho pedagógico também pode despertar curiosidade, estimular colaboração, provocar reflexões e proporcionar experiências que permaneçam na memória dos estudantes.

A cartilha “Metodologias Ativas e Gamificação – Aprender, Jogar, Transformar”, utilizada durante a formação, apresenta as metodologias ativas como abordagens que colocam o estudante em posição de maior protagonismo. Entre as estratégias abordadas estão a Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP), sala de aula invertida, Design Thinking e Peer Instruction (instrução por pares).

A formação também dedicou atenção especial à gamificação, entendida não simplesmente como utilização de jogos durante as aulas, mas como incorporação planejada de elementos próprios dos jogos — desafios, missões, pontos, narrativas, cooperação, recompensas e feedback — para favorecer o envolvimento dos estudantes e contribuir para objetivos pedagógicos previamente estabelecidos.

Um aspecto particularmente relevante da proposta é justamente este: não se trata de jogar por jogar. A própria formação chama a atenção para o risco de inserir pontos, rankings e competições sem que esses recursos estejam vinculados à aprendizagem. A gamificação precisa estar a serviço de uma intencionalidade pedagógica.

Da teoria para situações concretas de aprendizagem

Entre os exemplos apresentados pela formação estão possibilidades bastante interessantes para diferentes componentes curriculares.

Em História, por exemplo, estudantes podem organizar-se em equipes representando cidades-Estado gregas, realizando pesquisas, debates e outras missões. Em Língua Portuguesa, a leitura pode integrar um clube do livro gamificado, com desafios literários, produção de resenhas e progressão por etapas. Em Matemática, desafios e sistemas de acompanhamento podem estimular resolução de problemas e colaboração.

No campo específico do Direito na Escola, uma das possibilidades apresentadas é a realização de Tribunal do Júri Simulado, no qual estudantes assumem diferentes funções diante de casos hipotéticos relacionados a questões próximas da realidade juvenil, desenvolvendo argumentação, capacidade de escuta, análise crítica e compreensão de direitos e deveres.

A formação também apresentou recursos digitais que podem auxiliar essas experiências, mas fez uma ressalva fundamental: a tecnologia não é condição para a utilização da gamificação. Cartas, tabuleiros, desafios, narrativas e outros recursos analógicos também podem produzir excelentes experiências quando empregados com planejamento e objetivos educacionais claros.

Direito e Educação: campos que podem caminhar juntos

Para o Secretário Municipal de Educação de Carlos Chagas, Deodato Gomes Costa, a aproximação entre Direito e Educação apresenta possibilidades importantes, mas deve ser construída com clareza de objetivos, planejamento e adequada preparação dos profissionais.

“Direito e Educação possuem importantes pontos de encontro. O conhecimento de direitos, deveres, responsabilidades, convivência democrática e cidadania pode contribuir tanto para o fortalecimento das relações entre os profissionais da educação quanto para as relações entre professores e estudantes e para a própria formação cidadã dos nossos alunos. Independentemente da faixa etária, a escola pode ajudar o estudante a compreender melhor seu lugar no mundo, sua relação com o conhecimento, com o outro e com a coletividade. Vejo nessa proposta um potencial significativo para o cotidiano escolar, seja por meio de abordagens transversais, seja, quando houver fundamentação pedagógica e normativa para isso, por meio de propostas curriculares específicas. Mas qualquer iniciativa dessa natureza precisa estar sustentada por planejamento, intencionalidade pedagógica e profissionais devidamente preparados para compreender a complexidade das relações que acontecem diariamente no processo de ensinar e aprender.”

A reflexão coloca uma questão central para qualquer proposta de inovação educacional: uma boa ideia somente se transforma em boa prática quando encontra profissionais preparados, objetivos definidos e conexão efetiva com as necessidades dos estudantes.

Uma experiência que pode gerar novas experiências

Carlos Chagas já possui uma Comissão específica do Direito na Escola, coordenada pela Professora e Advogada Dra. Cibelly Viana, circunstância que abre possibilidades para ampliar o diálogo entre a OAB, os profissionais do Direito e a rede educacional.

A participação de representantes do município no Experience representa, portanto, mais que a presença em uma formação. Significa trazer para Carlos Chagas novas referências, experiências e possibilidades para serem analisadas à luz da realidade de nossas escolas.

A mensagem que atravessou o encontro em Belo Horizonte talvez possa ser resumida em uma ideia simples: a aprendizagem se torna mais significativa quando o estudante deixa de ser apenas espectador e passa a participar da construção do conhecimento.

Metodologias podem mudar, tecnologias podem surgir e novas estratégias podem chegar à escola. Entretanto, permanece uma questão essencial: para que e para quem estamos ensinando?

Quando essa resposta está clara, o jogo deixa de ser apenas jogo, a metodologia deixa de ser apenas novidade e a experiência pode, efetivamente, transformar-se em aprendizagem, cidadania e formação humana.

Que comecem os jogos!


quarta-feira, 26 de agosto de 2026

A Morte de Sócrates, do pintor francês Jacques-Louis David.

 

A Morte de Sócrates (1787), de Jacques-Louis David. Óleo sobre tela. Acervo do Metropolitan Museum of Art, Nova York. Imagem de domínio público. Fonte: The Met.

Santhatela: um encontro encantador com a arte

Recentemente, por indicação de um professor, cheguei ao site Santhatela enquanto procurava pela obra A Morte de Sócrates, do pintor francês Jacques-Louis David. Confesso: fiquei simplesmente encantado!

A busca começou pelo meu interesse em compreender melhor a representação dos últimos momentos de Sócrates — uma cena que simboliza a fidelidade à consciência, à verdade e à justiça, mesmo diante da condenação. Ao encontrar a reprodução dessa obra, deparei-me também com um vasto universo de pinturas consagradas.

A Santhatela é uma galeria virtual brasileira especializada na comercialização de reproduções de obras de arte em tecido canvas. O projeto reúne trabalhos de grandes artistas e permite a pesquisa por pintor, movimento artístico, tema, formato e outras categorias.

Na página dedicada a Jacques-Louis David, encontramos, além de A Morte de Sócrates, outras obras importantes, como O Juramento dos Horácios, Napoleão Cruzando os Alpes, A Coroação de Napoleão, A Ira de Aquiles e A Intervenção das Sabinas.

Mais do que decorar ambientes, conviver com uma obra de arte é abrir uma janela para a história, para a filosofia e para a sensibilidade humana. Cada pintura nos convida a observar, interpretar, questionar e aprender. Nesse sentido, a arte também educa: desperta a curiosidade, amplia o repertório cultural e nos ajuda a compreender diferentes tempos e experiências humanas.

Fiquei tão encantado com A Morte de Sócrates que pretendo colocar essa tela em minha sala. Mais do que um elemento de decoração, ela será um convite permanente à reflexão sobre a consciência, a verdade, a justiça e a coragem de permanecer fiel aos próprios princípios.

Compartilho esta descoberta porque acredito que aquilo que nos encanta também merece ser apresentado aos outros. Aos professores, estudantes, admiradores da arte e pessoas que desejam enriquecer culturalmente seus ambientes, fica o convite para conhecer o projeto.

Conheça o site da Santhatela:

https://santhatela.com.br/

Vale a pena conhecer, contemplar e permitir-se encantar pela arte!

Deodato Gomes Costa
@professordeodatogomes

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Resenha do Capítulo III do Livro Semente da Vitória de Nuno Cobra: Trabalhando o físico, o mental, o espiritual e o emocional!

https://drive.google.com/file/d/1HvXCcQYVie8596AV1bWLX6n_uTYlfQLM/view?usp=sharing

O corpo como ponto de partida para a transformação: uma releitura de A Semente da Vitória

Há livros que lemos e guardamos na estante. Outros permanecem guardados também em nossa memória afetiva. A Semente da Vitória, de Nuno Cobra, pertence a essa segunda categoria.

Ganhei este livro de presente no dia 24 de janeiro de 2005, das mãos do professor de Educação Física Dailton, a quem considero um amigo, apesar de pouco nos encontrarmos. Na primeira página, ele deixou uma dedicatória que, mais de vinte anos depois, adquiriu um significado ainda mais especial:

“Deodato, espero que esse livro venha lhe trazer aperfeiçoamento na sua profissão e consequentemente em sua vida, pois quando transcendemos os nossos conhecimentos passamos a cada dia conciliarmos em uma nova esfera da vida...”

Dailton encerrou com as palavras “Um abraço! Feliz 2005!”, seguidas de sua assinatura e da data: 24-01-2005.

Voltar a esse livro é também reencontrar aquele momento da minha vida e perceber o que mudou em mim desde então. Agora concluo a releitura do Capítulo III, intitulado “Trabalhando o físico, o mental, o espiritual e o emocional”. Embora mais de duas décadas tenham se passado desde que recebi essa verdadeira pérola, as ideias de Nuno Cobra continuam provocadoras e atuais.

O aspecto que mais transformou minha concepção foi a inversão proposta pelo autor. Durante muito tempo, ouvi falar sobre o poder da mente: pensar positivamente, acreditar, desenvolver a força mental e controlar os próprios pensamentos. Nuno Cobra, sem desprezar a mente, apresenta outro caminho. Ele mostra o extraordinário poder que o corpo possui para interferir na mente, fortalecer as emoções e mudar a vida.

Essa é, para mim, a ideia central do capítulo: a transformação humana pode e deve começar pelo corpo.

O ser humano como uma unidade

Nuno Cobra compreende o ser humano a partir de quatro dimensões inseparáveis: corpo, mente, emoção e espírito. Uma dimensão interfere continuamente nas outras. Quando o corpo está enfraquecido, faltam disposição, energia e vitalidade. Essa fragilidade repercute no pensamento, desorganiza as emoções e dificulta o desenvolvimento espiritual.

Por isso, o autor não trata a atividade física apenas como instrumento para emagrecer, melhorar a aparência ou prevenir doenças. O movimento corporal torna-se um caminho de reconstrução da pessoa.

Ao movimentar o corpo, enfrentamos a preguiça, o cansaço, a falta de vontade e as desculpas que criamos. Precisamos estabelecer horários, respeitar limites, manter a continuidade e cumprir o que foi planejado. Cada uma dessas atitudes representa um exercício emocional.

Há momentos em que precisamos começar mesmo sem vontade. Em outros, precisamos parar quando gostaríamos de continuar. Nos dois casos, aprendemos disciplina e autocontrole. O corpo, portanto, transforma-se em uma verdadeira escola para as emoções.

Pensar positivo não é suficiente

Uma das contribuições mais importantes do capítulo é mostrar que o pensamento positivo, sozinho, não produz transformação. Dizer “eu vou vencer” não é suficiente quando essa afirmação não se converte em ação.

A verdadeira mudança exige esforço, disciplina, continuidade e enfrentamento das próprias resistências. O vencedor não nasce pronto nem se constitui apenas pelo desejo. Ele é construído por meio das ações que realiza todos os dias.

Nesse sentido, uma conquista corporal possui grande força educativa. Quando uma pessoa consegue caminhar uma distância maior, melhorar sua respiração, controlar sua frequência cardíaca, emagrecer, aumentar sua força ou superar uma limitação, ela produz uma prova concreta de sua capacidade.

Essa experiência ensina ao cérebro que a transformação é possível. Uma conquista real e mensurável com o próprio corpo pode ter mais força do que milhares de palavras motivacionais. O corpo apresenta evidências de que somos capazes de mudar.

O “cérebro burro” e a alimentação mental

Nuno Cobra emprega a provocativa expressão “cérebro burro” para explicar que o cérebro processa as informações recebidas pelos sentidos e qualificadas pelas emoções. Ele tende a aceitar como verdadeira a interpretação que fazemos dos acontecimentos.

Duas pessoas podem viver a mesma situação e reagir de maneiras completamente diferentes. Uma poderá enxergar possibilidades, enquanto a outra verá apenas obstáculos. Aquilo que alimentamos continuamente com emoção pode orientar nosso comportamento a favor ou contra nós mesmos.

Por isso, o autor chama a atenção para a “alimentação mental”. Assim como precisamos cuidar daquilo que oferecemos ao corpo, devemos vigiar o que oferecemos à mente: pensamentos, palavras, amizades, ambientes, notícias e interpretações.

As expressões “cérebro burro” e “hormônios de boa ou má qualidade” devem ser compreendidas como metáforas empregadas pelo autor, e não como conceitos científicos literais. O sentido principal, entretanto, permanece válido: aquilo que pensamos, sentimos e repetimos interfere em nossa disposição e em nossas ações.

O corpo contra o boicote interior

O capítulo também aborda o mecanismo do boicote. Ao longo da vida, acumulamos mensagens negativas que nos fazem duvidar de nossas capacidades. Quando estamos próximos de uma conquista, podem surgir a hesitação, o adiamento, o medo e a vontade de desistir.

É o conhecido “faço ou não faço”, acompanhado de perguntas como: “E se eu não conseguir?”, “E se eu fracassar?” ou “E se eu não estiver bem naquele momento?”.

O trabalho corporal ajuda a enfrentar esse boicote porque exige uma decisão prática. Levantar, calçar o tênis, sair para caminhar e cumprir aquilo que foi planejado são maneiras concretas de contrariar as programações internas que nos conduzem à desistência.

Cada pequena vitória fortalece o poder de acreditar. Não se trata de uma confiança vazia, mas de uma crença construída pela experiência. A pessoa acredita em si porque começa a reunir provas de que consegue avançar.

A família, a escola e o “tripé da anulação”

Nuno Cobra apresenta uma crítica contundente à família, à escola e à religião quando essas instituições se organizam exclusivamente em torno da repressão, da culpa, do medo e da obediência. Ele chama essa estrutura de “tripé da anulação”.

Desde cedo, a criança recebe muitos “nãos”, críticas e punições, enquanto seus acertos frequentemente são considerados apenas uma obrigação. Aos poucos, ela pode aprender que seus erros são mais importantes do que suas qualidades e que não possui capacidade para vencer.

Como educador, considero especialmente importante a reflexão do autor sobre a escola. Uma educação baseada na humilhação e na obediência cega pode destruir a autoestima do estudante. O verdadeiro professor corrige sem anular, estabelece limites sem desrespeitar e reconhece as potencialidades de cada aluno.

Uma das frases mais significativas do capítulo afirma que “o verdadeiro mestre é aquele que exalta o discípulo, e não aquele que o reprime”. Isso não significa ignorar os erros, mas impedir que o erro seja transformado na identidade do estudante.

Os dois sacos e a importância do elogio

O autor utiliza a imagem de dois sacos simbólicos. Em um deles, guardamos nossos acertos, qualidades, elogios, conquistas e vitórias. No outro, acumulamos erros, defeitos, críticas, fracassos e repreensões.

Na educação familiar e escolar, o saco das negatividades costuma ficar cheio, enquanto o das positividades permanece quase vazio. O problema não está em corrigir os erros, mas em atribuir a eles uma importância muito maior do que aquela concedida aos acertos.

Nuno Cobra propõe, então, o difícil exercício do elogio. O elogio sincero fortalece a autoestima, reconhece o esforço e estimula a continuidade das boas ações. Elogiar exige generosidade e segurança, porque significa colaborar para que outra pessoa cresça — talvez até mais do que nós mesmos.

Essa reflexão é fundamental para pais, professores e gestores. Precisamos aprender a enxergar e nomear as conquistas das pessoas. Quem somente aponta erros pode produzir medo e insegurança; quem reconhece os avanços ajuda a construir confiança e autonomia.

Quem muda o corpo, muda a vida

Ao terminar este capítulo, compreendo com mais clareza por que este livro mudou tanto minha concepção. A mente não atua separadamente do organismo. O corpo não é apenas o lugar onde a vida acontece; ele participa ativamente da construção de quem somos.

Mudar o corpo, no sentido apresentado por Nuno Cobra, não é submeter-se a padrões estéticos nem buscar uma aparência idealizada. É recuperar energia, movimento, disciplina, disposição e capacidade de agir. É deixar de ser mero coadjuvante para assumir o protagonismo da própria existência.

O movimento produz pequenas vitórias. As pequenas vitórias fortalecem a confiança. A confiança reorganiza as emoções. E emoções fortalecidas ampliam nossa capacidade de pensar, agir, relacionar-nos e encontrar sentido na vida.

Mais de vinte anos depois de receber este livro, percebo a profundidade da dedicatória escrita pelo amigo Dailton. O conhecimento realmente pode nos conduzir a outras esferas da vida, especialmente quando não permanece apenas no pensamento e se transforma em experiência.

A semente da vitória germina quando o pensamento encontra a ação. Ela cria raízes quando fortalecemos o corpo, cresce quando educamos as emoções e floresce quando assumimos a responsabilidade pela condução da nossa vida.

Talvez essa seja a principal mensagem que levo desta releitura: não devemos esperar que a mente transforme sozinha o nosso corpo e a nossa existência. Muitas vezes, é justamente quando colocamos o corpo em movimento que começamos a movimentar tudo aquilo que existe dentro de nós.

Deodato Gomes Costa
@professordeodatogomes

Resumo do Capítulo III - Trabalhando o físico, o mental, o espiritual e o emocional! Nuno cobra


Este capítulo defende que a vitória pessoal não nasce apenas do pensamento positivo. Ela é construída pela integração entre corpo, mente, emoção e espírito, começando por ações concretas realizadas com o corpo.

Ideia central

O ser humano precisa desenvolver quatro dimensões interligadas:

  • corpo;

  • mente;

  • emoção;

  • espírito.

Segundo Nuno Cobra, um corpo enfraquecido reduz a disposição, prejudica o equilíbrio emocional e limita o desenvolvimento mental e espiritual. Por isso, a transformação deve começar pelo movimento corporal.

1. O “cérebro burro”

Ao dizer que o cérebro é “burro”, o autor emprega uma expressão provocativa. Ele quer afirmar que o cérebro:

  • processa as informações recebidas pelos sentidos;

  • é fortemente influenciado pelas emoções;

  • tende a aceitar como verdadeira a interpretação que fazemos dos acontecimentos;

  • pode trabalhar a nosso favor ou contra nós, conforme aquilo que repetimos e acreditamos.

Duas pessoas podem viver a mesma situação e interpretá-la de maneiras completamente diferentes. A realidade emocional de cada uma influencia sua disposição e seu comportamento.

Frase para memorizar:

O cérebro processa como verdade aquilo que alimentamos com emoção.

2. A alimentação mental

Assim como o corpo depende de uma boa alimentação, a mente precisa receber conteúdos saudáveis. A “alimentação mental” é formada por:

  • pensamentos;

  • palavras;

  • amizades;

  • informações consumidas;

  • ambientes frequentados;

  • interpretações dos acontecimentos.

Pensamentos negativos repetidos podem produzir insegurança, medo e bloqueios. Por isso, devemos vigiar aquilo que oferecemos à mente e evitar pessoas e conteúdos que alimentem constantemente o pessimismo.

A mensagem é: não devemos permitir que a televisão, as notícias, as críticas ou as pessoas negativas determinem nosso estado emocional.

3. Pensar positivo não é suficiente

O capítulo não reduz a transformação a repetir frases otimistas. Dizer “eu vou vencer” não basta.

A verdadeira mudança exige:

  • disciplina;

  • continuidade;

  • esforço;

  • controle emocional;

  • ações concretas;

  • enfrentamento das próprias resistências.

O movimento corporal é apresentado como uma escola emocional. Em alguns momentos, é preciso começar uma atividade mesmo sem vontade; em outros, é necessário parar, ainda que exista vontade de continuar. Nos dois casos, exercita-se o autocontrole.

Frase-chave:

O vencedor não nasce pronto: é construído pela ação disciplinada.

4. Corpo forte, emoção equilibrada

Para o autor, transformar o corpo produz conquistas visíveis e mensuráveis: melhora do condicionamento, da frequência cardíaca, da respiração, da força e da aparência.

Essas vitórias corporais ensinam concretamente à pessoa que ela é capaz de:

  • superar limites;

  • modificar hábitos;

  • vencer dificuldades;

  • confiar em si mesma;

  • assumir o protagonismo da própria vida.

Uma conquista real com o corpo pode ter mais força do que milhares de palavras motivacionais.

5. O poder de acreditar

Acreditar em si mesmo é uma força fundamental. Entretanto, essa crença precisa estar sustentada por emoção e experiência.

A dúvida — representada pelo “e se?” — pode sabotar o desempenho:

  • “E se eu não conseguir?”

  • “E se eu fracassar?”

  • “E se hoje eu não estiver bem?”

Para o autor, a pessoa deve preparar-se, entregar o melhor de si e agir sem alimentar antecipadamente o fracasso.

Não basta que os outros acreditem em você; é necessário que você acredite em si mesmo.

6. O “tripé da anulação”

Nuno Cobra afirma que muitas pessoas cresceram emocionalmente fragilizadas pela atuação de três instituições:

  1. família;

  2. escola;

  3. religião.

Essas instituições, quando baseadas apenas na repressão, na culpa, no medo e na obediência, formam o que ele chama de “tripé da anulação”.

A criança recebe inúmeros “nãos”, críticas e punições, mas pouco reconhecimento. Com isso, pode aprender inconscientemente que:

  • seus erros são mais importantes que seus acertos;

  • demonstrar alegria provoca repreensão;

  • ficar triste ou adoecer traz atenção;

  • sua opinião não tem valor;

  • ela não possui capacidade para vencer.

O autor não defende deixar a criança fazer tudo o que quiser. Ele propõe conduzi-la com sabedoria, limites e estímulos, preservando sua identidade e suas potencialidades.

Frase importante:

Não se trata de deixar a criança fazer o que quiser, mas de ajudá-la a querer aquilo que faz.

7. A responsabilidade da escola

O capítulo critica a escola que exige apenas silêncio, obediência e reprodução. Para o autor, o verdadeiro professor:

  • reconhece os talentos dos estudantes;

  • valoriza suas manifestações;

  • corrige sem humilhar;

  • desenvolve sua autoestima;

  • forma pessoas capazes de liderar;

  • eleva o discípulo em vez de anulá-lo.

Essa é uma das ideias mais importantes do capítulo para a educação:

O verdadeiro mestre é aquele que exalta o discípulo, e não aquele que o reprime.

Isso não significa ignorar os erros, mas impedir que o erro seja transformado na identidade do estudante.

8. O mecanismo do boicote

As mensagens negativas recebidas durante a infância podem permanecer no inconsciente. Quando a pessoa se aproxima de uma conquista, surge o “boicote”:

  • hesitação;

  • adiamento;

  • abandono;

  • medo repentino;

  • comportamento autodestrutivo;

  • decisões contrárias aos próprios interesses.

É o conhecido movimento do “faço ou não faço”. Para enfrentá-lo, a pessoa precisa reconhecer a hesitação e manter conscientemente sua decisão.

9. A teoria dos dois sacos

O autor imagina que cada pessoa possui dois sacos simbólicos:

Saco das positividadesSaco das negatividades
AcertosErros
ConquistasFracassos
QualidadesDefeitos
ElogiosCríticas
VitóriasRepreensões

Na educação familiar e escolar, o saco das negatividades costuma ficar cheio, enquanto o das positividades permanece quase vazio.

O problema não é corrigir os erros, mas valorizá-los muito mais do que os acertos. Isso faz a pessoa construir sua identidade com base no fracasso.

10. O difícil exercício do elogio

O elogio sincero fortalece a autoestima e estimula a repetição de comportamentos positivos. Ele pode transformar:

  • a família;

  • a escola;

  • a empresa;

  • as relações sociais.

Elogiar exige segurança e generosidade, pois significa ajudar outra pessoa a crescer — talvez até mais do que nós mesmos.

A felicidade também depende da importância que atribuímos aos acontecimentos. Pessoas positivas não vivem somente experiências boas; elas valorizam intensamente as boas e não permitem que as ruins dominem toda a vida.

Mapa rápido para memorizar

  1. Integração — corpo, mente, emoção e espírito formam uma unidade.

  2. Cérebro — processa aquilo que recebe dos sentidos e das emoções.

  3. Alimentação — pensamentos e ambientes alimentam a mente.

  4. Ação — pensar positivo sem agir não transforma ninguém.

  5. Movimento — o exercício desenvolve disciplina e força emocional.

  6. Crença — acreditar em si sustenta a superação.

  7. Anulação — família, escola e religião podem fragilizar a autoestima.

  8. Boicote — antigas mensagens negativas agem contra nossas conquistas.

  9. Dois sacos — valorizamos excessivamente os erros e pouco os acertos.

  10. Elogio — reconhecer conquistas fortalece pessoas e relações.

  11. Transformação — quem muda concretamente o corpo também modifica a mente.

  12. Protagonismo — cada pessoa deve assumir a condução da própria vida.

Síntese em uma frase

A semente da vitória germina quando transformamos pensamentos em ações, fortalecemos o corpo, educamos as emoções, vencemos as programações negativas e aprendemos a reconhecer nossas conquistas e as dos outros.

Uma observação importante: expressões como “cérebro burro” e “hormônios de boa ou má qualidade” são metáforas explicativas do autor, e não conceitos científicos empregados literalmente pela neurociência.

sábado, 22 de agosto de 2026

Tire Suas Dúvidas Sobre Aposentadoria: IPMCC Promove Encontro de Esclarecimento para Servidores Municipais.


Planejamento e Direitos: O Futuro do Servidor Público em Pauta em Carlos Chagas

Construir uma carreira no serviço público é dedicar anos ao desenvolvimento da nossa comunidade. Mas quando pensamos no amanhã, você sabe exatamente quais são os seus direitos e os passos necessários para uma aposentadoria tranquila e segura?

Informação clara é a chave para planejar o futuro com estabilidade. Por isso, o Instituto de Previdência do Município de Carlos Chagas (IPMCC) convida todos os servidores públicos municipais efetivos, aposentados e pensionistas para um encontro essencial de esclarecimento e orientação.

Por que a sua presença é fundamental?

  • Esclarecimento Direto: Entenda as regras, direitos e procedimentos atualizados sobre aposentadorias e pensões.

  • Planejamento de Futuro: Tire dúvidas práticas sobre a transição para a inatividade com segurança jurídica e financeira.

  • Espaço de Diálogo: Um momento pensado para ouvir o servidor e fortalecer a transparência da previdência municipal.

Detalhes do Encontro

  • Data: 03 de setembro de 2026 (quinta-feira)

  • Horário: 19h

  • Local: Biblioteca Municipal (3º andar)

  • Público-alvo: Servidores efetivos, aposentados e pensionistas da rede municipal de Carlos Chagas

Cuidar do que foi construído ao longo de anos de dedicação é um compromisso de todos nós. Não deixe para tirar suas dúvidas depois: participe, informe-se e compartilhe este convite com seus colegas de trabalho.