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domingo, 23 de setembro de 2018

Aprendi com as primaveras a deixar-me cortar e a voltar sempre inteira. Cecília Meireles




22 de Setembro de 2018! O noticiário anunciou o início da Primavera! Lembrei me de Vivaldi e sua música indescritivelmente linda que mais parece o movimento das flores e folhas se multiplicando na primavera para trazer um momento atulhado de belezas.  Só o sentimento humano é capaz de perceber a divindade e a grandeza  que marca o som da Primavera, enquanto estação e da música de Vivaldi enquanto uma obra de arte. Como seria bom se a vibração da Primavera de Vivaldi, como canção e a simples beleza de uma flor da estação pudessem ressoar no coração das pessoas? Podemos pensar também esta canção, com tantas profusões, como o voto de milhões brasileiros que se multiplicam em flores para trazer uma primavera especial para o Brasil. A Primavera maior do nosso país neste importante momento da nossa história é o voto, que vem frutificar e renovar a esperança de felicidade de um povo. Assim como está chegando enquanto estação esperamos que esteja chegando também como tempo histórico de mudanças para o Brasil. Que chegue como flores, perfumando, remodelando, unindo as pessoas e inovando esta terra amada tão ferida em sua dignidade. No jardim da Escola,  em uma ardósia se encontra a seguinte inscrição de Cecília Meireles:  "Aprendi com a Primavera a deixar-me cortar e a voltar sempre inteira".  Se quisermos a chegada de novas flores e folhagens no nosso jardim, dores são inevitáveis e efêmeras. Flores e folhagens beneficiam sabiamente da estação para retornarem reverdecidas  e plenas de beleza. Ao aparar, cortar, desbastar, esgalhar o jardim, parece  tempo de destruição, mas apenas se retira dali os excessos consumidores da seiva que impedem o ressurgimento de novas flores e folhagens. A primavera é alegria e vem com delicadeza, simbolizada nesta perfeição que retrata a música de Vivaldi. Foi a primavera que se inspirou na arte para se expressar nesta suprema canção ou foi a arte que recebeu o impulso da estação a inspiração para criar a melodia de Vivaldi. É tempo de intensos movimentos e de renascer, vibrar  e de recriar o novo nas paisagens e nos jardins, embalados pela Primavera de Vivaldi,  afim de aliviar as feridas trazidas pela  podas vitais. Cortes, muitos cortes, de preferência embalados por canções,  é preciso que faça em nossas vidas, para retirar aquilo que consome a luz que somos e irradiamos. Eduardo Galeano escreveu muito sabiamente que "Somos o que fazemos, mas somos, principalmente, o que fazemos para mudar o que somos." Uma antiga mensagem de escola dizia: para a viagem da vida é preciso que se elimine os fardos, livre-se dos apegos que tornam nossas bagagens pesadas e difíceis de carregarem, nos tornando cansados para caminhar. Libertar das malas que somos  nos ferem mas nos tornam leves e nos leva naturalmente ao que vimos a ser. A vida só dá certo de viver  se permitindo florescer e se deixarmos emanar da nossa essência coloridos e saudáveis perfumes. Nascemos para sermos jardins sempre renováveis, belos, leves, e sem os excessos das plantas que embaçam os caminhos. Chegam das ervas daninhas que nos tornam sujos,  lentos e obstáculos para os caminhos.  A transformação de plantas e flores inspira também o movimento do ser humano.   Que as pessoas adornem com muitas flores de inovação seus relacionamentos  familiares e de trabalho exalando paz e bem estar em todas as convivências.  Que a essência humana possa ser alimentada pela beleza de uma flor e não se atrofie como um bonsai, por falta de amor, luz e estímulo. Uma flor se entrega à estação e mesmo nas condições mais adversas, luta para receber os nutrientes necessários para crescer linda e florescer em um movimento de constante inovação. Precisamos de uma  Primavera para  o Brasil   também para florescer e voltar ao ciclo perdido de beleza e fartura, ainda viva na memória de todos nós.  Flores mais flores, muitos jardins porque o Brasil precisa recriar a sua delicadeza perdida.  Esta  Primavera chega repleta de oportunidade e energia nova  indicando caminhos e revigorando os objetivos da vida de todos nós brasileiros. O voto vem colocar húmus nesse solo sedento de amor ansioso para germinar coisas boas. O voto é a água necessária com que cada um rega com responsabilidade o chão sagrado desta terra que pisa. O húmus e a água é ferramenta da inteligência, que olha para as angústias presentes e para os infinitos sonhos de felicidade de um povo que tem muita fome de beleza. O tumultuado cotidiano não vai nos impedir de  perceber os jardins de todos os lugares aguardando o tempo do florescer. A tempestade não impedirá a escolha do melhor jardineiro, reflexo de todo o sol que se abrirá e da chuva que molhará a terra para trazer, arte, pão e beleza.  Só assim alcançaremos  calma,  leveza, respeito e a força de um imenso jardim, que virá com a primavera de milhões de votos iluminados pelo sol que instaurará a  liberdade e a Democracia. Flores e sonhos se multiplicarão aos milhões e contornarão todas as estradas desta terra. Permitirá que os jardins adormecidos em cada brasileiro, floresça  e faça enxergar o lindo jardim escondido dentro de todas as outras pessoas.
                                  É Primavera... te amo!
                                                      Por Deodato Gomes

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