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quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

30 momentos mais impactantes do ano de 2018 do Jornal El País


28-Ainda bem que o Senado da Argentina rejeitou o projeto de lei que legalizaria o aborto. Vejam como os ativistas a favor da legalização do aborto se consolam mutuamente em frente ao Congresso Nacional em Buenos Aires (Argentina), em 9 de agosto de 2018.   O projeto foi barrado pelo voto contrário de 38 senadores, enquanto 31 votaram a favor e dois se abstiveram. Segundo estimativas extraoficiais, entre 350.000 e 450.000 mulheres abortam a cada ano na Argentina. Defendemos a legislação vigente no Brasil onde este  apenas é admitido em três casos: estupro, risco de vida da mulher e feto anencéfalo. Vejam como esta canção é linda. 

O Direito de Nascer.




Quando se coloca a questão do ser humano e o seu direito a vida, são muitas as  situações sociais promotoras de morte envolvendo polêmicas que  sempre ressurgem como ameaçadoras. Uma delas é o aborto. Essa é uma temática sempre colocada em evidência.  Diante da defesa da vida não existe relativismo e o papel da Democracia é de proteger a vida da criança e da mulher  em todos os sentidos, principalmente em nosso país,  onde a vida se encontra em condições tão vulneráveis.  A canção é a voz de uma criança envolvida pelo seio de sua mãe celebrando um percurso que garantiu sua sobrevivência através do amor. Tudo acontece por meio do toque de Deus à mãe. [...]"Cheguei até aqui[...] e o teu amor foi escrito em meu coração". A vida é um dom de Deus, revelada desde antes mesmo de existirmos, conforme vemos no texto bíblico a seguir:  “Antes mesmo de te formares no ventre materno, eu te conheci; antes que saísses do seio, eu te consagrei” (Jr 1,5). Enquanto cristãos,  temos o dever de afirmar e reafirmar de forma intransigente a defesa da vida humana. 
Existe muita falácia em torno deste tema. Muitos números falsos são apresentados para defender a legalização desta terrível prática. E o aborto masculino? Fato tão recorrente em nossa sociedade. Quantos meninos e meninas temos em nossa escola que não trazem o nome de seu pai na certidão de nascimento? O pai não passou neste caso de nada mais que  um fornecedor de esperma. Seu filho ou a sua  filha foram abandonados na sua paternidade. A mãe acabou tendo que desenvolver e acumular os dois papeis. A cultura patriarcal naturaliza o abandonar dos seus filhos por parte de pais sem remorso, e acabam a deixar a responsabilidade nas mãos da mulher que  precisa lutar na justiça para conseguir, às vezes, misera uma pensão. Outro ponto importante é o fato de muitos pais abortarem a educação dos seus filhos, deixando esta exclusivamente sob a responsabilidade da mulher.                                   

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