Bullying

sábado, 7 de março de 2026

Câmara Municipal de Carlos Chagas promove palestra sobre a luta das mulheres e o enfrentamento à violência de gênero!

                      Palestrante: Profª Dra. Denise Ziviani
                         IFMG – Campus Ouro Preto

Câmara Municipal de Carlos Chagas promove palestra sobre a luta das mulheres e o enfrentamento à violência de gênero

Na noite do dia 06 de março de 2026, a Câmara Municipal de Carlos Chagas realizou a palestra de abertura do Ciclo de Debates “Câmara Aberta – Vozes Ativas”, com o tema “Luta das Mulheres e Combate à Violência de Gênero”. A conferência foi ministrada pela Professora Dra. Denise Conceição das Graças Ziviani, do Instituto Federal de Minas Gerais – Campus Ouro Preto (IFMG).

O evento ocorreu às 19 horas e atendeu ao convite do Presidente da Câmara Municipal, vereador Márcio Júnior, em uma iniciativa que nasceu a partir de uma proposta apresentada pela professora Helen, posteriormente acolhida e organizada pelo Legislativo municipal como parte das atividades do Março das Mulheres

O evento contou com a presença dos alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA), do presidente da Câmara Municipal, Márcio Júnior, que atuou como anfitrião da noite, e das vereadoras Giovanna e Yoko, que acolheram o público com atenção e carinho, distribuindo lembranças às mulheres presentes.

A história da luta das mulheres

Logo no início da palestra, a professora Denise Ziviani apresentou um panorama histórico da luta feminina por direitos. Ela destacou que, desde o início do século XX, mulheres organizadas em movimentos sociais passaram a reivindicar participação política, acesso à educação, autonomia profissional e igualdade de direitos.

Entre os marcos históricos lembrados, foram citados acontecimentos importantes como as mobilizações femininas no início do século passado e a criação do Dia Internacional da Mulher, consolidado a partir das manifestações de trabalhadoras. A professora também destacou que, no Brasil, o direito ao voto feminino foi conquistado em 1932, tornando-se obrigatório apenas em 1946.

Segundo a palestrante, a chamada segunda onda do feminismo, a partir da década de 1960, ampliou o debate sobre autonomia feminina, igualdade nas relações pessoais e melhores condições de trabalho para as mulheres.

Dados preocupantes da violência contra mulheres

Durante a apresentação, a professora trouxe dados que evidenciam a gravidade da violência de gênero. Segundo números apresentados na palestra, 1.463 mulheres foram assassinadas no Brasil em 2024, enquanto em 2025 foram registradas 1.568 mortes, uma média de quatro mulheres assassinadas por dia.

Outro dado alarmante refere-se às agressões: mais de 86 mil casos de violência contra mulheres foram registrados apenas entre janeiro e julho de 2025. No cenário mundial, estima-se que cerca de 50 mil mulheres sejam mortas por ano, o que reforça a urgência de políticas de prevenção e proteção.

A professora também destacou que mulheres negras são as que mais denunciam e também as que mais sofrem violência, evidenciando a necessidade de políticas públicas que considerem desigualdades sociais e raciais.

Compreendendo o conceito de gênero

Na parte teórica da palestra, a professora trouxe reflexões baseadas em autoras e pesquisadores que estudam as relações de gênero. Um dos destaques foi a filósofa Simone de Beauvoir, autora da frase clássica: “Não se nasce mulher, torna-se mulher”, indicando que muitos papéis atribuídos às mulheres são construções sociais.

A pesquisadora Joan Scott também foi mencionada para explicar que o gênero é um campo de relações de poder, no qual os papéis de homens e mulheres foram historicamente definidos e naturalizados pela cultura.

Nesse contexto, foi discutido o conceito de patriarcado, entendido como um sistema social em que os homens ocupam posição central na organização da sociedade, exercendo autoridade sobre mulheres e filhos, estrutura que ainda influencia comportamentos e relações sociais.

Políticas públicas de enfrentamento

A professora Denise também apresentou avanços institucionais no combate à violência de gênero. Entre os marcos citados estão:

  • Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), que afirma a igualdade de dignidade e direitos entre todos os seres humanos;

  • Criação das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM) em 1985;

  • Criação do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher;

  • Primeiras Casas-Abrigo para mulheres em risco de morte, instituídas em 1986;

  • A Constituição Federal de 1988, que consolidou direitos fundamentais e reforçou a igualdade jurídica entre homens e mulheres.

A importância da rede de proteção

Encerrando a exposição, a palestrante ressaltou que o enfrentamento da violência contra a mulher depende da atuação integrada de uma rede de proteção e atendimento, composta por diferentes instituições.

Entre os serviços que compõem essa rede estão hospitais, unidades de atenção básica, programas de saúde da família, delegacias, polícias, Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), Centros Especializados (CREAS), promotorias e defensorias públicas.

Segundo Denise Ziviani, o fortalecimento dessa rede é fundamental para garantir acolhimento, proteção e justiça às mulheres vítimas de violência.

Debate necessário para a sociedade

A realização da palestra foi destacada como um momento importante de formação cidadã e reflexão social, sobretudo no contexto do mês dedicado às mulheres.

A iniciativa da Câmara Municipal, em parceria com educadores, reforça a importância de ampliar o debate público sobre igualdade de gênero, respeito e combate a todas as formas de violência.

Ao final do encontro, ficou evidente que educação, políticas públicas e mobilização social são caminhos essenciais para transformar realidades e construir uma sociedade mais justa e igualitária para mulheres e homens.

A Educação marcou presença!

quinta-feira, 5 de março de 2026

🌸 MARÇO DAS MULHERES 2026


🌸 MARÇO DAS MULHERES 2026

I Ciclo de Debates da Câmara Municipal de Carlos Chagas-Câmara Aberta, Vozes Ativas

👩‍🏫 Mulher educadora: quem forma gerações também precisa de espaços de reflexão, escuta e fortalecimento.

Neste mês de março, a Câmara Municipal de Carlos Chagas abre suas portas para um importante Ciclo de Debates sobre direitos das mulheres e enfrentamento da violência de gênero.

Para as profissionais da educação, este momento representa uma oportunidade valiosa de formação cidadã, reflexão pedagógica e fortalecimento do papel social da escola.

A escola é um dos principais espaços de promoção da igualdade, do respeito e da proteção da vida. Por isso, participar desses debates é também ampliar o olhar educativo sobre a realidade das mulheres em nossa sociedade.

📅 PROGRAMAÇÃO

🎤 06 de março – 19h
Palestra de Abertura
“Luta das Mulheres e Combate à Violência de Gênero”
Com Profª Dra. Denise Ziviani
IFMG – Campus Ouro Preto

10 de março – 19h
“Mulheres, Direitos e Justiça: Conversa sobre Proteção e Enfrentamento da Violência”

Com participação de grandes autoridades do sistema de justiça:

  • Dra. Andrea Maiana Silva de Assis – Juíza de Direito

  • Dra. Sheila de Novais Oliveira – Promotora de Justiça

  • Dra. Tayna Cunha do Canto Maia – Delegada de Polícia Civil

📍 Local: Câmara Municipal de Vereadores de Carlos Chagas

📚 SUGESTÃO PEDAGÓGICA PARA AS ESCOLAS

Diretores e equipes pedagógicas podem incorporar a participação no evento como momento formativo dentro da reunião do Módulo II, especialmente no contexto do Mês das Mulheres.

A presença das professoras e profissionais da escola possibilita:

✔ ampliação da consciência sobre direitos das mulheres
✔ fortalecimento da cultura de respeito e equidade nas escolas
✔ subsídios para projetos pedagógicos sobre cidadania e direitos humanos
✔ diálogo entre educação, justiça e comunidade

Participar é também levar para dentro da escola reflexões que ajudam a proteger, orientar e formar nossos estudantes para uma sociedade mais justa.

🌷 Educar também é lutar por dignidade, respeito e igualdade.
Neste mês de março, as vozes das mulheres ecoam mais fortes.

Participe. Convide sua equipe. Leve essa reflexão para sua escola.

📍 Câmara Municipal de Carlos Chagas
Março das Mulheres 2026 – Câmara Aberta, Vozes Ativas

terça-feira, 3 de março de 2026

Comunidade Mais Segura Começa na Escola: estudantes aprendendo a prevenir desastres

 



Uma escola atenta salva vidas

A escola é um lugar onde se aprende muito mais do que conteúdos das disciplinas. É também um espaço onde se formam cidadãos conscientes, capazes de cuidar de si, do outro e da comunidade onde vivem.

Pensando nisso, as escolas estão trabalhando com os estudantes a cartilha “Comunidade Mais Segura – Mudando Hábitos e Reduzindo Riscos de Movimentos de Massa e Inundações”, elaborada pelo Serviço Geológico do Brasil. O material apresenta, de forma simples e educativa, orientações importantes para que crianças e jovens aprendam a identificar situações de risco em seu entorno.

Durante as atividades, os alunos refletem sobre temas como deslizamentos de terra, enchentes, preservação ambiental e atitudes que podem ajudar a prevenir acidentes. Ao observar o território onde vivem, os estudantes desenvolvem um olhar mais atento sobre a realidade da comunidade e compreendem que pequenas ações, como evitar jogar lixo em encostas ou canais de água, podem fazer grande diferença.

Assim, a educação cumpre um papel essencial: formar pessoas capazes de agir com responsabilidade e solidariedade. Afinal, uma escola atenta não apenas ensina — ela também ajuda a salvar vidas.


sábado, 28 de fevereiro de 2026

Diretora do Centro Elir participa de formação do ProLEEI em Teófilo Otoni!

Diretora do Centro Elir participa de formação do ProLEEI em Teófilo Otoni, neste sábado!

A diretora Edna Duarte, do Centro Elir de Educação Infantil, participa hoje, em Teófilo Otoni, de um importante momento formativo do ProLEEI – Programa Leitura e Escrita na Educação Infantil, vinculado ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. A formação acontece das 8h às 17h, totalizando 8 horas de estudos, reflexões e aprofundamentos pedagógicos.

Na edição deste ano, o programa amplia seu alcance: todos os diretores e supervisores devem participar, além dos professores que não estiveram presentes em 2024. Trata-se de uma estratégia que fortalece a liderança pedagógica e consolida a cultura da formação continuada na rede.

Participei de todos os encontros presenciais no ano passado e afirmo: foi um divisor de águas na prática profissional dos professores da educação infantil da rede. Na Educação Infantil, aquilo que para a criança é brincadeira, para o professor é planejamento intencional. O brincar caminha com o cuidar e o educar — dimensões indissociáveis do trabalho pedagógico.

Edna Duarte assumiu mais esse compromisso, mesmo diante das múltiplas responsabilidades do Centro Elir que ela tem. Parece ser uma regra silenciosa: quem mais faz, mais ainda se compromete em fazer pela qualidade da educação.

domingo, 22 de fevereiro de 2026

As 4 Hipóteses da Psicogênese da Língua Escrita (Emília Ferreiro e Ana Teberosky)


As 4 Hipóteses da Psicogênese da Língua Escrita

(Emília Ferreiro e Ana Teberosky)

A Psicogênese da Língua Escrita, desenvolvida por Emília Ferreiro e Ana Teberosky, revolucionou a compreensão sobre alfabetização ao demonstrar que a criança não aprende a escrever por simples repetição ou memorização. Ela constrói hipóteses sobre o funcionamento do sistema de escrita. Esse processo é ativo, cognitivo e progressivo.

A seguir, explico cada uma das quatro hipóteses.

1. Hipótese Pré-Silábica

Nesta fase, a criança ainda não compreende que a escrita representa os sons da fala.

Ela acredita que escrever é produzir marcas gráficas variadas, mas não estabelece correspondência entre letras e fonemas. Pode usar letras aleatórias, números ou até desenhos.

Exemplo:
“BOI” pode ser escrito como “XFG” ou “RTI”.

Dois aspectos são importantes aqui:

  • Quantidade mínima de letras: a criança acredita que uma palavra precisa ter um número mínimo de caracteres para “valer” como escrita.

  • Variedade gráfica: evita repetir letras, pois entende que palavras diferentes precisam ter formas diferentes.

Trata-se de um momento fundamental de elaboração conceitual, ainda pré-fonética.

2. Hipótese Silábica

Aqui ocorre um avanço decisivo: a criança descobre que a escrita representa a fala.

Ela passa a estabelecer uma correspondência entre a escrita e as partes sonoras da palavra — normalmente considerando uma letra para cada sílaba.

Exemplo:
“CAVALO” pode ser escrito como “AO” (uma letra para cada sílaba)
ou “KVO” (já tentando aproximar-se do som).

Nesta fase, podem ocorrer dois tipos de escrita:

  • Sem valor sonoro: a letra não tem relação direta com o som da sílaba.

  • Com valor sonoro: a letra representa, ao menos parcialmente, o som da sílaba.

Surge também o conflito com palavras monossilábicas, pois uma única letra parece insuficiente diante da exigência de quantidade mínima que a criança ainda mantém.

3. Hipótese Silábico-Alfabética

É a fase de transição mais rica e cognitivamente intensa.

A criança começa a perceber que a sílaba pode ser analisada em unidades menores (fonemas). Assim, passa a misturar estratégias:

  • Em algumas partes da palavra, mantém a lógica silábica.

  • Em outras, já representa fonemas individualmente.

Exemplo:
“CAVALO” pode aparecer como “CVLO” ou “KAVAL”.

Aqui ocorre forte instabilidade. A criança já percebe que o modelo anterior é insuficiente, mas ainda não domina plenamente o princípio alfabético.

É um período breve, mas crucial para a consolidação da alfabetização.

4. Hipótese Alfabética

Nesta etapa, a criança compreende o princípio alfabético: cada fonema corresponde a uma letra ou grupo de letras.

Agora ela representa as unidades sonoras de forma sistemática.

Pode ainda apresentar erros ortográficos, como:

“KAVALO” em vez de “CAVALO”.

Esses erros não indicam retrocesso, mas sim avanço. A criança já compreendeu o funcionamento do sistema; o que está em construção agora é a ortografia convencional.

Aqui se inicia, de fato, o trabalho ortográfico sistematizado.

Considerações Pedagógicas

Compreender essas hipóteses transforma a prática docente. O erro deixa de ser visto como falha e passa a ser entendido como evidência de pensamento.

Avaliar a escrita infantil exige observar:

  • Que hipótese a criança está formulando;

  • Que conflitos cognitivos já superou;

  • Que desafios precisam ser propostos para avançar.

Alfabetizar, portanto, não é treinar cópias, mas criar situações didáticas que provoquem reflexão sobre o sistema de escrita.

A psicogênese nos ensina algo essencial:
a criança não é um recipiente vazio — ela é sujeito que pensa, formula, testa e reconstrói saberes.

E é nesse processo que nasce a verdadeira alfabetização.

📢 CONVITE ESPECIAL AOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO DE CARLOS CHAGAS!


📢 CONVITE ESPECIAL AOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO DE CARLOS CHAGAS

A educação vai além dos muros da escola. Ela dialoga com a cultura, com a inclusão social e com as oportunidades que transformam vidas. Por isso, convidamos todos os profissionais da Rede Municipal de Educação a marcarem presença em dois importantes eventos promovidos pela Secretaria Municipal de Cultura, Lazer e Turismo.

1º Evento – Programa Jovem do Futuro
📅 24 de fevereiro de 2026
🕖 19h00
📍 Auditório Cultural Sebastião Soares Barbalho – 3º piso da Biblioteca Pública Tancredo Neves

Conforme Expediente-Circular nº 004/2026 , será realizado o Ato Solene de Assinatura do Termo de Compromisso do Programa Jovem do Futuro-(Guarda Mirim), iniciativa que fortalece a formação cidadã, a inclusão produtiva e o desenvolvimento social de adolescentes do nosso município. 

Obs:Confirme presença pelo Whatsaap: 3399936-0448

2º Evento – Encerramento do Projeto Trajeto Moda
📅 25 de fevereiro de 2026
🕘 09h00
📍 Auditório Cultural Sebastião Soares Barbalho – 3º piso da Biblioteca Pública Tancredo Neves
Obs:Confirme presença pelo whatsaap: 3399968-4508

De acordo com o Expediente-Circular nº 006/2026 , o evento celebra o encerramento do Projeto Trajeto Moda, ação que promove conhecimento, criatividade e valorização do talento local.

💡 A presença dos educadores é estratégica. Somos protagonistas na formação da juventude e parceiros fundamentais nas políticas públicas que integram educação, cultura e cidadania.

Contamos com você para fortalecer, juntos, o futuro de Carlos Chagas.

sábado, 21 de fevereiro de 2026

🍎 Governo atualiza valores do PNAE e redefine repasses para alimentação escolar

 

🍎 Governo atualiza valores do PNAE e redefine repasses para alimentação escolar

O Ministério da Educação, por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), publicou no Diário Oficial da União de 19 de fevereiro de 2026 a Resolução CD/FNDE nº 1, que altera a Resolução CD/FNDE nº 6 e redefine os valores per capita do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

A medida atualiza os repasses federais destinados à alimentação dos estudantes da educação básica em todo o país. Confira os novos valores por aluno/dia:

  • R$ 0,57 – Ensino Fundamental, Ensino Médio e EJA;

  • R$ 0,82 – Pré-escola (exceto áreas indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais);

  • R$ 0,98 – Escolas situadas em áreas indígenas, quilombolas e demais comunidades tradicionais;

  • R$ 1,57 – Escolas de tempo integral (mínimo de 7 horas diárias);

  • R$ 1,57 – Creches, inclusive em áreas indígenas e quilombolas;

  • R$ 0,78 – Estudantes que frequentam o AEE no contraturno;

  • R$ 2,93 – Valor total para alunos do Programa de Fomento ao Ensino Médio em Tempo Integral.

Além da atualização dos valores, a norma revoga a Resolução nº 2/2023 e o inciso III do art. 47 da resolução anterior.

Impacto para as redes municipais

A alteração tem impacto direto no planejamento financeiro das secretarias de educação, especialmente na organização dos cardápios, contratos com fornecedores e aquisição da agricultura familiar — eixo estruturante do PNAE.

Embora os valores representem atualização, o desafio permanece: garantir alimentação equilibrada, adequada e culturalmente respeitosa dentro do orçamento disponível. Em municípios de pequeno e médio porte, a gestão eficiente dos recursos continuará sendo determinante para assegurar qualidade nutricional e cumprimento das diretrizes legais.

A resolução já está em vigor e orienta os repasses federais a partir de sua publicação.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

"Rasgar o coração, e não as vestes." (Jl 2,13) 📖

Hoje, às 9 horas, enquanto acompanhava a Santa Missa de Aparecida, as palavras do profeta Joel ecoaram de forma diferente em meu peito: "Rasgai o coração, e não as vestes".

Fiquei pensando na facilidade com que nos prendemos ao exterior, às aparências e às formalidades da fé. Muitas vezes, gastamos energia "rasgando as vestes" — nos preocupando com o que os outros veem — enquanto o nosso interior permanece intacto, blindado, intocado.

Quaresma: o tempo de trocar o rasgar das vestes pelo abrir do coração, para que, na nudez da nossa verdade, Deus possa reconstruir em nós um espírito decidido.

Para mim, essa "nudez da verdade" é o momento em que paramos de dar desculpas para Deus. É quando deixamos de lado as justificativas e apresentamos a Ele exatamente o que somos: pó, fragilidade, mas também saudade de Infinito. Rasgar o coração dói porque exige honestidade. Exige romper com o orgulho que nos faz parecer autossuficientes.

Mas o consolo é imediato: o Senhor é benigno e compassivo. Ele não quer o nosso sacrifício vazio; Ele quer a nossa volta para casa. Ao abrirmos essa fenda no coração, permitimos que Ele reconstrua em nós não apenas um hábito religioso, mas um espírito firme e decidido a amar.

Nesta Quarta-feira de Cinzas, a liturgia me lembrou que o essencial acontece no "escondido", onde apenas o olhar do Pai alcança.

Uma provocação que levo comigo e compartilho com vocês: Frequentemente buscamos sacrifícios externos extraordinários, mas, diante de um Deus que lê o que está oculto, o que seria praticar uma verdadeira e grande penitência? Seria domar a língua? Renunciar ao julgamento apressado? Ou talvez a maior das penitências: a humildade de se reconhecer necessitado de misericórdia?

Uma santa e abençoada jornada quaresmal a todos nós! 🙏✨


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

A Coleção Prosinha – Educação Infantil

A Coleção Prosinha – Educação Infantil

Organização, intencionalidade e compromisso com o desenvolvimento integral

Na Educação Infantil, nada pode ser improvisado. Cada gesto, cada proposta, cada atividade precisa carregar intencionalidade pedagógica. É com esse olhar — de gestor e educador — que observo a estrutura da Coleção Prosinha – Educação Infantil.

Não se trata apenas de um conjunto de fichas. Trata-se de uma organização curricular pensada para dar sentido ao trabalho pedagógico e garantir que as experiências vividas pelas crianças estejam alinhadas ao que preconiza a BNCC e às necessidades reais do desenvolvimento infantil.


📚 Organização em níveis: progressão com coerência

A coleção está estruturada em três níveis (1, 2 e 3), correspondendo aos anos da Educação Infantil.

Cada nível é dividido em duas partes, e cada parte contempla quatro unidades temáticas, que estamos reorganizando em três. Essa organização não é casual: ela assegura progressão, continuidade e sistematização das aprendizagens ao longo do ano.

Como gestor, compreendo que essa clareza estrutural é fundamental para evitar improvisações e garantir equidade pedagógica entre as turmas da rede.


🟠 A arquitetura de cada unidade

Cada unidade da coleção segue uma sequência didática organizada e intencional.

1️⃣ Abertura de unidade: o ponto de partida é a escuta

Toda unidade começa com uma imagem provocadora. Essa imagem não está ali por acaso. Ela tem a função de:

  • Levantar conhecimentos prévios;

  • Estimular hipóteses;

  • Provocar diálogo;

  • Valorizar a fala da criança.

Aqui está um princípio que defendo: a aprendizagem começa quando a criança é ouvida.


2️⃣ Fichas de atividade: organização a serviço da aprendizagem

As fichas organizam o trabalho docente e oferecem propostas que envolvem:

  • Textos;

  • Pinturas;

  • Fotografias;

  • Desenhos;

  • Situações-problema.

Elas incentivam a criança a refletir, conversar, criar soluções e enfrentar desafios. Não são tarefas mecânicas; são experiências de aprendizagem mediadas.

Os ícones orientadores facilitam o trabalho do professor e dão autonomia à criança para reconhecer o que está sendo proposto.


3️⃣ O verso da ficha: a intencionalidade explícita

No verso das fichas encontramos algo que considero essencial: a explicitação dos objetivos.

Ali estão indicados:

  • Os campos de experiência;

  • Os objetivos de aprendizagem e desenvolvimento;

  • A relação direta com a BNCC;

  • Sugestões de ampliação;

  • Indicação de materiais de apoio.

Isso fortalece a prática docente e evita que a atividade seja executada sem compreensão de seu propósito formativo.

Planejamento sem fundamentação é improviso. A Prosinha deixa claro o “porquê” de cada proposta.


🔸 Seções estratégicas da unidade

A coleção também apresenta momentos pedagógicos que valorizo muito:

✋ Mãos à obra

Atividades práticas e contextualizadas, nas quais a criança produz algo significativo. Aqui, aprender é fazer.

🟢 Para encerrar

Momento de culminância da unidade. É a oportunidade de sistematizar, representar e comunicar o que foi construído.

✂ Destacáveis e adesivos

Recursos lúdicos que ampliam as possibilidades de interação e tornam o aprendizado mais significativo.


🟣 Material de apoio: o professor não está sozinho

A coleção oferece suporte pedagógico consistente:

  • Cartazes temáticos;

  • Alfabeto para exposição em sala;

  • Material digital para diálogo com a família;

  • Áudios com canções brasileiras;

  • Orientações para trabalho com músicas da tradição oral.

Valorizo muito esse diálogo com as famílias. Educação Infantil não se faz isoladamente. Ela exige parceria, presença e corresponsabilidade.


📖 Fundamentação teórica consistente

A bibliografia apresentada revela a base que sustenta a proposta:

Piaget, Sônia Kramer, Constance Kamii, Tizuko Kishimoto, Zabala, Emília Ferreiro, Craidy, Kaercher, entre outros.

Isso demonstra que estamos diante de uma coleção que dialoga com as principais correntes da Educação Infantil contemporânea.


🎯 O que vejo como gestor

Ao analisar a estrutura da Coleção Prosinha, percebo três pontos fundamentais:

✔ Organização curricular clara
✔ Progressão das aprendizagens
✔ Fundamentação teórica consistente

Mas, acima de tudo, vejo a possibilidade de garantir às nossas crianças experiências significativas.

Na Educação Infantil, o que está em jogo não é apenas o cumprimento de atividades. Está em jogo a construção da identidade, da linguagem, do pensamento e da convivência.

Se há algo que acredito profundamente é que a qualidade da educação começa nos primeiros anos. E qualidade se constrói com planejamento, intencionalidade e compromisso.

Seguimos firmes, porque nossas crianças merecem o melhor.

Deodato Gomes Costa
Secretário Municipal de Educação
Carlos Chagas – MG

sábado, 14 de fevereiro de 2026

🌻 Histórias que inspiram a nossa Educação! Gosto de contar Histórias assim!


🌻 Histórias que inspiram a nossa Educação! Gosto de contar Histórias assim!


No dia 04 de fevereiro, tomou exercício na Escola Municipal Oscar João Kretli a professora Nelcira de Vette Oliveira Soares, agora oficialmente no cargo de Professora de Educação Básica.

Entre mais de 40 cantineiras da rede municipal, Nelcira decidiu ir além. Fez Pedagogia, estudou, se dedicou ao concurso da Prefeitura e conquistou uma excelente colocação. Não foi acaso. Foi esforço, disciplina e propósito.

Hoje, ela dá um grande passo em sua trajetória.

Os alunos não terão mais o seu tempero especial na merenda, mas terão algo igualmente essencial: o seu empenho pela aprendizagem, o cuidado pedagógico, a dedicação de quem sabe que educar também é nutrir — só que agora, nutrindo saberes.

Nelcira, meus parabéns! 👏
Você já provou sua competência. Tenho plena convicção de que suas crianças estarão muito bem assistidas, acolhidas e orientadas por você.

Seja bem-vinda à docência!
A Educação de Carlos Chagas se fortalece com histórias como a sua. 🌟📚
Nelcira era cantineira na Escola de Francisco Sá!

🏆 PROFESSOR(A), AGORA É A SUA VEZ DE ENTRAR NA OLIMPÍADA!



🏆 PROFESSOR(A), AGORA É A SUA VEZ DE ENTRAR NA OLIMPÍADA!

Você ensina Matemática para o 1º ao 5º ano?
Então este chamado é direto para você.

Chegou a 1ª Olimpíada de Professores da OBMEP Mirim, criada pelo IMPA especialmente para valorizar o seu protagonismo na formação do raciocínio lógico e da criatividade dos seus alunos .

Esta não é apenas uma prova.
É reconhecimento.
É crescimento profissional.
É fortalecimento da sua prática pedagógica.

🚀 Por que participar?

Porque você:
✔ Aprimora suas habilidades em questões de natureza olímpica;
✔ Amplia sua segurança no ensino da Matemática;
✔ Estimula seus alunos a irem mais longe;
✔ Fortalece a cultura matemática na sua escola .

Você já transforma vidas todos os dias.
Agora é hora de transformar também sua trajetória profissional.


📅 ATENÇÃO AO PRAZO!

🟢 Período de inscrição: 04 de maio a 29 de maio de 2026.
Não deixe para a última hora .

🖥️ Inscreva-se agora:

👉 https://professores.olimpiadamirim.obmep.org.br


Professor(a), sua sala de aula já é um laboratório de descobertas.
Agora é o momento de mostrar que quem ensina também compete, aprende, evolui.

Desafie-se.
Inscreva-se.
Participe.

A Olimpíada começa quando você decide aceitar o desafio.

🎨 CONCURSO DE DESENHO “CORES DE MINAS” – 2ª EDIÇÃO

🎨 CONCURSO DE DESENHO “CORES DE MINAS” – 2ª EDIÇÃO

Diretor(a),

Toda escola tem talentos que ainda não foram revelados por completo.
Em cada sala de aula existe aquele aluno que desenha no canto do caderno, que transforma ideias em traços, que enxerga o mundo com cores próprias.

Agora é hora de dar visibilidade a esses talentos.

A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais lançou a 2ª edição do Concurso de Desenho “Cores de Minas”, que vai selecionar produções estudantis para ilustrar capas de materiais didáticos e campanhas institucionais da rede pública .

Isso significa que o desenho de um aluno da sua escola pode circular por todo o estado, estampando materiais oficiais e representando a educação mineira.

📌 Quem pode participar?

  • Estudantes da rede estadual.

  • Estudantes das redes municipais (Anos Iniciais) na categoria “Aprendizagem” .

🖌 Categorias inspiradoras

São 14 temas, entre eles:

  • Aprendizagem

  • Projeto de vida

  • Protagonismo juvenil

  • Sustentabilidade

  • Patrimônio cultural de MG

  • Educação especial

  • Socioemocional

  • Rotina escolar
    e outros .

🌟 Por que sua escola deve participar?

Porque:

  • Valoriza o talento artístico dos estudantes.

  • Desenvolve criatividade, autoestima e protagonismo.

  • Estimula o pensamento simbólico e a expressão de ideias.

  • Dá ao aluno a experiência concreta de ver sua arte ganhar o mundo.

Diretor(a), mobilize seus professores.
Peça que observem os alunos que gostam de desenhar.
Aqueles que se destacam nas atividades artísticas.
Aqueles que traduzem sentimentos em imagens.

Selecione, incentive, organize.

O desenho deve ser feito em folha A4 branca, na vertical, e cada estudante pode concorrer com apenas uma obra .

A inscrição é gratuita e realizada via formulário eletrônico, sob responsabilidade da gestão escolar .

🎯 Não deixe o talento da sua escola ficar escondido.

Descubra. Incentive. Inscreva.
Porque cada traço pode contar uma história.
E a próxima capa pode nascer da sua escola.

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas pela gestão escolar, mediante preenchimento do formulário eletrônico disponível em: bit.ly/CoresdeMinas2 . O edital completo, com todas as orientações, critérios e anexos, pode ser consultado no documento oficial da SEE/MG: EDITAL Nº 002 – GAB/SEE, de 12 de fevereiro de 2026 .

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Prefeitura confirma entrega de kits, uniformes e tênis

Era início de ano letivo quando a mensagem chegou pelo WhatsApp. Simples, direta e sincera:

“Deodato, boa tarde… você tem previsão de entrega dos materiais? Porque os professores estão cobrando… se não tiver previsão eu vou comprar.”

A pergunta de uma mãe traduzia a ansiedade de muitas outras famílias. E a ansiedade é compreensível. Quando o assunto é educação dos filhos, ninguém quer errar.

A resposta, no entanto, é clara.

Em 2026, a gestão do Prefeito Nanayoski está investindo mais de R$ 560 mil reais para garantir que todos os alunos da Rede Municipal de Educação recebam, sem exceção:

📘 Kit escolar completo, adequado ao ano de escolaridade e à faixa etária.
👕 Uniforme – três blusas para cada estudante.
👟 Tênis escolar.

Não se trata de promessa. É compromisso já assumido e em fase final de organização.

São mais de 10 mil itens, separados por escola e por aluno. Um trabalho logístico cuidadoso, que exige conferência, organização e responsabilidade. A previsão é que a entrega aconteça, no mais tardar, na semana após o Carnaval. Em grande parte das escolas, o próprio Prefeito fará a entrega.

Até lá, a orientação é simples: enviem as crianças com o caderno que sobrou do ano passado, para que as atividades sigam normalmente neste início.

Às famílias, o pedido é feito com respeito: aguardem mais um pouco antes de comprar material. O kit é completo e pensado pedagogicamente. Isso significa economia real — não será necessário comprar material escolar, uniforme nem tênis.

A ansiedade é legítima. A preocupação é justa. E a parceria das famílias, como sempre, é fundamental.

Educar também é cuidar. E cuidar, neste momento, é garantir igualdade, dignidade e tranquilidade para todos.

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Clima escolar: quando a palavra constrói ou destrói o chão da escola!

Clima escolar: quando a palavra constrói ou destrói o chão da escola.

Toda escola possui um indicador invisível, mas profundamente sentido por quem nela vive: o clima escolar.
Ele não se mede apenas por paredes pintadas, projetos bem escritos ou horários cumpridos. O clima escolar é feito, sobretudo, de palavras, gestos, olhares e silêncios. É o conjunto de percepções, sentimentos e experiências de alunos, professores, gestores e funcionários sobre o ambiente em que convivem diariamente.

Um clima escolar saudável se expressa quando as pessoas se sentem seguras, respeitadas, pertencentes e valorizadas. Quando há relações interpessoais baseadas no diálogo, normas claras e justas, organização e confiança mútua. E isso não é detalhe: um clima positivo impacta diretamente a aprendizagem, a motivação, o engajamento e o desenvolvimento socioemocional dos estudantes.

É nesse ponto que a reportagem “A ciência da fofoca: por que gostamos tanto de falar da vida alheia?” nos provoca a refletir sobre algo muito presente no cotidiano escolar: a fofoca e os boatos .

A ciência nos mostra que a fofoca é um comportamento humano antigo, universal, ligado à vida em grupo. Evoluímos trocando informações sobre os outros para nos proteger, criar vínculos e regular comportamentos. O problema nunca foi a existência da fofoca em si, mas o uso que fazemos dela.

No ambiente escolar, quando a fofoca se transforma em boato, ela deixa de ser troca de informação e passa a ser ruído, veneno e desagregação. Boatos nascem de informações incompletas, distorcidas ou mal-intencionadas. Ganham corpo nos corredores, nas salas dos professores, nos grupos de mensagens, e rapidamente alteram o clima da escola.

A fofoca mal conduzida gera insegurança emocional, rompe vínculos, cria desconfiança, fragiliza equipes e desloca o foco do que realmente importa: o processo de ensino-aprendizagem. Professores passam a trabalhar na defensiva, gestores gastam energia apagando incêndios, alunos percebem o ambiente tenso — e aprendem, silenciosamente, que a palavra pode ferir mais do que educar.

A reportagem lembra que boatos funcionam como doenças contagiosas: se encontram um ambiente fragilizado, se espalham com rapidez e causam danos profundos. E a escola, que deveria ser espaço de cuidado, diálogo e formação humana, pode se tornar terreno fértil para conflitos desnecessários .

Por outro lado, a mesma ciência aponta um caminho possível e educativo: reorientar a palavra. Não se trata de silenciar as pessoas, mas de qualificar as conversas. De transformar o impulso de falar em responsabilidade de cuidar.

No contexto escolar, isso significa perguntar antes de falar:

  • Essa informação contribui para o bem coletivo?

  • Ajuda a proteger alguém ou apenas expõe?

  • Resolve um problema ou apenas o amplia?

  • Estou disposto a falar isso diretamente com quem é citado?

Cuidar do clima escolar é, antes de tudo, cuidar da ética da palavra. É compreender que cada comentário, cada cochicho e cada mensagem enviada constrói — ou corrói — o ambiente em que ensinamos e aprendemos.

Se queremos escolas acolhedoras, seguras e comprometidas com a aprendizagem, precisamos assumir que a palavra do educador educa sempre, mesmo fora da sala de aula. Educa quando promove diálogo, empatia e justiça. E também educa — negativamente — quando espalha boatos, alimenta desconfianças e normaliza a desagregação.

Que possamos, como comunidade escolar, transformar a fofoca em escuta responsável, o boato em diálogo franco, e a palavra solta em palavra que cuida. Porque o clima escolar não se constrói com discursos prontos, mas com escolhas diárias sobre como falamos uns dos outros.

Cuidar do clima da escola é cuidar das pessoas.
E cuidar das pessoas começa, sempre, pela forma como usamos a palavra.

Prof.Me.Deodato Gomes Costa
@professordeodatogomes

Perguntas para abrir e sustentar o debate na reunião pedagógica:

  1. De que forma as conversas que circulam na nossa escola hoje fortalecem ou enfraquecem o clima escolar?

  2. Quando falamos de alguém que não está presente, estamos ajudando a cuidar da escola ou contribuindo para a sua fragilização?

  3. Se os alunos aprendessem a usar a palavra observando nossas atitudes, que tipo de exemplo estaríamos deixando?

Referências

MOURÃO, Manuela. A ciência da fofoca: por que gostamos tanto de falar da vida alheia? Superinteressante, São Paulo, 19 dez. 2025. Disponível em: https://super.abril.com.br. Acesso em: 08 fev. 2026.

CHARLOT, Bernard. A escola como ambiente humano. Porto Alegre: Artmed, 2013.