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domingo, 15 de março de 2026

Sobre a vontade de ler POR ISMAEL LÓPEZ GÁLVEZ.

Sobre a vontade de ler

POR ISMAEL LÓPEZ GÁLVEZ

Há algum tempo ouvi Manuel Vicent dizer que existem duas formas de ler: de barriga para cima e de barriga para baixo. A primeira suporia uma leitura lúdica, hedonista, de sofá, cama ou praia, de puro prazer e passatempo; a segunda envolveria uma abordagem mais profunda, dir-se-ia estoica, de cadeira e escrivaninha, com os cotovelos sobre a mesa. O escritor defendia — talvez acertadamente — que a leitura que nos faz voar é, sem dúvida, a primeira. E não lhe falta razão. Assim, por exemplo, muitos de nós cruzamos o Egito antigo de Sinuê, embarcamos no Nautilus, perseguimos Moby Dick ou habitamos a Fantasia, a Terra do Nunca, a Ilha do Tesouro e outros sonhos e narrativas que nos divertiram e dignificaram. São, na realidade, milhões de pessoas que vivem hoje na imaginação oferecida pelo legado mais acessível do junco, onde cada manifestação, por mais medíocre que pareça a alguns, é digna de louvor na medida em que faz viver aqueles a quem a vida falha.

Dito isso, e descartada qualquer posição elitista, gostaria de reivindicar justamente a segunda: esse ler exigente na seleção e exigido por sua indispensabilidade. Pois, às vezes, embora não acreditem, os livros não têm que proporcionar prazer (pelo menos não imediato). De fato, há textos de extrema necessidade — que coincidem quase sempre com os considerados "clássicos" — que demandam um esforço considerável, uma intelectualidade desafiadora, uma leitura tão sossegada quanto crítica e ativa, e cujo contrato promete nos amar se também estivermos dispostos a aprender a amá-los. Emilio Lledó escreve que "se nos acostumarmos a ser inconformistas com as palavras, acabaremos sendo inconformistas com os fatos". Certo: a não aceitação do que é dado consiste em segurar, muitas vezes, o que nos move, e essa postura apela à vontade. Digamos que ela não foca no que os livros podem fazer por nós, mas no que estamos dispostos a entregar por eles. Este é o motivo pelo qual defender os clássicos a partir de seu divertimento ou entretenimento imediato quase sempre termina em fracasso.

Os textos que sobreviveram ao tempo, que se provaram contra o esquecimento, a tirania e a barbárie, alcançaram um status de sacralidade. No entanto, a distância que separa o tempo deles do nosso pode parecer intransponível: em ocasiões, sua forma profunda, densa e sóbria de nos revelar o terror que nos produz saber quem somos contrasta com a superficialidade que buscamos hoje, com a vacuidade que conseguiremos amanhã. Não pretendo enganar ninguém: "sagrado" e "sacrifício" compartilham a mesma raiz, indício claro de que, como apontou Platão, o bom é difícil (χαλεπὰ τὰ καλά). Séculos depois, Sêneca imortalizou também seu "Non est ad astra mollis e terris via": "Não há caminho fácil da terra às estrelas". Chesterton não estava equivocado: "as novas ideias são apenas fragmentos quebrados de velhas ideias".

Como Luis Alberto de Cuenca, não acredito na dicotomia entre alta e baixa literatura; apenas na boa e na má. Isso significa que uma grande história em quadrinhos pode ser tão nutritiva para a alma quanto um excelso tratado filosófico; e um péssimo poema tão nefasto para a emotividade quanto um insosso romance policial. Não é questão de gêneros, mas de qualidades. E o sublime, por ser sublime — isto é, por estar abaixo do que está, do que é evidente, por ter uma profundidade admirável —, necessita habitualmente de um trabalho de mina, de suor. Mark Twain dizia que um clássico é um livro que todo mundo quer ter lido e ninguém quer ler. Normal, o esforço enobrece, mas não costuma agradar. Apenas a recompensa última — se houver — poderia aliviar a fadiga. Portanto, a vontade, entendida como a capacidade para levar a termo decisões livres submetidas à razão, torna-se indispensável na hora de nos entregarmos a certas obras; sobretudo quando sua dificuldade emerge e seu divertimento é adiado ou, pior ainda, não aparece.

Lamento ter destruído o romantismo que se atribui à literatura; no entanto, há escritos fundamentais cuja essência não é deleitar. Acontece o mesmo com a árvore: sua espessura permite que o pássaro cantor se esconda da ave de rapina, mas esse não é o seu telos, seu propósito, senão, quem sabe, uma consequência inesperada.

Vejam bem, diante da pergunta "O que é o mais difícil de conhecer?", a única resposta possível para a escola pitagórica era "Conhecer a si mesmo". Ora, um clássico — seja ele antigo, moderno ou contemporâneo — é, como definiu Italo Calvino, aquele texto que serve para definirmos a nós mesmos em relação e, talvez, em contraste com ele. Resulta lógico, então, que envolva alguma complexidade, que nos exija como leitores e seres humanos.

Por conseguinte, o mínimo que podemos fazer diante de tamanha recompensa é resistir, nos responsabilizar, perseverar na leitura mesmo quando esta seja ou se torne árdua; não esquecer que houve homens e mulheres que nos ofereceram barcos robustos para navegar os maus tempos, mapas que nos indicaram o caminho para o que fomos, para o que somos e seremos, tanto em sua vileza quanto em sua bondade. "Com os clássicos — diz-nos Irene Vallejo — você se sente em casa". E um lar se cuida, não se abandona ao primeiro inconveniente. Pois, se algo a história do fogo nos ensinou é que, para sentar-se ao calor da fogueira, deve-se adentrar na floresta fria e recolher a lenha com frutífero e habilidoso empenho. Assim: a vontade de ler.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Escola Brazilino celebra encerramento de Projeto de Leitura com autógrafos, arte e emoção: “A leitura cria memórias e escreve histórias”!

Escola Brazilino celebra encerramento de Projeto de Leitura com autógrafos, arte e emoção: “A leitura cria memórias e escreve histórias”

No dia 02 de dezembro de 2025, uma terça-feira marcada por expectativa e emoção, a Escola Municipal Brazilino Rodrigues de Souza viveu o encerramento de um dos projetos mais significativos de seu ano letivo: o Projeto de Leitura – A leitura cria memórias e escreve histórias. O evento, realizado às 13h, reuniu estudantes, professores, famílias, autoridades e convidados para celebrar a força da leitura e da escrita como caminhos essenciais para a formação humana.

A culminância do projeto coroou um ano inteiro de trabalho dedicado ao livro, ao afeto literário e à autoria juvenil. Os alunos do 6º ao 9º ano apresentaram ao público três cadernos artesanais produzidos ao longo de 2025: “Histórias Fabulosas – 6º ano”, “Histórias Fabulosas – 7º ano” e “Memórias de um Céu Cinzento – 8º e 9º anos”. Cada página, cuidadosamente escrita e editada pelos próprios estudantes, se transformou em registro concreto de suas descobertas, sensibilidades e vozes autorais.

O ponto alto da tarde foi a sessão de autógrafos, em que os jovens autores autografaram seus livros para os convidados — um gesto que simbolizou orgulho, autonomia e a afirmação de que a escola é, sim, lugar de criação literária.

Da abertura ao encerramento: um fio contínuo de encantamento

Ainda em 30 de maio de 2025, dia em que o projeto foi aberto oficialmente, já era possível perceber que a iniciativa tomaria proporções grandiosas. A cerimônia de abertura — registrada anteriormente em nosso blog — emocionou pela estética, pelo simbolismo e pelos convidados especiais. Naquele dia, o painel central anunciava a proposta com uma frase que se tornaria marca da escola:
“A leitura cria memórias e escreve histórias.”

O “Varal de Memórias”, com fotos antigas da escola nas Capoeiras, reforçava o compromisso com a identidade local. Três presenças ilustres enriqueceram o encontro:

  • Fidelcino Martins, poeta e compositor do Hino de Carlos Chagas;

  • Emanuela Trindade, escritora e leitora apaixonada;

  • Dagmar Soares, Secretária Municipal de Cultura, que fez um resgate histórico emocionante da escola e de seu papel na comunidade.

A Educação Infantil também encantou com uma delicada encenação musical, prenunciando o que viria nos meses seguintes. Ali, já estava claro: aquele projeto nascia forte.

Encerramento: um espetáculo de leitura, arte e sensibilidade

No encerramento de 02 de dezembro, marcado por brilho e organização, três convidados retornaram para celebrar com a comunidade escolar:

  • Dagmar Soares, Secretária de Cultura, que valorizou o trabalho da escola parabenizando a todos e destacou o impacto da leitura na vida do aluno;

  • Fidelcino Martins, contador de causos, que mais uma vez encantou com histórias curiosas e cheias de sabedoria;

  • Nice, coordenadora do Polo UAB de Carlos Chagas, que recebeu livros autografados pelos alunos.

As apresentações foram conduzidas com maestria pelo professor de Língua Portuguesa Luciano Barros, cuja narração sensível costurou todo o roteiro com mensagens de valorização à leitura e à escrita. Cada anúncio dele reafirmava o compromisso da escola com a formação de leitores e escritores.

O figurino, confeccionado em TNT, chamava atenção pela criatividade e capricho. Tudo simples, mas extremamente bem feito — um exemplo de zelo pedagógico e estético.

As apresentações que emocionaram o público

Ao longo da tarde, o público acompanhou um verdadeiro espetáculo literário-multidisciplinar. Entre os destaques:

  • Turma de Juscilaine (1º período) com Chapeuzinho Vermelho;

  • Turma de Keisy (2º período) com Branca de Neve e os Sete Anões;

  • Turmas de Aline (1º ao 3º ano) com um belíssimo tributo ao cordel e ao cangaço;

  • Turmas de Wênia (4º e 5º ano) com o musical O Mágico de Oz;

  • Turmas do 8º e 9º ano com declamação de poemas autorais, incluindo “O Amor Escondido” e “O Voo Silencioso”.

As leituras, as dramatizações e as músicas revelaram o quanto os alunos mergulharam no universo literário durante o ano.

Autores de verdade: o orgulho do autógrafo

Quando chegou o momento dos autógrafos, uma onda de emoção atravessou o auditório.
Os alunos, agora autores reconhecidos, sentaram-se diante do público para assinar seus livros — um ato simbólico de autoria, pertencimento e autoestima.

Foi impossível não notar nos olhares dos estudantes a alegria por ver seus textos transformados em obras palpáveis.

A palavra final do diretor

Ao final do evento, o diretor Guilherme Ciriaco de Cristo agradeceu emocionado a todos os envolvidos, ressaltando que o sucesso do projeto só foi possível graças ao esforço conjunto de professores, equipe de apoio, famílias e alunos.

Como disse com toda convicção volto a  reafirmar aqui neste blog que a escola cumpriu sua missão de formar leitores em um tempo em que “as telas gritam mais alto do que os livros”.

Meu registro como Dirigente Municipal de Educação

Da minha parte, só tenho a celebrar. Parabenizo cada educador, cada estudante e cada mão que ajudou a fazer deste projeto um farol de leitura em nossa rede municipal.

Valeu, Escola Brazilino.
Valeu, professores.
Valeu Supervisora.
Valeu, diretor Guilherme.
Valeu, Luciano Barros.

Vocês provaram — mais uma vez — que quando a escola acredita na leitura, ela devolve  imaginação e futuro para os alunos.

Que venham novas memórias. Que venham novas histórias. 📚✨

domingo, 1 de junho de 2025

Leitura e escrita como farol: Oscar João Kretli dá início a jornada literária encantadora!

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Leitura e escrita como farol: Oscar João Kretli dá início a jornada literária encantadora

Na manhã de 16 de maio de 2025, uma sexta-feira que já entrou para a história da educação municipal, a Escola Municipal Oscar João Kretli deu um passo bonito rumo à formação de leitores e escritores conscientes. Com um dos melhores IDEBs da Regional Vale do Mucuri, a unidade reafirmou seu compromisso com a excelência ao inaugurar o projeto “Leitura na Ponta da Língua, Escrita na Ponta do Lápis”, uma iniciativa que visa transformar o cotidiano escolar com o poder das palavras e da leitura.

Idealizado pelo professor Luciano Torres e com apoio irrestrito do Diretor Saulo, o projeto encantou a comunidade com um evento de abertura vibrante. A programação incluiu apresentações artísticas e a presença inspiradora de Dalva Lúcia Nunes, Fidelcino Martins Costa e Emanuela Trindade dos Santos, figuras que carregam a literatura no coração e compartilharam com os alunos suas trajetórias de amor pelas palavras, livros e causos.

A celebração destacou que ler e escrever é mais do que tarefa escolar — é formar pensamento crítico, alimentar a imaginação e exercer cidadania. Parabéns à equipe da escola, aos professores e ao professor Luciano por conduzirem com sensibilidade essa jornada que promete deixar frutos duradouros no coração e na mente dos estudantes. 📖✨

sábado, 31 de maio de 2025

A anatomia de um LEITOR! - Encontrei na Escola!

 


Achei muito bacana ver, num mural da Escola Brazilino, que o leitor também tem sua anatomia — feita de olhos curiosos, ouvidos atentos e um coração cheio de histórias!

A anatomia de um LEITOR

OLHOS, para ver pistas nas imagens e palavras.
BOCA, para ler com a expressividade de um contador.
MÃOS, para cuidar dos livros com carinho.
MENTE CURIOSA, para pensar nas ideias dos livros.
OUVIDOS, para escutar o que os outros pensam.
CORAÇÃO, para se unir às histórias.
LIVROS, livros e livros, para viver muitos e muitos livros!

Encontrei este inspirador mural no pátio da Escola Municipal Brazilino Rodrigues de Souza, uma escola rural do nosso município de Carlos Chagas, e me emocionei com a beleza e a profundidade da mensagem. A imagem “A anatomia de um leitor” nos mostra que a leitura é uma experiência que envolve o ser humano por completo.

Os olhos do leitor não apenas enxergam, mas procuram pistas e significados nas imagens e palavras. A boca dá vida ao texto com a expressividade de um contador de histórias. As mãos simbolizam o cuidado e o carinho pelos livros, nossos maiores companheiros de aprendizado.

A mente curiosa é despertada pelas ideias contidas nas páginas, enquanto os ouvidos se abrem para escutar e dialogar com o pensamento dos outros. O coração, por sua vez, se conecta profundamente com as histórias, criando laços emocionais. E os livros, muitos livros, são os trilhos dessa jornada transformadora.

Projetos de leitura como esses que tenho comparecido nas suas aberturas revelam o compromisso das nossas escolas com a formação de leitores sensíveis, críticos e apaixonados. Que cada unidade escolar se inspire nessa prática e continue cultivando o amor pela leitura como caminho de emancipação e descoberta. 📚❤️

Memórias que viram histórias: A Escola Brazilino abre seu Projeto de Leitura com emoção, arte e afeto!

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Memórias que viram histórias: A Escola Brazilino abre seu Projeto de Leitura com emoção, arte e afeto

Na tarde do dia 30 de maio de 2025, a Escola Municipal Brazilino Rodrigues de Souza viveu um daqueles momentos em que o tempo parece se curvar diante da beleza da educação. Foi a abertura oficial do Projeto de Leitura, evento que uniu memórias, palavras e afetos em um mesmo compasso, celebrando a leitura como ponte entre o passado e o futuro.

O painel central do evento, ricamente ilustrado, já anunciava a proposta: “Projeto de Leitura”. Em destaque, uma imagem simbólica — livros, tinteiro, letras dançantes e uma criança segurando uma pena gigante diante de um livro aberto — e, abaixo, a inscrição que dava o tom do projeto: “A leitura cria memórias e escreve histórias.” Ao lado, o “Varal de Memórias” trazia fotos antigas em uma linha do tempo que emocionou os presentes com registros marcantes da trajetória da escola nas Capoeiras.

Entre os convidados, três presenças ilustres deram ainda mais brilho ao encontro. Fidelcino Martins, compositor do Hino de Carlos Chagas e contador de causos, encantou a todos com sua fala repleta de nostalgia, sabedoria e poesia cotidiana — “um poeta viajante que escolheu a própria terra para amar de novo tudo aquilo que a vida lhe ensinou.”

Emanuela Trindade, escritora e leitora apaixonada, trouxe à tona sua jornada com a literatura. Ao compartilhar como a leitura a levou a escrever, emocionou ao mostrar que o amor pelos livros também é um caminho de autoconhecimento e expressão.

Já a Secretária de Cultura Dagmar Soares fez um verdadeiro resgate histórico. Sua fala sobre o surgimento da escola e o impacto dela na vida da comunidade foi um dos pontos altos da cerimônia — um convite à valorização da memória coletiva e à identidade local.

A Educação Infantil também teve seu momento mágico, com uma peça teatral embalada por uma doce cantiga da borboleta, arrancando sorrisos e aplausos calorosos da plateia e muita interação dos alunos.

As falas foram marcantes. A supervisora Silvana tocou o coração de todos ao afirmar: “Ler é criar pontes entre o que somos e o que podemos ser.” Já o diretor Guilherme falou com firmeza sobre a urgência de formar leitores, agradecendo aos presentes e destacando: “A leitura é uma viagem literária que deixará frutos em nossa comunidade.”

Também estive presente neste dia inesquecível. Como Dirigente Municipal de Educação, agradeço ao diretor Guilherme e, com carinho especial, ao professor Luciano Torres, idealizador deste trabalho grandioso e sensível. Sua dedicação faz brotar leitores — e onde há leitores, há esperança.

Parabéns a toda equipe de profissionais da Escola Brazilino R. de Souza. Que sigamos, juntos, criando memórias e escrevendo novas histórias. 📚✨


quarta-feira, 28 de maio de 2025

Escola Arminda semeia valores e cultiva leitores com emoção e encantamento na abertura do seu Projeto de Leitura

O álbum está aberto para receber as imagens

Escola Arminda semeia valores e cultiva leitores com emoção e encantamento

Na manhã e tarde do dia 23 de maio de 2025, a Escola Municipal Professora Arminda Lopes Ribeiro viveu um daqueles momentos que só a educação é capaz de proporcionar: a abertura oficial do seu Projeto de Leitura, com o inspirador tema “Semeando valores, cultivando leitores”. Um grande painel, com personagens da literatura infantil, deu o tom da festa que emocionou toda a comunidade escolar.

Sob a coordenação sensível da supervisora Josiane, que atuou como mestre de cerimônia, o evento contou com a presença do Diretor Renato Aguilar, da vice-diretora Sara Cabral, da escritora homenageada Dalva Lúcia Nunes, de Fernanda Neres, e de mim, Deodato, secretário municipal de Educação. O encontro foi marcado por apresentações belíssimas, como o acróstico com a palavra “leitura”, poesias, teatro e música. A escritora Dalva foi calorosamente ovacionada pelos alunos — destaque para seu neto Otto, que declamou com orgulho suas palavras.

Durante minha fala, destaquei: “o leitor se constrói na vontade diária de ler — o livro é o grande amigo da criança!”. O projeto segue ao longo do ano, com leituras, debates e produções. Aos professores, que são mais que brilhantes — são fascinantes — nossos aplausos, assim como à liderança do diretor Renato. Que colheita rica teremos na vida desses pequenos! 🌱📖✨

Um castelo de histórias na Escola Maria Ribeiro Tavares

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Um castelo de histórias na Escola Maria Ribeiro Tavares!

Na quarta-feira, 26 de maio de 2025, a Escola Municipal Maria Ribeiro Tavares viveu um daqueles momentos que se eternizam na memória afetiva da educação. Às 9h30 e às 15h, nos dois turnos escolares, foi realizada a abertura do Projeto de Leitura, sob o tema poético: “Quem escreve um livro cria um castelo, quem o lê mora nele”. A frase, em destaque no painel central, anunciava a beleza do que viria a seguir.

Atendendo ao convite da dedicada diretora Verônica, estiveram presentes D. Áurea, primeira-dama do município, Dyogo, secretário de Esporte, e eu, Deodato. Fomos todos envolvidos por um clima de encantamento, embalados por apresentações inspiradas na literatura infantil.

Emoção à flor da pele com a abertura: uma belíssima dança de A Bela e a Fera, interpretada pelo ex-aluno Eduflávio e Anne Beatrice. Seguida pelas criativas encenações de O Grande Rabanete e O Caso do Bolinho, cheias de humor, ritmo e lições valiosas.

Ao final, deixei um recado aos pequenos: tornar-se leitor é um gesto de vontade e persistência. E que alegria ver esse trabalho conduzido por professores fascinantes, pela diretora Verônica e pelo supervisor Rafael. Que castelo maravilhoso construíram na vida de cada criança ali,  com os livros apresentados! 🏰📚✨

Deodato Gomes Costa

@professordeodatogomes

sábado, 24 de maio de 2025

🕰️ Linha Histórica Explicativa do Surgimento da Leitura


🕰️ Linha Histórica Explicativa do Surgimento da Leitura


1. Pré-história – A Comunicação antes da Escrita (até 3.500 a.C.)

Antes da invenção da escrita, os seres humanos transmitiam informações por meio de gestos, sons e imagens rupestres nas paredes das cavernas. Essas representações visuais foram os primeiros registros de comunicação simbólica, mas ainda não se tratava de leitura como conhecemos hoje — era uma forma de contar histórias e registrar eventos através de símbolos visuais.


2. Antiguidade – O Nascimento da Escrita e da Leitura (c. 3.500 a.C.)

O surgimento da escrita cuneiforme na Mesopotâmia (Sumérios), por volta de 3.500 a.C., e dos hieróglifos egípcios, marca o início da leitura. No início, a leitura era restrita a escribas e sacerdotes, pois a escrita servia principalmente para fins administrativos, religiosos e políticos. Ler era um privilégio ligado ao poder.


3. Grécia e Roma Antigas – Leitura e Filosofia (século V a.C. em diante)

Na Grécia Antiga, com o advento do alfabeto fonético (baseado nos fenícios), a leitura começou a se difundir mais. Com Sócrates, Platão e Aristóteles, surgem debates sobre a oralidade e a escrita. Os gregos valorizavam a leitura como forma de conhecimento e virtude cívica, enquanto os romanos usavam-na também como forma de instrução e propaganda do império.


4. Idade Média – A Leitura Religiosa (476 – 1453)

Durante a Idade Média, a leitura ficou novamente restrita a poucos: monges copistas, clérigos e membros do alto escalão da Igreja. Os livros eram raros, copiados à mão e quase sempre em latim. A leitura era sobretudo silenciosa e contemplativa, voltada para os textos religiosos, como a Bíblia. As escolas monásticas e catedrais formavam os poucos leitores da época.


5. Renascimento e Imprensa – Democratização da Leitura (século XV e XVI)

Com a invenção da imprensa por Gutenberg (c. 1440), o acesso aos livros se ampliou. Obras passaram a ser reproduzidas em maior escala, e a leitura deixou de ser privilégio apenas da Igreja. A Reforma Protestante, por exemplo, incentivou a leitura individual da Bíblia, gerando alfabetização em massa entre os fiéis. A leitura começou a ganhar papel formativo e político.


6. Séculos XVIII e XIX – Iluminismo e Escolarização

Durante o Iluminismo, a leitura se consolidou como direito e instrumento de emancipação. Intelectuais como Voltaire e Rousseau defendiam a razão e o acesso ao saber por meio da leitura. Já no século XIX, com a expansão das escolas públicas, a alfabetização se tornou política de Estado em vários países. O ato de ler passou a ser parte da formação de cidadãos.


7. Século XX – Massificação da Leitura

A leitura tornou-se um hábito de massas, graças à universalização da educação básica, às bibliotecas públicas, à imprensa popular e à literatura infantojuvenil. O livro se popularizou como fonte de lazer, informação e aprendizado. A leitura agora dialoga com diversos suportes: jornal, revista, gibi, livro didático, romances, etc.


8. Século XXI – Leitura Digital e Multiletramentos

Com a internet e os dispositivos digitais, a leitura passou a ser fragmentada, interativa e multimodal. As pessoas leem em telas, redes sociais, blogs, e-books, aplicativos e podcasts transcritos. Fala-se hoje em letramentos múltiplos, pois o leitor precisa saber interpretar textos, imagens, sons e símbolos digitais. A leitura continua sendo ferramenta de empoderamento, mas enfrenta o desafio da superficialidade e da desinformação.


📚 Conclusão:
A leitura é uma conquista histórica da humanidade. Ela evoluiu de um privilégio de elites para um direito de todos, essencial para a cidadania, a democracia e a construção do conhecimento. Entender sua história é valorizar o papel transformador da educação na vida dos povos.

quarta-feira, 30 de abril de 2025

Tindolelê, bolinha de gude e o abraço da palavra: um dia para nunca mais esquecer na Escola Aymar Westin Nobre!

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A Letra que encanta, a palavra que liberta: emoção e celebração na abertura do Projeto de Leitura da Aymar Westin Nobre

O dia amanheceu diferente na Escola Municipal Aymar Westin Nobre. Uma atmosfera vibrante, carregada de expectativa e o doce perfume de páginas novas pairava no ar. Hoje, não era um dia letivo qualquer. Era o dia de celebrar o poder da leitura, o portal mágico que nos transporta para outros mundos e nos faz enxergar a nossa própria realidade com olhos mais curiosos e perspicazes. E eu tive a honra de testemunhar, de corpo e alma, a abertura oficial do aguardado PROJETO DE LEITURA, liderado com a garra e a sensibilidade da supervisora Maria Souza.

A mesa de abertura era um palco de afetos e saberes. Ao lado da incansável Maria, a escritora Dalva Lúcia, um farol literário da nossa cidade, irradiava simpatia. Sua presença era um presente para todos ali, um testemunho vivo de que as palavras podem florescer e tocar corações. E Emília Silva, a contadora de histórias com a voz que embala sonhos, completava o trio de convidados, ao lado deste humilde blogueiro, que sente na escrita a pulsação da vida.

A voz suave, mas firme, de Maria ecoou pelo pátio, apresentando cada convidado com a reverência que a paixão pela educação inspira. E então, a magia começou. Professoras e professores da casa subiram ao palco, seus corações palpitando poesia, para declamar versos da obra infantil de Dalva Lúcia, o encantador "Tindolele". Cada poema recitado era uma pincelada de cor na tela da imaginação. Luana nos fez sentir a leveza de "A Bola", Rose acarinhou nossos corações com a ternura de "A Boneca de Pano", Pedro nos contagiou com a alegria de uma brincadeira encenada, um aluno nos fez reviver a nostalgia da "Bolinha de Gude", e Sandra emocionou a todos com sua ode à "Escola". Era lindo ver como as palavras de Dalva ganhavam vida nas vozes de seus colegas de profissão, enquanto a própria autora, ali presente, recebia essa homenagem com um brilho nos olhos que falava mais que mil discursos. E a própria Maria, com a maestria de uma regente, costurava os momentos, declamando trechos, chamando os artistas da palavra ao palco, num balé de afeto e reconhecimento.

Quando Dalva Lúcia tomou a palavra, sua voz carregava a força da experiência e a doçura da alma de uma mestra. Ela não apenas apresentou seus livros, mas abriu seu coração, compartilhando a jornada de uma vida dedicada à escrita e à educação. Lembrou com carinho dos muitos professores ali presentes que outrora foram seus alunos, tecendo um laço de afeto que atravessa gerações. Sua homenagem à supervisora Maria foi um reconhecimento emocionado à liderança inspiradora. E para as crianças, suas palavras foram um incentivo precioso, um convite a desbravar os universos infinitos contidos em cada livro.

Na minha humilde participação, tentei plantar uma semente de curiosidade nos corações infantis. Comecei lembrando que, nos primórdios da humanidade, a escrita e a leitura não existiam. Que essa invenção extraordinária revolucionou a nossa história, permitindo que o conhecimento fosse transmitido e a imaginação alçasse voos cada vez mais altos. Expliquei que, embora a fala seja natural, a escrita e a leitura exigem dedicação, carinho e paciência, como um artesão que molda com esmero a sua obra. Compartilhei com eles o meu amor pelo meu blog, esse diário virtual onde as histórias da nossa cidade ganham voz, onde os feitos das nossas escolas são celebrados e onde as pessoas que fazem a diferença são homenageadas. E deixei um convite aberto: que cada aluno se sinta um pequeno cronista do seu mundo, escrevendo sobre sua escola, sua família, seu bairro.

A magia contagiante de Emília Silva tomou conta do ambiente em seguida. Com a arte de quem tece sonhos com a voz, ela nos presenteou com duas histórias que prenderam a atenção da plateia mirim. Pela manhã, "A Menina Mentirosa" nos ensinou, com a leveza de uma fábula, o valor inestimável da verdade. À tarde, fomos transportados para a infância da própria Emília, através da história "O Padre e o Menino", uma narrativa que ecoava a sabedoria popular transmitida por seu pai, o Sr. Zé Beato, também um contador de histórias. A emoção tomou conta quando Emília revelou ter encontrado a mesma história, anos depois, no livro "Histórias que o povo conta", um elo mágico entre a memória afetiva e o tesouro da literatura.

Um momento singelo, mas profundamente significativo, me tocou durante o evento. Tive a oportunidade de ler um poema criado por um aluno da dedicada professora Eliana. Inspirado pela metáfora da janela como uma lente para ampliar nossa visão de mundo, proposta em sala de aula, a criança poeta traduziu em versos a capacidade da leitura de nos abrir para novas perspectivas. Uma prova viva de que a semente da criatividade, quando bem cultivada, floresce em belas palavras.

Minha gratidão pelo convite para participar dessa celebração da leitura é imensa. Parabéns à Escola Municipal Aymar Westin Nobre, à supervisora Maria Souza e a toda a equipe de professores por colocarem a leitura e a escrita no centro do processo de aprendizagem. Que este projeto continue a iluminar os caminhos de nossas crianças, abrindo janelas para um futuro repleto de conhecimento e imaginação.

E para finalizar este relato carregado de emoção, ecoam as palavras sábias e sentidas de Emília Silva, a contadora de histórias que tocou fundo em nossos corações: “O encontro foi um abraço cultural que envolveu diferentes gerações.” E com uma ponta de melancolia, ela nos lembrou de uma realidade que nos convida à reflexão: “As crianças não brincam mais de boneca nem de bolinha de gude, as telas tomaram o lugar do encanto.” Que este projeto de leitura seja um farol para resgatarmos o encanto das histórias, a magia das palavras e a riqueza da imaginação em nossos pequenos.

Valeu, Maria! Valeu, Istênia! Valeu muito professores! A semente da leitura foi plantada com amor e a colheita, com certeza, será farta e transformadora.

domingo, 28 de janeiro de 2024

Disponível relatório Brasil no PIRLS 2021



Está disponível, no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o relatório “Brasil no PIRLS 2021: Análise dos resultados da compreensão leitora dos estudantes do 4º ano do ensino fundamental”. O relatório foi produzido pela equipe de pesquisadores do Inep, com os resultados de aprendizagem da compreensão leitora dos estudantes brasileiros. Também está disponível no portal a versão em português do relatório “Pirls 2021: resultados internacionais em leitura”.

O Estudo Internacional de Progresso em Leitura (PIRLS), tradução de Progress in International Reading Literacy Study, é uma iniciativa realizada desde 2001 pela Associação Internacional para Avaliação do Desempenho Educacional (IEA). O PIRLS avalia as tendências internacionais da compreensão leitora de estudantes do 4º ano de escolarização, em ciclos quinquenais, utilizando dois tipos de instrumentos de produção de dados: os testes cognitivos e os questionários contextuais.

PIRLS – O Brasil participou pela primeira vez do PIRLS no ciclo de 2021, com uma amostra de escolas que abrangeu todo o território nacional. O Inep operacionalizou a avaliação em uma amostra de 187 escolas (públicas e privadas), distribuídas por todas as regiões do Brasil. Mais de 4.900 alunos do 4º ano do ensino fundamental foram avaliados. Considerando todas as nações participantes do estudo, foram avaliados cerca de 400 mil estudantes, em mais de 13 mil escolas de 57 países, além de 8 participantes de padrões de referência.

Confira o relatório “Brasil no PIRLS 2021″

Confira a versão em português do relatório “Pirls 2021: resultados internacionais em leitura”

https://download.inep.gov.br/publicacoes/institucionais/avaliacoes_e_exames_da_educacao_basica/pirls_2021_resultados_internacionais_em_leitura.pdf

domingo, 22 de outubro de 2023

Quando letras tornam se laços!

Retirado do instagram

Fiquei analisando esta imagem e vi que claramente ela retrata um personagem animado sentado em uma poltrona, lendo um livro. Não tem por onde a gente não ver este fato na imagem pois está bem definido na mesma. Na expressão do personagem tudo indica que está bastante envolvido e surpresa com o conteúdo do livro. A frase "Às vezes você pega um livro, às vezes um livro te pega" parece também enfatizar a ideia de que, em alguns momentos da nossa trajetória de estudante e leitor, simplesmente somos nós que escolhemos um livro para ler, mas em outros momentos, o conteúdo do livro é que nos conquista emocionalmente e mentalmente.

Do ponto de vista pedagógico:

Importância da Leitura: A imagem parece reforçar a ideia de que a leitura não é apenas um ato passivo, mas pode ser uma experiência envolvente e transformadora. A gente pode usar essa imagem para discutir a importância de escolher livros que realmente nos interessam e o impacto que eles podem ter em nossas vidas.

Conexão Emocional com a Literatura: A frase sugere que, às vezes, um livro pode ter um impacto profundo na nossa vida, o que pode levar a discussões sobre como certos textos ressoam no nosso universo interno e dessa forma como nos preocupa profundamente.

Motivação para Ler: Penso que a imagem pode ser usada para motivar os alunos a se engajarem na leitura, mostrando que a literatura tem o poder de nos tocar e influenciar.

Escolha Pessoal na Leitura: Com esta imagem pode-se discutir a importância de permitir que os alunos escolham seus próprios livros para ler, para que possam encontrar textos que realmente os "peguem".

Ilustração e Expressão: O desenho do personagem e sua expressão podem ser pontos de partida para discutir sobre como as ilustrações complementam o texto e ajudam a transmitir emoções e mensagens.

Em resumo, a imagem é uma representação artística do poder e do impacto da leitura na vida de um indivíduo e pode ser uma ferramenta valiosa em ambientes educacionais para promover a importância da literatura.

                 Professor Deodato Gomes 

domingo, 20 de agosto de 2023

🧠 Decifrando a aprendizagem: uma análise das porcentagens de engajamento na Leitura 📖, Ouvir 🎧, Observar 👀 e Mais!

10% Lendo 📖: Esta porcentagem sugere que a leitura contribui com uma pequena parte do processo de aprendizagem. Embora a leitura seja fundamental para a compreensão e aquisição de conhecimento em muitas áreas, a imagem parece enfatizar que a aprendizagem passiva através da leitura é menos eficaz do que outros métodos mais ativos. Embora podemos questionar se a leitura é um método passivo ou ativo de aprender.

20% Ouvindo 🎧: Ouvir é uma habilidade essencial, especialmente em contextos de sala de aula. Essa porcentagem pode refletir a importância de ouvir atentamente para compreender conceitos e instruções, mas também sugere que é apenas uma parte do processo de aprendizagem.

30% Observando 👀: A observação pode ser uma ferramenta poderosa para aprender através da modelagem e imitação. Essa porcentagem mais alta pode refletir a importância da aprendizagem visual e da observação direta na compreensão de conceitos e habilidades.

50% Assistindo 📺: Assistir pode ser interpretado como uma forma mais ativa de observação, onde o aluno está engajado e focado no material. Isso pode incluir assistir a demonstrações, vídeos educativos, ou outros recursos visuais que facilitam a compreensão.

70% Debatendo 💬: O debate envolve habilidades críticas de pensamento, argumentação e comunicação. Essa porcentagem elevada pode enfatizar a importância do engajamento ativo, discussão e reflexão crítica no processo de aprendizagem.

80% Praticando 🏋️‍♂️: A prática é fundamental para a aquisição de habilidades e a internalização do conhecimento. Essa alta porcentagem reflete a crença de que "a prática leva à perfeição" e que a repetição e a aplicação ativa são cruciais para a aprendizagem.

95% Ensinando 👨‍🏫: A maior porcentagem é atribuída ao ensino, refletindo a ideia de que ensinar algo é uma das maneiras mais eficazes de aprender. Isso pode envolver uma compreensão profunda do material e a habilidade de comunicá-lo aos outros.

Conclusão Pedagógica 🎓: A imagem parece enfatizar a transição da aprendizagem passiva (como ler e ouvir) para formas mais ativas e envolventes de aprendizagem (como debater, praticar e ensinar). Essa progressão reflete uma compreensão moderna da aprendizagem, onde o envolvimento ativo, a prática e a reflexão crítica são vistos como fundamentais para a compreensão profunda.

No entanto, é importante notar que essas porcentagens podem variar dependendo do indivíduo, do conteúdo e do contexto. A aprendizagem é um processo complexo e multifacetado 🧩, e essa representação, embora útil como uma generalização, pode não capturar toda a nuance e diversidade do processo de aprendizagem.

🌟 Qual é o seu método preferido de aprendizagem e como ele ajudou você a alcançar seus objetivos? 

Compartilhe sua experiência conosco! #AprendendoJuntos