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domingo, 31 de dezembro de 2023

Horizontes de esperança e gratidão na virada de 2023 para 2024!

À medida que 2023 se despede, deixando para trás suas memórias e lições, abrimos nossos corações para a chegada de 2024. Este ano que se encerra foi um mosaico de experiências, repleto de horizontes que se desdobraram diante de nós. Em cada passo, em cada descoberta, vivemos intensamente, navegando por um oceano de conhecimento, tanto ensinado quanto aprendido.

Nesta casa do saber, chamada escola da vida, vibramos com as conquistas de cada um, celebrando juntos cada vitória. Transpusemos montanhas, enfrentamos desafios, superamos estresses e, em meio a descaminhos, encontramos motivos para sorrir e para chorar. Alguns partiram para outros lugares, outros deixaram seu luto registrado neste blog, foram navegar para mares desconhecidos, enquanto outros prometem retornar em 2024, trazendo consigo novas histórias e esperanças renovadas.

O fim de um ano é sempre um convite à reflexão, um momento para ponderar sobre a vida. Como um filme, os momentos vividos em 2023, passam por nossa mente, revelando tudo o que experienciamos. Na velocidade desta vida, onde tudo passa tão rapidamente, resta a sensação daquilo que ficou por fazer, dos sonhos adiados, dos lamentos emitidos pelos caminhos não percorridos.

2024 se aproxima, reacendendo em nós a chama da esperança por tempos melhores. O ano é novo, e novas também devem ser nossas promessas e sonhos. Ainda que distantes da plenitude, não podemos deixar de sonhar, de planejar. Como iniciar um novo ano sem sonhos? Olhamos para trás não para lamentar o que se perdeu, mas para aprender a não nos tornarmos uma Estátua de Sal, como na história da esposa de Ló no livro de Gênesis.

Assim como os girassóis, que seguem a luz sem se preocupar com a noite que passou, devemos nos inspirar em sua resiliência. Quantas noites escuras vivemos em 2023, e quantas possibilidades se abrem agora com 2024! Recomeçaremos com vigor, afastando o desânimo daqueles que acreditam que tudo permanecerá igual. Tudo é novo aos olhos de quem vê a vida com esperança, de quem tem um coração capaz de vibrar com os pequenos êxitos.

Minha gratidão transborda a Deus pelas buscas incansáveis da Antônia Vitória, pela inigualável bondade que observo diariamente em meus colegas da Secretaria de Educação, ao Prefeito que confiou em mim esta missão árdua, mas gratificante, de ser um Dirigente Municipal de Educação. Aos Professores da Rede Municipal, verdadeiros artífices da educação, meu reconhecimento e admiração. À Terezinha, essa grande companheira, que enfrenta, com força este momento de dor. A ela minha solidariedade e apoio. Em minha vida, não há espaço para lamentações, mas sim para um coração repleto de agradecimentos.

Agradecemos por cada momento de 2023, pelos dias mais quentes de dezembro que nos preparam para 2024, pela poesia encontrada em gestos simples, pela luz do sol, pelos finais de semana, pelos 200 dias de aula das escolas, pelo amanhecer e pelo entardecer, pelos desafios enfrentados e pelas cicatrizes que nos tornaram mais fortes. Pela vontade de reconciliar e perdoar.

2024 chega trazendo suas próprias histórias e desafios. Há muito a ser feito para que a educação continue a evoluir. Talvez neste novo ano, muitos dos nossos sonhos se concretizem. 2024 vem para renovar nossas forças, para que continuemos a lutar pelos nossos ideais. Talvez tenhamos mais fé, mais amor, e nossas noites sejam iluminadas por estrelas cintilantes. Olharemos para trás com gratidão, para não nos transformarmos na estátua de sal, e seremos como os girassóis, buscando sempre a luz de um novo amanhecer.

Obrigado, Senhor! Graças, milhares de graças demos a Deus pelo milagre que é viver. Com confiança e determinação, em 2024, continuaremos a sonhar com educação e a buscar uma vida mais plena.

Professor Deodato Gomes

Quais foram os momentos mais marcantes para você em 2023 e o que eles lhe ensinaram?

Como você planeja acender a chama da esperança em 2024?

Qual é o seu maior sonho para o ano novo que se aproxima?"

Quais desafios você superou em 2023 que te tornaram mais forte?

Como você se inspira na resiliência dos girassóis para enfrentar os momentos de escuridão?

 #LuzEGratidao2024

Convido você a compartilhar suas respostas para estas perguntas na caixa de comentários abaixo. Se quiser, claro.  Conte-nos suas experiências e pensamentos.

domingo, 5 de janeiro de 2020

FELIZ EU NOVO-Rossandro Klingey


Olá, isto aqui não é um video de feliz ano novo. Não é um vídeo para que você acredite que pular ondas, guardar sementes, fazer algum ritual, ou esperar que a mudança do calendário, a passagem das horas, e os fogos de artifício faça uma luz para sua vida, que é você que tem que fazer. Na verdade nós precisamos entender que os ciclos existem mas eles existem dentro de nós. Não adianta nenhum circuito externo mudar, por mais bonito que seja as festas, os fogos e os lugares se não houver uma mudança interna significativa dentro da gente. No fundo o que a gente quer e o que a gente almeja, talvez o símbolo do ano novo realmente se apresente para nós é um desejo de mudança íntima. Que faz com que a gente observa a vida, sob uma perspectiva mais lúcida, mais madura, mais proativa, em que a gente possa ser mais autor do próprio destino e 'não viver a reboque dos acontecimentos. Se isto é uma proposta pra você então na verdade o meu desejo é um desejo de um Feliz Eu Novo. Que a gente possa estar disponível para o mundo, mas sobretudo para nós mesmos desenvolver uma nova interioridade. E essa interioridade vai nos dar a capacidade para termos um outro olhar para a vida. De olhar por exemplo para os nossos erros não como um lugar de acusação mas de aprendizado. De olhar para cada queda não como lugar de lamento mas de ensinar como levantar, seguir e por onde não ir novamente. De olhar para os fins do relacionamento não como uma mágoa, a decepção e a frustação mas aprendendo com os outros quais são os comportamentos que nós vamos querer para a nossa vida e os que a gente não vai mais admitir que aconteça, e vai se fazer respeitar, e vai se fazer amar, e vai se fazer respeitar pelas pessoas começando a amar nós mesmos. É esse Feliz Eu pelas pessoas começando a amar nós mesmos. É esse Feliz Eu Novo que que desejo para vocês. Um Eu que não se submete mais a coisas enfadonhas, a pessoas que não acrescentam, mas que também procura dentro de si os recursos essenciais, não fora nas pessoas nas situações e nas coisas, mas dentro de si. Um ser qe é capaz de agradecer as pequenas coisas da vida, a vida. É um ser que é capaz de agradecer que mesmo que você não esteja num reveillon fantásticos, numa cidade maravilhosa, vendo fogos incríveis, não importa se você tiver no quintal da sua casa, num banquinho de plástico, mas com pessoas que você ama, sabendo que isto é o que importa, você vai entender o que eu quero dizer com FELIZ EU NOVO. É um eu que comemora o que é mais importante, que pode ser simples para as pessoas, mas que é essencial para nós. Que é gente que a gente ama, que é gente que é aprender a amar, que é aprender a perdoar, que é aprender a olhar a vida com mais serenidade e com mais dignidade. Aprender que você poder não ter visto nenhum tipo de espetáculo pirotécnico porque você não teve como ir para nenhuma dessas praias famosas, ou nenhum desse lugares famosos do mundo. Que são transmitidos todos os ano em cada uma dessas cidades um Reveillon fantástico que talvez você sinta o desejo de participar, mas é que depois de uma noite inteira junto com quem você ama, você fica acordado até você vê o verdadeiro espetáculo do ano novo. Um sol que nasce todo dia, nos dando uma oportunidade, não importa se em 1º de Janeiro, ou no meio do ano, ou no fim do ano ou em qualquer dia. Um sol que nasce todos os dias , nos convidando a ser uma nova pessoa. Feliz eu novo para você!
           Por Rossandro Klingey

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

Conselho para o novo ano: tenha bússola, mapa e espelho


Vê só a minha sorte de te encontrar, querida leitora e leitor, neste novo dia, neste primeiro dia de 2020. Não, eu não vou gastar meus primeiros escritos desta nova década com os imperialistas. Me recuso!
Quem tem a sorte de escrever e ser lido neste dia 1 tem a responsabilidade de escrever coisas boas e bonitas, que coloque esperança no coração de quem lê. Tô certa ou tô errada?
Neste momento eu quero que você se sinta como a Julie Andrews girando de braços abertos no topo de uma colina e cantando “The Sound of Music”, porque texto de primeiro de janeiro é para isso. Este texto é para que você olhe os próximos 366 dias de frente, de olhos aberto, de coração leve.
Como escreveu Rubem Braga em janeiro de 1952, “é singular que entre tantas festas religiosas e cívicas nenhuma chegue a ser tão emocionante e perturbe tanto a humanidade como esta, que é a Festa do Tempo. É como se todos estivéssemos fazendo anos juntos; é o Aniversário da Terra.”
Então tome este texto como meu presente, um presente como aquelas bonecas russas, que você abre e encontra outro, e outro, e outro. Tome como presente também um conselho para este ano, se é que a idade já me permite: tenha uma bússola, um mapa e um espelho. Saiba em que direção está indo, determine um ponto de partida e um ponto de chegada e leve algo valioso consigo, porque a vida é escambo.
Um dos privilégios de escrever em primeiro de janeiro é que todo mundo leva o seu conselho em consideração.
Ainda bem que meu texto não sai amanhã, porque amanhã sim, amanhã é dia 2, e se meu texto saísse amanhã talvez eu escrevesse sobre o absurdo do ataque terrorista à sede da produtora Porta dos Fundos. Que para mim nada mais é do que a materialização de um pensamento e de um projeto de ataque à cultura, que já vem de tempos.
Eu diria também que a intolerância não aumentou, não há agravamento, os intolerantes só estão mais corajosos e agora jogam bombas no Humaitá. Mas que as bombas, tiros e incêndios são comuns em tantas e tantas partes do Rio de Janeiro e do Brasil. A intolerância assola os terreiros da Baixada Fluminense há décadas. E a intolerância por lá não usa máscaras, não distorce a voz, muitas vezes veste farda e te olha nos olhos.
Eu me surpreendo com quem se surpreende, com quem acha que isso é uma onda. É nessas horas que eu percebo como as pessoas estão longe de perceber o que é o Brasil, o quão racistas e intolerantes nós somos. A seletividade da indignação, da dor, do medo de ser atingido. O aniversário é da Terra e não existe fora, não existe o outro. Essa onda na verdade é um grande tsunami e estamos todos na praia, pode demorar um pouco mais para que você se afogue, mas não se engane, não há colina suficientemente alta para subir.
Que Exu responda e que Xangô seja a nossa justiça, hoje e sempre. Amanhã você me faça o favor de sair para a rua com sangue nos olhos e fogo nas ventas, mas hoje é só primeiro de janeiro. Então, Feliz Ano Novo.

O Globo 1-Jan-2020 ANA PAULA LISBOA segundocaderno@oglobo.com.br

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

É bem melhor um perfil original do que uma virada fake. Feliz 2020!...










Obra do artista francês Cyril Rolando, que faz arte exclusivamente digital, usando o pseudônimo de AquaSixio.

Existir é sempre viver a mistura de dois sentimentos básicos: alegria e dor. Somos marcados pelo compasso desses dois movimentos. Em alguns momentos, eles se entrelaçam; em outros, um prevalece sobre o outro. O maior desejo humano é que todas as nossas vivências fossem feitas apenas de alegria. Mas isso é impossível. Ah, se pudéssemos congelar os momentos mais prazerosos da nossa vida — e também das pessoas que amamos! Como seria bom fixar no topo da existência os instantes de maior felicidade e permanecer eternamente ali!

Alegria e dor nunca chegam isoladas. Nos momentos mais felizes, há sempre algum traço de tristeza. E, nos instantes de plenitude, surgem pensamentos que nos lembram: existe dor na vida. E é justamente nela que encontramos, muitas vezes, as mais profundas iluminações. A dor que sentimos é dor de vida, de amor, de humanidade. Por incrível que pareça, há momentos em que é a dor que nos salva. Todos sabem disso, ainda que não admitam. Há travessias dolorosas que nos tornam mais fortes, mais conscientes, mais humanos.

Sempre há uma emoção nos chamando para enxergar além do imediato. Arthur Schopenhauer já dizia que nossa referência de felicidade está nos momentos em que nos sentimos infelizes. Todos os dias somos atravessados por situações inesperadas. Ansiedades nos consomem, marcadas por essa dualidade: dor e alegria. Enquanto alguns vivem o luto, outros celebram o nascimento da vida. Um velório e uma festa coexistem, revelando a essência da existência: ela é feita de tudo, como dizia minha mãe.

O final de ano chega carregado de acasos, alegrias, viagens, praias e festas. Um carro sai de casa em busca de mais felicidade e pode retornar carregado de dor.

No último dia de 2019, da minha janela, observo o mesmo cenário: árvores verdíssimas, carros de boi passando, seus sons rompendo o silêncio, e um mormaço sufocante completando a paisagem. É a cidade de pecuária, aparentemente vazia, mas apenas aparentemente. Muitos escolhem ficar. Outros partem em busca de uma virada à beira-mar, alimentando uma ilusão infinita. Pessoas caminham pelas ruas fazendo planos para 2020. Quantos planos de 2019 foram abandonados? Quantos sequer começaram?

Nas redes sociais, multiplicam-se fotos de família, legendadas com alegria. Imagens que parecem esconder ou suavizar as dores sociais: desemprego, ódio, preconceito, desentendimentos. A passagem de 2019 para 2020 vem carregada de um pensamento mágico. Mas será que em 2020 aprenderemos a viver a realidade concreta da vida?

A segunda década do século XXI se aproxima — iniciando-se em 2021 — e seguimos sem aprender. Carregamos um pé no século XX e outro no XXI, mas ainda enxergamos a realidade de forma distorcida. Caminhamos para o fundo dessa caverna que é o mundo, e a iluminação parece inalcançável. Ainda assim, olhamos 2019 com gratidão, mesmo com tudo por resolver. As alegrias sociais ainda estão por ser construídas. O tempo vira, mas as desigualdades permanecem. E 2020 chega trazendo novas questões — saúde, educação, meio ambiente — somadas às que nem sequer entraram nos planos governamentais.

Lya Luft já disse que “falta alegria em nossas vidas”. E talvez ela tenha razão. Reclamamos muito — muitas vezes com razão. Os impostos, o custo de vida, o desemprego, a violência, a falsidade inesperada, a fragilidade das autoridades, nossa própria indecisão. Vivemos mudanças rápidas, enquanto alguns insistem em arrastar valores que já deveriam ter sido superados.

Mas de nada adianta constatar se ficarmos parados. É preciso acordar todos os dias a esperança, renovar a fé e buscar novos horizontes. Os sonhos fundamentais da humanidade ainda não encontraram as condições para se concretizar. A existência segue nessa busca contínua. Não há espaço para acomodação.

A virada de 31 de dezembro não muda a história. É apenas o último dia do ano. A mudança não acontece por mágica. Essa ideia é um “fake” sutil, criado para encobrir a realidade. Nada cai do céu. Tudo é fruto de esforço, de direção, de entrega. Projetamos 100% e, muitas vezes, alcançamos apenas 10%.

Outro “fake” da virada é a mega da virada — uma ilusão coletiva. Uma chance mínima alimentando milhões de sonhos improváveis. O maior desafio, porém, está dentro de nós. Será que continuaremos repetindo os mesmos caminhos, carregando os mesmos pesos?

Os propósitos de ano novo se perdem no cotidiano. O que realmente nos fará avançar é o saber, a ciência, a reflexão — mesmo diante da anticiência e do negacionismo. Precisamos compreender nosso tempo e articular sonhos — ainda que pareçam ingênuos. Pensar a realidade é não viver como manada.

Há possibilidades. Há caminhos. Podemos mudar a história. Mas, se não fizermos isso, continuaremos presos à ilusão da virada, aceitando como normais as injustiças. Não é aceitável discriminar alguém por sua cor, sua condição, sua origem, sua história.

Estamos presos a uma cosmovisão retrógrada, enredados por ilusões. A verdadeira virada é outra: é aquela que exige coragem, utopia, ação. Para transformar o mundo, é preciso imaginar, sonhar e agir — com os pés firmes na realidade.

A alegria é o combustível da vida, mesmo com a dor sempre presente. Há beleza no cotidiano, no calor do dia, na cidade em que vivemos. Vinicius de Morais já disse: “A alegria é a melhor coisa que existe, é assim como a luz no coração.”

Celebramos a virada de 2019 para 2020 com a consciência de que o tempo só muda se nós mudarmos. Chega de sonhos falsos, de viradas ilusórias. Queremos a verdade — aquela que liberta. Como está no Evangelho de João 8:32: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”

Parafraseando Gabriel Chalita, que nossas palavras no ano novo expressem nossa verdade, não nossas ilusões. Que cultivemos compaixão, respeito e abandonemos a perversidade. Que não causemos dor ao outro com preconceitos e humilhações. A dor que cada um carrega já é suficiente.

É no amor que nos tornamos verdadeiros. É nele que construímos a virada que o mundo precisa.

Feliz 2020!

Por Deodato Gomes Costa

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Recomeços... retomadas... reinícios, a vida é cheia deles! É o ano letivo de 2019 começando!

Recomeços, retomadas, reinícios… a vida é feita deles.
Em todos os momentos da nossa existência estamos, de alguma forma, recomeçando. A vida não se move em linha reta; ela pulsa em ciclos. E, por isso mesmo, a dimensão profissional merece atenção especial neste tempo em que nos preparamos para iniciar um novo ano letivo.

Recomeçar é mais do que voltar. É olhar de novo, com outros olhos, para aquilo que fazemos todos os dias. É reconhecer que precisamos nos reformular, atualizar conhecimentos, ressignificar práticas e nos manter sintonizados com as mudanças do mundo e da educação. Um profissional que não se renova corre o risco de se tornar apenas repetidor de rotinas, esvaziadas de sentido e de vida.

Todo recomeço traz consigo uma oportunidade preciosa: fazer e refazer melhor, com mais consciência, luz e intencionalidade, aquilo que antes era feito de forma automática, quase como um tarefismo estafante. Recomeçar repetindo tudo exatamente do mesmo jeito é permanecer preso às mesmas crenças, às mesmas ideias e aos mesmos instrumentos que já não dão conta do novo. A transformação e o movimento são a essência da vida; a inércia e a acomodação, infelizmente, se aproximam da morte interior. Parar é encolher-se, é permitir que o desânimo ocupe espaço, é entregar-se ao egoísmo e à estagnação.

O descanso das férias não é uma parada definitiva, mas um tempo de revitalização. É pausa necessária para recompor forças, cuidar de si, respirar, e então voltar com mais vigor para as retomadas profissionais. Em educação, afastar-se sem propósito é abrir espaço para a acomodação. Há quem confunda o conforto da casa com realização profissional, esquecendo que a docência exige presença, entrega e vínculo. Retomar depois de muito tempo desconectado é sempre mais difícil.

O grande desafio que se coloca a todos nós, profissionais da educação, é reconectar-nos de forma vibrante e entusiasmada com a docência — não apenas como profissão, mas como forma de existir socialmente e fonte profunda de realização humana. É preciso despertar novamente nossas potencialidades adormecidas e atualizá-las em cada gesto da prática pedagógica. Isso exige compromisso, luta, planejamento e, sobretudo, sentido.

Nossa maior aposta deve ser deixar um pouco de nós no coração de cada estudante. A vida se expressa quando produzimos, construímos e fazemos história. Que, neste ano letivo, nosso trabalho seja mais efetivo e que as relações — docente-discente, docente-docente — se fortaleçam ainda mais, tendo sempre o amor como lugar central.

Que possamos superar as lágrimas e viver a alegria de uma verdadeira festa educativa, apesar das pedras que insistem em surgir no caminho da nossa profissão. Que o perdão e a compreensão sejam maiores do que qualquer mágoa. Que nossa meta absoluta seja sempre o estudante — razão maior do nosso ser profissional.

Ter fé como força primordial nesta caminhada é essencial para atravessar tempestades. Supere seus medos, enfrente seus complexos, busque as sensações positivas. Só os sonhos têm poder para mover pessoas e destruir os medos que tentam paralisar a vida.

Aproveite este recomeço do ano letivo para fazer como Jesus fez: tornar novas todas as coisas.
Eis que faço novas todas as coisas” (Ap 21,5).

Tudo pode assumir uma nova feição, mas o verdadeiro inédito só nascerá se você permitir que ele venha à luz. Caso contrário, será apenas mais do mesmo. Com um olhar amoroso para nossa dimensão profissional e fortalecendo a disposição para fazer acontecer, podemos ajudar muitas crianças, jovens e adolescentes a encontrarem caminhos de realização, dignidade e esperança.

Um excelente ano letivo para todos nós.
Que seja um ano de vida, sentido e amor no educar.

Deodato Gomes Costa


Nossa Semana Pedagógica foi riquíssima, com muitas discussões e encaminhamentos.


domingo, 30 de dezembro de 2018

FELIZ EU NOVO - Rossandro Klingey



Olá, isto aqui não é um video de feliz ano novo. Não é um vídeo para que você acredite que pular ondas, guardar sementes, fazer algum ritual, ou esperar que a mudança do calendário, a passagem das horas, e os fogos de artifício faça a luz para sua vida, que é você que tem que fazer. Na verdade nós precisamos entender que os ciclos existem mas eles existem dentro de nós. Não adianta nenhum circuito externo mudar, por mais bonito que seja as festas, os fogos e os lugares se não  houver uma mudança interna significativa dentro da gente. No fundo o que a gente quer e o que a gente almeja, talvez o símbolo do ano novo realmente se apresente para nós como um desejo de mudança íntima. Que faz com que a gente observa a vida, sob uma perspectiva mais lúcida, mais madura, mais proativa, em que a gente possa ser mais autor do próprio destino e não viver a reboque dos acontecimentos. Se isto é uma proposta pra você então na verdade o meu desejo é um desejo de um Feliz Eu Novo. Que a gente possa estar disponível para o mundo, mas sobretudo para nós mesmos desenvolver uma nova interioridade. E essa interioridade vai nos dar a capacidade de termos um outro olhar para a vida. De olhar por exemplo para os nossos erros não como um lugar de acusação mas de aprendizado. De olhar para cada queda não como lugar de lamento mas de ensinar como levantar, seguir e por onde não ir novamente. De olhar para os fins do relacionamento não como uma  mágoa, a decepção e a frustração, mas aprendendo com os outros quais são os comportamentos que nós vamos querer para a nossa vida e os que a gente não vai mais admitir que aconteça, e vai se fazer respeitar, e vai se fazer amar, e vai se fazer respeitar pelas pessoas começando a amar nós mesmos. É esse Feliz Eu pelas pessoas começando a amar nós mesmos. É esse Feliz Eu Novo que que desejo para vocês. Um Eu que não se submete mais a coisas enfadonhas, a pessoas que não acrescentam, mas  que também  procura dentro de si os recursos essenciais, não fora nas pessoas nas situações  e nas coisas, mas dentro de si. Um ser que é capaz  de agradecer as pequenas coisas da vida, a vida. É  um ser que é capaz de agradecer que mesmo que você não esteja num reveillon fantásticos, numa cidade maravilhosa, vendo fogos incríveis, não importa se você tiver no quintal da sua casa, num banquinho de plástico, mas com pessoas que você ama, sabendo que isto é o que importa, você vai entender  o que eu quero dizer por FELIZ EU NOVO.  É um Eu que comemora o que é mais importante, e pode ser simples para as pessoas, mas que é essencial para nós. Que é gente que a gente ama, que é gente que é aprender a amar, que é aprender a perdoar, que é aprende a olhar a vida com mais serenidade e com mais dignidade. Aprender que você poder não ter visto nenhum tipo de espetáculo pirotécnico porque você não teve como ir para nenhuma dessas praias famosas,  ou nenhum desse lugares famosos do mundo. Que são transmitidos todos os ano em cada uma dessas cidades um Reveillon fantástico que talvez você sinta o desejo de participar, mas é que depois de uma noite inteira  junto com quem você ama, você fica acordado até você vê o verdadeiro espetáculo  do ano novo. Um sol que nasce todo dia,  nos dando uma oportunidade, não importa se em 1º de Janeiro, ou no meio do ano, ou no fim do ano ou em  qualquer dia. Um sol que nasce todos os dias, nos convidando a ser uma nova pessoa. Feliz Eu Novo para você!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

A MENSAGEM DE ANO NOVO DA ESCOLA JOÃO BERALDO É ESTA LINDA CANÇÃO DO GRUPO ROUPA NOVA INTERPRETADA POR ROBERTO CARLOS COM A AJUDA DOS CANARINHOS DE PETRÓPOLIS.



A Paz
Roupa Nova - Compositor: Nando (versão original: Heal the World - Michael Jackson)

É preciso pensar um pouco nas pessoas que ainda vêm... nas crianças.
A gente tem que arrumar um jeito de deixar pra eles um lugar melhor.
Para os nossos filhos e para os filhos de nossos filhos.
Pense bem!

Deve haver um lugar dentro do seu coração
Onde a paz brilhe mais que uma esperança
Sem a luz que ela traz já nem se consegue mais encontrar o caminho da esperança
Sinta, chega o tempo de enxugar o pranto dos homens
Se fazendo irmão e estendendo a mão
Só o amor, muda o que já se fez
E a força da paz junta todos outra vez
Venha, já é hora de acender a chama da vida
E fazer a Terra inteira feliz
Se você for capaz de soltar a sua voz
Pelo ar, como prece de criança
Deve então começar outros vão te acompanhar
E cantar com harmonia e esperança
Deixe que esse canto lave o pranto do mundo
Pra trazer perdão e dividir o pão.
Só o amor, muda o que já se fez
E a força da paz junta todos outra vez
Venha, já é hora de acender a chama da vida
E fazer a Terra inteira feliz
Quanta dor e sofrimento em volta a gente ainda tem,
pra manter a fé e o sonho dos que ainda vêm.
A lição pro futuro vem da alma e do coração,
é buscar a paz, não olhar pra trás com amor.
Se você começar
outros vão te acompanhar
e cantar com harmonia e esperança
Deixe, que esse canto
lave o pranto do mundo
prá trazer perdão
e dividir o pão.
Só o amor, muda o que já se fez
E a força da paz junta todos outra vez
Venha, já é hora de acender a chama da vida

E fazer a Terra inteira feliz

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

2016 chega!... Chuva de iluminação para todos nós! Cascatas de benção sobre nossas vidas!Acredite!... Não existem sonhos impossíveis nem irrealizáveis!




2016 chega!... Muita luz para todos nós!

Que o novo ano seja inundado por cascatas luminosas de bênçãos, pelo brilho intenso do sol da esperança e pela suavidade de uma brisa de amor que acaricie nossas vidas. Que chovam graças, como estrelas cintilantes, iluminando nossos caminhos e fazendo florescer realizações.

Acredite!... não existem sonhos impossíveis nem irrealizáveis. O poder de transformar sonhos em realidade habita dentro de cada um de nós. Um tempo bom só se constrói com esperança no coração e passos firmes na caminhada, mesmo quando a vida parece fora do lugar.

Busquemos, em 2016, as belezas e as maravilhas do conhecimento — o único tesouro verdadeiramente imperecível, perene e inesgotável. Sigamos adiante, alimentando este grande amor pela educação, na busca da delicadeza que ainda resiste e insiste em existir no mundo.

Vamos, com toda a nossa força e energia, passo a passo, conduzir juntos esta grandiosa arca de salvação que é a Escola Pública. O desejo move o ser humano — e o verdadeiro desejo se realiza no trabalho. Por isso, que não nos faltem dedicação, coragem e luta, pois é por meio delas que alcançaremos o porto seguro das metas educacionais concretizadas.

Caridade — palavra que se confunde com amor, com educação, com milagre. Amar sempre... Educar sempre... eis a receita capaz de realizar o milagre do recomeçar em 2016, na vida de tantas crianças, adolescentes e jovens que esperam por nós.

Como bem poetizou Raul Seixas:
“Tente... levante sua mão sedenta e recomece a andar...
Queira... vá, tente outra vez.”

Se todos quisermos, podemos fazer de 2016 o ano em que cascatas de luz se derramem intensamente sobre todas as Escolas Públicas, iluminando caminhos, transformando destinos e reacendendo esperanças.

Por Deodato Gomes

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Ano Novo: é Nova também a Esperança em 2014!

Ano Novo: renova-se também a Esperança em 2014!

Caros alunos, pais, comunidade escolar e todos que acompanham este blog,

2014 chega! E com ele, reacende-se em nossos corações a chama da esperança. Que possamos olhar para o futuro com confiança, coragem e a certeza de que cada novo ano nos oferece uma oportunidade única: escrever, com mais sensibilidade e compromisso, novas e belas páginas na história da educação.

Que este seja um tempo de descobertas, em que possamos buscar, com entusiasmo, as maravilhas do conhecimento — esse tesouro que transforma vidas e ilumina caminhos. Sigamos adiante, aprendendo e ensinando, diariamente, a mais nobre das lições: o amor dedicado às nossas crianças, adolescentes e jovens.

Caminhemos juntos na condução dessa grandiosa arca de acolhimento, esperança e transformação que é a nossa escola. Que ela continue sendo espaço de cuidado, de construção de sonhos e de formação de cidadãos.

Com trabalho, luta e determinação, alcançaremos o porto seguro de nossas metas educacionais. Que nossa voz seja firme, que nossos gestos sejam coerentes e que nossas ações nos conduzam, sempre, à prática da caridade — expressão maior do amor e fundamento essencial da educação.

Que 2014 nos inspire, nos fortaleça e nos una ainda mais na missão de educar.




 UM 2014 REPLETO DE SAÚDE E PAZ PARA TODOS!