Bullying

domingo, 10 de maio de 2026


A universidade pode estar mais perto do que muitos jovens de Carlos Chagas imaginam. E talvez esta seja uma das notícias mais importante que um estudante do Ensino Médio poderá ler neste ano.

A Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), instituição pública, gratuita e reconhecida pela qualidade acadêmica, oferece dezenas de cursos superiores em diversas áreas do conhecimento e mantém uma das formas de ingresso mais inteligentes e acessíveis para os estudantes da rede pública: o SASI — Seleção Seriada.

O SASI funciona como um vestibular realizado em três etapas, acompanhando o estudante durante todo o Ensino Médio. Na 1ª etapa, o aluno realiza prova com conteúdos do 1º ano. Na 2ª etapa, os conteúdos do 2º ano. Já na 3ª etapa, utiliza-se a nota do ENEM, somando-se os resultados das fases anteriores.

Isso significa algo extremamente importante: o estudante não precisa apostar todo o seu futuro em uma única prova.

E há outro detalhe que merece atenção dos jovens de Carlos Chagas: 50% das vagas do primeiro semestre da UFVJM são destinadas ao SASI. Além disso, o estudante ainda pode disputar vaga pelo SISU utilizando a nota do ENEM, tendo duas oportunidades reais de ingresso na universidade pública.

A UFVJM oferece cursos como:

  • Medicina;

  • Direito;

  • Psicologia;

  • Enfermagem;

  • Engenharia Civil;

  • Administração;

  • Pedagogia;

  • História;

  • Letras;

  • Sistemas de Informação;

  • Ciências da Computação;

  • Agronomia;

  • Medicina Veterinária;

  • Serviço Social;

  • Odontologia;

  • Nutrição;
    entre muitos outros.

Os campi estão localizados em cidades relativamente próximas da nossa região, como Teófilo Otoni, Diamantina, Janaúba e Unaí.

Mas esta reportagem não é apenas sobre vestibular.

Ela é sobre sonhos.

Muitos jovens de Carlos Chagas cresceram acreditando que a universidade pública era algo distante, reservado apenas para alunos de grandes cidades. Isso não é verdade. Todos os anos estudantes de escolas públicas conseguem ingressar na UFVJM e transformar completamente suas vidas e a realidade de suas famílias.

O SASI pode ser o caminho que faltava para muitos adolescentes começarem a construir seu futuro agora, ainda durante o Ensino Médio.

Por isso, pais, professores, diretores, amigos, igrejas, lideranças comunitárias e toda a sociedade precisam ajudar a espalhar esta informação.

Se você está lendo esta reportagem, faça ela chegar ao maior número possível de jovens.

Compartilhe nos grupos.
Envie para um estudante.
Converse sobre o SASI nas escolas.
Mostre aos adolescentes que eles podem chegar à universidade pública.

Às vezes, uma simples informação compartilhada no momento certo muda completamente o destino de uma vida.

E talvez exista hoje, em alguma sala de aula de Carlos Chagas, um futuro médico, professor, engenheiro, psicólogo, enfermeiro, advogado ou pesquisador que apenas precisa descobrir que a UFVJM também é lugar para ele.

sábado, 9 de maio de 2026

PROFÂE: professora e mãe. Expressões do mesmo amor!

 

Profãe: O Sagrado Ofício de Partejar Sonhos

Ser professora é, por essência, um exercício de maternidade expandida. Não existem fronteiras de sangue quando o amor transborda na lousa e se faz presença na sala de aula. Ao longo da minha jornada, observo que a escola se torna um útero pulsante, onde cada lição é um novo parto e cada aluno, um filho que a vida nos entrega para lapidar.

É impossível distinguir onde termina a mestra e onde começa a mãe. Ambas habitam o mesmo pêndulo, bailando entre a sala de estar e a sala de ensinar, unidas pela sintonia do cuidar. Para definir essa entrega divina, criei o termo Profãe: essa mistura profunda de ternura e autoridade, de quem ilumina caminhos e acolhe medos com a mesma mão que corrige o caderno.

Às professoras-mães, deixamos aqui nosso reconhecimento. Vocês são donas de incontáveis partos intelectuais, transformando o saber em chama vívida. Não desanimem ante os desafios; sigam firmes no propósito de educar para fazer sonhar. Ousar e amar são os remos que nos fazem avançar. Afinal, ensinar é, acima de tudo, uma forma sublime de parir o futuro.

quinta-feira, 7 de maio de 2026

A Escola na Era da Integridade: Onde o Ser Precede o Saber!

A Escola na Era da Integridade: Onde o Ser Precede o Saber

Vivemos tempos de abundância tecnológica nas salas de aula. Temos telas interativas, plataformas adaptativas e a Inteligência Artificial batendo à porta dos nossos currículos. No entanto, o paradoxo da nossa era nunca foi tão evidente: nunca tivemos tanto acesso ao conhecimento e, simultaneamente, nunca estivemos tão exaustos, ansiosos e desconectados de um propósito maior.

Após vivenciar os ensinamentos de Luiz Fernando Lucas no evento INOVA em Belo Horizonte, fica claro que a escola precisa urgentemente transitar da "Era do Conhecimento" para a "Era da Integridade". Mas o que isso significa na prática para quem vive o cotidiano escolar?

1. A Consciência do Gestor e o Clima Escolar

Se "a forma segue a consciência", o clima de uma escola é o reflexo direto da consciência de seus Diretores e Supervisores. Não adianta implementar novos métodos pedagógicos se o estado interior de quem lidera estiver fragmentado. A integridade na gestão significa que as decisões não são tomadas apenas por conveniência administrativa, mas por princípios éticos inegociáveis. Quando a liderança é íntegra, a escola torna-se um porto seguro, e não apenas uma engrenagem burocrática.

2. O Professor como Curador de Valores

Nesta nova era, o papel do Professor evolui do "transmissor de informação" para o "curador de integridade". Com a IA realizando o trabalho pesado da busca de dados, cabe ao educador o papel mais humano de todos: o desenvolvimento da ética.

"Fazer o certo é o único jeito de dar certo" também se aplica à pedagogia. Ensinar um aluno a pensar criticamente sobre a ética por trás da tecnologia é mais valioso do que ensiná-lo a apenas operá-la. O professor torna-se o exemplo vivo de que a coerência entre o que se diz e o que se faz é a maior lição que um aluno pode levar para a vida.

3. Alunos: De Espectadores a "Homo Conscious"

Para os Alunos, a Era da Integridade propõe uma mudança de identidade. Eles deixam de ser receptáculos de fórmulas e datas para se tornarem sujeitos conscientes. O desafio escolar passa a ser a integração entre o Cérebro (razão) e o Coração (emoção). Uma educação que foca apenas no intelecto e ignora o estado interior do estudante está formando técnicos, mas não seres humanos íntegros. O "Homo Conscious" na escola é aquele que entende que seu sucesso profissional futuro dependerá mais de sua autoliderança e valores do que apenas de seu histórico escolar.

4. O "Estado Interior" da Comunidade Educativa

A pergunta que encerrou a palestra de Luiz Fernando Lucas deve ressoar nos corredores de cada escola: “E você, como está aí dentro?”

  • Diretores: Como está a integridade da sua gestão quando ninguém está olhando?

  • Professores: Como está o seu entusiasmo interior diante de um mundo que exige resultados imediatos?

  • Alunos: Como está a sua bússola moral diante das pressões sociais e digitais?

Conclusão: Uma Escola Inteira para um Mundo Fragmentado

A Era da Integridade na educação nos convida a abandonar o "barco furado" da competitividade tóxica e do saber vazio. Ela nos chama para uma embarcação onde o destino é a paz espiritual, o respeito mútuo e o propósito.

A escola não é apenas um lugar onde se aprende a ganhar a vida; é o lugar onde se deve aprender a viver a vida com inteireza. Se a educação não for o caminho para a sanidade da própria consciência, ela terá falhado em sua missão mais nobre.

Você, que faz parte da educação, está pronto para essa evolução?

Reflexão inspirada na palestra de Luiz Fernando Lucas no INOVA BH 2026.

A Era da Integridade: por que o seu sucesso das pessoas hoje depende de quem ela é por dentro.

A lógica e a intuição se complementam, criando um caminho mais íntegro e compassivo. R. Grant, nos convida a refletir sobre a importância de cultivar ambos os aspectos da nossa natureza humana. Na "Era da Integridade", somos chamados a agir com base em valores e princípios, integrando nossa sabedoria interior com nossas ações no mundo.

A Era da Integridade: Por que o seu sucesso hoje depende de quem você é por dentro.

Ontem, 06-05-2026, no evento Inova em Belo Horizonte, tive o privilégio de assistir à palestra de Luiz Fernando Lucas, autor do livro "A Era da Integridade: Homo Conscious". Se eu pudesse resumir o meu sentimento ao assistir aquela palestra em uma frase, seria: um despertar.

Vivemos no ápice da Era do Conhecimento. Temos dados, tecnologia e Inteligência Artificial para tudo. Mas, paradoxalmente, nunca estivemos tão ansiosos e desconectados. O diagnóstico de Luiz Fernando é claro: estamos em transição para a Era da Integridade.

Abaixo, separei os 3 "insights" que vão mudar a forma como você encara sua carreira e sua vida pessoal:

1. A forma segue a consciência

Muitas vezes tentamos mudar nossos resultados mudando apenas nossas estratégias (a "forma"). Mas, como pontuado na palestra através da Teoria U de Otto Scharmer, o resultado de uma intervenção depende do estado interior do interventor. Se a sua liderança ou o seu projeto não está "dando certo", a resposta pode não estar em um novo software ou planilha, mas na qualidade da consciência que você está aplicando ali. A mudança real é de dentro para fora.

2. O dilema da IA: Uma questão de valores

A imagem de um braço humano tocando um braço robótico no telão trouxe a reflexão definitiva: a Inteligência Artificial é uma questão ética. No "Novo Mundo", a tecnologia fará o trabalho pesado, mas a "curadoria" do que é certo ou errado cabe ao ser humano íntegro.

“Fazer o certo é o único jeito de dar certo.” Essa frase de Luiz Fernando desmistifica a ideia de que a ética é um "obstáculo" ao lucro ou ao crescimento. Pelo contrário: na Era da Integridade, ela é o maior ativo competitivo.

3. Do Homo Sapiens ao Homo Conscious

A jornada para se tornar um "Homo Conscious" passa pela integração entre cérebro e coração. Não se trata mais apenas de saber (conhecimento), mas de sentir e agir com coerência.

Na famosa Escala de Valores à Ética apresentada, ficou claro que a Moral é cultural e pode mudar, mas a Ética é o alicerce que nos permite liderar, inovar e prosperar sem perder a paz espiritual.

Conclusão: E você, como está aí dentro?

Essa foi a pergunta que encerrou a palestra e que deixo para vocês hoje. O "barco para a ilha dos prazeres imediatos" está furado. O mundo está pedindo por pessoas inteiras, autênticas e, acima de tudo, íntegras.

Você está pronto para essa evolução?

Gostou desse conteúdo? Deixe seu comentário abaixo sobre como você busca manter a integridade na sua rotina profissional!