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segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Resenha do Capítulo III do Livro Semente da Vitória de Nuno Cobra: Trabalhando o físico, o mental, o espiritual e o emocional!

https://drive.google.com/file/d/1HvXCcQYVie8596AV1bWLX6n_uTYlfQLM/view?usp=sharing

O corpo como ponto de partida para a transformação: uma releitura de A Semente da Vitória

Há livros que lemos e guardamos na estante. Outros permanecem guardados também em nossa memória afetiva. A Semente da Vitória, de Nuno Cobra, pertence a essa segunda categoria.

Ganhei este livro de presente no dia 24 de janeiro de 2005, das mãos do professor de Educação Física Dailton, a quem considero um amigo, apesar de pouco nos encontrarmos. Na primeira página, ele deixou uma dedicatória que, mais de vinte anos depois, adquiriu um significado ainda mais especial:

“Deodato, espero que esse livro venha lhe trazer aperfeiçoamento na sua profissão e consequentemente em sua vida, pois quando transcendemos os nossos conhecimentos passamos a cada dia conciliarmos em uma nova esfera da vida...”

Dailton encerrou com as palavras “Um abraço! Feliz 2005!”, seguidas de sua assinatura e da data: 24-01-2005.

Voltar a esse livro é também reencontrar aquele momento da minha vida e perceber o que mudou em mim desde então. Agora concluo a releitura do Capítulo III, intitulado “Trabalhando o físico, o mental, o espiritual e o emocional”. Embora mais de duas décadas tenham se passado desde que recebi essa verdadeira pérola, as ideias de Nuno Cobra continuam provocadoras e atuais.

O aspecto que mais transformou minha concepção foi a inversão proposta pelo autor. Durante muito tempo, ouvi falar sobre o poder da mente: pensar positivamente, acreditar, desenvolver a força mental e controlar os próprios pensamentos. Nuno Cobra, sem desprezar a mente, apresenta outro caminho. Ele mostra o extraordinário poder que o corpo possui para interferir na mente, fortalecer as emoções e mudar a vida.

Essa é, para mim, a ideia central do capítulo: a transformação humana pode e deve começar pelo corpo.

O ser humano como uma unidade

Nuno Cobra compreende o ser humano a partir de quatro dimensões inseparáveis: corpo, mente, emoção e espírito. Uma dimensão interfere continuamente nas outras. Quando o corpo está enfraquecido, faltam disposição, energia e vitalidade. Essa fragilidade repercute no pensamento, desorganiza as emoções e dificulta o desenvolvimento espiritual.

Por isso, o autor não trata a atividade física apenas como instrumento para emagrecer, melhorar a aparência ou prevenir doenças. O movimento corporal torna-se um caminho de reconstrução da pessoa.

Ao movimentar o corpo, enfrentamos a preguiça, o cansaço, a falta de vontade e as desculpas que criamos. Precisamos estabelecer horários, respeitar limites, manter a continuidade e cumprir o que foi planejado. Cada uma dessas atitudes representa um exercício emocional.

Há momentos em que precisamos começar mesmo sem vontade. Em outros, precisamos parar quando gostaríamos de continuar. Nos dois casos, aprendemos disciplina e autocontrole. O corpo, portanto, transforma-se em uma verdadeira escola para as emoções.

Pensar positivo não é suficiente

Uma das contribuições mais importantes do capítulo é mostrar que o pensamento positivo, sozinho, não produz transformação. Dizer “eu vou vencer” não é suficiente quando essa afirmação não se converte em ação.

A verdadeira mudança exige esforço, disciplina, continuidade e enfrentamento das próprias resistências. O vencedor não nasce pronto nem se constitui apenas pelo desejo. Ele é construído por meio das ações que realiza todos os dias.

Nesse sentido, uma conquista corporal possui grande força educativa. Quando uma pessoa consegue caminhar uma distância maior, melhorar sua respiração, controlar sua frequência cardíaca, emagrecer, aumentar sua força ou superar uma limitação, ela produz uma prova concreta de sua capacidade.

Essa experiência ensina ao cérebro que a transformação é possível. Uma conquista real e mensurável com o próprio corpo pode ter mais força do que milhares de palavras motivacionais. O corpo apresenta evidências de que somos capazes de mudar.

O “cérebro burro” e a alimentação mental

Nuno Cobra emprega a provocativa expressão “cérebro burro” para explicar que o cérebro processa as informações recebidas pelos sentidos e qualificadas pelas emoções. Ele tende a aceitar como verdadeira a interpretação que fazemos dos acontecimentos.

Duas pessoas podem viver a mesma situação e reagir de maneiras completamente diferentes. Uma poderá enxergar possibilidades, enquanto a outra verá apenas obstáculos. Aquilo que alimentamos continuamente com emoção pode orientar nosso comportamento a favor ou contra nós mesmos.

Por isso, o autor chama a atenção para a “alimentação mental”. Assim como precisamos cuidar daquilo que oferecemos ao corpo, devemos vigiar o que oferecemos à mente: pensamentos, palavras, amizades, ambientes, notícias e interpretações.

As expressões “cérebro burro” e “hormônios de boa ou má qualidade” devem ser compreendidas como metáforas empregadas pelo autor, e não como conceitos científicos literais. O sentido principal, entretanto, permanece válido: aquilo que pensamos, sentimos e repetimos interfere em nossa disposição e em nossas ações.

O corpo contra o boicote interior

O capítulo também aborda o mecanismo do boicote. Ao longo da vida, acumulamos mensagens negativas que nos fazem duvidar de nossas capacidades. Quando estamos próximos de uma conquista, podem surgir a hesitação, o adiamento, o medo e a vontade de desistir.

É o conhecido “faço ou não faço”, acompanhado de perguntas como: “E se eu não conseguir?”, “E se eu fracassar?” ou “E se eu não estiver bem naquele momento?”.

O trabalho corporal ajuda a enfrentar esse boicote porque exige uma decisão prática. Levantar, calçar o tênis, sair para caminhar e cumprir aquilo que foi planejado são maneiras concretas de contrariar as programações internas que nos conduzem à desistência.

Cada pequena vitória fortalece o poder de acreditar. Não se trata de uma confiança vazia, mas de uma crença construída pela experiência. A pessoa acredita em si porque começa a reunir provas de que consegue avançar.

A família, a escola e o “tripé da anulação”

Nuno Cobra apresenta uma crítica contundente à família, à escola e à religião quando essas instituições se organizam exclusivamente em torno da repressão, da culpa, do medo e da obediência. Ele chama essa estrutura de “tripé da anulação”.

Desde cedo, a criança recebe muitos “nãos”, críticas e punições, enquanto seus acertos frequentemente são considerados apenas uma obrigação. Aos poucos, ela pode aprender que seus erros são mais importantes do que suas qualidades e que não possui capacidade para vencer.

Como educador, considero especialmente importante a reflexão do autor sobre a escola. Uma educação baseada na humilhação e na obediência cega pode destruir a autoestima do estudante. O verdadeiro professor corrige sem anular, estabelece limites sem desrespeitar e reconhece as potencialidades de cada aluno.

Uma das frases mais significativas do capítulo afirma que “o verdadeiro mestre é aquele que exalta o discípulo, e não aquele que o reprime”. Isso não significa ignorar os erros, mas impedir que o erro seja transformado na identidade do estudante.

Os dois sacos e a importância do elogio

O autor utiliza a imagem de dois sacos simbólicos. Em um deles, guardamos nossos acertos, qualidades, elogios, conquistas e vitórias. No outro, acumulamos erros, defeitos, críticas, fracassos e repreensões.

Na educação familiar e escolar, o saco das negatividades costuma ficar cheio, enquanto o das positividades permanece quase vazio. O problema não está em corrigir os erros, mas em atribuir a eles uma importância muito maior do que aquela concedida aos acertos.

Nuno Cobra propõe, então, o difícil exercício do elogio. O elogio sincero fortalece a autoestima, reconhece o esforço e estimula a continuidade das boas ações. Elogiar exige generosidade e segurança, porque significa colaborar para que outra pessoa cresça — talvez até mais do que nós mesmos.

Essa reflexão é fundamental para pais, professores e gestores. Precisamos aprender a enxergar e nomear as conquistas das pessoas. Quem somente aponta erros pode produzir medo e insegurança; quem reconhece os avanços ajuda a construir confiança e autonomia.

Quem muda o corpo, muda a vida

Ao terminar este capítulo, compreendo com mais clareza por que este livro mudou tanto minha concepção. A mente não atua separadamente do organismo. O corpo não é apenas o lugar onde a vida acontece; ele participa ativamente da construção de quem somos.

Mudar o corpo, no sentido apresentado por Nuno Cobra, não é submeter-se a padrões estéticos nem buscar uma aparência idealizada. É recuperar energia, movimento, disciplina, disposição e capacidade de agir. É deixar de ser mero coadjuvante para assumir o protagonismo da própria existência.

O movimento produz pequenas vitórias. As pequenas vitórias fortalecem a confiança. A confiança reorganiza as emoções. E emoções fortalecidas ampliam nossa capacidade de pensar, agir, relacionar-nos e encontrar sentido na vida.

Mais de vinte anos depois de receber este livro, percebo a profundidade da dedicatória escrita pelo amigo Dailton. O conhecimento realmente pode nos conduzir a outras esferas da vida, especialmente quando não permanece apenas no pensamento e se transforma em experiência.

A semente da vitória germina quando o pensamento encontra a ação. Ela cria raízes quando fortalecemos o corpo, cresce quando educamos as emoções e floresce quando assumimos a responsabilidade pela condução da nossa vida.

Talvez essa seja a principal mensagem que levo desta releitura: não devemos esperar que a mente transforme sozinha o nosso corpo e a nossa existência. Muitas vezes, é justamente quando colocamos o corpo em movimento que começamos a movimentar tudo aquilo que existe dentro de nós.

Deodato Gomes Costa
@professordeodatogomes

Resumo do Capítulo III - Trabalhando o físico, o mental, o espiritual e o emocional! Nuno cobra


Este capítulo defende que a vitória pessoal não nasce apenas do pensamento positivo. Ela é construída pela integração entre corpo, mente, emoção e espírito, começando por ações concretas realizadas com o corpo.

Ideia central

O ser humano precisa desenvolver quatro dimensões interligadas:

  • corpo;

  • mente;

  • emoção;

  • espírito.

Segundo Nuno Cobra, um corpo enfraquecido reduz a disposição, prejudica o equilíbrio emocional e limita o desenvolvimento mental e espiritual. Por isso, a transformação deve começar pelo movimento corporal.

1. O “cérebro burro”

Ao dizer que o cérebro é “burro”, o autor emprega uma expressão provocativa. Ele quer afirmar que o cérebro:

  • processa as informações recebidas pelos sentidos;

  • é fortemente influenciado pelas emoções;

  • tende a aceitar como verdadeira a interpretação que fazemos dos acontecimentos;

  • pode trabalhar a nosso favor ou contra nós, conforme aquilo que repetimos e acreditamos.

Duas pessoas podem viver a mesma situação e interpretá-la de maneiras completamente diferentes. A realidade emocional de cada uma influencia sua disposição e seu comportamento.

Frase para memorizar:

O cérebro processa como verdade aquilo que alimentamos com emoção.

2. A alimentação mental

Assim como o corpo depende de uma boa alimentação, a mente precisa receber conteúdos saudáveis. A “alimentação mental” é formada por:

  • pensamentos;

  • palavras;

  • amizades;

  • informações consumidas;

  • ambientes frequentados;

  • interpretações dos acontecimentos.

Pensamentos negativos repetidos podem produzir insegurança, medo e bloqueios. Por isso, devemos vigiar aquilo que oferecemos à mente e evitar pessoas e conteúdos que alimentem constantemente o pessimismo.

A mensagem é: não devemos permitir que a televisão, as notícias, as críticas ou as pessoas negativas determinem nosso estado emocional.

3. Pensar positivo não é suficiente

O capítulo não reduz a transformação a repetir frases otimistas. Dizer “eu vou vencer” não basta.

A verdadeira mudança exige:

  • disciplina;

  • continuidade;

  • esforço;

  • controle emocional;

  • ações concretas;

  • enfrentamento das próprias resistências.

O movimento corporal é apresentado como uma escola emocional. Em alguns momentos, é preciso começar uma atividade mesmo sem vontade; em outros, é necessário parar, ainda que exista vontade de continuar. Nos dois casos, exercita-se o autocontrole.

Frase-chave:

O vencedor não nasce pronto: é construído pela ação disciplinada.

4. Corpo forte, emoção equilibrada

Para o autor, transformar o corpo produz conquistas visíveis e mensuráveis: melhora do condicionamento, da frequência cardíaca, da respiração, da força e da aparência.

Essas vitórias corporais ensinam concretamente à pessoa que ela é capaz de:

  • superar limites;

  • modificar hábitos;

  • vencer dificuldades;

  • confiar em si mesma;

  • assumir o protagonismo da própria vida.

Uma conquista real com o corpo pode ter mais força do que milhares de palavras motivacionais.

5. O poder de acreditar

Acreditar em si mesmo é uma força fundamental. Entretanto, essa crença precisa estar sustentada por emoção e experiência.

A dúvida — representada pelo “e se?” — pode sabotar o desempenho:

  • “E se eu não conseguir?”

  • “E se eu fracassar?”

  • “E se hoje eu não estiver bem?”

Para o autor, a pessoa deve preparar-se, entregar o melhor de si e agir sem alimentar antecipadamente o fracasso.

Não basta que os outros acreditem em você; é necessário que você acredite em si mesmo.

6. O “tripé da anulação”

Nuno Cobra afirma que muitas pessoas cresceram emocionalmente fragilizadas pela atuação de três instituições:

  1. família;

  2. escola;

  3. religião.

Essas instituições, quando baseadas apenas na repressão, na culpa, no medo e na obediência, formam o que ele chama de “tripé da anulação”.

A criança recebe inúmeros “nãos”, críticas e punições, mas pouco reconhecimento. Com isso, pode aprender inconscientemente que:

  • seus erros são mais importantes que seus acertos;

  • demonstrar alegria provoca repreensão;

  • ficar triste ou adoecer traz atenção;

  • sua opinião não tem valor;

  • ela não possui capacidade para vencer.

O autor não defende deixar a criança fazer tudo o que quiser. Ele propõe conduzi-la com sabedoria, limites e estímulos, preservando sua identidade e suas potencialidades.

Frase importante:

Não se trata de deixar a criança fazer o que quiser, mas de ajudá-la a querer aquilo que faz.

7. A responsabilidade da escola

O capítulo critica a escola que exige apenas silêncio, obediência e reprodução. Para o autor, o verdadeiro professor:

  • reconhece os talentos dos estudantes;

  • valoriza suas manifestações;

  • corrige sem humilhar;

  • desenvolve sua autoestima;

  • forma pessoas capazes de liderar;

  • eleva o discípulo em vez de anulá-lo.

Essa é uma das ideias mais importantes do capítulo para a educação:

O verdadeiro mestre é aquele que exalta o discípulo, e não aquele que o reprime.

Isso não significa ignorar os erros, mas impedir que o erro seja transformado na identidade do estudante.

8. O mecanismo do boicote

As mensagens negativas recebidas durante a infância podem permanecer no inconsciente. Quando a pessoa se aproxima de uma conquista, surge o “boicote”:

  • hesitação;

  • adiamento;

  • abandono;

  • medo repentino;

  • comportamento autodestrutivo;

  • decisões contrárias aos próprios interesses.

É o conhecido movimento do “faço ou não faço”. Para enfrentá-lo, a pessoa precisa reconhecer a hesitação e manter conscientemente sua decisão.

9. A teoria dos dois sacos

O autor imagina que cada pessoa possui dois sacos simbólicos:

Saco das positividadesSaco das negatividades
AcertosErros
ConquistasFracassos
QualidadesDefeitos
ElogiosCríticas
VitóriasRepreensões

Na educação familiar e escolar, o saco das negatividades costuma ficar cheio, enquanto o das positividades permanece quase vazio.

O problema não é corrigir os erros, mas valorizá-los muito mais do que os acertos. Isso faz a pessoa construir sua identidade com base no fracasso.

10. O difícil exercício do elogio

O elogio sincero fortalece a autoestima e estimula a repetição de comportamentos positivos. Ele pode transformar:

  • a família;

  • a escola;

  • a empresa;

  • as relações sociais.

Elogiar exige segurança e generosidade, pois significa ajudar outra pessoa a crescer — talvez até mais do que nós mesmos.

A felicidade também depende da importância que atribuímos aos acontecimentos. Pessoas positivas não vivem somente experiências boas; elas valorizam intensamente as boas e não permitem que as ruins dominem toda a vida.

Mapa rápido para memorizar

  1. Integração — corpo, mente, emoção e espírito formam uma unidade.

  2. Cérebro — processa aquilo que recebe dos sentidos e das emoções.

  3. Alimentação — pensamentos e ambientes alimentam a mente.

  4. Ação — pensar positivo sem agir não transforma ninguém.

  5. Movimento — o exercício desenvolve disciplina e força emocional.

  6. Crença — acreditar em si sustenta a superação.

  7. Anulação — família, escola e religião podem fragilizar a autoestima.

  8. Boicote — antigas mensagens negativas agem contra nossas conquistas.

  9. Dois sacos — valorizamos excessivamente os erros e pouco os acertos.

  10. Elogio — reconhecer conquistas fortalece pessoas e relações.

  11. Transformação — quem muda concretamente o corpo também modifica a mente.

  12. Protagonismo — cada pessoa deve assumir a condução da própria vida.

Síntese em uma frase

A semente da vitória germina quando transformamos pensamentos em ações, fortalecemos o corpo, educamos as emoções, vencemos as programações negativas e aprendemos a reconhecer nossas conquistas e as dos outros.

Uma observação importante: expressões como “cérebro burro” e “hormônios de boa ou má qualidade” são metáforas explicativas do autor, e não conceitos científicos empregados literalmente pela neurociência.

sábado, 22 de agosto de 2026

Tire Suas Dúvidas Sobre Aposentadoria: IPMCC Promove Encontro de Esclarecimento para Servidores Municipais.


Planejamento e Direitos: O Futuro do Servidor Público em Pauta em Carlos Chagas

Construir uma carreira no serviço público é dedicar anos ao desenvolvimento da nossa comunidade. Mas quando pensamos no amanhã, você sabe exatamente quais são os seus direitos e os passos necessários para uma aposentadoria tranquila e segura?

Informação clara é a chave para planejar o futuro com estabilidade. Por isso, o Instituto de Previdência do Município de Carlos Chagas (IPMCC) convida todos os servidores públicos municipais efetivos, aposentados e pensionistas para um encontro essencial de esclarecimento e orientação.

Por que a sua presença é fundamental?

  • Esclarecimento Direto: Entenda as regras, direitos e procedimentos atualizados sobre aposentadorias e pensões.

  • Planejamento de Futuro: Tire dúvidas práticas sobre a transição para a inatividade com segurança jurídica e financeira.

  • Espaço de Diálogo: Um momento pensado para ouvir o servidor e fortalecer a transparência da previdência municipal.

Detalhes do Encontro

  • Data: 03 de setembro de 2026 (quinta-feira)

  • Horário: 19h

  • Local: Biblioteca Municipal (3º andar)

  • Público-alvo: Servidores efetivos, aposentados e pensionistas da rede municipal de Carlos Chagas

Cuidar do que foi construído ao longo de anos de dedicação é um compromisso de todos nós. Não deixe para tirar suas dúvidas depois: participe, informe-se e compartilhe este convite com seus colegas de trabalho.

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Reunião de gestores define calendário escolar e confirma JECC Kidds para outubro!

 


Reunião de gestores define calendário escolar e confirma JECC Kidds para outubro

Encontro realizado em 18 de agosto estabeleceu reposições, sábados letivos, recesso escolar e atividades pedagógicas para o segundo semestre de 2026

A Secretaria Municipal de Educação de Carlos Chagas realizou, no dia 18 de agosto de 2026, uma reunião com os gestores das escolas municipais para definir importantes ações do calendário escolar do segundo semestre. O encontro aconteceu na Sala de Reuniões da Secretaria Municipal de Educação e tratou da recomposição dos dias letivos, da realização de projetos interdisciplinares e da organização dos Jogos Escolares de Carlos Chagas destinados aos estudantes dos anos iniciais.

Entre as principais definições está a realização do JECC Kidds, marcada para a semana de 26 a 30 de outubro de 2026. O evento envolverá todas as escolas municipais e representará a vez das crianças dos anos iniciais participarem dos Jogos Escolares de Carlos Chagas.

A proposta é proporcionar momentos de integração, convivência, aprendizagem e incentivo à prática esportiva, garantindo às crianças a oportunidade de vivenciar o esporte em um ambiente educativo, inclusivo e colaborativo.

Reposição das aulas suspensas em 29 de junho

Também ficou definido que o dia 29 de agosto de 2026, sábado, será destinado à reposição da carga horária correspondente às aulas do turno vespertino suspensas em 29 de junho, em razão do jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo.

Na data, as escolas promoverão um Encontro com os Pais, com a participação dos estudantes. A presença dos alunos, o cumprimento da carga horária e os respectivos registros serão necessários para que a atividade seja validada como dia letivo.

A reposição atende ao artigo 13 da Resolução SEE nº 5.222/2025, que determina a imediata reposição dos dias letivos e da carga horária quando houver interrupção das atividades escolares programadas.

Dia 19 de novembro será recesso escolar

Outra definição foi a inclusão do dia 19 de novembro de 2026, quinta-feira, como recesso escolar decorrente da adequação do calendário.

O dia 7 de setembro, inicialmente considerado feriado, será computado como dia letivo devido à participação das escolas no desfile cívico. Dessa forma, substituirá o dia letivo anteriormente previsto para 19 de novembro, sem redução dos 200 dias letivos e da carga horária anual obrigatória.

Para a validação do dia 7 de setembro como letivo, as atividades deverão estar integradas ao Projeto Político-Pedagógico das escolas, contar com a participação dos estudantes e possuir os devidos registros de frequência dos alunos e servidores.

Projeto “Empreendedores do Futuro” será realizado em setembro

O dia 12 de setembro de 2026 será sábado letivo correspondente a uma segunda-feira. Na ocasião, todas as escolas desenvolverão o Projeto Interdisciplinar “Empreendedores do Futuro”, envolvendo a Educação Infantil e os ensinos fundamentais I e II.

A programação será a culminância do trabalho realizado em sala de aula a partir dos quadrinhos Empreendedores do Futuro. Cada escola ficará responsável por elaborar sua programação pedagógica, assegurar a participação dos estudantes e registrar a frequência e as atividades desenvolvidas.

Sábado letivo de dezembro abordará a Consciência Negra

A reunião também confirmou o dia 12 de dezembro de 2026 como sábado letivo, correspondente a uma quinta-feira. A orientação é que as escolas organizem um projeto interdisciplinar relacionado à Consciência Negra.

Para que a data seja validada como dia letivo, deverão ser garantidos o cumprimento da carga horária, a participação dos estudantes, o desenvolvimento de atividades pedagógicas e os respectivos registros de frequência e conteúdo.

As definições foram formalizadas no Memorando-Circular nº 02/2026/SME e buscam assegurar o cumprimento da legislação educacional, a organização do calendário e a continuidade das atividades pedagógicas da Rede Municipal de Educação de Carlos Chagas.

terça-feira, 18 de agosto de 2026

O Espelho: as duas almas que carregamos


🪞 O Espelho: as duas almas que carregamos

O conto de Machado de Assis que me fez refletir sobre identidade, reconhecimento e sobre aquilo que sustenta a imagem que construímos de nós mesmos

A leitura de O Espelho, de Machado de Assis, é profundamente arrebatador. Mais uma vez, fiquei impressionado com a beleza da escrita machadiana e com sua capacidade de transformar uma situação aparentemente simples em uma reflexão profunda e inquietante sobre quem somos.

Publicado originalmente em 1882, o conto apresenta uma ideia que permaneceu ecoando em mim: a de que cada pessoa possui duas almas.

Uma delas é a alma interior, ligada ao que somos intimamente. A outra é a alma exterior, formada pelo olhar das pessoas, pelas funções que exercemos, pelas posições que ocupamos e pela maneira como somos reconhecidos socialmente.

Essa provocação de Machado de Assis me levou a algumas perguntas:

Até que ponto sabemos quem realmente somos?

O que acontece quando perdemos aquilo que nos confere importância diante das outras pessoas?

Continuamos sendo os mesmos quando ninguém está nos olhando?

São perguntas que atravessam o conto, mas também atravessam a nossa própria existência. Muitas vezes, sem percebermos, permitimos que um cargo, um título, uma profissão, uma posição social ou a aprovação dos outros se torne parte essencial da imagem que construímos de nós mesmos.

Não quero revelar muito da história, porque parte da beleza de O Espelho está justamente na descoberta. Posso apenas adiantar que um espelho antigo, uma farda e um período de profundo silêncio conduzem o leitor a um desfecho tão simbólico quanto surpreendente.

Machado de Assis não oferece respostas prontas. Ele coloca o espelho diante de nós e nos convida a olhar. Entretanto, talvez a imagem refletida não seja tão simples quanto imaginávamos.

É um conto breve, mas daqueles que permanecem conosco muito depois da última linha. Recomendo sua leitura e já faço um alerta: depois de conhecer a história de Jacobina, talvez você nunca mais olhe para um espelho da mesma maneira.

Leia o conto completo

📖 Clique aqui para ler “O Espelho”, de Machado de Assis

Ao terminar a leitura, deixe sua reflexão nos comentários:

O que sustenta a imagem que você tem de si mesmo?

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Minas Gerais abre inscrições para Certificação de Diretores de Escolas Estaduais.


Minas Gerais abre inscrições para Certificação de Diretores de Escolas Estaduais. 

A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE/MG) publicou o Edital nº 09/2026, que abre o processo de Certificação Ocupacional de Diretor de Escola Estadual. A certificação é pré-requisito para participar dos processos de escolha de diretores das escolas estaduais, mas não garante nomeação para o cargo.

As inscrições estão abertas de 14 a 21 de agosto de 2026 e devem ser realizadas exclusivamente pela plataforma do CAEd/UFJF.

Link para inscrição:

Podem participar Professores de Educação Básica e Especialistas em Educação Básica, efetivos, estáveis ou contratados temporariamente, com vínculo ativo ou que tenham mantido vínculo com a Rede Estadual de Ensino de Minas Gerais nos últimos 12 meses. Também é exigida formação superior conforme os critérios estabelecidos no edital.

O processo contará com curso online facultativo de 20 horas, além de prova objetiva e discursiva. A avaliação será realizada em 27 de setembro de 2026, das 8h às 12h.

Para os profissionais da nossa região, é importante destacar que os candidatos vinculados à SRE de Teófilo Otoni realizarão a prova em Teófilo Otoni.

Os interessados devem ficar atentos ao prazo, ler o edital completo e realizar a inscrição até 21 de agosto.

Professores dos Anos Iniciais são convidados para formação gratuita em História e Geografia

 


Professores dos Anos Iniciais são convidados para formação gratuita em História e Geografia

A Secretaria Municipal de Educação de Carlos Chagas convida todos os professores dos Anos Iniciais da Rede Municipal de Ensino a participarem de mais um encontro da Jornada Pedagógica Trilhares, promovida pela Rona Editora.

A formação terá como tema “História e Geografia nos Anos Iniciais: temas, métodos e estratégias para a sala de aula” e será conduzida por Gisella de Amorim e Dadá Albuquerque, autoras da Coleção Trilhares de História e Geografia.

Uma oportunidade para fortalecer a prática pedagógica

O encontro apresentará conhecimentos e estratégias que poderão ser aplicados diretamente no planejamento e no cotidiano da sala de aula. Entre os assuntos abordados estão:

  • fontes e sujeitos históricos;

  • cotidiano e população brasileira;

  • aula de campo e estudo do meio;

  • alfabetização e letramento cartográfico;

  • metodologias e técnicas de ensino;

  • planejamento estratégico das aulas;

  • objetivos de aprendizagem e habilidades da BNCC;

  • interdisciplinaridade entre História e Geografia;

  • planos de aula e sequências didáticas.

Participar dessa formação é uma oportunidade de ampliar conhecimentos, conhecer novas possibilidades metodológicas e aperfeiçoar práticas que tornem as aulas de História e Geografia mais significativas, investigativas e próximas da realidade dos estudantes.

Confira a programação

📅 Data: 17 de agosto de 2026, segunda-feira
Horário: 19h
💻 Participação: gratuita
📄 Certificado de participação

Faça sua inscrição

A formação continuada é essencial para quem acredita que a aprendizagem dos estudantes também se fortalece quando o professor tem acesso a novos conhecimentos, metodologias e experiências.

Por isso, convidamos cada professor dos Anos Iniciais a reservar esse momento em sua agenda e realizar sua inscrição. Será uma oportunidade valiosa de aprendizagem, reflexão e troca de experiências, com conteúdos diretamente relacionados às demandas da sala de aula.

Não deixe para depois. Faça sua inscrição e participe conosco desta jornada de formação!

👉 CLIQUE AQUI E INSCREVA-SE

Após a participação, o professor deverá protocolar o certificado na Prefeitura Municipal de Carlos Chagas, para que o documento seja arquivado em sua pasta funcional.

A Secretaria Municipal de Educação reafirma seu compromisso com a valorização profissional e incentiva a participação de todos os professores dos Anos Iniciais.

Inscreva-se, participe e transforme novos conhecimentos em melhores oportunidades de aprendizagem para nossos estudantes!