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domingo, 7 de março de 2021

Mulheres e Educação: duas forças poderosas que partejam vidas! Homenagem do Secretário Municipal de Educação às mulheres!

Imagine uma força corajosa que se desdobra em muitas lutas e ainda tem o dom de se  apresentar com a  fina  delicadeza das flores mais belas, completamente marcada pelo pólem criador  da vida. Uma força assim modelada na  abundância indescritível e incansável do amor, só pode ser mulher. É a força húmus da humanidade,  a força da sensibilidade que se traduz em aconchego, serenidade em meio as turbulências,  fertilidade da existência e eternidade dos sonhos humanos. Ninguém pode negar, a essência da humanidade é feminina e é a força que sustenta o mundo. 

Imagine outra força corajosa e delicada, agora de um  Anjo,  que guia destinos, multiplica sonhos e recria vidas. Imagine a existência dessa energia que tem o ensinar como razão de seu existir e dá sentido para um mundo em desalinho!... Esta é a força da professora que com o sopro de tuas palavras recria todos os dias incansavelmente, centenas de vida, na vivência dolorosa de uma profissão que insistem em torná-la invisível!

Duas forças poderosas e jamais vencidas, imortalizadas pela luta de valentes mulheres e de professoras. Um gênero e uma profissão imprescindíveis.  Qual força é mais poderosa? Da mulher ou da Professora? Impossível saber. 
Forças ocultadas por séculos pelo machismo e pelo completo descaso dos poderes constituídos!
A professora e a mulher se plasmam no corpo feminino da educação que é prevalecentemente  feminina. Forças que se equilibram na esperança da mulher que grita aos céus por justiça e da professora que clama aos homens por reconhecimento.
Duas forças singulares e inseparáveis já provadas nas labutas diárias da Escola e da Casa.  
É pela força da mulher que se perpetua a vida!
É pela força da professora que a vida se torna delicada e solidária.
É dessas forças que destrói a opressão e abre serenos caminhos para a liberdade,  que estamos falando!
Parabéns Mulher!..   Parabéns professora!..
Vocês são as colunas mestras da civilização... Um dia podem se agigantar e acreditar que é pela sua potência de mulher e pelo seu ímpeto de professora que podem mudar o mundo.
Parabéns a todas as mulheres que compoem este corpo feminino da nossa educação!
                     Por Deodato Gomes Costa

domingo, 8 de março de 2020

Nossa homenagem à todas as Mulheres que se dedicam à grande missão de educar.


MULHER-PROFESSORA... Que traz beleza e luz aos dias mais difíceis. Que divide sua alma em duas para carregar tamanha sensibilidade e força. Que ganha o mundo com sua coragem. Que traz paixão no olhar. PROFESSORA-MULHER... Que luta pelos seus ideais. Que dá a vida pela sua família. MULHER-PROFESSORA... Que ama incondicionalmente. Que se arruma, se perfuma. Que vence o cansaço. PROFESSORA-MULHER... Que chora e que ri. MULHER–PROFESSORA... que sonha... Tantas mulheres, tantas professora,  belezas únicas, vivas, cheias de mistérios e encanto! Mulheres que deveriam ser lembradas, amadas admiradas todos os dias.Professoras que deveriam profissionalmente serem valorizadas. Obrigado por existirem na educação em um corpo feminino.

sábado, 7 de março de 2020

O que se diz, o que se faz - O Globo 7 Mar 2020-ANDRÉA PACHÁ

Ainda não será amanhã que celebraremos, no Dia da Mulher, os ganhos na luta pela igualdade, pelo direito à saúde, à sexualidade e ao planejamento conjugal e familiar. Ao contrário, enterraremos mais 13 mulheres, cujos cadáveres se juntarão às 4.936 vítimas, mortas pela violência apenas no ano passado. Segundo o Atlas da Violência do Ipea, houve um aumento de 30,7% desse crime no Brasil, entre 2007 e 2017, e em 2019 chegou-se ao maior índice. Enquanto no Senado se aprovam 35 textos em prol dos direitos das mulheres, como a apreensão da arma de fogo do agressor, dentre outros, e na Câmara o número de projetos de combate à violência chega a 279, na vida real, mulheres seguem vítimas de ameaças, agressões e assédios, sob o beneplácito daqueles que deveriam zelar pelo respeito às leis. O direito mais básico à vida tem sido vilipendiado e, mesmo depois de dois anos, não se sabe quem mandou matar Marielle, cuja memória ainda é alvo de violência. O país, cada dia mais misógino, naturaliza a barbárie e ignora a Constituição. O desprezo pela densidade das palavras explica, em parte, a razão dessa perversa estatística. Não fosse tão abissal a distância entre o que se diz e o que se faz, viveríamos no melhor país do mundo. Na Constituição Federal estão reconhecidos o direito à igualdade entre homens e mulheres e o compromisso com o bem-estar de todos, sem preconceito ou discriminação, inclusive de gênero. A lei, contudo, não tem o condão de mudar a realidade e, a menos que seja compreendida simbolicamente, continuará reproduzida à exaustão, até que as palavras se gastem e se descolem dos significados, levando à descrença no sistema normativo e naturalizando a violência. Padrões sexistas e preconceitos não são alterados por lei, mas por uma educação que liberte e promova a dignidade. É pelo conhecimento, pela compreensão dos símbolos que nos humanizamos. Sem o valor simbólico, ignora-se a liberdade e sucateia-se a verdade.
Os ataques massivos desferidos contra Vera Magalhães, Patrícia Campos Mello e Mariliz Pereira Jorge, todas jornalistas e mulheres, classificados como inaceitáveis por todos os que compreendem o que seja um estado democrático de direito, foram os episódios mais recentes, dentre outros tantos episódios de ódio e misoginia que se alastram Inadmissível, inaceitável, insuportável, inacreditável, indigno, intolerável, irresponsável são adjetivos que temos repetido a cada segundo. São palavras que, sem a responsabilização dos agressores, correm o risco de se esvair, levando à apatia que paralisa. Não se deve transigir com a barbárie. Daí a importância da palavra e do fortalecimento das instituições garantidoras de direitos. Sem o Congresso livre, sem liberdade de imprensa e sem independência do Judiciário, marchamos para o caos.

Três dias antes de dar à luz, com o enxoval e o quarto prontos, Maria caiu e perdeu o bebê. Devastada pela dor inominável, recebeu a notícia de que o nome do filho não constava da certidão de óbito. Por ter morrido antes do parto, a criança era identificada como “natimorto”. Dez anos se passaram até que ela visse, no jornal, um caso parecido com o seu, no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Procurou uma advogada, e na semana passada, a Justiça pernambucana garantiu a Maria o direito de nomear o filho perdido. A decisão acalentou e pacificou a mãe, que sempre quis fazer uma tatuagem com o nome de Gabriel, mas precisava, antes, de um registro que concretizasse simbolicamente a sua existência. Foi um possível final feliz, diante de tanta infelicidade. A juíza Andréa Epaminondas Tenório de Brito, autora da sensível sentença, me explica que foi uma decisão singela, que garantiu dignidade àquela família.

A história da obstinação de uma mulher, que por dez anos alimentou o desejo simbólico de dar um nome ao filho morto, é um contraponto de humanidade e afeto ao tempo indecente em que vivemos, no qual palavras não têm valor. Um exemplo digno de registro para celebrar o Dia Internacional da Mulher.

quinta-feira, 8 de março de 2018

Homenagem do Diretor às mulheres professoras ou professoras mulheres, forças que os poderes insistem em ocultar!



Imagine uma força corajosa que se desdobra em muitas lutas e ainda se  apresenta com toda a fina  delicadeza das flores, completamente marcada pela energia criadora  da vida. Uma força assim modelada na  abundância indescritível e incansável do amor, só poderia ser a da mulher. É a força húmus da humanidade,  a força da sensibilidade que se traduz em aconchego, serenidade em meio a tempestade,  fertilidade da existência e eternidade dos sonhos humanos. A essência da humanidade é divina e feminina e é força que sustenta o mundo.  



Imagine outra força corajosa e delicada, agora de um  Anjo,  que guia destinos, multiplica sonhos e recria vidas. Imagine a existência dessa energia que tem o ensinar como razão de seu existir e dá sentido para um mundo em desalinho!... Esta é a força da mulher professora que com o sopro de tuas palavras recria todos os dias incansavelmente, centenas de vida, na vivência dolorosa de uma profissão que insistem em torná-la invisível!


Duas forças jamais vencidas, imortalizadas pela luta de valentes mulheres. Um gênero e uma profissão imprescindíveis: da mulher  e da professora.  Qual força é mais poderosa? Da mulher professora ou da Professora mulher? Impossível saber. 
Forças ocultadas pelos podres poderes constituídos!
A professora e a mulher se plasmam no corpo feminino da educação que é  feminina. Forças que se equilibram na esperança da mulher que grita aos céus por justiça e da professora que clama aos homens por reconhecimento.
Duas forças singulares e inseparáveis já provadas por tantos obstáculos que insistem em negá-las.  
É pela força da mulher que se perpetua a vida!
É pela força da professora que a vida se traduz em doação!
É destas forças que violenta a opressão e abre caminhos para a liberdade,  que estamos falando!
Parabéns Mulher!..
Parabéns professora!..
Vocês são as colunas mestras da civilização... Ainda vai-se acreditar que é pela força da mulher... e pela força da professora que se   transformará o mundo.

                                         Por Deodato Gomes 




quarta-feira, 8 de março de 2017

Homenagem à mulher docente. Uma mulher professora assim: LINDA, CHARMOSA, MARAVILHOSA, QUE SE ETERNIZA A CADA ATO EDUCATIVO NA VIDA DE SEU ALUNO, não é simplesmente uma mulher! É uma grande mulher!

Criação de Neinha na Sala de Professor


Mulher educadora!
Incansável, laboriosa, persistente e ousada.
Todos os dias em seu trabalho: escala montanhas, remove pedras e planta flores.
A educação é mulher e tem um corpo feminino  fecundo de muito amor.
Suas mãos,  portam a mística missão de educar.
Brutas e informes,  mas delicadas pedras se põem sob seu labor.
Na perseverança, vai superando os percalços,
Acreditando frente a muitas decepções,
O seu cuidar está além dos pequenos momentos.
Na vida dedicada, solitária com seus papéis.
A impotência se agiganta em seu ser.
A força negadora do mundo presente no aluno te desafia.
Sua única arma: a palavra.
Tecendo personalidades, vai emoldurando caráter,
Construindo pessoas, em dimensões transcendentes,
Incentiva o vôo para além do ensinado
Mulher você é o mágico milagre da educação
Muitos frutos colhidos do teu ventre docente
brotados do suor do plantio de sementes de encantos,  no coração de quem você ensinou!
Uma mulher professora assim: LINDA, CHARMOSA, MARAVILHOSA, QUE SE ETERNIZA A CADA ATO EDUCATIVO NA VIDA DE SEU ALUNO,   não é simplesmente uma mulher! É uma grande mulher!
Por Deodato Gomes


domingo, 6 de março de 2016

NOSSA HOMENAGEM À MULHER EDUCADORA NESTE 08 DE MARÇO - DIA INTERNACIONAL DA MULHER!



Homenageamos aqui a mulher educadora, neste dia Internacional da Mulher,  desta amada escola João Beraldo. Incansável, laboriosa, persistente e ousada, assim é a mulher professora. A Professora João Beraldense,  é aquela que, como diz Cora Coralina em seus versos, que  fez a escalada da montanha da vida, removendo pedras e plantando flores. A educação tem um corpo feminino. Por isso mesmo fecundo de amor. Está depositada nas mãos da mulher educadora a grande missão de cuidar. Cuidar de  pedras brutas informes, são  crianças, adolescentes e jovens de todos os jeitos e formas colocados sob o seu servir.  
Ela vai na  perseverança,  superando  os percalços, nunca deixa de acreditar no jovem,  mesmo quando vem a decepção, porque seu cuidar está além dos pequenos momentos. Muitas vezes, solitária,  o sentido de impotência lhe sobressalta e a pequenez se agiganta em seu ser,  perante a força sedutora do mundo frente ao seu aluno. Respira fundo, se  aquieta, seu coração e se arma da palavra. Nunca pára, caminhando vai sempre tecendo  personalidades que recebe, emoldurando caráter, construindo grandes belezas em  dimensões jamais vistas,  até que, aquele ser sob seu cuidado,  por suas próprias asas  levanta um vôo para além de tudo que aprendeu, deixando para tráz a sua criadora. A Educação não seria educação se seu corpo não fosse o de  uma mulher que sabe acolher em seu ventre sagrado de amor tantas sementes diferentes para que  possa frutificar pessoas melhores. Como poderia haver o cuidar se o corpo da educação não fosse o da mulher que se  entrega ao trabalho desgastante de colocar no coração de um jovem o encanto, o desejo de ser, e as possibilidades de encontrar um caminho? Tudo expressa uma caridade maior,  visível apenas para  aqueles que  não só vêem,  mas reparam como muito bem mostrou em seu livro José Saramago.   “Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara”.   

domingo, 24 de agosto de 2014

GIVANILMA E FABIANA, Supervisoras educacionais recebem homenagens em seu dia!

                             Givanilma e Fabiana São muitos os nossos desafios e é preciso muita criatividade e talento para fazer o que fazem. E isso vocês tem de sobra, garantindo sempre significativo sucesso para nossa escola.Vocês merecem todo nosso reconhecimento. Somos gratos pela dedicação e carinho com que trabalham. Sabemos o quanto é importante a presença de vocês junto aos alunos e professores lidando com algo de tão grande importância que é a dimensão pedagógica da educação.
       
Nossa homenagem a duas incansáveis educadoras: Givanilma e Fabiana!   Que Deus derrame todas as bençãos sobre vocês!

sábado, 8 de março de 2014

Neste Dia Internacional da Mulher, queremos lembrar aqui a mulher educadora João Beraldense!



   Homenageamos aqui a mulher educadora desta amada escola João Beraldo. Incansável, laboriosa, persistente e ousada. A Professora João Beraldense,   é aquela que,  como diz Cora Coralina em seus versos, que foram declamados pelos nossos alunos num lindo recital no final de 2013,  fez a escalada da montanha da vida, removendo pedras e plantando flores. A educação tem um corpo feminino. Por isso mesmo fecundo de amor. Está depositada  nas mãos da mulher educadora a grande missão de cuidar. São pedras brutas informes, são  crianças, adolescentes e jovens de todos os jeitos e formas colocados sob o seu servir. Ela  vai na  perseverança,  superando  os percalços, nunca deixa de acreditar no jovem,  mesmo quando vem a decepção, porque seu cuidar está além dos pequenos momentos. Muitas vezes, solitária,  o sentido de impotência lhe sobressalta e a pequenez se agiganta em seu ser,  perante a força sedutora do mundo frente ao seu aluno. Respira fundo, se  aquieta seu coração e se arma da palavra. Nunca para, caminhando vai sempre tecendo  personalidades que recebe, emoldurando caráter, construindo grandes belezas em  dimensões jamais vistas,  até que, aquele ser sob seu cuidado,  por suas próprias asas  levanta um vôo para além de tudo que aprendeu, deixando para tráz a sua criadora. A Educação não seria educação se seu corpo não fosse o de  mulher que sabe acolher em seu ventre tantas sementes diferentes para que  com um amor maior frutificar pessoas melhores. Como poderia haver o cuidar se o corpo da educação não fosse o da mulher que se  entrega ao trabalho desgastante de colocar no coração de um jovem o encanto, o desejo de ser, e as possibilidades de encontrar um caminho? Tudo expressa uma caridade maior,  visível apenas para  aqueles que  não só vêem,  mas reparam como muito bem mostrou em seu  livro que virou filme José Saramago,  Ensaio sobre a cegueira que li e vi o filme e recomendo , “Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara”.   Tudo isto é expressão de Deus que fez a mulher educadora, para que ela possa fazer muitos outros seres com seu cuidar.
                                                                  Por Deodato Gomes Costa-Diretor