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domingo, 14 de junho de 2026

Prefeitura de Carlos Chagas regulamenta uso de imagens de estudantes na rede municipal de ensino!

 Prefeitura de Carlos Chagas regulamenta uso de imagens de estudantes na rede municipal de ensino

A Prefeitura Municipal de Carlos Chagas publicou o Decreto nº 78/2026, que regulamenta o Protocolo Institucional de Uso de Imagem de Alunos no âmbito da Rede Municipal de Ensino. A medida estabelece regras claras para a captação, utilização, armazenamento e divulgação de fotografias e vídeos envolvendo crianças e adolescentes matriculados nas escolas municipais.

A iniciativa foi fundamentada no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e no chamado ECA Digital, reforçando o compromisso do município com a proteção da privacidade, da dignidade e dos direitos dos estudantes.

Entre os princípios estabelecidos pelo decreto estão a finalidade pedagógica, a necessidade e proporcionalidade do uso das imagens, o melhor interesse da criança e a preservação da dignidade dos alunos. O documento determina que toda divulgação deverá possuir autorização formal dos pais ou responsáveis, atualizada anualmente, além de ocorrer exclusivamente por meio dos canais institucionais das escolas e da Secretaria Municipal de Educação.

O decreto também proíbe que servidores publiquem imagens de estudantes em redes sociais pessoais, bem como a divulgação de dados sensíveis, localização em tempo real de eventos escolares ou publicações sem finalidade pedagógica ou institucional.

Outra inovação importante é a definição de responsabilidades para os diretores escolares, que passam a ser responsáveis pela validação das publicações e pelo arquivamento das autorizações. O texto ainda estabelece um fluxo obrigatório para análise e aprovação das imagens antes da divulgação.

Com a nova regulamentação, Carlos Chagas fortalece a cultura de proteção digital no ambiente escolar e reafirma seu compromisso com uma educação que respeita os direitos das crianças e adolescentes também no universo das mídias digitais.

Copa do Mundo mobiliza torcedores, mas não altera rotina das escolas municipais de Carlos Chagas.

Copa do Mundo mobiliza torcedores, mas não altera rotina das escolas municipais de Carlos Chagas.

A participação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 tem despertado entusiasmo entre torcedores de todo o país. Em Carlos Chagas, não é diferente. Após o empate em 1 a 1 diante do Marrocos na estreia, a Seleção segue viva na disputa do Grupo C e voltará a campo nos próximos dias em partidas decisivas contra o Haiti e a Escócia.

Atualmente, a classificação do grupo tem a Escócia na liderança com três pontos, seguida por Marrocos e Brasil, ambos com um ponto, enquanto o Haiti ainda não pontuou. A expectativa dos brasileiros agora se volta para os próximos confrontos, que podem definir a classificação da equipe para a próxima fase da competição.

O Brasil enfrentará o Haiti no dia 19 de junho, às 21h30, e encerrará sua participação na fase de grupos diante da Escócia no dia 24 de junho, às 19h. Os horários das partidas são uma boa notícia para estudantes, professores e famílias, uma vez que nenhum dos jogos ocorrerá durante o período regular das aulas da rede municipal de ensino, garantindo a manutenção das atividades escolares sem qualquer prejuízo ao calendário letivo.

A Secretaria Municipal de Educação reforça que as aulas serão realizadas normalmente em todas as escolas da rede, preservando o compromisso com os 200 dias letivos e as 800 horas anuais previstas na legislação educacional.

Mais do que um simples jogo de futebol, eventos esportivos dessa magnitude podem servir como oportunidade pedagógica para discutir temas como geografia, cultura, história dos países participantes, estatística, matemática e cidadania. A escola pode aproveitar o interesse dos estudantes para ampliar aprendizagens e fortalecer vínculos.

Enquanto a torcida brasileira sonha com mais um título mundial, a educação municipal segue firme em sua missão: garantir que cada estudante esteja em sala de aula aprendendo, crescendo e construindo seu futuro. Afinal, a paixão pelo futebol pode parar corações por alguns minutos, mas a educação continua sendo o caminho mais seguro para transformar vidas.


Educação e segurança caminham juntas: motoristas do transporte escolar de Carlos Chagas participarão de encontro com a Polícia Militar Rodoviária Estadual!

 




Educação e segurança caminham juntas: motoristas do transporte escolar de Carlos Chagas participarão de encontro com a Polícia Militar Rodoviária Estadual

Carlos Chagas (MG) – A segurança dos estudantes começa muito antes da chegada à escola. Ela tem início no momento em que cada criança e adolescente embarca no transporte escolar para percorrer os caminhos que os levam ao conhecimento. Com essa compreensão, a Secretaria Municipal de Educação de Carlos Chagas deu mais um importante passo para fortalecer a qualidade e a segurança do serviço oferecido aos estudantes da rede pública.

Na sexta-feira, dia 12 de junho, o Secretário Municipal de Educação, Deodato Gomes Costa, esteve na sede da 15ª Companhia da Polícia Militar Rodoviária Estadual (PMRv) e da 15ª Companhia da Polícia Militar de Meio Ambiente (PM MAMB), onde foi recebido pelo Sargento Kennedy para tratar de uma importante ação voltada aos profissionais que atuam diariamente no transporte escolar do município.

Durante o encontro, foram acertados os detalhes para a realização de uma capacitação que reunirá todos os motoristas do transporte escolar municipal, abrangendo tanto os profissionais do transporte terceirizado quanto os condutores da frota própria do município.

O evento acontecerá no dia 1º de agosto de 2026, sábado, às 9 horas, no 3º Piso da Biblioteca Municipal de Carlos Chagas, e deverá reunir aproximadamente 50 motoristas responsáveis por atender as quase 40 rotas de transporte escolar existentes no município.

A iniciativa nasce da convicção de que a informação tem o poder de transformar comportamentos e fortalecer práticas seguras. A parceria com a Polícia Militar Rodoviária Estadual permitirá aos participantes refletirem sobre temas fundamentais para a proteção dos estudantes, entre eles legislação do transporte escolar, direção defensiva, embarque e desembarque seguro, transporte escolar rural, fiscalização e inspeção veicular, primeiros socorros, prevenção ao uso de álcool e drogas, educação para o trânsito e responsabilidade civil dos condutores.

Mais do que discutir normas e procedimentos, o encontro pretende destacar o papel humano e social exercido pelos motoristas do transporte escolar. São profissionais que diariamente transportam aquilo que o município possui de mais valioso: suas crianças e adolescentes.

A realidade de Carlos Chagas evidencia a importância desse trabalho. O município possui um dos maiores territórios de Minas Gerais, conta com mais de 1.500 quilômetros de estradas vicinais e enfrenta desafios permanentes relacionados à manutenção da infraestrutura viária e à operação de uma frota que, em muitos casos, já ultrapassa onze anos de utilização. Mesmo diante dessas dificuldades, a Administração Municipal tem buscado continuamente aperfeiçoar os serviços oferecidos aos estudantes.

Para o Secretário Municipal de Educação, investir na formação dos motoristas é investir diretamente na qualidade da educação.

"O transporte escolar é um direito dos nossos estudantes e uma condição indispensável para garantir o acesso e a permanência na escola. Tudo aquilo que é possível e legal tem sido realizado para assegurar um serviço cada vez mais seguro, humano e eficiente. Quando qualificamos nossos motoristas, estamos protegendo vidas e fortalecendo a educação", destacou.

A expectativa é que o encontro contribua para o fortalecimento da cultura de segurança no transporte escolar e reforce a parceria entre a Educação e a Polícia Militar Rodoviária Estadual na missão de proteger crianças e adolescentes.

Em Carlos Chagas, a educação não se limita aos muros da escola. Ela começa no trajeto, passa pela segurança e se concretiza quando cada estudante chega ao seu destino com tranquilidade, proteção e a certeza de que toda uma rede de profissionais trabalha diariamente para garantir o seu direito de aprender.

Mágica, emoção e propósito: palestra de Marco Zanqueta inspira educadores no Seminário Escola do Futuro em Teófilo Otoni!

Mágica, emoção e propósito: palestra de Marco Zanqueta inspira educadores no Seminário Escola do Futuro em Teófilo Otoni

Teófilo Otoni (MG) – O Seminário Escola do Futuro, promovido pelo SEBRAE neste sábado, 13 de junho, no Expominas Teófilo Otoni, proporcionou aos educadores presentes uma experiência que certamente permanecerá viva na memória por muito tempo. Entre as diversas atrações do evento, uma das palestras mais marcantes foi conduzida pelo mágico e palestrante Marco Zanqueta, que transformou o palco em um espaço de reflexão profunda sobre o papel da educação e dos professores na construção do futuro.

Com sua metodologia registrada sob o lema “É lúdico, mas o papo é sério”, Marco Zanqueta demonstrou que a mágica vai muito além do entretenimento. Utilizando ilusionismo, humor, emoção e interação com a plateia, ele conduziu os participantes por uma jornada de autoconhecimento e valorização da missão educativa.

A cada número apresentado, uma poderosa mensagem surgia para provocar reflexões sobre o verdadeiro significado de ensinar. O palestrante estabeleceu uma impressionante conexão entre o universo do mágico e o cotidiano do professor. Assim como o ilusionista encanta e desperta a curiosidade, o educador tem a capacidade de transformar vidas, despertar sonhos e abrir caminhos.

Entre as frases que mais impactaram os participantes estavam ensinamentos que traduzem a essência da profissão docente:

“Professor não entrega matéria. Entrega destino.”

“Tem professor que ensina conteúdo. Outros ensinam coragem.”

“O aluno esquece a matéria. Nunca esquece o educador.”

“Quem corrige prova avalia memória. Quem inspira muda história.”

Em outro momento emocionante, Marco Zanqueta desafiou concepções tradicionais sobre o ambiente escolar ao afirmar:

“Sala silenciosa não prova aprendizado. Prova medo.”

A reflexão levou muitos educadores a repensarem práticas pedagógicas e a importância de construir ambientes de aprendizagem mais acolhedores, participativos e humanizados.

Outro destaque da palestra foi a valorização da educação como instrumento permanente de transformação social:

“O diploma abre portas. A educação sustenta caminhos.”

E talvez uma das mensagens mais inspiradoras da manhã tenha sido dirigida diretamente aos profissionais da educação:

“Professor cansado ensina matéria. Professor apaixonado ensina futuro.”

Encerrando sua apresentação, Marco Zanqueta lembrou que os desafios enfrentados pelos educadores exigem muito mais do que disciplina e cobrança:

“Aluno difícil não pede punição. Pede direção.”

A palestra arrancou aplausos, risos, emoção e momentos de profunda reflexão. Mais do que apresentar truques de mágica, Marco Zanqueta demonstrou que o verdadeiro encanto da educação está na capacidade de tocar pessoas, despertar potencialidades e construir relações humanas significativas.

Ao final, ficou uma certeza compartilhada pelos participantes: a mágica mais poderosa não acontece no palco. Ela acontece diariamente dentro das salas de aula, quando professores transformam conhecimento em esperança e ajudam seus alunos a enxergarem possibilidades que antes pareciam invisíveis.

E foi justamente essa a grande lição deixada pelo palestrante: ensinar é, talvez, a forma mais extraordinária de magia que existe.
TODAS AS IMAGNES DO EVENTO ESTÃO AQUI NESTE LINK

quinta-feira, 11 de junho de 2026

Governo de Minas autoriza oficialmente mudança da Escola Municipal São José para o Distrito de Presidente Pena!

 



Governo de Minas autoriza oficialmente mudança da Escola Municipal São José para o Distrito de Presidente Pena

Decisão publicada no Diário Oficial reforça medida adotada pelo Município para garantir melhores condições de ensino aos estudantes da zona rural

A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE-MG) publicou, no Diário Oficial do Estado de 9 de junho de 2026, a autorização oficial para a mudança de prédio da Escola Municipal São José, localizada originalmente na Fazenda Palmeirão, zona rural de Carlos Chagas, para o Distrito de Presidente Pena. A medida foi formalizada por meio da Portaria SEE nº 1438/2026, vinculada ao Processo nº 1260.01.0228975/2025-37.

De acordo com a publicação, a autorização contempla a transferência da unidade escolar de Ensino Fundamental – Anos Iniciais para a Avenida Olga Prates, s/nº, no Distrito de Presidente Pena, permanecendo a escola vinculada ao mesmo município. A decisão foi tomada com fundamento na Resolução SEE nº 4.969/2024 e na Resolução CEE nº 496/2024.

A publicação representa um importante marco para a educação municipal, uma vez que ratifica e regulariza administrativamente uma medida já adotada pelo Município diante das limitações estruturais apresentadas pelo antigo prédio escolar da Fazenda Palmeirão.

Nos últimos anos, a Prefeitura de Carlos Chagas, por meio da Secretaria Municipal de Educação, buscou alternativas que garantissem maior segurança, conforto e qualidade no atendimento aos estudantes da comunidade. Com a transferência para Presidente Pena, os alunos passaram a ser atendidos em uma estrutura mais adequada às exigências pedagógicas e às necessidades da educação contemporânea.

A autorização emitida pelo Governo de Minas também reforça o entendimento de que a prioridade da gestão pública deve ser assegurar aos estudantes ambientes escolares que favoreçam a aprendizagem, oferecendo melhores condições de acessibilidade, infraestrutura, alimentação escolar, transporte e desenvolvimento das atividades educacionais.

Para a comunidade escolar, a publicação representa o reconhecimento oficial de um processo construído com responsabilidade administrativa e foco no interesse público, reafirmando o compromisso do Município de Carlos Chagas com a garantia do direito à educação de qualidade para todas as crianças, independentemente de sua localização geográfica.

A Portaria SEE nº 1438/2026 foi publicada na página 51 do Diário Oficial de Minas Gerais e passou a integrar os atos oficiais da Superintendência Regional de Ensino de Teófilo Otoni.

domingo, 7 de junho de 2026

Projeto “Sicoob De Olho no Futuro” leva atendimento oftalmológico a mais de 100 estudantes da rede municipal de Carlos Chagas

 


Projeto “Sicoob De Olho no Futuro” leva atendimento oftalmológico a mais de 100 estudantes da rede municipal de Carlos Chagas

A manhã desta segunda-feira será marcada por um importante investimento na saúde e na aprendizagem das crianças da rede municipal de ensino de Carlos Chagas. Por meio do projeto “Sicoob De Olho no Futuro”, 103 estudantes previamente triados participarão de consultas oftalmológicas gratuitas na Escola Municipal Manoel Esteves Otoni.

A ação contará com a presença do prefeito municipal José Amadeu Nanayoski Tavares e do presidente do Sicoob Carlos Chagas, Valdeí Barbosa, parceiros de uma iniciativa que une educação, saúde e responsabilidade social em benefício das crianças do município.

O projeto tem como principal objetivo identificar problemas visuais que possam comprometer o desenvolvimento escolar dos estudantes. Além das consultas especializadas, os alunos que necessitarem de correção visual receberão gratuitamente seus óculos de grau, garantindo melhores condições para o aprendizado e para a participação nas atividades escolares.

Diversos estudos demonstram que dificuldades de visão podem impactar diretamente a leitura, a escrita, a concentração e o rendimento acadêmico. Ao proporcionar diagnóstico e tratamento adequados, o projeto contribui para reduzir barreiras à aprendizagem e ampliar as oportunidades educacionais.

Mais do que cuidar da saúde ocular, o “Sicoob De Olho no Futuro” ajuda a construir um futuro mais promissor para as crianças, permitindo que elas enxerguem melhor o mundo e, consequentemente, alcancem melhores resultados dentro e fora da sala de aula.

📚⚖️ Carlos Chagas recebe formação inédita para educadores e profissionais do Direito

 📚⚖️ Carlos Chagas recebe formação inédita para educadores e profissionais do Direito

No próximo dia 18 de junho de 2026, a cidade de Carlos Chagas sediará o curso Formação de Professores Direito na Escola, uma importante iniciativa da Escola Superior de Advocacia (ESA) e da OAB Subseção Carlos Chagas.

A formação acontecerá das 8h às 12h, na Câmara Municipal de Carlos Chagas, e tem como objetivo capacitar advogados, operadores do Direito, professores, gestores escolares e demais profissionais interessados em levar conhecimentos jurídicos para o ambiente escolar de forma prática, acessível e transformadora.

Vivemos em uma sociedade cada vez mais complexa, onde a educação para a cidadania se torna fundamental. Conhecer direitos e deveres, compreender as instituições e fortalecer a cultura democrática são aprendizagens que precisam estar presentes nas escolas.

Durante o curso, os participantes terão acesso a metodologias consolidadas para o ensino do Direito, estratégias para superar os desafios da docência, além de orientações sobre possibilidades de atuação profissional nessa área em expansão.

A formação será conduzida pelos professores Diogo Magno e Thais Felício, especialistas em Docência Jurídica e referências estaduais no projeto Direito na Escola.

🎓 Certificação garantida
📅 18 de junho de 2026
🕗 8h às 12h
📍 Câmara Municipal de Carlos Chagas
⚠️ Vagas limitadas

Professores, supervisores, diretores, pedagogos, advogados e estudantes: esta é uma excelente oportunidade para ampliar conhecimentos e fortalecer a educação cidadã em nossa comunidade.

Participe!

Relembrando Edgar Morin: as cegueiras do conhecimento, o erro e a ilusão!


Relembrando Edgar Morin: as cegueiras do conhecimento, o erro e a ilusão

Recentemente, terminei de reler o primeiro capítulo da obra Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro, de Edgar Morin, intitulado “As Cegueiras do Conhecimento: o Erro e a Ilusão”. A leitura ganhou um significado ainda mais especial diante da partida deste grande pensador, que nos deixou em 29 de maio de 2026, aos 104 anos de idade, após dedicar mais de um século de vida à reflexão sobre a condição humana, a educação e os desafios da civilização contemporânea.

Ao revisitar esse texto, fui novamente provocado por uma ideia que considero profundamente atual: o conhecimento humano nunca está livre do erro e da ilusão. Morin nos alerta que não basta ensinar conteúdos, fórmulas, datas ou conceitos. A educação precisa ensinar, antes de tudo, a compreender como pensamos, como construímos nossas certezas e como podemos ser enganados pelas próprias convicções.

Uma das reflexões que mais me marcou é a constatação de que não enxergamos a realidade de forma pura e objetiva. Nossa percepção é influenciada por emoções, crenças, valores, memórias e experiências acumuladas ao longo da vida. Muitas vezes acreditamos estar diante da verdade quando, na realidade, estamos apenas observando o mundo através das lentes dos nossos próprios paradigmas.

Morin também chama atenção para os perigos das ideologias, dos dogmatismos e das teorias fechadas em si mesmas. Quando deixamos de questionar nossas certezas, corremos o risco de transformar a racionalidade em racionalização, isto é, passamos a utilizar a inteligência não para buscar a verdade, mas para defender aquilo em que já acreditamos.

Outro aspecto fascinante do texto é a ideia de que as próprias ideias podem nos possuir. Em vez de sermos donos das nossas crenças, podemos nos tornar prisioneiros delas. Por isso, o autor defende uma postura permanente de autocrítica, diálogo e abertura ao novo.

Como educador, essa leitura me faz refletir sobre a missão da escola. Mais do que transmitir informações, precisamos formar estudantes capazes de pensar, questionar, analisar evidências, reconhecer seus erros e conviver com a incerteza. Em um mundo marcado pela desinformação, pelas redes sociais e pela circulação instantânea de opiniões, essa talvez seja uma das competências mais importantes do século XXI.

Ao concluir a releitura deste capítulo, reafirmo minha admiração por Edgar Morin. Sua obra permanece viva porque nos convida a algo essencial: cultivar a lucidez. Afinal, como ele próprio nos ensina, o maior desafio do conhecimento não é apenas aprender mais, mas aprender a reconhecer os limites, os erros e as ilusões que habitam o nosso próprio pensamento.

A luz de Edgar Morin continua iluminando a humanidade e apontando caminhos para uma educação mais humana, crítica e consciente. 

Referência

MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 2. ed. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 2000.

Convido você a percorrer estas páginas e a se deliciar com as reflexões de Edgar Morin, cuja obra continua nos provocando a pensar, questionar e compreender melhor o mundo e a nós mesmos.

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sábado, 30 de maio de 2026

Edgar Morin: o pensador da complexidade que ensinou a humanidade a conectar saberes!

 


Edgar Morin: o pensador da complexidade que ensinou a humanidade a conectar saberes

O mundo se despediu, no dia 29 de maio de 2026, de um dos maiores intelectuais de nosso tempo. Edgar Morin faleceu aos 104 anos, deixando um legado que ultrapassa fronteiras, disciplinas acadêmicas e gerações. Nascido em Paris, em 8 de julho de 1921, o filósofo, sociólogo e pesquisador francês dedicou sua longa trajetória à compreensão da condição humana e à busca de caminhos para que a humanidade pudesse enfrentar os desafios de um mundo cada vez mais complexo.

Autor de mais de 70 livros, entre eles a monumental obra O Método, Morin tornou-se conhecido mundialmente por desenvolver o chamado pensamento complexo, uma forma de compreender a realidade que busca integrar conhecimentos tradicionalmente separados. Para ele, os grandes problemas da humanidade não podem ser entendidos de maneira fragmentada. Ciência, política, cultura, economia, meio ambiente e educação estão profundamente conectados.

Sua própria história de vida foi marcada pelo enfrentamento de desafios históricos. Durante a Segunda Guerra Mundial, participou da Resistência Francesa contra a ocupação nazista, experiência que ajudou a moldar sua visão humanista e sua preocupação permanente com os destinos da civilização.

Para nós, educadores, Edgar Morin ocupa um lugar especial. Sua obra Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro, publicada em parceria com a UNESCO, tornou-se uma referência mundial para a reflexão sobre a escola contemporânea. Nela, Morin defende que a educação precisa ir além da simples transmissão de conteúdos. É necessário preparar os estudantes para compreender a complexidade do mundo, enfrentar as incertezas, dialogar com diferentes saberes e reconhecer a condição humana em toda a sua diversidade.

Em tempos em que a informação circula em velocidade cada vez maior, as reflexões de Morin permanecem extremamente atuais. Ele alertava para os riscos da fragmentação do conhecimento e para a necessidade de desenvolver uma educação capaz de formar cidadãos críticos, éticos e conscientes de sua responsabilidade diante dos desafios globais.

Como professor e gestor da educação pública, vejo em Edgar Morin um pensador que nos ajuda a compreender que educar é muito mais do que ensinar disciplinas isoladas. Educar é ajudar cada estudante a perceber as conexões entre os fenômenos, a compreender o outro e a construir sentido para sua existência em um mundo repleto de incertezas.

Sua partida encerra uma vida extraordinária, mas sua obra continuará inspirando professores, pesquisadores, estudantes e todos aqueles que acreditam que a educação é um dos instrumentos mais poderosos para transformar a sociedade.

Edgar Morin atravessou mais de um século de história refletindo sobre a humanidade. Seu legado permanece vivo como um convite permanente para que aprendamos a pensar de forma mais ampla, mais humana e mais consciente.

Referências

MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 12. ed. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 2007.

TUFFANI, Maurício. Morre Edgar Morin, um dos filósofos mais importantes do século 20, aos 104 anos. Folha de S.Paulo, 29 maio 2026.

Terminei de ler e comento aqui o 1º capítulo de Inteligência Artificial Ampliada!



Terminei de ler e comento aqui o 1º capítulo de Inteligência Artificial Ampliada.

Recentemente terminei a leitura do primeiro capítulo do livro Inteligência Artificial Ampliada: Você, a tecnologia e uma nova forma de trabalhar, de Fernando Barra, intitulado "Seja bem-vindo à Era Cognitiva", e confesso que poucas leituras recentes me provocaram tantas reflexões sobre o presente e o futuro da educação.

Ao longo da leitura, fui constantemente tentando relacionar as ideias apresentadas pelo autor com o nosso cotidiano nas escolas, com o trabalho dos professores, supervisores pedagógicos, diretores e gestores da educação pública. Por isso, gostaria de recomendar esta obra a todos os profissionais da educação que desejam compreender melhor as transformações que já estão acontecendo em nossa forma de ensinar, aprender e trabalhar.

Logo no início, Fernando Barra afirma que não estamos vivendo apenas um "tempo de mudanças", mas sim uma verdadeira "mudança de tempo". Segundo ele, entramos na Era Cognitiva, um período histórico em que a tecnologia passa a impactar diretamente a maneira como pensamos, aprendemos, produzimos conhecimento e tomamos decisões.

A principal ideia que me impactou neste capítulo é que a Inteligência Artificial não veio para substituir a inteligência humana, mas para ampliá-la. A chamada Inteligência Ampliada, conceito que dá nome ao livro, representa justamente a união entre a inteligência humana e a inteligência artificial.

Enquanto a máquina contribui com velocidade, processamento de dados, identificação de padrões e uma capacidade praticamente inesgotável de análise, o ser humano continua responsável por aquilo que nenhuma tecnologia consegue reproduzir plenamente: sentir, conectar pessoas, imaginar, inspirar, atribuir significado e agir com propósito.

Essa perspectiva é extremamente importante para nós, educadores. Muitas vezes, o debate sobre Inteligência Artificial é conduzido pelo medo da substituição. Entretanto, Fernando Barra apresenta uma visão diferente: o controle continua sendo humano. Somos nós que definimos os objetivos, avaliamos os resultados e decidimos como utilizar as ferramentas tecnológicas.

Outro aspecto que considerei brilhante é a distinção que o autor faz entre pensamento analítico e pensamento crítico. Ele nos alerta para os riscos de permanecermos presos às bolhas de informação nas quais estamos imersos. Essas bolhas podem limitar nossa capacidade de enxergar novas possibilidades e compreender a complexidade dos problemas contemporâneos. Para educadores, essa reflexão é particularmente relevante, pois ensinar também significa ajudar os estudantes a pensar além de suas próprias certezas.

Uma das passagens que mais me marcou foi a defesa da necessidade de nos tornarmos agentes de mudança de nós mesmos e do contexto em que vivemos. Em educação, sabemos que não basta esperar que a realidade se transforme. Precisamos participar ativamente dessa transformação.

O autor também apresenta uma definição interessante de tecnologia. Para ele, tecnologia é qualquer ferramenta que substitui ou auxilia a atividade humana além dos limites do nosso próprio corpo. Durante séculos, as tecnologias foram criadas para ampliar nossa força física. Agora, pela primeira vez na história, estamos diante de ferramentas capazes de ampliar nossa capacidade intelectual.

Fernando Barra sintetiza essa ideia em uma frase memorável:

"A tecnologia está fazendo com o intelecto o que a Revolução Industrial fez com o corpo: automatizando, otimizando, multiplicando."

Ao refletir sobre essa afirmação, percebi o quanto nossas rotinas profissionais já estão sendo transformadas. Na docência e na gestão escolar existem inúmeras tarefas repetitivas e burocráticas que podem ser apoiadas pela Inteligência Artificial, permitindo que dediquemos mais tempo ao que realmente importa: as pessoas, as relações humanas, a aprendizagem e a construção de projetos educacionais significativos.

Fico pensando no que seria a Inteligência Ampliada dentro da educação. Talvez seja justamente a possibilidade de produzir mais e melhor, de sermos mais eficientes e criativos, liberando tempo para fortalecer aquilo que torna nossa profissão insubstituível: o olhar humano, a escuta, a empatia, a inspiração e o compromisso com a formação integral dos estudantes.

Por isso, termino este primeiro capítulo com uma pergunta provocadora que emerge das reflexões do autor:

"O que eu posso me tornar quando uso a tecnologia a meu favor?"

Talvez esteja aí um dos maiores desafios da educação contemporânea. O segredo para continuarmos sendo professores, supervisores e gestores relevantes não é competir com a Inteligência Artificial, mas aprender a utilizá-la como uma aliada do nosso desenvolvimento profissional e humano.

Afinal, como sugere Fernando Barra, a Inteligência Artificial amplia o bom professor e amplia o bom gestor. O impacto da tecnologia depende, em última análise, das intenções, dos valores e dos propósitos de quem a utiliza.

Referência

BARRA, Fernando. Seja bem-vindo à era cognitiva. In: BARRA, Fernando. Inteligência artificial ampliada: você, a tecnologia e uma nova forma de trabalhar. [S. l.]: Unno_Buzz Editora, 2026. cap. 1.

sexta-feira, 29 de maio de 2026

EDITORIAL DO GLOBO — 22/05/2026 Ensino à distância deteriora qualidade dos professores no Brasil


 

EDITORIAL DO GLOBO — 22/05/2026

Ensino à distância deteriora qualidade dos professores no Brasil

Prova para alunos de licenciatura verificou que 42% estão abaixo do nível básico necessário para lecionar

São alarmantes os resultados recentes sobre o desempenho de alunos de cursos de licenciatura. Sem professores minimamente capacitados, não há escola bem equipada nem ferramenta digital de última geração que consiga elevar o nível da educação no país.

De acordo com o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas, 42,2% dos estudantes desses cursos estão abaixo do patamar considerado básico, 37,5% no limite desse nível e apenas 20,2% no nível adequado. Em matemática, crucial nas carreiras de tecnologia e engenharia, os resultados são ainda piores, com meros 5,6% atingindo o nível adequado.

Quem puxa as médias para baixo são os estudantes de licenciatura da educação a distância (EAD). Mais da metade está abaixo do nível básico. Apenas 12% apresentam nível adequado.

A ideia de que cursos de licenciatura à distância, responsáveis por 70% da oferta de vagas, acelerariam a capacitação de professores para enfrentar os desafios da educação se mostrou uma quimera. Dos matriculados em cursos de matemática no EAD, 67% estão abaixo do nível básico. Em pedagogia, 54%; em letras/português, 47%; e em História, 40%.

“Mais de 60% dos estudantes em cursos de licenciatura à distância estão matriculados em cursos nos quais nem 50% dos estudantes atingem o corte mínimo estabelecido”, diz avaliação da ONG Todos Pela Educação.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve o mérito de mudar os critérios de avaliação para obter um retrato mais fiel da situação. Os testes deixaram de ser genéricos, passaram a medir fatores ligados ao exercício da docência e a ser anuais.

No ano passado, um decreto oportuno não proibiu a formação de licenciados em cursos 100% a distância. Mas ainda persiste o risco de retrocesso nas normas sobre o aumento das aulas presenciais. A questão está em discussão no Conselho Nacional de Educação e sofre forte resistência do setor privado. O MEC ainda não se posicionou de forma contundente.

Embora a educação presencial conte com melhor desempenho — 75% acima do básico em pedagogia, 73% em letras/português e 89% em História —, ela também apresenta deficiências. Em matemática, 46% não atingem a proficiência mínima. No total, apenas três em dez alunos apresentam desempenho adequado. Quarenta e dois por cento estão no limite do nível básico e 26% abaixo dele.

A Todos Pela Educação sustenta que os resultados tornam premente a necessidade de fortalecer políticas de formação inicial.

“Embora o Enade das Licenciaturas/Prova Nacional Docente ainda esteja em consolidação e apresente limitações, os resultados indicam fragilidades que requerem respostas estruturais do poder público.”

É obrigação do Ministério da Educação promover as mudanças necessárias e intervir nas instituições com desempenho abaixo do aceitável para resgatar a qualidade do ensino no Brasil.

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Carlos Chagas participa de capacitação do Ministério Público sobre enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes!



Representantes da rede de proteção de Carlos Chagas participaram, no dia 26 de maio, no Auditório da UNIPAC, em Teófilo Otoni, da capacitação “Caravana Proteger: Diálogos e Fluxos contra a Violência Sexual”, promovida pelo CEAF/MPMG – Ministério Público de Minas Gerais.

O encontro teve como foco a identificação e o encaminhamento adequado dos casos de violência sexual contra crianças e adolescentes, utilizando uma metodologia dinâmica e participativa baseada em estudo de caso fictício. Durante toda a formação, os participantes interagiram ativamente por meio de testes e discussões conduzidas pela promotora responsável pela palestra principal.

A capacitação cumpriu com excelência o objetivo de fortalecer a rede de proteção, apresentando os fluxos corretos de encaminhamento e os protocolos de escuta especializada previstos na Lei nº 13.431/2017, evitando a revitimização das vítimas.

Ao longo do estudo de caso, foram debatidos os impactos biopsicossociais da violência sexual, os limites éticos da intervenção, o acolhimento da revelação espontânea e o passo a passo do atendimento integrado.

Carlos Chagas esteve representado pela promotora Dra. Sheila, pelas conselheiras tutelares Damaris, Josefa e Dila, além de profissionais da Educação e Assistência Social: Deodato Gomes Costa, Rita, psicóloga da Educação, Joyce, assistente social da Educação, e Cristina, do CRAS.

O encontro reforçou uma importante reflexão: diante da violação dos direitos das crianças e adolescentes, nenhuma instituição age sozinha. O enfrentamento efetivo depende do trabalho articulado em rede.

sábado, 23 de maio de 2026

ROTAS DA EQUIDADE!


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Na segunda-feira, 18 de maio de 2026, Brasília deixou de ser apenas a capital política do Brasil para se transformar, aos meus olhos, em um território de esperança educacional. Ao lado da colega Ednalva Kretli, participei do Seminário “Rotas da Equidade”, um encontro promovido pelo Ministério da Educação que nos convidou a olhar para as desigualdades não como números frios, mas como feridas históricas que ainda atravessam as salas de aula brasileiras.

A palestra conduzida por Zara Figueiredo foi profunda, sensível e inquietante. Ela apresentou dados que revelam que não existe qualidade sem equidade: quanto maior a desigualdade de aprendizagem, menor a renda e menores as oportunidades de vida.

Mais do que diagnósticos, o encontro trouxe caminhos concretos. Foram debatidas políticas como o VAAR/FUNDEB, formações continuadas para professores, protocolos de enfrentamento a desigualdade de aprendizagem e programas nacionais voltados à Educação para as Relações Étnico-Raciais.

Saí de Brasília convencido de que educar é também reparar injustiças históricas. A equidade não pode ser um discurso bonito nos documentos oficiais; ela precisa chegar à gestão, à escola e ao coração da prática pedagógica. Talvez seja exatamente aí que começa a verdadeira transformação da Educação.

CRONOGRAMA – EDUCAÇÃO PATRIMONIAL “ROTA BAHIA MINAS”.

A valorização da memória, da cultura ferroviária e da identidade regional ganhará novos trilhos na educação de Carlos Chagas. Na manhã da última sexta-feira, 22 de maio de 2026, às 8 horas, representantes da Secretaria Municipal de Educação participaram de uma importante reunião na sede da Agência do SEBRAE, em Nanuque, para alinhamento do projeto de Educação Patrimonial “Rota Bahia Minas”.

Participaram do encontro o Secretário Municipal de Educação, Deodato Gomes Costa, Edson Quilombola, o diretor Leonardo, da Escola Municipal Dr. Manoel Esteves Otoni, a diretora Zaida, da Escola Municipal São José, além do motorista Paulo, que acompanhou a equipe durante a viagem institucional. A reunião foi conduzida por Gabrielly, representante do SEBRAE, que apresentou oficialmente o cronograma da formação que será ministrada pelo consultor Daniel Andrade.

A proposta integra educação, patrimônio histórico e pertencimento cultural, levando para dentro das escolas reflexões sobre a antiga Estrada de Ferro Bahia e Minas, símbolo marcante da história e do desenvolvimento dos Vales do Mucuri e Jequitinhonha. O projeto busca despertar nos estudantes e professores a consciência sobre a preservação da memória coletiva, fortalecendo vínculos entre escola, comunidade e território.

O cronograma contempla formações presenciais, atividades remotas e ações práticas envolvendo estudantes e comunidade escolar nas localidades de Carlos Chagas, Francisco Sá e Presidente Pena. Em Carlos Chagas, as atividades acontecerão na Escola Municipal Dr. Manoel Esteves Otoni; em Francisco Sá, na Escola Municipal José Joaquim de Amorim; e em Presidente Pena, na Escola Municipal Sítio do Picapau Amarelo.

Cada unidade escolar contará com 12 horas de formação presencial para professores, 4 horas de atividades online/remotas e momentos pedagógicos com estudantes, culminando em apresentações finais abertas à comunidade. As etapas presenciais ocorrerão diretamente nas escolas, enquanto as formações remotas serão conduzidas virtualmente pelo consultor Daniel Andrade.

Mais do que um curso, a iniciativa representa um reencontro com as raízes culturais da região. Ao transformar a história da Bahia Minas em instrumento pedagógico, o projeto reafirma que educar também é preservar memórias, reconhecer identidades e ensinar as novas gerações a valorizarem o patrimônio histórico que ajudou a construir a trajetória dos povos do Vale do Mucuri.

A expectativa é que as apresentações finais, previstas para outubro, mobilizem estudantes, famílias e comunidades em torno de uma grande celebração da cultura regional e da memória ferroviária que ainda vive no imaginário e na história do povo mineiro.

CRONOGRAMA – EDUCAÇÃO PATRIMONIAL “ROTA BAHIA MINAS”

Consultor SEBRAE: Daniel Andrade

A seguir, apresentamos o cronograma organizado por localidade e escola, facilitando o acompanhamento pelos Diretores Escolares quanto às etapas, público-alvo, carga horária e formato das atividades.


Escola Municipal Dr. Manoel Esteves Otoni

Data

Etapa

Público

Quantidade

Turno

Modalidade

Carga Horária

09/06/2026

Etapa 1 – Itens 1 e 2

Professores

4

Tarde

Presencial

4h

02/07/2026

Etapa 1 – Itens 3 e 4

Professores

4

Tarde

Presencial

4h

10/08/2026

Etapa 2

Estudantes

2 turmas

Manhã

Presencial

2h

21/08/2026

Etapa 4

Professores

2

Tarde

Online/Remoto

2h

27/08/2026

Etapa 4

Professores

2

Manhã

Online/Remoto

2h

07/10/2026

Etapa 6 – Apresentação Final

Estudantes + Comunidade

4

Tarde

Presencial

4h

🔹 Resumo Geral – Carlos Chagas

  • Formação de Professores: 12 horas
  • Atividades com Estudantes: 2 horas
  • Formação Online/Remota: 4 horas
  • Apresentação Final/Comunidade: 4 horas

📍 FRANCISCO SÁ

Escola Municipal José Joaquim de Amorim

Data

Etapa

Público

Quantidade

Turno

Modalidade

Carga Horária

10/06/2026

Etapa 1 – Itens 1 e 2

Professores

4

Manhã

Presencial

4h

03/07/2026

Etapa 1 – Itens 3 e 4

Professores

4

Manhã

Presencial

4h

11/08/2026

Etapa 2

Estudantes

2 turmas

Tarde

Presencial

2h

21/08/2026

Etapa 4

Professores

2

Manhã

Online/Remoto

2h

27/08/2026

Etapa 4

Professores

2

Tarde

Online/Remoto

2h

08/10/2026

Etapa 6 – Apresentação Final

Estudantes + Comunidade

4

Manhã

Presencial

4h

🔹 Resumo Geral – Francisco Sá

  • Formação de Professores: 12 horas
  • Atividades com Estudantes: 2 horas
  • Formação Online/Remota: 4 horas
  • Apresentação Final/Comunidade: 4 horas

 PRESIDENTE PENA

Escola Municipal Sítio do Picapau Amarelo

Data

Etapa

Público

Quantidade

Turno

Modalidade

Carga Horária

10/06/2026

Etapa 1 – Itens 1 e 2

Professores

4

Tarde

Presencial

4h

03/07/2026

Etapa 1 – Itens 3 e 4

Professores

4

Tarde

Presencial

4h

11/08/2026

Etapa 2

Estudantes

2 turmas

Manhã

Presencial

2h

21/08/2026

Etapa 4

Professores

2

Manhã

Online/Remoto

2h

27/08/2026

Etapa 4

Professores

2

Tarde

Online/Remoto

2h

08/10/2026

Etapa 6 – Apresentação Final

Estudantes + Comunidade

4

Tarde

Presencial

4h

🔹 Resumo Geral – Presidente Pena

  • Formação de Professores: 12 horas
  • Atividades com Estudantes: 2 horas
  • Formação Online/Remota: 4 horas
  • Apresentação Final/Comunidade: 4 horas

📌 Observações Importantes

  • As etapas presenciais ocorrerão diretamente nas unidades escolares.
  • As atividades online/remotas serão conduzidas pelo consultor do SEBRAE, Daniel Andrade.
  • A Etapa 6 corresponde à culminância do projeto, envolvendo estudantes e comunidade escolar.
  • Solicita-se aos Diretores ampla divulgação do cronograma junto às  suas equipes escolares
  • Nomeação dos 4 professores que participarão diretamente e das duas turmas de estudantes, deixando todos cientes da importância da participação.