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domingo, 28 de março de 2021

COMUNHÃO ESPIRITUAL, forma igualmente verdadeira de encontro com o Senhor, neste momento crucial da nossa história em que estamos impossibilitados de participar sacramentalmente da Eucaristia. Ela se faz necessária!


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Os novos desafios exigem de nós cristãos novas formas de vivenciar nossa fé como corpo de Cristo, como Igreja e participar do Senhor Jesus com novas formas adaptadas à realidade presente. Nossa história de fé já passou por momentos críticos e respostas foram dadas em períodos conturbados, não é a primeira vez em que a comunhão espiritual se faz necessária.

Manual sobre a COMUNHÃO ESPIRITUAL

Vale à pena lembrar que as celebrações eucarísticas não foram suprimidas, ao contrário, foram intensificadas! Os sacerdotes estão celebrando diariamente por todos e cada um dos cristãos garantindo assim a comunhão sacramental no corpo de Cristo. Renovando a vitalidade e a força da presença de Cristo no mundo.

O jejum eucarístico imposto pelas circunstâncias nos remete ao deserto, praticamente uma quaresma para todos, sem exceção. O Senhor Jesus foi guiado pelo Espírito Santo ao deserto para ser tentado, pela falta de pão, nos diz a Sagrada Escritura. Nesta travessia seu espírito foi fortalecido e descobriu forças em si mesmo que futuramente o auxiliariam no seu ministério.

O jejum eucarístico nos ajuda a vencer o mal acomodados e nutridos em nós, enraizados, a começar pelo famoso e idolatrado egoísmo, a mentalidade egoísta, a autossuficiência com os quais levamos nossas vidas acreditando estar ganhando o mundo, vitoriosos, mas sem perceber estamos percorrendo um caminho contrário ao Evangelho. Às vezes somos individualistas inclusive na nossa maneira de orar, de cultuar Deus, de nos relacionar com Ele, de viver nossa espiritualidade, mas não foi isso que Jesus nos ensinou.

Este tempo é um chamado para a quarentena no deserto pessoal, um chamado para a comunhão espiritual como uma verdadeira forma de encontro com o Senhor. A comunhão espiritual é uma graça recebida por aquele que a deseja de coração sincero e que se encontra impossibilitado de participar sacramentalmente da Eucaristia.

Pela comunhão espiritual eu permito a entrada de Cristo em meu coração, abrindo meu ser inteiro à sua presença e ação transformadora, restaurando minha saúde espiritual, permitindo o Bom Pastor cuidar de mim, das minhas feridas, mágoas, permitindo o Espírito Santo penetrar em todos os cantos do meu ser.

Importante ter consciência de que existem várias maneiras de comunhão com Deus. A comunhão espiritual é uma forma de antecipação da comunhão sacramental. Participar da missa pelos meios de comunicação me fazem estar em comunhão com a Igreja orante. Na Exortação Apostólica pós-sinodal Amoris Laetitia, sobre o amor na família n. 297 o Sumo Pontífice dirigindo-se àqueles impedidos de comungar: “… compete à Igreja revelar-lhes a pedagogia divina da graça nas suas vidas e ajudá-las a alcançar a plenitude do desígnio que Deus tem para elas, sempre possível com a força do Espírito Santo.”

Nesta mensagem extraordinariamente pastoral o Papa contempla situações nas quais as pessoas por circunstâncias diversas se encontram em situação de contingência. Na esperança de um dia participar da plenitude dos sacramentos na Igreja. Prevendo fatores que podem limitar a capacidade da decisão, impedindo a pessoa por motivos alheios à sua vontade de aceder ao sacramento. Esforço este por ajudar a cada um a encontrar a sua própria maneira de participar na comunidade eclesial para que se sinta objeto de uma misericórdia ‘imerecida, incondicional e gratuita’. Como membros vivos do Corpo de Cristo, sentem a Igreja como uma mãe que cuida de cada um dos seus filhos com carinho e os anima no caminho da vida e do Evangelho.

Vários santos fizeram uso e recomendaram a comunhão espiritual: Santo Tomás de Aquino, São João Maria Vianney, Santo Afonso Maria de Ligório, Santo Antonio Maria Claret, Santa Teresa de Jesus, São Maximiliano Kolbe, São João Paulo II entre outros, esclarecendo sua natureza: falar para Jesus Cristo o quanto queremos recebê-lo em nossas vidas, fazer em nós um sacrário de amor. É diferente da comunhão sacramental na que consumimos seu corpo; tem mais a ver com um ato de desejo, que efetivamente contribui para alimentar a fome de Deus em nós, que nos prepara na esperança de celebrar e comungar Cristo vivo e presente na Eucaristia já que acreditamos na sua Palavra: “Isto é o meu Corpo”.

O convite do Papa Francisco

A todos os que estão longe e acompanham a Missa pela internet, pelas redes sociais e pela televisão, o Papa Francisco convidou a fazer a comunhão espiritual. Reze com o Papa esta oração: 



segunda-feira, 30 de março de 2020

Diante do crucifixo, o Papa Francisco rezou pelo fim da pandemia de coronavírus




Na famosa Via del Corso, conhecida por ser uma das melhores ruas de comércio em Roma, está a igreja de San Marcelo al Corso, que guarda o crucifixo milagroso. Trata-se de uma igreja muito antiga (do século IV), fundada pelo Papa Marcelo I, que foi perseguido e condenado a realizar trabalhos pesados no escritório do serviço de entrega de correspondências do Estado. É lá que estão seus restos mortais.
O incêndio e o “milagre”
Na noite do dia 22 para o dia 23 de maio de 1519, a igreja sofreu um violento incêndio e ficou destruída. Ao amanhecer, as pessoas foram até lá para conferir os estragos e se depararam com o crucifixo do altar principal providencialmente intacto e iluminado por uma lamparina que, embora atingida pelas chamas, ainda ardia aos seus pés.
Imediatamente, os fiéis disseram que era um milagre e os mais devotos começaram a se reunir todas as sextas-feiras para rezar e acender velas aos pés da imagem de madeira. Assim nasceu a “Archicofradía del Santísimo Crucifijo en Urbe”, que existe até hoje.
Mas esse não foi o único milagre atribuído ao crucifixo. No ano de 1522, uma terrível peste atingiu violentamente a cidade de Roma. Todos achavam que iam morrer.
Desesperados, os frades Servos de Maria decidiram levar o crucifixo em procissão penitencial da igreja de São Marcelo até a Basílica de São Pedro. As autoridades, temendo o risco de contágio, quiseram impedir a procissão. Mas o desespero coletivo falou mais alto e a imagem de Nosso Senhor foi levada pelas ruas da cidade, sob forte aclamação popular.
A procissão durou 16 dias e percorreu toda a região de Roma. Quando o crucifixo regressou à sua origem, a peste já tinha cessado por completo.
Desde o ano de 1650, o crucifixo milagroso é levado à Basílica de São Pedro. Porém, em 15 de março de 2020, o Papa Francisco visitou a igreja de San Marcelo e rezou pelo fim da pandemia de coronavírus, que tem tirado vidas em todo o mundo.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Corpus Christi e a Oração Eucarística mais bela de todos os tempos!


1.Eu vos adoro devotamente, ó Divindade escondida,
Que verdadeiramente oculta-se sob estas aparências,
A Vós, meu coração submete-se todo por inteiro,
Porque, vos contemplando, tudo desfalece.

2.A vista, o tato, o gosto falham com relação a Vós
Mas, somente em vos ouvir em tudo creio.
Creio em tudo aquilo que disse o Filho de Deus,
Nada mais verdadeiro que esta Palavra de Verdade.

3.Na cruz, estava oculta somente a vossa Divindade,
Mas aqui, oculta-se também a vossa Humanidade.
Eu, contudo, crendo e professando ambas,
Peço aquilo que pediu o ladrão arrependido.

4.Não vejo, como Tomé, as vossas chagas
Entretanto, vos confesso meu Senhor e meu Deus
Faça que eu sempre creia mais em Vós,
Em vós esperar e vos amar.

5.Ó memorial da morte do Senhor,
Pão vivo que dá vida aos homens,
Faça que minha alma viva de Vós,
E que à ela seja sempre doce este saber.

6.Senhor Jesus, bondoso pelicano,
Lava-me, eu que sou imundo, em teu sangue
Pois que uma única gota faz salvar
Todo o mundo e apagar todo pecado.

7.Ó Jesus, que velado agora vejo
Peço que se realize aquilo que tanto desejo
Que eu veja claramente vossa face revelada
Que eu seja feliz contemplando a vossa glória. 
Amém.gas

Entretanto, vos confesso meu Senhor e meu Deus
Faça que eu sempre creia mais em Vós,
Em vós esperar e vos amar.
5.Ó memorial da morte do Senhor,
Pão vivo que dá vida aos homens,
Faça que minha alma viva de Vós,
E que à ela seja sempre doce este saber.
6.Senhor Jesus, bondoso pelicano,
Lava-me, eu que sou imundo, em teu sangue
Pois que uma única gota faz salvar
Todo o mundo e apagar todo pecado.

7.Ó Jesus, que velado agora vejo
Peço que se realize aquilo que tanto desejo
Que eu veja claramente vossa face revelada
Que eu seja feliz contemplando a vossa glória. Amém.

 A história desta festa também é bastante edificante.
No ano de 1263, um padre de nome Pedro de Praga, vacilante sobre a veracidade da transubstanciação, fez uma peregrinação de Praga a Roma, a fim de alcançar uma graça para que esta tentação o deixasse. Foi, então, que o prodígio ocorreu enquanto celebrava a Santa Missa perto donde repousava o corpo de S. Cristina em Bolsena.Padre Pedro, no momento da consagração, viu gotejar sangue da Hóstia então consagrada e banhar o corporal e os linhos litúrgicos. O sacerdote, impressionado com o acontecimento, vai para Orvieto onde residia o Papa Urbano IV, o qual mandou para Bolsena o bispo Giacomo para verificar o ocorrido e recolher o linho manchado com o Sangue de Cristo. No ano seguinte, o Papa promulgou a bula “Transiturus” que instaurava para toda a cristandade a Festa do Corpo de Deus na cidade que até então estava infestada de Cátaros – hereges que negavam o Sacramento da Eucaristia. O Papa pediu, então, para Santo Tomás de Aquino compor o ofício de Corpus Christi.                                      Fonte: Aletéia