INSCRIÇÃO

INSCRIÇÃO
INSCRIÇÃO

ESCOLA INTERATIVA

ESCOLA INTERATIVA
ESCOLA INTERATIVA

APRENDIZAGEM

APRENDIZAGEM
APOIO

AVALIAÇÃO

AVALIAÇÃO
AVALIAÇÃO

DIÁRIO DIGITAL

DIÁRIO DIGITAL
DIÁRIO DIGITAL

ENEM

ENEM
ENEM

Inscrição

Inscrição
INSCRIÇÃO

ENCEJJA

ENCEJJA
encejja

Instituto Avaliar - PAAE

Instituto Avaliar - PAAE
Instituto Avaliar - PAAE

MECFLIX

MECFLIX
MECFLIX

COPESE

COPESE
sasi

CAMPANHA CONTRA O BULLYING

OBRAS DO SASI

OBRAS DO SASI
OBRAS DO SASI

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Homenagem às Supervisoras na Escola João Beraldo começa com reflexão sobre o chamado do Papa à santidade.


Nesta semana que passou refletimos em uma de nossas reuniões sobre o chamado do Papa à santidade. Foi também a semana em que homenageamos duas peças fundamentais do processo educativo na escola, as supervisoras pedagógicas: Givanilma e Istênia. A homenagem foi regada a um gostoso café da manhã feito de forma colaborativa e a muita reflexão coletiva  sobre esse incrível chamado do Papa Francisco às pessoas comuns como eu e você. 


Através de uma Carta de Exortação apostólica dirigida a todas as pessoas, denominada "Gaudete et Exsultate", traduzida como Alegrai-vos e exultai, o Papa Francisco faz um interessante chamado para sermos santos. Santo? Como assim? Isso mesmo gente! Santo! É que sempre vimos a santidade como algo para escolhidos e bem distante de qualquer ser humano normal, comum como qualquer um de nós. Mas por incrível que pareça o chamado se dirige à todas as pessoas indistintamente e também à nós, professores, supervisores e gestores em particular que temos esta importante responsabilidade pela educação das novas gerações.  Os Cinco capítulos que compõem esta Carta, pela beleza e orientação bastante consistente do texto,  valem a pena serem lidos por qualquer pessoa, ainda que não seja de denominação católica. 



O Sumo Pontífice, já no início de sua alerta no documento, deixa claro que o seu “[...]objetivo é humilde: fazer ressoar mais uma vez o chamada à santidade,[...]”. Que Deus permita que a graça do batismo de  Givanilma e Istênia que buscam atender  a este chamado com tanto zelo por meio da função de supervisão, frutifique em um caminho de santidade. Para que elas abraçando profissionalmente esta função aceitem de coração o desafio e a ousadia de buscar vivenciar a santidade todos os dias, no incansável trabalho junto a professores, adolescentes e jovens da escola neste contexto de negações da pessoa humana. 

Conforme o Papa Francisco diz a santidade deve ser encarnada no contexto atual, no cotidiano em que se vive,  com todos os riscos, desafios  e oportunidades presentes na realidade. O trabalho da supervisão de animar o docente, ajudá-lo a acreditar que é possível transformar pessoas e de zelar por garantir o direito do aluno aprender e a encontrar seu caminho nesta vida, deve estar verdadeiramente fundamentado na caridade e na misericórdia, pratica essencial da santidade. E isto faz da educação algo sagrado.

Neste sentido, todos nós que temos a existência vinculada à educação, somos também chamados à viver a santidade a partir do contexto das escolas e da comunidade onde colocamos a mão na massa. É preciso fazer valer as virtudes humanas para estarmos próximos da receita de felicidade preconizada por Jesus no Capítulo 5 do  Evangelho de Mateus nos versículos de 3 a 12, lembradas pelo Papa no documento.

A Felicidade desenhada por Jesus, conquistada com a busca pela santidade tem seus sutis inimigos, como enfatiza o documento no seu capítulo II. Uma vida consumista, baseada nas efemeridades negadoras da revelação, constituem forças humanas poderosas que se opõe ao chamado do Papa, pois santidade passa segundo a receita das bem aventuranças de Jesus em: ser pobre no coração, reagir com humildade e mansidão, chorar com o outro, buscar a justiça com fome e sede, olhar e agir com misericórdia,  manter o coração limpo de tudo o que mancha o amor, e  também semear a paz ao nosso redor. Princípios bastante conhecidos na prática de vida de qualquer educador que tem compromisso com a promoção dos seus estudantes.

Certo é que ao atender o apelo de santidade do Papa e acatar a receita de felicidade de Jesus deixada no Evangelho de Mateus, abraça-se cotidianamente os preceitos do nosso Mestre Maior, ainda que esta posição venha nos acarretar problemas. 

A exortação papal é como um toque bem suave no coração apontando um direcionamento. E um chamado que se coloca no espírito da liberdade da pessoa em responder ou não  e ressoa ainda mais forte naqueles que existem na condição de professor,  profissão que colabora com Deus na criação de pessoas ao dedicar a ensinar crianças, adolescentes e jovens com o próprio exemplo. 

O texto afirma que estamos cercados por testemunhos de santidade que nos incentivam a seguir o caminho de Jesus na compaixão e no compromisso pelo outro. A vivência de uma autêntica santidade está nos “santos ao pé da porta”, como diz a carta, ou seja muito próximo da gente, pela vida de muitas pessoas que se dedicaram no passado e de pessoas que se dedicam hoje e que é um inspirar ao contínuo serviço àqueles que mais precisam socialmente de todos nós. A vontade de ser santo já é a primeira forma de santidade e tem a força para mover as pessoas na prática  da caridade e da compaixão garantindo o reflexo da presença de Deus no dia a dia da ação de ensinar e da vida da escola em que trabalhamos.




Busquemos viver a santidade em todos os momentos da nossa vida! Não desanimemos por causa das fragilidades e dos obstáculos que o mundo nos impõe,   pois ao fim o que vai contar mesmo é o imenso desejo de um coração que sonha e batalha todos os dias por um mundo mais santo, apesar de todas as vicissitudes encontradas.
                                              Por Deodato Gomes
Começe atendendo o chamado do Papa fazendo a leitura desta magnifíca Carta que tem muito para te dizer e onde tem muitas respostas para os  dilemas dias de hoje:

Veja todas as fotos da homenagem às nossas Supervisoras:

Nenhum comentário: