Bullying

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domingo, 25 de agosto de 2019

Adolescente morre ao se jogar de caixa d'água por sofrer bullying






O aluno que o acompanhava no momento da queda contou que os dois se jogariam juntos porque sofriam bullying dos colegas
Imagem Pixabay

Um estudante de 14 anos morreu após se jogar de cima da caixa d'agua da Escola Estadual Rocca Dordall, na Rua Doutor Rodrigues de Almeida, 143, na Vila Buenos Aires, região de Guaianazes, zona leste de São Paulo, na noite desta quarta-feira (21). Um segundo aluno, que também se jogaria, relatou que ele e o amigo sofriam bullying dentro do colégio. 
De acordo com uma moradora vizinha da escola, durante todo o dia os garotos foram vistos em cima da caixa d'água, quando por volta das 18h45, o adolescente se jogou da caixa, que fica a uma altura de aproximadamente 50 metros.
O aluno que o acompanhava no momento da queda, de 12 anos, contou aos moradores, que os dois se jogariam juntos porque sofriam bullying dos colegas e que ele só não se jogou porque foi impedido pelo amigo. Ele relatou que sempre eram xingados e recebiam apelidos pejorativos.
Moradores relataram ainda que o menino estava vivo após a queda, mas que o socorro só chegou após 30 minutos dos vários acionamentos que foram realizados. Três equipe do Corpo de Bombeiros estiveram no local e constataram a morte do garoto.
O Corpo de Bombeiros informou que as equipes saíram da base às 18h50 e que a primeira equipe chegou no local às 19h05. 
No momento da queda, não havia aula na escola e apenas funcionários da direção estavam no local. Os moradores denunciaram que o local é de fácil acesso, já que os portões ficam sempre abertos e que há um buraco por onde crianças têm acesso à unidade a qualquer momento do dia.
O menino que sobreviveu foi levado junto com os pais para o 53º Distrito Policial, no Parque do Carmo, onde o caso foi registrado.
Secretaria da Educação 

A Seduc (Secretaria da Educação) lamentou o episódio e afirmou que uma equipe da pasta já foi enviada para "acompanhar e prestar todo o apoio necessário às famílias e à unidade". Ainda de acordo com o órgão, a diretoria regional da Seduc colabora com a investigação.
*Estagiária da Agência Record, sob supervisão de Ana Vinhas

sexta-feira, 15 de março de 2019

Alerta: Casos como o de Suzano refletem negligência dos pais e ‘educação terceirizada’. Tema da nossa 2ª Reunião Pedagógica.


O ataque a tiros na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, chocou todo o Brasil e levantou diversas discussões. Entre elas, foi muito abordado o problema do Bullying e a influência dos jogos violentos no comportamento de crianças, adolescentes e jovens.

Para debater o tema, a equipe de reportagem do Jornal Tribuna de Jundiaí conversou com as psicólogas da cidade Bruna Prestes Duran e Renata Zezza. Para ambas, falar sobre a influência de jogos violentos é necessário, porém existe um tema mais profundo a ser trabalhado: a terceirização da educação.

“Existe um histórico por trás de cada indivíduo. Porém, nada justifica a violência. Fica difícil entrar em um estado de julgamento sem conhecer o contexto vivenciado por esses jovens”, explica Bruna. Ela salienta, também, que o nível de negligência adolescente e jovem deve ser levado em conta, já que o histórico da educação ajuda a discernir comportamentos.

Para Bruna, existem fatores que devem ser considerados na hora de “julgar” ou justificar as ações de um indivíduo: se eles puderam desfrutar de um lar empático e acolhedor, se tiveram pessoas passivas em seu convívio diário e se foram ensinados a controlar as emoções.


A falha nesses complementos emocionais, somados a uma personalidade violenta, podem gerar uma série de comportamentos destrutivos e doentios.

“Jogos violentos e a influência da mídia somados com falta de afeto, violências psicológicas e verbais, sentimento de rejeição, negligência parental, podem desencadear diversos transtornos psicológicos que acarretam em tragédias como a que vimos”, afirma. 

A psicóloga Renata Zezza trabalha diretamente com adolescentes e jovens, ao Jornal Tribuna de Jundiaí, ela contou que a terceirização da educação dos filhos e a falta de participação dos pais pode se tornar um fator destrutivo.

“O excesso de jogo mostra, muitas vezes, falta de participação, principalmente dos pais. Às vezes, os próprios pais estão inseridos no mundo virtual e esquecem dos filhos”, explica.

Influência do videogame

Muitas crianças buscam nos jogos aquilo que elas não conseguem em sua relação social dentro ou fora de casa.

Para Renata, os jogos podem servir como válvula de escape em momentos de pressão ou dificuldades. “Às vezes a criança passa por uma situação de estresse, fica ansiosa, vai mal na escola, no caso de adolescentes, “tomam um fora”, e se ‘enfiam’ no jogo”, diz.

Sobre os jogos violentos de videogame, a psicóloga explica que para indivíduos com predisposição para agressividade, jogos de guerra e lutas podem se tornar um gatilho para aumentar aquilo que ele já sente. Nestes casos, é de suma importância que os pais estejam alertas.

“O comportamento dos filhos os pais devem conhecer. Se eles não conseguem perceber uma mudança no próprio filho, é sinal de que o relacionamento familiar está mais grave do que se imagina”, explica.

Comportamentos que servem de alerta

Renata explica que alguns comportamentos servem de sinais aos pais em relação ao envolvimento do filho com um jogo ou o mundo virtual:

“Quando a criança ou adolescente só fica trancada no quarto, troca o dia pela noite para jogar de madrugada, come dentro do quarto, não faz uma pausa e não quer sair daquele ambiente”, alerta a psicóloga.

Além disso, o tratamento com os parentes de primeiro grau também deve ser analisado. Mudanças na forma de tratar o pai, a mãe e os irmãos são indicadores de problemas.

Tratamentos como “cale a boca”, “você não manda em mim”, “saia do meu quarto” e outros, são sinais de agressividade.

Como os pais podem ajudar

“Os pais não podem desistir. Muitos se cansam de tentar e acabam optando pelo o que é mais fácil”, explica Renata que também desabafou sobre o fato de que muitos pais encorajam os filhos a fazerem terapia, mas não os acompanham no processo.

Para ela, é necessário que os pais mostrem a realidade da vida para os filhos, explicando que as coisas não são fáceis e mostrando a importância de valorizar a família, amigos, escola e como é valoroso ter uma vida real, além do mundo virtual.

“Precisamos de pais que queiram resgatar seus filhos. Somente eles podem fazer isso. Hoje, é muito fácil deixar o celular na mão da criança do que propor uma atividade para ela ou ter que levar um diálogo com um adolescente. Mas ações assim geram consequências no futuro”, desabafa.

A conclusão de ambas profissionais é que o fato ocorrido em Suzano mostra o quanto os, adolescentes e jovens estão precisando de estrutura emocional e, principalmente, estrutura familiar.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

E comovente o caso de Keaton Jones: menino dos Estados Unidos sofreu ataques e desabafou em um vídeo que comoveu a internet.


No último fim de semana, a história de Keaton Jones comoveu a internet. Foi publicado um vídeo  em que ele conta que sofreu bullying na escola. O desabafo emocionado do menino chamou atenção do mundo inteiro para este problema. “Por que vocês sentem alegria em ser malvados com pessoas inocentes?”, perguntou Keaton.

Na gravação, o menino conta que foi atacado durante o almoço: além de dizerem coisas horríveis para ele sobre sua aparência, os agressores chegaram a derramar leite em cima de Keaton. A situação foi tão complicada que a mãe precisou buscá-lo na escola. “Eles também fazem isso com outras crianças. Isso não está certo! Pessoas que são diferentes não devem ser criticadas pois não é culpa delas. Se tiram sarro de você, não deixe isso te atingir. Talvez isso melhore um dia”, disse chorando.
Assista ao vídeo que a mãe de Keaton publicou na internet onde ele conta de forma comovente como sofreu bullying na escola.



O relato de Keaton Jones chegou até as celebridades, que se solidarizaram com a situação e fizeram questão de reforçar que praticar bullying não é certo. Keaton recebeu uma chuva de mensagens positivas nas redes sociais. Olha só:

Justin Bieber usou o Instagram para mostrar apoio ao menino e ressaltar o quão corajoso ele foi: “O fato dele estar sofrendo bullying e ainda ter simpatia e compaixão por outras pessoas, mesmo quando ele está passando por isso, é uma prova de quem ele é. Esse garoto é uma lenda. Procurem saber sobre ele. O nome dele é Keaton”.

Olha a tradução das palavras da Demi:
Demi Lovato foi uma das famosas que usou a hashtag #IStandWithKeaton (eu estou com o Keaton, em português). “Keaton, querido, saiba que você não está sozinho. Existem muitas pessoas que superam o bullying e ficam muito mais fortes. Você será um desses! Que Deus te abençoe”, escreveu.

“Nós te amamos, amigo. Nós precisamos de mais bondade, compaixão, coragem e honestidade em todo mundo. O mundo está aprendendo com você. Obrigada, Keaton, estamos com você”, disse Camila Cabello.


Katy Perry fez questão de republicar o vídeo do desabafo de Keaton em seu Instagram e fez um apelo na rede social: “Por favor, sejam bons uns com os outros”.

Millie Bobby Brown: “Keaton, isso é verdade. Por que as pessoas fazem isso? Eu acho que você é o máximo! Eu quero ser sua amiga de verdade. Você é incrível”.
Kevin Jonas declarou que Keaton é um herói – e nós concordamos. “Este momento real trouxe esperança para muitas pessoas. Seja você e destemido sempre. Nunca desista. Você é amado”, lembrou.


Will Pouter também entrou nessa onda de amor: “Eu sou seu amigo, Keaton. Você é um ser humano mais inteligente do que qualquer pessoa que praticou bullying com você. Fiquei inspirado com você e as coisas ficarão melhores porque você se manifestou. Força para você, cara”.

                                                       Fonte: Revista Capricho - publicação do dia 11-12-17

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Todos os dias, alunos no mundo todo sofrem com um tipo de violência que vem mascarada na forma de “brincadeira”. Estudos recentes revelam que esse comportamento, que até há bem pouco tempo era considerado inofensivo e que recebe o nome de bullying, pode acarretar sérias conseqüências ao desenvolvimento psíquico dos alunos, gerando desde queda na auto-estima até, em casos mais extremos, o suicídio e outras tragédias. Por isso escolhemos a semana de 02 a 06 de Outubro para trabalhar o tema junto aos alunos.



A musica da Preta Gil, enfatiza as palavras através das expressões TEM DE SER que denota uma imposição, mostrando a complicação de que um jovem enfrente por  ser diferente e fora do padrão que a sociedade exige. 
BRANCO - HÉTERO - BILINGUE - MALHADO - PRECONCEITO - 
UNIÃO - RAÇA - CATÓLICO

Quem nunca foi zoado ou zoou alguém na escola?

Risadinhas, empurrões, fofocas, apelidos como “bola”, “rolha de poço”, “quatro-olhos”. Todo mundo já testemunhou uma dessas “brincadeirinhas” ou foi vítima delas. Mas esse comportamento, considerado normal por muitos pais, alunos e até professores, está longe de ser inocente. Ele é tão comum entre crianças e adolescentes que recebe até um nome especial: bullying. Trata-se de um termo em inglês utilizado para designar a prática de atos agressivos entre estudantes. Traduzido ao pé da letra, seria algo como intimidação. Trocando em miúdos: quem sofre com o bullying é aquele aluno perseguido, humilhado, intimidado.



E isso não deve ser encarado como brincadeira de adolescente. Especialistas revelam que esse fenômeno, que acontece no mundo todo, pode provocar nas vítimas desde diminuição na auto-estima até o suicídio. “bullying diz respeito a atitudes agressivas, intencionais e repetidas praticadas por um ou mais alunos contra outro. Portanto, não se trata de brincadeiras ou desentendimentos eventuais. Os estudantes que são alvos de bullying sofrem esse tipo de agressão sistematicamente”, explica o médico Aramis Lopes Neto, coordenador do primeiro estudo feito no Brasil a respeito desse assunto — “Diga não ao bullying: Programa de Redução do Comportamento Agressivo entre Estudantes”, realizado pela Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia). Segundo Aramis, “para os alvos de bullying, as conseqüências podem ser depressão, angústia, baixa auto-estima, estresse, absentismo ou evasão escolar, atitudes de autoflagelação e suicídio, enquanto os autores dessa prática podem adotar comportamentos de risco, atitudes delinqüentes ou criminosas e acabar tornando-se adultos violentos”.
A pesquisa da Abrapia, que foi realizada com alunos de escolas de Ensino Fundamental do Rio de Janeiro, apresenta dados como o número de crianças e adolescentes que já foram vítimas de alguma modalidade de bullying, que inclui, além das condutas descritas anteriormente, discriminação, difamação e isolamento. O objetivo do estudo é ensinar e debater com professores, pais e alunos formas de evitar que essas situações aconteçam. “A pesquisa que realizamos revela que 40,5% dos 5.870 alunos entrevistados estão diretamente envolvidos nesse tipo de violência, como autores ou vítimas dele”, explica Aramis.
A denominação dessa prática como bullying, talvez até por ser um termo estrangeiro, ainda causa certa polêmica entre estudiosos do assunto. Para a socióloga e vice-coordenadora do Observatório de Violências nas Escolas — Brasil, Miriam Abramovay, a prática do bullying não é o que existe no país. “O que temos aqui é a violência escolar. Se nós substituirmos a questão da violência na escola apenas pela palavra bullying, que trata apenas de intimidação, estaremos importando um termo e esvaziando uma discussão de dois anos sobre a violência nas escolas”, opina a coordenadora.
Mas, tenha o nome que tiver, não é difícil encontrar exemplos de casos em que esse tipo de violência tenha acarretado conseqüências graves no Brasil.
Em janeiro de 2003, Edimar Aparecido Freitas, de 18 anos, invadiu a escola onde havia estudado, no município de Taiúva, em São Paulo, com um revólver na mão. Ele feriu gravemente cinco alunos e, em seguida, matou-se. Obeso na infância e adolescência, ele era motivo de piada entre os colegas.
Na Bahia, em fevereiro de 2004, um adolescente de 17 anos, armado com um revólver, matou um colega e a secretária da escola de informática onde estudou. O adolescente foi preso. O delegado que investigou o caso disse que o menino sofria algumas brincadeiras que ocasionavam certo rebaixamento de sua personalidade.
Vale lembrar que os episódios que terminam em homicídio ou suicídio são raros e que não são poucas as vítimas do bullying que, por medo ou vergonha, sofrem em silêncio.
Além de haver alguns casos com desfechos trágicos, como os citados, esse tipo de prática também está preocupando por atingir faixas etárias cada vez mais baixas, como crianças dos primeiros anos da escolarização. Dados recentes mostram sua disseminação por todas as classes sociais e apontam uma tendência para o aumento rápido desse comportamento com o avanço da idade dos alunos. “Diversos trabalhos internacionais têm demonstrado que a prática de bullying pode ocorrer a partir dos 3 anos de idade, quando a intencionalidade desses atos já pode ser observada”, afirma o coordenador da Abrapia.



Motivação
Segundo Aramis, os motivos que levam a esse tipo de violência são extremamente variados e estão relacionados com as experiências que cada aluno tem em sua família e/ou comunidade: “Famílias desestruturadas, com relações afetivas de baixa qualidade, em que a violência doméstica é real ou em que a criança representa o papel de bode expiatório para todas as dificuldades e mazelas são as fontes mais comuns de autores ou alvos de bullying”. Das onze escolas avaliadas na pesquisa da Abrapia, nove eram públicas e duas particulares. Não houve diferenças quanto à incidência de bullying. O que se observou foi que a forma como ele é praticado varia de uma escola para outra. Nas particulares, por exemplo, valorizam-se muito os bens materiais, como carro, tênis importado, etc. Nessas instituições, não possuir algum desses bens pode ser motivo para perseguições. Já nas escolas públicas, a principal razão é a própria violência vivenciada cotidianamente pela comunidade. Para a socióloga, essa é uma comparação difícil de ser feita. “Se você me perguntar onde existe mais intimidação, ou bullying, se na escola pública ou privada, responderei que não tenho idéia. No entanto, com relação à violência, é evidente que ela ocorre com mais força no lugar onde há menos condições de controle. E, na verdade, a escola privada tem muito mais condições de controlar aquilo que está acontecendo dentro de seus muros, com ela mesma ou com seus alunos. E os pais que têm filhos em escolas privadas podem entrar lá e intervir. Os alunos podem voltar para casa e discutir o problema com eles, e os pais, por sua vez, têm a possibilidade de ir à escola reclamar, mudar o filho de horário, de colégio, etc. Já em uma escola pública isso jamais vai acontecer! Se uma mãe for reclamar, os diretores e os professores nem vão dar bola”, afirma. 1-Que situações de bullying percebemos em nossa escola? 2-Como podemos nos comprometer individualmente e coletivamente para superarmos as situações de bullying que ocorrem em nossa escola? 3-Que ações são capazes de mudar condutas de competição e individualismo para condutas de cooperação e solidariedade?

terça-feira, 25 de abril de 2017

NAVEGAR É PRECISO MAS COM SEGURANÇA! Vamos, neste momento, reforçar as ações de conscientização junto aos estudantes e suas famílias sobre o uso da internet


Alertamos a toda a comunidade escolar quanto a necessidade de que todos os segmentos educacionais indistintamente: professores, pais, estudantes se informem  sobre os riscos da utilização indevida da internet e dos jogos que são propostos por muitos sites para nossos estudantes ( Ex: Baleia Azul). É necessário reforçar, nesse momento, as ações pedagógicas de conscientização junto aos estudantes e suas famílias sobre o uso da internet. 



A internet é uma ferramenta poderosa de disseminação de informações, importante para a socialização e o acesso ao conhecimento. No entanto, os educadores, os pais e os responsáveis devem ficar atentos ao comportamento das crianças, adolescentes e jovens quando do seu uso. 

A SEE disponibiliza AQUI  o Guia Participativo de Segurança nas Escolas Estaduais, que pode auxiliar os educadores a aprofundar essa abordagem que já há algum tempo vimos fazendo.


Quando detectarem algum tipo de atitude ou comportamento atípico do estudante procurar a Direção da escola para que este possa buscar ajuda profissional e das instituições públicas, como os Conselhos Tutelares e os Centros de Referência de Assistência Social. Vamos reforçar também as discussões dos temas que envolvem a convivência no ambiente escolar, em especial com relação à prática do bullyng, cujas consequências são danosas à saúde mental dos adolescentes.   

domingo, 24 de maio de 2015

ESCOLA JOÃO BERALDO CONCLUI COM ÊXITO PROJETO INTERDISCIPLINAR ANTIBULLYING E CYBERBULLYING!


O que você faz para construir uma Cultura de Paz, em sua escola, na família e na sociedade de modo geral?
A violência tem sido diversificada e aumentada de forma estarrecedora em nossa sociedade. A falta de amor, de sensibilidade, de ética, de exercício da cidadania, enfim o desrespeito e a falta do desejo de querer para os outros aquilo que queremos para nós são causas maiores para a ausência da Paz. A Escola não é uma ilha, isolada da sociedade, ela reflete os acontecimentos sócias e não tendo força para promover a mudança na sociedade, trabalha com os estudantes objetivando a construção de cidadãos capazes de optar pela PAZ e construir uma convivência social solidária.
Preocupados com isso é que já alguns anos vimos discutindo com a todos os professores e alunos da nossa escola  o fenômeno bullying e cyberbullying. O trabalho é preventivo e consiste em trazer a tona a conceituação, os tipos de ações e de personagens, causas e consequências, para aqueles que se envolvem neste mal. Como o trabalho é de prevenção buscamos também estratégias para intervenção, quando acontece, mas o empenho é para que aconteça a  de redução  e até erradicação desse tipo de violência do nosso meio, onde prevaleça o princípio da alteridade e da solidariedade. Tem dado resultado, pois já há algum tempo percebemos cada vez mais os estudantes recorrendo ao diálogo como forma de resolver suas diferenças, sendo cada vez mais presente no meio dos nossos estudantes um clima de amizade, de boa convivência e de respeito.
Acreditamos que as fórmulas para solução desse grave problema, estão justamente na discussão e no envolvimento de todos os segmentos da escola, que podem contribuir individual e/ou coletivamente para o fim desse mal. Por isso é que investimos nas Assembléias de Sala e em Plenária que garantem a expressão e a reflexão dos de toda a comunidade escolar. Possibilitamos a todos os nossos estudantes compreender o fenômeno – saber o que é bullying e cyberbullying, quais são seus personagens, onde ocorre, suas causas e consequências, neste ano em particular, ao longo de toda a semana de 18 a 22 de maio. Percebemos cada vez mais, em função do trabalho antibullying e cyberbullying a redução das ações agressivas praticadas por estudantes, que causam tanto sofrimento a seus colegas.
Todos os casos e conflitos entre estudantes, quando acontecem, são mediados pela equipe pedagógica e diretor e os próprios alunos procuram não silenciar, tendo os mesmos direito a uma boa lembrança do tempo de escola. Em todas as blusas do uniforme existe um ícone de  apelo contra o bullying e cyberbullying além de termos um livro onde são registrados todas as situações de conflitos que vierem a acontecer.
O trabalho foi encerrado com uma plenária no pátio, depois de realizada uma assembleia em cada sala de aula e uma profusão enorme de cartazes, vídeos, murais e apelos em geral. Por ocaisão da entrega dos resultados do 1º bimestre, apresentaremos o tema para os pais, convocando-os para ao compromisso com a Cultura de Paz. Abaixo vocês podem conferir cartazes construídos pelos nossos alunos ao longo da semana.




domingo, 2 de março de 2014

MUITO DIÁLOGO E ESCUTA - FORMAS MAIS EFICAZES DE COMBATER O BULLYING.

    As discussões nas quais os interlocutores estão alterados são os momentos em que se dizem mais palavras equivocadas.

           As palavras são reflexos dos pensamentos e sentimentos e têm um poder enorme, tanto para agradar quanto para ferir as outras pessoas. Na maior parte das vezes, não medimos realmente o impacto que uma palavra pode ter. Dizemos coisas sem pensar, não percebemos o que dizemos e muito menos as consequências geradas a partir de uma palavra ou expressão negativas. Com as palavras, podemos ferir e ofender os outros, afetando, assim, os relacionamentos, o bem-estar e convivência.

PENSAR ANTES DE FALAR
   As discussões nas quais os interlocutores estão alterados costumam ser os momentos em que se dizem mais palavras equivocadas. Por quê? Pela emoção negativa, pela raiva. Estudos demonstram que este sentimento gera fortes mudanças no sistema nervoso autônomo, que se refletem nos atos e palavras. Por isso, para evitar que as palavras sejam armas destrutivas, é preciso torná-las conscientes, dominar a ira, desenvolver o autocontrole e ser emocionalmente inteligentes.

NÃO É SÓ “O QUE” SE DIZ, MAS “COMO” SE DIZ
      Não se trata de reprimir os sentimentos nem deixar de expressar as opiniões. Tudo pode ser dito com respeito, sempre de forma amável, amorosa e tranquila. O que determina que uma crítica seja construtiva ou destrutiva é a maneira como ela é dita.O tom da voz, as palavras utilizadas e os gestos que as acompanham são determinantes para que uma mensagem seja poderosa e bem recebida pelo outro; do contrário, ela pode se tornar foco de discussão e desgostos.
 Neste sentido, também é importante ser acertados, ou seja, saber identificar os momentos mais oportunos para conversar. Por exemplo, quando uma pessoa está muito alterada, não é conveniente conversar; neste caso, o
 silêncio é melhor que a palavra. Quando a raiva desaparecer, então será oportuno falar.

TÁTICAS PARA EVITAR OFENDER COM AS PALAVRAS
      Ao corrigir os filhos, ao expressar desacordo ao cônjuge, ao pedir esclarecimento a um colega de trabalho, chefe ou funcionário, ou a pedestres enquanto se dirige, ao fazer uma reclamação em uma loja ou restaurante... O poder das palavras é colocado à prova em múltiplas ocasiões. Algumas sugestões para evitar ofender os outros são:
·         Em um momento de ira, se você sentir que não pode se controlar, é melhor abandonar a comunicação e tentar se acalmar: não é hora de falar.
  • ·         "O que você vai dizer, antes de dizer a outra pessoa, diga a você mesmo", dizia Sêneca. Esta é uma estratégia para evitar palavras equivocadas.
    ·          É preciso controlar as emoções com a razão. Respire fundo. Não faça com os outros o que você não gostaria que fizessem com você: este é um princípio de vida que se aplica perfeitamente a este caso.
    ·         As palavras têm poder no inconsciente e podem acabar se tornando realidade. Por isso, erradique palavras negativas e ocupe sua mente com pensamentos positivos, pois eles proporcionam um estado mental tranquilo, que ajuda a diminuir a raiva, a depressão, o mau humor e a irritabilidade.
    ·         Elimine a autocrítica e a crítica aos outros. Também os juízos de valor.
    ·         Exercite a escuta – muitas vezes mais efetiva que a fala.
         As palavras amáveis não custam nada, mas valem muito. Busquemos sempre construir não destruir.
       (Artigo publicado originalmente por LaFamilia.info)-sources: LaFamilia.info

domingo, 11 de março de 2012

CYBERBULLYING-O caso da menina Megan

          Em outubo de 2006 em Saint Louis, Estados Unidos, Megan Meier, uma menina de 13 anos, foi mais uma vítima de cyberbullying, em proporções abolutamente trágicas. Durante algumas semanas, ela manteve “namoro virtual” com Josh Evans, um rapaz de 16 anos que conhecera através do My Space, (site de relacionamento). Na troca de mensagens, Josh dizia que Meãgan era sex e que ele a amava, embora jamais tivesse se encontrado pessoalmente. O romace pela internet terminou, quando o rapaz repentinamente passou a agredi-la com mensagens de insultos e xingamentos.
        No dia seguinte ao fim do namoro, outros jovens se juntaram à discussão virtual e a ofenderam também. Josh Evans deixou uma última mensagem a Megan: “o mundo seria melhor se você não existisse.”
        Aquele decididamente, não era apenas um dia ruim e cinzento para Megan. Aos prantos, a adolescente deixou o computador, correu para o seu quarto e se suicidou, enforcando-se com um cinto.
       Semanas depois de sua morte, os pais de Megan, Tina e Ron Meier, descobriram que tudo não passava de uma farsa. Josh Evans jamais existira. Tratava-se de um personagem inventado por  Lori Drew, umas vizinha de 47 anos, que morava a poucos metros de distância. Ela criou o falso perfil com a ajuda da filha Sarah, de 16 anos, ex colega de escola de Megan apenas para humilhar a vítima.
       Megan, que cursava o 9º ano, sempre foi rejeitada pelas pessoas mais populares da turma, por uma razão inteiramente banal: estava acima do peso. Ela, que tinha um histórico de depressão, morreu acreditando que “namorou um belo e musculoso garoto que um dia sem motivo algum passou a detestá-la.
        Em novembro de 2008, após muita polêmica envolvendo a população, as autoridades locais e o estado de Los Angeles (onde o My Space está baseado), Drew  - acusada de fraude, conspiração e considerada uma pessoa insensível pelos promotores – foi inocentada das acusações mais graves e condenada a três anos de prisão.
História retirada do Livro: Bullying, mentes perigosas na escola de Ana Beatriz Barbosa Silva-1ª edição-2010-Editora Objetiva Ltda.
Leia a história acima quantas vezes for necessário, você pode também recorrer a outras fontes de estudo para responder as questões abaixo na caixa de comentários logo abaixo:
  1. O caso Megan foi um exemplo de Cyberbullying. O que é Cyberbullying?
  2. Onde e quando aconteceu este fato?
  3. Quem era Josh Evans?
  4. Qual a diferença entre Bullying e Cyberbullying?
  5. Identifique no caso de Megan:
·         A vítima____________________________________________________
·         O agressor___________________________________________________
·         Testemunhas-espectadores______________________________________
  1. Mesmo quando a agressão é virtual, o estrago é real. Quais foram as conseqüências para Megan?
  2. Que tipo de tecnologia mais se usa para a prática do Cyberbullying?
  3. No Bullying o agressor sente prazer em ver o sofrimento do outro no Cyberbullying ele sente prazer ao imaginar o sofrimento do outro. Por que uma criança, um adolescente ou um jovem é capaz de fazer algo tão nocivo ao seu semelhante?
  4. Cite 10 palavras que revelam antivalores presentes no Cyberbullying:
  5. Cite 10 valores que contrastam com a atitude violenta do Cyberbullying:
  6. Como o celular e a internet (tecnologia) podem ser usada para promover o bem entre os estudantes?
12.  Tornou-se comum assistirmos a cenas de desrespeito e humilhação de pessoas contra pessoas. E com a tecnologia estes atos se potencializaram mais ainda. Não há outra forma de eliminarmos esses males de nossa vida senão desenvolvendo junto aos colegas o valioso sentimento da amizade. Não é possível viver sem amigos. A amizade faz parte da essência humana. Alivia qualquer dol, faz-nos sentir protegidos queridos e amados.  O Bullying e o Cyberbullying, segundo Gabriel Chalita no seu livro Pedagogia da amizade diz que esse problema se origina da falta de amizade entre as pessoas. O que você pode fazer para colaborar na construção de um mundo sem preconceitos, mais amigável e feliz?
Concorra aos seguintes prêmios: 02 Camisetas antibullying, 01 Bíblia, 01 calça jeans. Para isto, responda as perguntas acima na caixa de comentários do blog e faça seu cadastro tornando se um seguidor, participando da comunidade girassol e concorra aos prêmios acima citados.

sábado, 28 de janeiro de 2012

CAMPANHA CONTRA O BULLYING EM 2012


AÇÕES A SEREM DESENVOLVIDAS CONTRA O BULLYING EM 2012. DECISÃO CONSTRUÍDA NA REUNIÃO GERAL DE PROFESSORES DO DIA 28-01-2012-SABADO: Dia Escolar contra o Bullying decidido em reunião com os     professores: 13 de Março de 2012 e neste dia acontecerá:
  • a-Cada Professor aplicará um Plano de Aula sobre o tema-BULLYING-junto aos alunos;
  • b-Logo depois das discussões em sala de aula será feito uma Plenária no pátio da escola;
  • c-Construir  as regras de convivência em sala - focando o Bullying.
  1. ·                     Todos os servidores estarão neste dia vestindo camiseta alusiva ao Bullying para dar visibilidade ao trabalho à toda acomunidade;
  2. ·                     Quebrando o silêncio: sensibilizar os alunos que a qualquer sinal de violência, devem buscar ajuda e orientação do professor, supervisor do turno, vice-diretor e o Diretor, fazendo sua denúncia a autoridade da escola, que fará a mediação do conflito e se necessário os devidos encaminhamentos.
  3. ·                     Será adotado Livro Específico para registro de ocorrências de Bullying.
  4. ·                     Aplicar questionário para levantar casos de Bullying junto aos alunos, montar os gráficos com os resultados e divulgar os mesmos junto a alunos pais e professores.
  • O que você acha da escola ter marcado o dia 13 de março de 2012, como 2º DIA ESCOLAR contra o Bullying? Responda esta pergunta na caixa de comentário abaixo.