Bullying

segunda-feira, 30 de março de 2026

🎉 6ª Páscoa Solidária: uma tradição que transforma sorrisos em esperança

🎉 6ª Páscoa Solidária: uma tradição que transforma sorrisos em esperança

A solidariedade tem ganhado forma, cor e significado em Carlos Chagas. Em sua 6ª edição, a Páscoa Solidária já se consolida como uma verdadeira tradição em nosso município — um movimento idealizado e liderado com sensibilidade pela Primeira-Dama D. Áurea.

Mais do que uma campanha, trata-se de um gesto coletivo de amor que, ano após ano, leva alegria, carinho e o verdadeiro sentido da Páscoa às nossas crianças.

Em 2026, a campanha chega ainda mais forte, mobilizando a comunidade em torno de um propósito nobre: fazer sorrir quem mais precisa.


🍫 CAMPANHA 2026

6ª Páscoa Solidária – Colabore!

📌 Chave Pix:
CPF: 096.340.236-65
SIMÃO RODRIGUES TAVARES

🎁 Doe caixas de bombons
💛 E faça uma criança sorrir


✨ Um convite ao coração

A Campanha já está a todo vapor e aguarda a sua colaboração. Cada gesto, por menor que pareça, tem o poder de transformar o dia de uma criança — e, muitas vezes, sua forma de enxergar o mundo.

Neste tempo em que enfrentamos desafios, é essencial manter viva a chama da esperança.

👉 Desejamos a todos que, neste dia, ressuscite em todos os corações o amor pela vida e a alegria de viver.
👉 Que nossas atitudes sejam sinais concretos de cuidado e esperança para nossas crianças.


🤝 Participe!

Colabore. Compartilhe. Envolva-se.

Porque quando a solidariedade se torna tradição, o futuro também se ilumina.


domingo, 29 de março de 2026

Educar não é só cumprir metas!

DOMINGO, 29 DE MARÇO DE 2026
O ESTADO DE S. PAULO
Publicado desde 1875

NOTAS E INFORMAÇÕES

Educar não é só cumprir metas

Após universalizar o acesso à escola, Brasil precisa transformar matrícula em aprendizado real. Mas, para avançar nesse campo, não pode achar que bons indicadores significam boa educação

O Brasil conseguiu, nas últimas décadas, um feito que durante muito tempo pareceu inalcançável: a quase completa universalização do acesso à escola. A matrícula no ensino fundamental tornou-se regra, e não exceção. Essa conquista, fruto de políticas públicas persistentes e da consolidação do direito à educação, deveria ter inaugurado uma nova etapa do debate nacional – como transformar acesso em aprendizagem real.

Esse é um debate em curso. Para avançar nele, especialistas começam, com razão, a defender um ajuste de rota. Um deles é o educador Alexandre Schneider, professor da FGV e ex-secretário municipal de Educação de São Paulo, que tem alertado para o risco de o País organizar sua política educacional em torno de indicadores – em especial o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O Ideb tornou-se a principal régua para medir o sucesso ou fracasso da educação brasileira. Metas numéricas, avaliações padronizadas e rankings passaram a ocupar o centro do debate público.

Nada há de errado em medir. Ao contrário, políticas públicas sérias precisam de indicadores, avaliação de desempenho e monitoramento constante. Por meio do Censo Escolar, por exemplo, são sistematizados dados sobre matrícula, infraestrutura das escolas, recursos humanos da educação e diversas outras dimensões do sistema. Esses levantamentos permitem uma leitura mais precisa das condições da educação e servem de base para decisões relevantes, desde repasses financeiros até o planejamento de políticas nacionais.

Sistemas de informação, avaliação e monitoramento são, portanto, instrumentos indispensáveis para orientar políticas educacionais. Em um país continental como o Brasil, marcado por profundas desigualdades regionais, a ausência de indicadores confiáveis significaria administrar a educação praticamente às cegas. Isso não significa que indicadores sejam perfeitos. Nenhuma métrica é capaz de retratar com fidelidade a complexidade da realidade. Indicadores são modelos que buscam representar aspectos do sistema, mas não esgotam o fenômeno que pretendem descrever.

Mas quando a política educacional se organiza excessivamente em torno de metas numéricas, cria-se um incentivo para que escolas e gestores concentrem esforços no que melhora o índice – ainda que isso não corresponda necessariamente a uma melhora substantiva da educação em si. Ensinar para o teste, restringir o currículo ao que aparece nas avaliações ou priorizar estratégias voltadas exclusivamente para elevar pontuações são distorções conhecidas em sistemas excessivamente orientados por métricas.

Há mais de uma década, a historiadora da educação Diane Ravitch, ex-secretária-adjunta de Educação dos EUA, alertava, em entrevista a este jornal, que sistemas educacionais demasiadamente orientados por testes tendem a transformar a política numa corrida por resultados mensuráveis, muitas vezes à custa da qualidade real do ensino. Avaliações padronizadas, dizia ela, oferecem uma fotografia do desempenho, mas, quando se tornam o objetivo central, estimulam práticas que elevam pontuações sem necessariamente ampliar o aprendizado.

Isso é risco do debate. Ao discutir educação, o País parece cada vez mais falar sobre números, metas atingidas, evolução de índices, posições em rankings nacionais ou internacionais. Tudo isso tem seu valor, mas pode obscurecer a pergunta essencial: o que os alunos estão efetivamente aprendendo?

A educação é mais do que desempenho em exames. Uma escola de qualidade forma cidadãos capazes de interpretar o mundo, desenvolver pensamento crítico, dominar conhecimentos complexos e participar de uma economia baseada no conhecimento. O País precisa formar capital humano capaz de sustentar crescimento, inovação tecnológica e maior produtividade. Indicadores ajudam a observar esse processo, mas não conseguem capturá-lo em sua totalidade.

Por isso, o Brasil precisa recolocar no centro do debate aquilo que deveria ser uma verdadeira obsessão nacional: a aprendizagem. Depois de universalizar o acesso à escola, o País precisa garantir que crianças e jovens aprendam de fato – e aprendam bem. Esse deve ser o critério orientador das políticas públicas, sem sucumbir à tentação de produzir estatísticas melhores sem produzir educação melhor. ●


sábado, 28 de março de 2026

Polo UAB de Carlos Chagas ultrapassa 300 alunos em formação e consolida papel estratégico na qualificação profissional!

Polo UAB de Carlos Chagas ultrapassa 300 alunos em formação e consolida papel estratégico na qualificação profissional

O Polo da Universidade Aberta do Brasil (UAB) de Carlos Chagas segue se consolidando como um dos principais instrumentos de transformação educacional e social do município. Com oferta diversificada de cursos técnicos, de graduação e pós-graduação, o Polo atualmente atende mais de 300 alunos com matrícula ativa, distribuídos em 11 cursos em andamento.

Os dados, atualizados em março de 2026, evidenciam a força da iniciativa, mantida por meio de convênio entre a Prefeitura Municipal de Carlos Chagas, universidades públicas de Minas Gerais e Institutos Federais.

Formação em áreas estratégicas

Atualmente, estão em andamento 7 cursos técnicos, que somam 178 alunos, com destaque para áreas alinhadas ao desenvolvimento local, como Inteligência Artificial e Agropecuária, ambos com 42 estudantes.

No ensino superior, o Polo oferta 4 cursos, sendo:

  • 2 cursos de graduação, com 74 alunos;

  • 2 cursos de pós-graduação, com 50 alunos.

Essa estrutura garante formação em áreas essenciais como educação, gestão pública e direitos humanos, fortalecendo a capacidade técnica e intelectual da cidade.

Impacto direto na educação e no desenvolvimento local

O Polo UAB já formou 160 profissionais em cursos recentemente concluídos, entre licenciaturas e pós-graduações. Muitos desses egressos hoje atuam diretamente na rede de ensino, o que demonstra o impacto concreto da política pública na melhoria da educação municipal.

É comum encontrar professores da rede que iniciaram ou ampliaram sua formação acadêmica por meio do Polo, reforçando a valorização do magistério e a elevação da qualidade do ensino.

Parceria que transforma realidades

O funcionamento do Polo UAB é resultado de uma política pública consistente, baseada na cooperação entre o município e instituições públicas de ensino superior, como o IFNMG, a UFVJM e a Unimontes. Essa articulação permite levar ensino gratuito e de qualidade à população, sem a necessidade de deslocamento para grandes centros.

Perspectivas de expansão

Além dos cursos em andamento, o Polo ainda aguarda a certificação de formações técnicas já concluídas e a liberação de novos cursos pela CAPES, como Educação Física e Pedagogia, ampliando ainda mais o alcance da iniciativa.

Educação que gera oportunidades

Mais do que números, o Polo UAB de Carlos Chagas representa oportunidades reais de crescimento pessoal e profissional. Ao investir na formação de seus cidadãos, o município fortalece sua base educacional, impulsiona o desenvolvimento econômico e constrói um futuro com mais dignidade e possibilidades para todos.

Educação pública, gratuita e de qualidade que transforma vidas — essa é a marca do Polo UAB de Carlos Chagas.

domingo, 22 de março de 2026

Cartilha “Maio Laranja”: um guia pedagógico indispensável para trabalhar o 18 de Maio nas escolas!

 Cartilha “Maio Laranja”: um guia pedagógico indispensável para trabalhar o 18 de Maio nas escolas

A escola é, por excelência, um espaço de formação integral, onde se constroem conhecimentos, valores e atitudes. Diante de uma temática tão sensível e urgente como o enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, o papel da educação torna-se ainda mais decisivo. É nesse contexto que a cartilha “Abuso Sexual contra Crianças e Adolescentes – Abordagem de Casos Concretos em uma Perspectiva Multidisciplinar e Interinstitucional” se apresenta como um instrumento pedagógico de grande relevância para toda a Educação Básica.

📥 Acesse a cartilha completa:https://drive.google.com/file/d/1rDd8XBYBq-Uq-Cw1wR5WCE4S0LXk2s70/view?usp=sharing

Trata-se de um material que vai além da informação. Ele organiza conhecimentos essenciais sobre o tema, abordando conceitos, mitos e verdades, formas de violência, perfis de vítimas e agressores, além de orientações legais e fluxos de atendimento. Como destaca a própria cartilha, a proposta é tirar o tema da invisibilidade e mobilizar a sociedade para a proteção integral das crianças e adolescentes .

Do ponto de vista da supervisão escolar, é fundamental compreender que este material deve ser incorporado ao planejamento pedagógico das unidades escolares, especialmente no mês de maio, mas não restrito a ele. A temática do 18 de Maio precisa ser trabalhada de forma contínua, intencional e articulada ao currículo.

Para isso, o primeiro passo é o professor conhecer a cartilha. Apropriar-se do conteúdo significa ter segurança teórica e sensibilidade para tratar o assunto em sala de aula de maneira adequada a cada faixa etária. O documento oferece subsídios que podem ser traduzidos em práticas pedagógicas significativas, respeitando o desenvolvimento cognitivo e emocional dos estudantes.

Na Educação Infantil, por exemplo, é possível trabalhar noções de cuidado, respeito ao corpo e identificação de situações de proteção e risco, por meio de histórias, brincadeiras e rodas de conversa. Nos Anos Iniciais, podem ser explorados temas como confiança, limites e direitos da criança. Já nos Anos Finais e no Ensino Médio, o debate pode avançar para discussões mais aprofundadas sobre direitos humanos, legislação, redes de proteção e responsabilidade social.

A cartilha também cumpre um papel importante ao desmistificar ideias equivocadas. Ao apresentar, por exemplo, que a maioria dos casos envolve pessoas conhecidas da vítima e que o abuso não é um evento raro, ela contribui para ampliar a consciência crítica dos educadores e estudantes.

Outro ponto que merece destaque é a orientação sobre os fluxos de encaminhamento e o papel da rede de proteção. A escola precisa saber como agir diante de uma suspeita ou revelação, e esse conhecimento fortalece a atuação responsável e ética dos profissionais da educação.

Mais do que trabalhar conteúdos, a utilização desta cartilha em sala de aula tem um objetivo maior: formar estudantes conscientes, capazes de reconhecer seus direitos, proteger-se e também atuar como agentes de transformação social. Quando a escola promove o debate, ela rompe o silêncio, combate a invisibilidade e contribui para uma cultura de proteção.

Nesse sentido, o 18 de Maio deixa de ser apenas uma data simbólica e passa a ser vivido como um movimento educativo, que mobiliza toda a comunidade escolar.

Portanto, recomendamos fortemente que todas as escolas da rede utilizem esta cartilha como referência para o desenvolvimento de atividades pedagógicas, projetos interdisciplinares e ações de conscientização.

Educar é também proteger. E proteger começa pelo conhecimento.

🌼 FAÇA BONITO, CARLOS CHAGAS! 🌼

 Imagens do movimento em 2022:

🌼 FAÇA BONITO, CARLOS CHAGAS! 🌼

Há silêncios que machucam. Há verdades que precisam ser ditas. E há causas que exigem de nós mais do que atenção: exigem ação coletiva.

Crianças e adolescentes não podem esperar. Todos os dias, direitos são violados — e a nossa resposta precisa ser firme, sensível e comprometida.

Por isso, o Conselho Tutelar e o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente convidam você para um momento decisivo:

📣 REUNIÃO ORGANIZATIVA DO MOVIMENTO 18 DE MAIO

📅 Data: 06 de abril de 2026 (segunda-feira)
🕘 Horário: 9 horas
📍 Local: Sala de Reuniões da Secretaria Municipal de Educação

Este é um chamado à responsabilidade de todos nós: educadores, gestores, profissionais da assistência social, cultura, esporte e toda a comunidade.

💛 Proteger é um dever. Denunciar é um ato de coragem. Agir é um compromisso com o futuro.

Vamos juntos construir uma grande mobilização em defesa das nossas crianças e adolescentes. Carlos Chagas precisa de você.

🌼 Faça Bonito. Proteja. Participe. 🌼

sábado, 21 de março de 2026

Prefeitura de Carlos Chagas propõe revisão salarial para servidores e reajuste diferenciado ao magistério


Prefeitura de Carlos Chagas propõe revisão salarial para servidores e reajuste diferenciado ao magistério

A Prefeitura Municipal de Carlos Chagas encaminhou à Câmara de Vereadores o Projeto de Lei nº 006/2026, que dispõe sobre a concessão da revisão geral anual da remuneração dos servidores públicos municipais, com base no exercício de 2026.

De acordo com o texto, fica estabelecida a recomposição salarial de 3,90% para os servidores efetivos e comissionados do município, percentual correspondente ao índice do INPC/IBGE acumulado no ano de 2025. A medida visa assegurar a reposição inflacionária e a manutenção do poder de compra dos trabalhadores do serviço público municipal.

Um dos pontos de destaque do projeto diz respeito aos profissionais do magistério. Em consonância com o piso salarial nacional da educação, o projeto prevê um reajuste de 5,4% para a categoria, reconhecendo a especificidade da carreira docente e a necessidade de valorização dos profissionais que atuam diretamente na formação das crianças e jovens.

O projeto também estabelece que a revisão geral será estendida aos servidores contratados, aposentados e pensionistas, ampliando o alcance da medida. No entanto, os agentes comunitários de saúde e os agentes de combate às endemias não serão contemplados por essa revisão, uma vez que já foram beneficiados por reajuste vinculado ao salário mínimo, conforme legislação federal.

Os impactos financeiros decorrentes da revisão serão custeados com recursos previstos no orçamento geral do município. Caso aprovado, o projeto terá efeitos retroativos a 1º de janeiro de 2026.

A proposta, assinada pelo prefeito José Amadeu Nanayoski Tavares, reforça o compromisso da gestão municipal com a valorização dos servidores públicos, com atenção especial à educação, reconhecida como eixo estratégico para o desenvolvimento social.

O Despertar da Memória: Quando o Afeto Escreve o Amanhã no LEEI 2026!

O Despertar da Memória: LEEI 2026 e a Reconstrução do Olhar Docente

Na quinta-feira, 19 de março de 2026, o 3º piso do Polo UAB se tornou mais que um espaço formativo — transformou-se em um lugar de reencontro com a essência de ser educador. Ali aconteceu o 2º encontro do grupo de profissionais do LEEI 2026, conduzido pela diretora Edina Duarte, que, mesmo diante das exigências da gestão escolar, aceitou o desafio de liderar essa jornada com coragem, sensibilidade e compromisso.

O encontro teve início com a encenação “O Caderno de Planos do Educador”, revelando que planejar, na Educação Infantil, é mais do que organizar atividades: é abrir caminhos para experiências significativas. Em seguida, o louvor com a canção “Eu cuido de ti” envolveu a todos em uma atmosfera de acolhimento e entrega. O gesto simbólico do toque com óleo marcou, de forma profunda, o início de uma caminhada que se estenderá por 18 encontros.

Mas foi no momento da memória afetiva que o encontro ganhou densidade humana. Entre brinquedos e fotografias, cada participante revisitou sua infância. Entre histórias de dor superada e lembranças de alegria, emergia um elemento comum: a presença de um professor que marcou destinos. Sob o olhar de todos, ali se revelou a força do vínculo — é nele que a educação ganha sentido e se torna libertadora.

O ambiente, cuidadosamente preparado com cantinho de leitura e varal de memórias, reafirmava o propósito do LEEI: garantir às crianças o direito à linguagem, por meio de experiências vivas, lúdicas e significativas.

Após o encontro, as palavras ecoaram nos grupos: “momento ímpar”, “histórias de recomeço”, “coragem para avançar”. Sentimentos que confirmam que formar professores é também cuidar de suas histórias.

Encerramos cantando “Nas Asas do Senhor”, certos de que, como águias, seguimos mais fortes. Porque educar é, antes de tudo, transformar vidas — inclusive a nossa.

quinta-feira, 19 de março de 2026

Entre Orientações e Caminhos: Inspeção Escolar fortalece a reorganização da educação em Carlos Chagas!

Recebemos com grande satisfação as inspetoras da SRE de Teófilo Otoni na Secretaria Municipal de Educação de Carlos Chagas. O encontro fortalece o compromisso com a organização, transparência e qualidade da educação pública, reunindo secretário e equipe técnica em um momento de diálogo, orientação e construção coletiva de melhorias para a rede municipal.

Entre papéis, orientações e escutas atentas, a educação de Carlos Chagas viveu dias de cuidado e reorganização. De 16 a 19 de março de 2026, a presença das inspetoras Maria de Fátima Alves dos Santos e Silvana Mendes de Jesus, da SRE de Teófilo Otoni, trouxe mais que uma visita técnica: trouxe diálogo, direção e propósito. Elas foram acolhidas no primeiro momento pela Coordenadora Zaida Kretli, no Distrito de Presidente Pena. 

Na Secretaria Municipal de Educação, cada documento revisado e cada orientação partilhada revelavam um compromisso silencioso, porém firme, com a qualidade da rede. O foco se voltou especialmente para a Escola Municipal São José, cujo processo de mudança de prédio — do antigo espaço da Escola Palmeirão para o prédio da Escola Sítio do Picapau Amarelo, no Distrito de Presidente Pena — simboliza mais que uma transferência física: representa a busca por melhores condições de aprendizagem.

Ao lado do secretário municipal, Deodato Gomes Costa, as inspetoras acompanharam o andamento das ações, apontaram ajustes necessários e reforçaram a importância da organização documental, do calendário alinhado e de um regimento escolar vivo, atualizado com as novas dinâmicas da rede.

E assim, entre verificações e orientações, fica a certeza: educar também é cuidar dos detalhes. É garantir que cada norma, cada espaço e cada decisão estejam a serviço de um bem maior — o direito de aprender.

quarta-feira, 18 de março de 2026

Programa “Direito na Escola” fortalece a educação cidadã em Carlos Chagas!

Registro de um encontro que une propósitos e fortalece caminhos: profissionais da educação e membros da OAB – 94ª Subseção de Carlos Chagas reunidos pelo compromisso com a formação cidadã.

Outras imagens do momento: https://photos.app.goo.gl/WBvE7rK9HihGpS8o9

Resumo da apresentação da Dra. Cibelle: https://drive.google.com/file/d/1CzmU86FoIC7DUExiuQAas4Vw4GLR1K--/view?usp=sharing

Programa “Direito na Escola” fortalece a educação cidadã em Carlos Chagas

Na manhã desta quarta-feira, 18 de março de 2026, às 8 horas, no Salão de Júri do Fórum, Carlos Chagas viveu um momento que transcende uma simples reunião institucional. Foi, na verdade, um encontro entre a educação e a justiça — dois pilares que, quando caminham juntos, transformam realidades.

Estiveram reunidos os profissionais da educação, gestores das escolas municipais e estaduais, a Presidente da 94ª Subseção da OAB de Carlos Chagas, Dra. Núncia Silva Dantas, a Coordenadora da Comissão Direito na Escola, Dra. Cibelle Viana, a Promotora de Justiça Dra. Sheila, além dos advogados Dr. Mário Márcio, Dra. Maria Cecília e Dra. Morgana.

Dra. Núncia já havia destacado com propriedade a escolha de Dra. Cibelle Viana para coordenar o programa no município. Professora, ex-gestora escolar e advogada, ela reúne portanto a experiência prática e o conhecimento técnico necessários para liderar uma proposta que dialoga diretamente com a escola.

Coube à Dra. Cibelle apresentar o Programa Direito na Escola, uma iniciativa da OAB-MG que propõe inserir, no cotidiano escolar, a compreensão dos direitos e deveres. Mais do que conteúdos, trata-se de formar consciência cidadã. Em sua fala, destacou que o programa é desenvolvido por advogados e professores de direito voluntários, sustentado pela Lei nº 24.213/2022, e orientado por eixos como a promoção da cultura de paz, a redução de atos infracionais e o fortalecimento da formação cidadã dos estudantes.

A proposta é clara: ensinar Direito não para formar advogados, mas para formar cidadãos.

E os impactos são concretos. O desenvolvimento do pensamento crítico, a capacidade de resolução pacífica de conflitos, o fortalecimento da consciência jurídica e o empoderamento juvenil são resultados esperados de uma educação que compreende que cidadania também se aprende.

Durante o encontro, Dra. Cibelle reforçou que as demandas das escolas devem ser solicitadas com antecedência, uma vez que o programa conta com a atuação voluntária dos profissionais. Já o Dr. Mário Márcio trouxe um relato sensível, destacando sua experiência em palestras escolares, também marcada por sua vivência como pai atípico — um testemunho que humaniza ainda mais a proposta.

A fala do diretor da Escola Municipal Oscar João Kretli, professor Saulo Oliveira, ecoou como síntese do sentimento coletivo, ao final do encontro:
“As escolas precisam, sim, da presença da OAB.”

E precisam porque educar é uma tarefa que ultrapassa os muros da escola. É uma construção coletiva, que envolve instituições, famílias e a sociedade como um todo.

A aproximação entre Direito e Educação representa um avanço significativo: levar cidadania às nossas crianças e adolescentes é investir em uma sociedade mais justa, consciente e pacífica. 

Na oportunidade, foi solicitada, de forma imediata — e que será formalizada — a realização de um treinamento voltado a gestores e supervisores na área de mediação de conflitos, reconhecida como uma demanda urgente no cotidiano escolar.

Ao final, fica o reconhecimento: a OAB, por meio da liderança da Dra. Núncia, demonstra sensibilidade e compromisso social ao acolher um programa de tamanha relevância.

A parceria entre OAB e escolas não apenas começou — ela promete florescer. E quando floresce a cidadania, toda a comunidade colhe os frutos.

terça-feira, 17 de março de 2026

Carlos Chagas reafirma compromisso com o Magistério e Nanayoski anuncia cumprimento de 5,4% do Novo Piso!

Prefeito Nanayoski e equipe de Governo recebem dirigentes sindicais do Sindiscar na Sede da Prefeitura. Em pauta, o anúncio e a oficialização do cumprimento do novo Piso Nacional do Magistério para a jornada de 24 horas da rede municipal.

📝 Em reunião com o Sindiscar, Prefeito Nanayoski garante reajuste do Piso e destaca histórico de valorização docente

O início de 2026 trouxe uma notícia que faz pulsar mais forte o coração da educação brasileira. No último dia 22 de janeiro, o Diário Oficial da União publicou a Medida Provisória nº 1.334/2026, que não apenas atualiza valores, mas redefine a forma como respeitamos quem dedica a vida ao magistério.

A nova regra é clara e justa: o reajuste agora garante ganho real. Ele soma a inflação (INPC) a uma parte do crescimento da receita do Fundeb. Em termos nacionais, o índice de atualização foi fixado em 5,4%.

📉 O Cálculo na Nossa Realidade (24 Horas)

A realidade da nossa rede municipal em Carlos Chagas baseia-se na jornada de 24 horas semanais. Fizemos as contas para que cada professor entenda o impacto direto no seu planejamento:

  • Piso 24h em 2025: R$ 2.920,66

  • Novo Piso 24h em 2026 (com 5,4%): R$ 3.078,38

  • Ganho Real: A nova fórmula garante um acréscimo digno de R$ 157,72 mensais sobre o valor base.

🤝 Compromisso Assumido: Do Papel à Prática

Hoje, em uma reunião marcada pela transparência e pelo diálogo entre o Secretariado Municipal, o Prefeito Nanayoski e o Sindiscar, o anúncio foi recebido com entusiasmo. O Prefeito confirmou que Carlos Chagas seguirá rigorosamente o índice de 5,4%, e o Projeto de Lei já está sendo preparado para o envio à Câmara Municipal.

Ao reafirmar seu compromisso diante dos dirigentes do Sindiscar, o Prefeito Nanayoski destacou que sua gestão nunca se furtou a cumprir o piso nacional, assegurando, ano após ano, o índice determinado pelas medidas provisórias. Para ele, "garantir a remuneração justa aos nossos professores não é apenas uma obrigação legal, mas um ato de respeito e compromisso inegociável com quem dedica a vida a ensinar".

🎒 Uma Gestão que Cuida de Ponta a Ponta

Este compromisso com o salário do professor não é um fato isolado. É a continuidade de um trabalho que atravessou o primeiro mandato e se fortalece neste segundo ano de gestão em 2026. Valorizar o mestre é o topo da pirâmide, mas a base também recebe atenção: nossos alunos já iniciaram o ano com tênis novos, kits escolares completos e uniformes no padrão de qualidade que nossa cidade merece.

A educação em Carlos Chagas não espera o futuro; ela o escreve agora, com caneta de justiça e tinta de investimento real.


Nelson Lisboa 2026: Alunos em Ação contra a Dengue.

Veja as outras imagens clicando aqui: https://photos.app.goo.gl/GDvowvacCXb7p8m89

Nelson Lisboa 2026: Alunos em Ação contra a Dengue.

Nesta terça-feira, 17 de março, a Escola Municipal Nelson Lisboa de Matos transformou-se no epicentro de uma mobilização vital para a saúde pública. Em uma iniciativa que une pedagogia e prevenção, as crianças receberam os técnicos de saúde pública Afonso Mateus e sua equipe para uma imersão no combate às arboviroses.

A roda de conversa, longe de ser apenas teórica, ganhou vida com uma presença inesperada: o próprio "mosquito da Dengue" surgiu no pátio. De forma lúdica e impactante, a representação ensinou aos pequenos os perigos reais que o vetor impõe à comunidade. As imagens não mentem: o engajamento foi absoluto.

O sucesso da ação reforça uma tese defendida por especialistas: a escola é o terreno mais fértil para a mudança social. Mais do que alunos, essas crianças tornaram-se multiplicadoras de conhecimento. Agora, cada estudante leva para casa e para todo o distrito de Epaminondas Otoni o rigor técnico aprendido com Afonso, prontos para replicar hábitos que salvam vidas. Está provado: quando a educação abraça a saúde, o mosquito não encontra morada.