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sábado, 7 de março de 2026

Câmara Municipal de Carlos Chagas promove palestra sobre a luta das mulheres e o enfrentamento à violência de gênero!

                      Palestrante: Profª Dra. Denise Ziviani
                         IFMG – Campus Ouro Preto

Câmara Municipal de Carlos Chagas promove palestra sobre a luta das mulheres e o enfrentamento à violência de gênero

Na noite do dia 06 de março de 2026, a Câmara Municipal de Carlos Chagas realizou a palestra de abertura do Ciclo de Debates “Câmara Aberta – Vozes Ativas”, com o tema “Luta das Mulheres e Combate à Violência de Gênero”. A conferência foi ministrada pela Professora Dra. Denise Conceição das Graças Ziviani, do Instituto Federal de Minas Gerais – Campus Ouro Preto (IFMG).

O evento ocorreu às 19 horas e atendeu ao convite do Presidente da Câmara Municipal, vereador Márcio Júnior, em uma iniciativa que nasceu a partir de uma proposta apresentada pela professora Helen, posteriormente acolhida e organizada pelo Legislativo municipal como parte das atividades do Março das Mulheres

O evento contou com a presença dos alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA), do presidente da Câmara Municipal, Márcio Júnior, que atuou como anfitrião da noite, e das vereadoras Giovanna e Yoko, que acolheram o público com atenção e carinho, distribuindo lembranças às mulheres presentes.

A história da luta das mulheres

Logo no início da palestra, a professora Denise Ziviani apresentou um panorama histórico da luta feminina por direitos. Ela destacou que, desde o início do século XX, mulheres organizadas em movimentos sociais passaram a reivindicar participação política, acesso à educação, autonomia profissional e igualdade de direitos.

Entre os marcos históricos lembrados, foram citados acontecimentos importantes como as mobilizações femininas no início do século passado e a criação do Dia Internacional da Mulher, consolidado a partir das manifestações de trabalhadoras. A professora também destacou que, no Brasil, o direito ao voto feminino foi conquistado em 1932, tornando-se obrigatório apenas em 1946.

Segundo a palestrante, a chamada segunda onda do feminismo, a partir da década de 1960, ampliou o debate sobre autonomia feminina, igualdade nas relações pessoais e melhores condições de trabalho para as mulheres.

Dados preocupantes da violência contra mulheres

Durante a apresentação, a professora trouxe dados que evidenciam a gravidade da violência de gênero. Segundo números apresentados na palestra, 1.463 mulheres foram assassinadas no Brasil em 2024, enquanto em 2025 foram registradas 1.568 mortes, uma média de quatro mulheres assassinadas por dia.

Outro dado alarmante refere-se às agressões: mais de 86 mil casos de violência contra mulheres foram registrados apenas entre janeiro e julho de 2025. No cenário mundial, estima-se que cerca de 50 mil mulheres sejam mortas por ano, o que reforça a urgência de políticas de prevenção e proteção.

A professora também destacou que mulheres negras são as que mais denunciam e também as que mais sofrem violência, evidenciando a necessidade de políticas públicas que considerem desigualdades sociais e raciais.

Compreendendo o conceito de gênero

Na parte teórica da palestra, a professora trouxe reflexões baseadas em autoras e pesquisadores que estudam as relações de gênero. Um dos destaques foi a filósofa Simone de Beauvoir, autora da frase clássica: “Não se nasce mulher, torna-se mulher”, indicando que muitos papéis atribuídos às mulheres são construções sociais.

A pesquisadora Joan Scott também foi mencionada para explicar que o gênero é um campo de relações de poder, no qual os papéis de homens e mulheres foram historicamente definidos e naturalizados pela cultura.

Nesse contexto, foi discutido o conceito de patriarcado, entendido como um sistema social em que os homens ocupam posição central na organização da sociedade, exercendo autoridade sobre mulheres e filhos, estrutura que ainda influencia comportamentos e relações sociais.

Políticas públicas de enfrentamento

A professora Denise também apresentou avanços institucionais no combate à violência de gênero. Entre os marcos citados estão:

  • Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), que afirma a igualdade de dignidade e direitos entre todos os seres humanos;

  • Criação das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM) em 1985;

  • Criação do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher;

  • Primeiras Casas-Abrigo para mulheres em risco de morte, instituídas em 1986;

  • A Constituição Federal de 1988, que consolidou direitos fundamentais e reforçou a igualdade jurídica entre homens e mulheres.

A importância da rede de proteção

Encerrando a exposição, a palestrante ressaltou que o enfrentamento da violência contra a mulher depende da atuação integrada de uma rede de proteção e atendimento, composta por diferentes instituições.

Entre os serviços que compõem essa rede estão hospitais, unidades de atenção básica, programas de saúde da família, delegacias, polícias, Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), Centros Especializados (CREAS), promotorias e defensorias públicas.

Segundo Denise Ziviani, o fortalecimento dessa rede é fundamental para garantir acolhimento, proteção e justiça às mulheres vítimas de violência.

Debate necessário para a sociedade

A realização da palestra foi destacada como um momento importante de formação cidadã e reflexão social, sobretudo no contexto do mês dedicado às mulheres.

A iniciativa da Câmara Municipal, em parceria com educadores, reforça a importância de ampliar o debate público sobre igualdade de gênero, respeito e combate a todas as formas de violência.

Ao final do encontro, ficou evidente que educação, políticas públicas e mobilização social são caminhos essenciais para transformar realidades e construir uma sociedade mais justa e igualitária para mulheres e homens.

A Educação marcou presença!

quinta-feira, 5 de março de 2026

🌸 MARÇO DAS MULHERES 2026


🌸 MARÇO DAS MULHERES 2026

I Ciclo de Debates da Câmara Municipal de Carlos Chagas-Câmara Aberta, Vozes Ativas

👩‍🏫 Mulher educadora: quem forma gerações também precisa de espaços de reflexão, escuta e fortalecimento.

Neste mês de março, a Câmara Municipal de Carlos Chagas abre suas portas para um importante Ciclo de Debates sobre direitos das mulheres e enfrentamento da violência de gênero.

Para as profissionais da educação, este momento representa uma oportunidade valiosa de formação cidadã, reflexão pedagógica e fortalecimento do papel social da escola.

A escola é um dos principais espaços de promoção da igualdade, do respeito e da proteção da vida. Por isso, participar desses debates é também ampliar o olhar educativo sobre a realidade das mulheres em nossa sociedade.

📅 PROGRAMAÇÃO

🎤 06 de março – 19h
Palestra de Abertura
“Luta das Mulheres e Combate à Violência de Gênero”
Com Profª Dra. Denise Ziviani
IFMG – Campus Ouro Preto

10 de março – 19h
“Mulheres, Direitos e Justiça: Conversa sobre Proteção e Enfrentamento da Violência”

Com participação de grandes autoridades do sistema de justiça:

  • Dra. Andrea Maiana Silva de Assis – Juíza de Direito

  • Dra. Sheila de Novais Oliveira – Promotora de Justiça

  • Dra. Tayna Cunha do Canto Maia – Delegada de Polícia Civil

📍 Local: Câmara Municipal de Vereadores de Carlos Chagas

📚 SUGESTÃO PEDAGÓGICA PARA AS ESCOLAS

Diretores e equipes pedagógicas podem incorporar a participação no evento como momento formativo dentro da reunião do Módulo II, especialmente no contexto do Mês das Mulheres.

A presença das professoras e profissionais da escola possibilita:

✔ ampliação da consciência sobre direitos das mulheres
✔ fortalecimento da cultura de respeito e equidade nas escolas
✔ subsídios para projetos pedagógicos sobre cidadania e direitos humanos
✔ diálogo entre educação, justiça e comunidade

Participar é também levar para dentro da escola reflexões que ajudam a proteger, orientar e formar nossos estudantes para uma sociedade mais justa.

🌷 Educar também é lutar por dignidade, respeito e igualdade.
Neste mês de março, as vozes das mulheres ecoam mais fortes.

Participe. Convide sua equipe. Leve essa reflexão para sua escola.

📍 Câmara Municipal de Carlos Chagas
Março das Mulheres 2026 – Câmara Aberta, Vozes Ativas

sexta-feira, 8 de março de 2024

Heroína da Educação: homenagem à Heley Abreu Batista e a todas as Mulheres-Professoras de Carlos Chagas

Neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher, celebramos a força e a dedicação das mulheres-professoras, especialmente em Carlos Chagas, onde um nome ecoa como símbolo de heroísmo: Heley Abreu Batista.

Em 2017, na tragédia da creche Gente Inocente, em Janaúba, Heley, com seus 43 anos e um amor maternal que transbordava, se tornou um farol de esperança em meio ao terror.

Mesmo ferida pelas chamas, ela lutou com a bravura de um leão para salvar seus alunos. Sua coragem, que superou o medo e a dor, jamais será esquecida.

Heley, que encontrou na educação a força para superar a perda de um filho, nos ensina que a sala de aula é um refúgio, um porto seguro onde sonhos são nutridos e futuros são lapidados.

Em cada escola da Rede Municipal de Carlos Chagas, o legado de Heley se faz presente. Sua história, marcada por um amor que transcende as barreiras do tempo, nos inspira a sermos professores melhores, exemplos de superação e agentes de transformação.

Seu heroísmo foi reconhecido por todos. O cortejo fúnebre, acompanhado por centenas de pessoas, foi um testemunho do impacto de sua vida. A Ordem Nacional do Mérito, concedida pelo Presidente Michel Temer, e a honraria de heroína da Pátria eternizam seu nome como símbolo de força e amor.

Neste dia, dedicamos nossa mais profunda admiração às mulheres-professoras de Carlos Chagas. Guerreiras como Heley, que semeiam o futuro com sabedoria e dedicação, são a alma da nossa cidade.

Que a chama da educação, acesa pelas mãos de mulheres tão especiais, jamais se apague. Que a cada dia, o reconhecimento e a valorização das mulheres-professoras se tornem mais presentes e contundentes. A elas, dedicamos este dia e nossa eterna gratidão.

Às mulheres-professoras de Carlos Chagas, nossa reverência e a certeza de que a heroína Heley vive em cada um de nós.

#HeleyAbreuBatista 

#HeroínaDaEducação 

#MulheresProfessoras 

#Gratidão

Ser mulher e ser professora: uma simbiose perfeita, nossa homenagem!

Neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher, celebramos a força, a dedicação e o papel fundamental das mulheres-professoras na construção de um futuro mais justo, equitativo e promissor para todos. Mais do que uma profissão, ser professora é uma vocação, um chamado que se entrelaça com a própria essência da mulher, marcada pela sensibilidade, pelo cuidado e pelo amor ao próximo.

Ser mulher e ser professora: uma simbiose perfeita!

É difícil discernir onde termina a mulher e começa a professora. Ambas se fundem em um ser único, imbuído de uma força inabalável e de um compromisso indelével com a formação de cidadãos conscientes e transformadores. A mulher empresta à professora sua capacidade de nutrir, acolher e inspirar, enquanto a professora transcende a mera instrução, tornando-se guia, mentora e farol na jornada de cada aluno.

Educação: um corpo feminino por excelência!

Não é por acaso que a educação, em sua essência, é feminina. Mais do que transmitir conhecimentos, educar é semear valores, cultivar sonhos e despertar a esperança. E quem melhor do que as mulheres, com sua sensibilidade aguçada e intuição ímpar, para desempenhar este papel crucial?

Nas escolas da Rede Municipal de Ensino de Carlos Chagas, as mulheres-professoras assumem a vanguarda da construção de um futuro mais próspero para nossa cidade. Sua presença majoritária nas salas de aula é um reflexo de sua vocação natural para a educação e do compromisso inabalável com o desenvolvimento integral de cada criança e adolescente.

Um dia para celebrar e refletir!

O Dia Internacional da Mulher é uma oportunidade para celebrarmos as conquistas das mulheres-professoras, mas também para refletirmos sobre os desafios que ainda persistem. É preciso reconhecer e valorizar o papel fundamental que elas desempenham na sociedade, assegurando-lhes condições dignas de trabalho e reconhecimento profissional.

Homenagem à mulher-professora de Carlos Chagas!

Às mulheres-professoras da Rede Municipal de Ensino de Carlos Chagas, nosso profundo respeito, admiração e gratidão. Vocês são a alma da educação, a força motriz que impulsiona o desenvolvimento de nossa cidade. Que a força, a coragem e a determinação de cada uma de vocês continuem inspirando e transformando o mundo.

Que a chama da educação, acesa pelas mãos de mulheres tão especiais, jamais se apague. Que a cada dia, o reconhecimento e a valorização das mulheres-professoras se tornem mais presentes e contundentes. A elas, dedicamos este dia e nossa eterna gratidão.

Escreva uma mensagem de agradecimento para todas as mulheres-professoras que marcaram a sua vida.

Compartilhe a mensagem a acima com seus amigos e familiares e incentive a reflexão sobre o tema.

#MulheresProfessorasInspiram

Professor Deodato Gomes

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024

O Dia da Mulher no Calendário Escolar 2024: educação, reflexão e ação!


Digníssimos Gestores, Supervisores, Professores e toda a Comunidade Escolar,

Conforme a RESOLUÇÃO SEE Nº 4.928, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2023, é imperativo que nossas escolas incorpore em sua AGENDA ANUAL atividades que reflitam sobre a importância do Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março. Esta data, oficializada pela ONU em 1975, simboliza a luta incessante das mulheres por igualdade de direitos e oportunidades.

Entre os dias 4 e 8 de março, somos convocados a promover a Semana Escolar de Combate à Violência contra a Mulher, em atendimento à Lei Federal nº 14.164, de 1º de junho de 2021. Este período deve ser marcado por projetos interdisciplinares que engajem nossos alunos na reflexão e ação contra a violência de gênero, reafirmando nosso compromisso com a formação de cidadãos conscientes e atuantes na sociedade.

Contamos com o empenho e criatividade de todos para que possamos, juntos, desenvolver atividades significativas que honrem este compromisso. Vamos unir forças em prol de uma educação que valorize a igualdade e o respeito mútuo.

Professor Deodato Gomes

Amei este manifesto do Colégio Aplicação da Federal de Santa Catarina: https://capl.paginas.ufsc.br/files/2022/03/TEXTO-EVENTO-DIA-DA-MULHER-2022-1.pdf

Escola Estadual Dr. João Beraldo promove a II caminhada da educação em homenagem ao Dia Internacional da Luta pelos Direitos da Mulher!

Carlos Chagas, MG – A Escola Estadual Dr. João Beraldo, situada na Avenida Gabriel Passos nº 393-Centro, tem a honra de anunciar a realização da II Caminhada da Educação em celebração ao Dia Internacional da Luta pelos Direitos da Mulher. O evento está marcado para o próximo dia 07 de março de 2024, com início às 8:00h da manhã, prometendo ser um marco de conscientização e valorização da mulher na sociedade.

A caminhada, que partirá da Praça Nelson Saraiva, percorrerá importantes vias da cidade, como a rua Benedito Valadares e a Avenida Capitão João Pinto, passando pela frente da Prefeitura Municipal e culminando na Praça entre a Farmácia Indiana e o Fórum. 

A diretora da Escola Estadual Dr. João Beraldo, Rigléia da Silva Pinto Santos, faz um convite especial à comunidade de Carlos Chagas e região para se juntar a este momento significativo. "É uma oportunidade para reconhecermos a luta e a valorização da mulher enquanto cidadã e merecedora de equidade e direitos civis", afirma Rigléia.

A organização do evento sugere que os participantes levem cartazes para expressar seu apoio e reconhecimento à causa feminina, contribuindo para um ambiente de reflexão e celebração.

A Escola Estadual Dr. João Beraldo aguarda confirmação de participação e está à disposição para mais informações através do contato telefônico (33) 988701618 ou pelo e-mail escola.146579@educacao.mg.gov.br. Este evento reforça o compromisso da instituição com a educação e a formação cidadã de seus alunos, além de destacar a importância do engajamento comunitário em questões sociais relevantes.

A participação de todos é fundamental para o sucesso deste evento, que promete ser um momento de união, aprendizado e celebração dos direitos e da valorização da mulher na sociedade.


segunda-feira, 7 de março de 2022

A Educação tem um corpo feninimo!



A Educação tem um corpo feminino!...

Por isso mesmo fecundo de amor. Está depositada  nas mãos da mulher a grande missão de cuidar, seja na Família ou na Escola. 

A Educação não seria educação se seu corpo não fosse o de uma  mulher!....

                                   Nossas homenagens sinceras a Ela!....

                                Por Deodato Gomes Costa

VIOLENTÔMETRO: tome uma atitude antes que seja tarde demais.

 


Deodato Gomes Costa
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Nossa homenagem às mulheres vão assim, nesta forma de alerta!...
O Violentômetro orienta as mulheres a prestarem atenção em comportamento e ações que podem evoluir para ofensas, ameaças e abuso sexual que vão numa escalada, desde as piadas ofensivas até o assassinato. 

Observe no Violentômetro  os níveis de violência e as consequências que cada atitude pode gerar. 



Violência contra a mulher: já basta!...

 



Deodato Gomes Costa
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Nossa homenagem à Mulher vai assim, com este alerta a todas Elas.
Viver sem violência é um direito. 

A mulher que se encontra na situação de violência precisa saber que não está sozinha e que, como se trata de um problema social, existem leis e políticas públicas para protegê-la.


domingo, 7 de março de 2021

Mulheres e Educação: duas forças poderosas que partejam vidas! Homenagem do Secretário Municipal de Educação às mulheres!

Imagine uma força corajosa que se desdobra em muitas lutas e ainda tem o dom de se  apresentar com a  fina  delicadeza das flores mais belas, completamente marcada pelo pólem criador  da vida. Uma força assim modelada na  abundância indescritível e incansável do amor, só pode ser mulher. É a força húmus da humanidade,  a força da sensibilidade que se traduz em aconchego, serenidade em meio as turbulências,  fertilidade da existência e eternidade dos sonhos humanos. Ninguém pode negar, a essência da humanidade é feminina e é a força que sustenta o mundo. 

Imagine outra força corajosa e delicada, agora de um  Anjo,  que guia destinos, multiplica sonhos e recria vidas. Imagine a existência dessa energia que tem o ensinar como razão de seu existir e dá sentido para um mundo em desalinho!... Esta é a força da professora que com o sopro de tuas palavras recria todos os dias incansavelmente, centenas de vida, na vivência dolorosa de uma profissão que insistem em torná-la invisível!

Duas forças poderosas e jamais vencidas, imortalizadas pela luta de valentes mulheres e de professoras. Um gênero e uma profissão imprescindíveis.  Qual força é mais poderosa? Da mulher ou da Professora? Impossível saber. 
Forças ocultadas por séculos pelo machismo e pelo completo descaso dos poderes constituídos!
A professora e a mulher se plasmam no corpo feminino da educação que é prevalecentemente  feminina. Forças que se equilibram na esperança da mulher que grita aos céus por justiça e da professora que clama aos homens por reconhecimento.
Duas forças singulares e inseparáveis já provadas nas labutas diárias da Escola e da Casa.  
É pela força da mulher que se perpetua a vida!
É pela força da professora que a vida se torna delicada e solidária.
É dessas forças que destrói a opressão e abre serenos caminhos para a liberdade,  que estamos falando!
Parabéns Mulher!..   Parabéns professora!..
Vocês são as colunas mestras da civilização... Um dia podem se agigantar e acreditar que é pela sua potência de mulher e pelo seu ímpeto de professora que podem mudar o mundo.
Parabéns a todas as mulheres que compoem este corpo feminino da nossa educação!
                     Por Deodato Gomes Costa

domingo, 8 de março de 2020

Nossa homenagem à todas as Mulheres que se dedicam à grande missão de educar.


MULHER-PROFESSORA... Que traz beleza e luz aos dias mais difíceis. Que divide sua alma em duas para carregar tamanha sensibilidade e força. Que ganha o mundo com sua coragem. Que traz paixão no olhar. PROFESSORA-MULHER... Que luta pelos seus ideais. Que dá a vida pela sua família. MULHER-PROFESSORA... Que ama incondicionalmente. Que se arruma, se perfuma. Que vence o cansaço. PROFESSORA-MULHER... Que chora e que ri. MULHER–PROFESSORA... que sonha... Tantas mulheres, tantas professora,  belezas únicas, vivas, cheias de mistérios e encanto! Mulheres que deveriam ser lembradas, amadas admiradas todos os dias.Professoras que deveriam profissionalmente serem valorizadas. Obrigado por existirem na educação em um corpo feminino.

sábado, 7 de março de 2020

O que se diz, o que se faz - O Globo 7 Mar 2020-ANDRÉA PACHÁ

Ainda não será amanhã que celebraremos, no Dia da Mulher, os ganhos na luta pela igualdade, pelo direito à saúde, à sexualidade e ao planejamento conjugal e familiar. Ao contrário, enterraremos mais 13 mulheres, cujos cadáveres se juntarão às 4.936 vítimas, mortas pela violência apenas no ano passado. Segundo o Atlas da Violência do Ipea, houve um aumento de 30,7% desse crime no Brasil, entre 2007 e 2017, e em 2019 chegou-se ao maior índice. Enquanto no Senado se aprovam 35 textos em prol dos direitos das mulheres, como a apreensão da arma de fogo do agressor, dentre outros, e na Câmara o número de projetos de combate à violência chega a 279, na vida real, mulheres seguem vítimas de ameaças, agressões e assédios, sob o beneplácito daqueles que deveriam zelar pelo respeito às leis. O direito mais básico à vida tem sido vilipendiado e, mesmo depois de dois anos, não se sabe quem mandou matar Marielle, cuja memória ainda é alvo de violência. O país, cada dia mais misógino, naturaliza a barbárie e ignora a Constituição. O desprezo pela densidade das palavras explica, em parte, a razão dessa perversa estatística. Não fosse tão abissal a distância entre o que se diz e o que se faz, viveríamos no melhor país do mundo. Na Constituição Federal estão reconhecidos o direito à igualdade entre homens e mulheres e o compromisso com o bem-estar de todos, sem preconceito ou discriminação, inclusive de gênero. A lei, contudo, não tem o condão de mudar a realidade e, a menos que seja compreendida simbolicamente, continuará reproduzida à exaustão, até que as palavras se gastem e se descolem dos significados, levando à descrença no sistema normativo e naturalizando a violência. Padrões sexistas e preconceitos não são alterados por lei, mas por uma educação que liberte e promova a dignidade. É pelo conhecimento, pela compreensão dos símbolos que nos humanizamos. Sem o valor simbólico, ignora-se a liberdade e sucateia-se a verdade.
Os ataques massivos desferidos contra Vera Magalhães, Patrícia Campos Mello e Mariliz Pereira Jorge, todas jornalistas e mulheres, classificados como inaceitáveis por todos os que compreendem o que seja um estado democrático de direito, foram os episódios mais recentes, dentre outros tantos episódios de ódio e misoginia que se alastram Inadmissível, inaceitável, insuportável, inacreditável, indigno, intolerável, irresponsável são adjetivos que temos repetido a cada segundo. São palavras que, sem a responsabilização dos agressores, correm o risco de se esvair, levando à apatia que paralisa. Não se deve transigir com a barbárie. Daí a importância da palavra e do fortalecimento das instituições garantidoras de direitos. Sem o Congresso livre, sem liberdade de imprensa e sem independência do Judiciário, marchamos para o caos.

Três dias antes de dar à luz, com o enxoval e o quarto prontos, Maria caiu e perdeu o bebê. Devastada pela dor inominável, recebeu a notícia de que o nome do filho não constava da certidão de óbito. Por ter morrido antes do parto, a criança era identificada como “natimorto”. Dez anos se passaram até que ela visse, no jornal, um caso parecido com o seu, no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Procurou uma advogada, e na semana passada, a Justiça pernambucana garantiu a Maria o direito de nomear o filho perdido. A decisão acalentou e pacificou a mãe, que sempre quis fazer uma tatuagem com o nome de Gabriel, mas precisava, antes, de um registro que concretizasse simbolicamente a sua existência. Foi um possível final feliz, diante de tanta infelicidade. A juíza Andréa Epaminondas Tenório de Brito, autora da sensível sentença, me explica que foi uma decisão singela, que garantiu dignidade àquela família.

A história da obstinação de uma mulher, que por dez anos alimentou o desejo simbólico de dar um nome ao filho morto, é um contraponto de humanidade e afeto ao tempo indecente em que vivemos, no qual palavras não têm valor. Um exemplo digno de registro para celebrar o Dia Internacional da Mulher.

quinta-feira, 8 de março de 2018

Homenagem do Diretor às mulheres professoras ou professoras mulheres, forças que os poderes insistem em ocultar!



Imagine uma força corajosa que se desdobra em muitas lutas e ainda se  apresenta com toda a fina  delicadeza das flores, completamente marcada pela energia criadora  da vida. Uma força assim modelada na  abundância indescritível e incansável do amor, só poderia ser a da mulher. É a força húmus da humanidade,  a força da sensibilidade que se traduz em aconchego, serenidade em meio a tempestade,  fertilidade da existência e eternidade dos sonhos humanos. A essência da humanidade é divina e feminina e é força que sustenta o mundo.  



Imagine outra força corajosa e delicada, agora de um  Anjo,  que guia destinos, multiplica sonhos e recria vidas. Imagine a existência dessa energia que tem o ensinar como razão de seu existir e dá sentido para um mundo em desalinho!... Esta é a força da mulher professora que com o sopro de tuas palavras recria todos os dias incansavelmente, centenas de vida, na vivência dolorosa de uma profissão que insistem em torná-la invisível!


Duas forças jamais vencidas, imortalizadas pela luta de valentes mulheres. Um gênero e uma profissão imprescindíveis: da mulher  e da professora.  Qual força é mais poderosa? Da mulher professora ou da Professora mulher? Impossível saber. 
Forças ocultadas pelos podres poderes constituídos!
A professora e a mulher se plasmam no corpo feminino da educação que é  feminina. Forças que se equilibram na esperança da mulher que grita aos céus por justiça e da professora que clama aos homens por reconhecimento.
Duas forças singulares e inseparáveis já provadas por tantos obstáculos que insistem em negá-las.  
É pela força da mulher que se perpetua a vida!
É pela força da professora que a vida se traduz em doação!
É destas forças que violenta a opressão e abre caminhos para a liberdade,  que estamos falando!
Parabéns Mulher!..
Parabéns professora!..
Vocês são as colunas mestras da civilização... Ainda vai-se acreditar que é pela força da mulher... e pela força da professora que se   transformará o mundo.

                                         Por Deodato Gomes 




quarta-feira, 8 de março de 2017

Homenagem à mulher docente. Uma mulher professora assim: LINDA, CHARMOSA, MARAVILHOSA, QUE SE ETERNIZA A CADA ATO EDUCATIVO NA VIDA DE SEU ALUNO, não é simplesmente uma mulher! É uma grande mulher!

Criação de Neinha na Sala de Professor


Mulher educadora!
Incansável, laboriosa, persistente e ousada.
Todos os dias em seu trabalho: escala montanhas, remove pedras e planta flores.
A educação é mulher e tem um corpo feminino  fecundo de muito amor.
Suas mãos,  portam a mística missão de educar.
Brutas e informes,  mas delicadas pedras se põem sob seu labor.
Na perseverança, vai superando os percalços,
Acreditando frente a muitas decepções,
O seu cuidar está além dos pequenos momentos.
Na vida dedicada, solitária com seus papéis.
A impotência se agiganta em seu ser.
A força negadora do mundo presente no aluno te desafia.
Sua única arma: a palavra.
Tecendo personalidades, vai emoldurando caráter,
Construindo pessoas, em dimensões transcendentes,
Incentiva o vôo para além do ensinado
Mulher você é o mágico milagre da educação
Muitos frutos colhidos do teu ventre docente
brotados do suor do plantio de sementes de encantos,  no coração de quem você ensinou!
Uma mulher professora assim: LINDA, CHARMOSA, MARAVILHOSA, QUE SE ETERNIZA A CADA ATO EDUCATIVO NA VIDA DE SEU ALUNO,   não é simplesmente uma mulher! É uma grande mulher!
Por Deodato Gomes


domingo, 6 de março de 2016

NOSSA HOMENAGEM À MULHER EDUCADORA NESTE 08 DE MARÇO - DIA INTERNACIONAL DA MULHER!



Homenageamos aqui a mulher educadora, neste dia Internacional da Mulher,  desta amada escola João Beraldo. Incansável, laboriosa, persistente e ousada, assim é a mulher professora. A Professora João Beraldense,  é aquela que, como diz Cora Coralina em seus versos, que  fez a escalada da montanha da vida, removendo pedras e plantando flores. A educação tem um corpo feminino. Por isso mesmo fecundo de amor. Está depositada nas mãos da mulher educadora a grande missão de cuidar. Cuidar de  pedras brutas informes, são  crianças, adolescentes e jovens de todos os jeitos e formas colocados sob o seu servir.  
Ela vai na  perseverança,  superando  os percalços, nunca deixa de acreditar no jovem,  mesmo quando vem a decepção, porque seu cuidar está além dos pequenos momentos. Muitas vezes, solitária,  o sentido de impotência lhe sobressalta e a pequenez se agiganta em seu ser,  perante a força sedutora do mundo frente ao seu aluno. Respira fundo, se  aquieta, seu coração e se arma da palavra. Nunca pára, caminhando vai sempre tecendo  personalidades que recebe, emoldurando caráter, construindo grandes belezas em  dimensões jamais vistas,  até que, aquele ser sob seu cuidado,  por suas próprias asas  levanta um vôo para além de tudo que aprendeu, deixando para tráz a sua criadora. A Educação não seria educação se seu corpo não fosse o de  uma mulher que sabe acolher em seu ventre sagrado de amor tantas sementes diferentes para que  possa frutificar pessoas melhores. Como poderia haver o cuidar se o corpo da educação não fosse o da mulher que se  entrega ao trabalho desgastante de colocar no coração de um jovem o encanto, o desejo de ser, e as possibilidades de encontrar um caminho? Tudo expressa uma caridade maior,  visível apenas para  aqueles que  não só vêem,  mas reparam como muito bem mostrou em seu livro José Saramago.   “Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara”.   

domingo, 24 de agosto de 2014

GIVANILMA E FABIANA, Supervisoras educacionais recebem homenagens em seu dia!

                             Givanilma e Fabiana São muitos os nossos desafios e é preciso muita criatividade e talento para fazer o que fazem. E isso vocês tem de sobra, garantindo sempre significativo sucesso para nossa escola.Vocês merecem todo nosso reconhecimento. Somos gratos pela dedicação e carinho com que trabalham. Sabemos o quanto é importante a presença de vocês junto aos alunos e professores lidando com algo de tão grande importância que é a dimensão pedagógica da educação.
       
Nossa homenagem a duas incansáveis educadoras: Givanilma e Fabiana!   Que Deus derrame todas as bençãos sobre vocês!

sábado, 8 de março de 2014

Neste Dia Internacional da Mulher, queremos lembrar aqui a mulher educadora João Beraldense!



   Homenageamos aqui a mulher educadora desta amada escola João Beraldo. Incansável, laboriosa, persistente e ousada. A Professora João Beraldense,   é aquela que,  como diz Cora Coralina em seus versos, que foram declamados pelos nossos alunos num lindo recital no final de 2013,  fez a escalada da montanha da vida, removendo pedras e plantando flores. A educação tem um corpo feminino. Por isso mesmo fecundo de amor. Está depositada  nas mãos da mulher educadora a grande missão de cuidar. São pedras brutas informes, são  crianças, adolescentes e jovens de todos os jeitos e formas colocados sob o seu servir. Ela  vai na  perseverança,  superando  os percalços, nunca deixa de acreditar no jovem,  mesmo quando vem a decepção, porque seu cuidar está além dos pequenos momentos. Muitas vezes, solitária,  o sentido de impotência lhe sobressalta e a pequenez se agiganta em seu ser,  perante a força sedutora do mundo frente ao seu aluno. Respira fundo, se  aquieta seu coração e se arma da palavra. Nunca para, caminhando vai sempre tecendo  personalidades que recebe, emoldurando caráter, construindo grandes belezas em  dimensões jamais vistas,  até que, aquele ser sob seu cuidado,  por suas próprias asas  levanta um vôo para além de tudo que aprendeu, deixando para tráz a sua criadora. A Educação não seria educação se seu corpo não fosse o de  mulher que sabe acolher em seu ventre tantas sementes diferentes para que  com um amor maior frutificar pessoas melhores. Como poderia haver o cuidar se o corpo da educação não fosse o da mulher que se  entrega ao trabalho desgastante de colocar no coração de um jovem o encanto, o desejo de ser, e as possibilidades de encontrar um caminho? Tudo expressa uma caridade maior,  visível apenas para  aqueles que  não só vêem,  mas reparam como muito bem mostrou em seu  livro que virou filme José Saramago,  Ensaio sobre a cegueira que li e vi o filme e recomendo , “Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara”.   Tudo isto é expressão de Deus que fez a mulher educadora, para que ela possa fazer muitos outros seres com seu cuidar.
                                                                  Por Deodato Gomes Costa-Diretor